sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
A Justiça federal americana confirmou que a proibição de realizar casamento de gays e lésbicas na Califórnia é inconstitucional, uma decisão que os opositores do casamento homossexual estão decididos a levar para a Suprema Corte dos Estados Unidos.
O casamento homossexual foi brevemente autorizado na Califórnia (oeste dos Estados Unidos) em 2008, mas depois foi proibido ao se adotar por referendo a "Proposição 8", que inscreveu na Constituição desse estado que o casamento era um direito reservado aos heterossexuais.
Cerca de 18.000 casais homossexuais se casaram na Califórnia durante esse breve período e suas uniões continuaram sendo válidas apesar da Proposição 8.
Os promotores dessa lei usaram "seu poder de iniciativa contra um grupo minoritário e retiraram o direito que ele tinha, sem nenhuma razão legítima para tal", decidiu nesta terça-feira a corte federal de apelações de San Francisco, em uma decisão adotada por dois votos contra um.
Atualmente, os estados de Connecticut, Iowa, Massachusetts, New Hampshire, Nova York e Vermont, além do Distrito de Columbia, permitem o casamento gay nos Estados Unidos.
Cena G
O casamento homossexual foi brevemente autorizado na Califórnia (oeste dos Estados Unidos) em 2008, mas depois foi proibido ao se adotar por referendo a "Proposição 8", que inscreveu na Constituição desse estado que o casamento era um direito reservado aos heterossexuais.
Cerca de 18.000 casais homossexuais se casaram na Califórnia durante esse breve período e suas uniões continuaram sendo válidas apesar da Proposição 8.
Os promotores dessa lei usaram "seu poder de iniciativa contra um grupo minoritário e retiraram o direito que ele tinha, sem nenhuma razão legítima para tal", decidiu nesta terça-feira a corte federal de apelações de San Francisco, em uma decisão adotada por dois votos contra um.
Atualmente, os estados de Connecticut, Iowa, Massachusetts, New Hampshire, Nova York e Vermont, além do Distrito de Columbia, permitem o casamento gay nos Estados Unidos.
Cena G
Blocos de carnaval em São Pedro da Aldeia vestem a camisa da luta contra a homofobia O tradicional carnaval de rua de São Pedro da Aldeia, no Rio de Janeiro, deve ficar ainda mais colorido nos desfiles deste ano. É que a ONG Aldeia Diversidade, uma das mais atuantes da região, vai pôr o bloco na rua no dia 20 de fevereiro, uma segunda-feira, no terminal de Onibus da Salineira, a partir das 1h da manhã, em um desfile que terá como tema “Carnaval com cidadania, é folia sem homofobia”.
Além de levar a mensagem de combate à homofobia para as ruas, com o apoio da Secretaria de Saúde da cidade, a ONG irá distribuir preservativos e folhetos informativos aos foliões.
“Além da diversão, nós não podemos nos esquecer dos nossos compromissos como cidadãos conscientes. O projeto de carnaval está vindo para mostrar aos foliões que a homofobia não está com nada e que a diversidade deve ser valorizada. A nossa entidade tem como objetivo defender a cidadania LGBT e chamar a atenção dos nossos governantes para promover políticas públicas a favor deste segmento. Estamos engajados nesta luta e o nosso carnaval, este ano, vem para reafirmar isso”, conta o presidente da Aldeia Diversidade, Vitor Jotha.
O trio ligado no bate-cabelo será comandado pela rainha Eddylene Água Suja e pela madrinha Savanna Myttil, além das convidadas Sasha Vegas e Erika Vogue.
O bloco da ONG Aldeia Diversidade não será o único a levar para as ruas de São Pedro da Aldeia a questão da diversidade. No bloco Império do Boqueirão, por exemplo, o refrão do samba enredo deixa a mensagem: “Paz e amor no coração é o Império que nos traz, dizendo homofobia nunca mais”.
Outro bloco bem é animado é o das Donzelas, que também contará com a participação de drag queens como madrinhas.
Mixbrasil
Como noticiado pelo site Mixbrasil, no último dia 25 de janeiro, um homossexual sofreu agressões físicas e verbais dentro de um supermercado em Bauru, no interior de São Paulo, simplesmente por conta de sua sexualidade.
O caso de intolerância motivou a organização de um beijaço na cidade, promovido pela Associação Bauru pela Diversidade – ABD, programado para o próximo dia 25 de fevereiro. A concentração está marcada para às 16h, na Praça Rui Barbosa, no Centro da Cidade. De lá, os manifestantes seguem com destino ao supermercado onde aconteceu a agressão.
De acordo com o presidente da Associação que organiza o evento, Marcos Souza, até agora o supermercado não liberou as imagens gravadas que podem ajudar na investigação. “O beijaço ocorre em protesto ao caso de homofobia em que um cliente foi vítima de homofobia dentro do supermercado. A vítima foi colocada para fora do estabelecimento e o agressor ficou do lado de dentro. Quando os policiais chegaram, ele havia desaparecido, o que não permitiu sua identificação”, explica.
Mais informações sobre o primeiro beijaço gay de Bauru podem ser obtidas através dos fones (14) 9171-5739 ou (14) 9171-5738.
O caso de intolerância motivou a organização de um beijaço na cidade, promovido pela Associação Bauru pela Diversidade – ABD, programado para o próximo dia 25 de fevereiro. A concentração está marcada para às 16h, na Praça Rui Barbosa, no Centro da Cidade. De lá, os manifestantes seguem com destino ao supermercado onde aconteceu a agressão.
De acordo com o presidente da Associação que organiza o evento, Marcos Souza, até agora o supermercado não liberou as imagens gravadas que podem ajudar na investigação. “O beijaço ocorre em protesto ao caso de homofobia em que um cliente foi vítima de homofobia dentro do supermercado. A vítima foi colocada para fora do estabelecimento e o agressor ficou do lado de dentro. Quando os policiais chegaram, ele havia desaparecido, o que não permitiu sua identificação”, explica.
Mais informações sobre o primeiro beijaço gay de Bauru podem ser obtidas através dos fones (14) 9171-5739 ou (14) 9171-5738.
Mixbrasil
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Um estudo realizado pelo Instituto Williams, que trabalha com políticas públicas voltadas à população LGBT norte-americana, mostrou que se aprovado o casamento gay em Washington, nos Estados Unidos, o Estado lucraria US$ 88 milhões.
Estado de Washington está prestes a votar a lei que permite o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Se ela for aprovada, o Estado se tornaria o sétimo no país a reconhecer esse direito arco-íris.
Para chegar ao número de US$ 88 milhões, o instituto levou em conta o gasto médio que os casais heterossexuais têm com o casamento no Estado e o que os turistas deixariam na região, entre outros fatores.
Cena G
Estado de Washington está prestes a votar a lei que permite o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Se ela for aprovada, o Estado se tornaria o sétimo no país a reconhecer esse direito arco-íris.
Para chegar ao número de US$ 88 milhões, o instituto levou em conta o gasto médio que os casais heterossexuais têm com o casamento no Estado e o que os turistas deixariam na região, entre outros fatores.
Cena G
Longe da televisão desde o final de Cordel Encantado, da Globo, Marcello Novaes se dedica ao filme A+ Positivo, de Ricardo Zimmer e Oscar Dias.
No longa, o ator vive o homossexual Peter, que é contaminado pelo vírus da Aids pela transexual Angélica, vivida por Wagner Longaray.
Marcello, que também irá protagonizar um beijo gay, falou sobre sua aceitação em viver um homossexual nas telas dos cinemas.
"Aceitei o convite por amizade ao meu grande irmão o ator e codiretor da trama Rodrigo Rocha e para mim é uma grande satisfação - porque é um drama doc - que serve de informação para as pessoas sobre o que é o vírus da Aids e de alerta para as pessoas; no passado perdemos várias pessoas queridas e importantes para nós. Vários amigos, artistas talentosos - como o Cazuza - simplesmente pela falta de informação. Viver um homossexual é uma experiência nova - que faço com carinho e respeito a classe”, falou.
Cena G
No longa, o ator vive o homossexual Peter, que é contaminado pelo vírus da Aids pela transexual Angélica, vivida por Wagner Longaray.
Marcello, que também irá protagonizar um beijo gay, falou sobre sua aceitação em viver um homossexual nas telas dos cinemas.
"Aceitei o convite por amizade ao meu grande irmão o ator e codiretor da trama Rodrigo Rocha e para mim é uma grande satisfação - porque é um drama doc - que serve de informação para as pessoas sobre o que é o vírus da Aids e de alerta para as pessoas; no passado perdemos várias pessoas queridas e importantes para nós. Vários amigos, artistas talentosos - como o Cazuza - simplesmente pela falta de informação. Viver um homossexual é uma experiência nova - que faço com carinho e respeito a classe”, falou.
Cena G
A Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais e Travestis enviou carta aberta aos poderosos do futebol solicitando uma campanha contra a homofobia durante a Copa do Mundo de futebol em 2014, no Brasil.
A proposta é fazer algo nos moldes das campanhas contra o racismo realizado em outras edições da Copa.
Cena G
A proposta é fazer algo nos moldes das campanhas contra o racismo realizado em outras edições da Copa.
Cena G
Washington, onde fica Seattle, poderá ser o sétimo estado americano a legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo. O Legislativo já teria os votos necessários para passar a nova lei, que tem total apoio da governadora Christine Gregoire. O apoio público de grandes empresas com sede no estado, como Microsoft e Starbucks, botou fogo na campanha em prol da inclusão e da igualdade.
A união civil entre pessoas do mesmo sexo já é legal no estado de Washington. Se a nova lei passar, casais LGBTs podem fazer fila para se casar já em junho. Washington se juntaria a Nova Iorque, Connecticut, Iowa, Massachusetts, New Hampshire, Vermont e o Distrito de Colúmbia, que já consideram legal o casamento igualitário. Outros estados que têm grandes chances de aprovar leis semelhantes são Maryland e Nova Jersey.
A aprovação pode não ser o fim da campanha pró-igualdade entre gêneros em Washington. A ameaça é a possível exigência de um referendo para consolidar a decisão, o que só aconteceria em novembro. Os opositores à nova lei apostam as fichas na religiosidade do público para que um referendo não valide o status de casamento entre pessoas do mesmo sexo, baseado na crença de que “casamento” só pode ser entre um homem e uma mulher.
Caso seja aprovada, a nova lei mudará a acepção.
Se houve um tempo em que a opinião pública local parecia ser contra o casamento igualitário, hoje a disputa é acirrada. Várias enquetes indicam a aprovação da população. Pesquisa da Universidade de Washington, por exemplo, mostrou que 55% dos entrevistados seriam a favor de manter o casamento entre pessoas do mesmo sexo se tivessem que dar a opinião em um referendo. O levantamento foi feito em outubro.
Mudança de opinião é o que vem permitindo que o assunto volte a ser debatido no estado. A governadora Christine Gregoire, democrata, apoiou publicamente o projeto de lei na primeira semana de janeiro, frisando que a decisão foi o resultado de anos de conflitos internos, principalmente devido a sua religião.
“As religiões podem decidir o que quiserem, mas não é certo que o estado faça discriminação”, justificou. O debate inflamou instantaneamente.
Alguns dos republicanos mais conservadores repensaram sua posição e indicam que irão votar a favor da lei.
Talvez os conservadores de Washington sejam mais progressistas do que os outros conservadores.
Gay 1
A união civil entre pessoas do mesmo sexo já é legal no estado de Washington. Se a nova lei passar, casais LGBTs podem fazer fila para se casar já em junho. Washington se juntaria a Nova Iorque, Connecticut, Iowa, Massachusetts, New Hampshire, Vermont e o Distrito de Colúmbia, que já consideram legal o casamento igualitário. Outros estados que têm grandes chances de aprovar leis semelhantes são Maryland e Nova Jersey.
A aprovação pode não ser o fim da campanha pró-igualdade entre gêneros em Washington. A ameaça é a possível exigência de um referendo para consolidar a decisão, o que só aconteceria em novembro. Os opositores à nova lei apostam as fichas na religiosidade do público para que um referendo não valide o status de casamento entre pessoas do mesmo sexo, baseado na crença de que “casamento” só pode ser entre um homem e uma mulher.
Caso seja aprovada, a nova lei mudará a acepção.
Se houve um tempo em que a opinião pública local parecia ser contra o casamento igualitário, hoje a disputa é acirrada. Várias enquetes indicam a aprovação da população. Pesquisa da Universidade de Washington, por exemplo, mostrou que 55% dos entrevistados seriam a favor de manter o casamento entre pessoas do mesmo sexo se tivessem que dar a opinião em um referendo. O levantamento foi feito em outubro.
Mudança de opinião é o que vem permitindo que o assunto volte a ser debatido no estado. A governadora Christine Gregoire, democrata, apoiou publicamente o projeto de lei na primeira semana de janeiro, frisando que a decisão foi o resultado de anos de conflitos internos, principalmente devido a sua religião.
“As religiões podem decidir o que quiserem, mas não é certo que o estado faça discriminação”, justificou. O debate inflamou instantaneamente.
Alguns dos republicanos mais conservadores repensaram sua posição e indicam que irão votar a favor da lei.
Talvez os conservadores de Washington sejam mais progressistas do que os outros conservadores.
Gay 1
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Nesta semana a empresa Microsoft (que dispensa apresentações) se juntou a mais outras 5 empresas (Vulcan, NIKE, RealNetworks, Group Health Cooperative, and Concur) para dar apoio a leis que legalizariam o casamento igualitário no estado de Washington, nos EUA, onde fica a sede da empresa. De acordo com o site americano The Atlantic, a empresa enviou uma carta ao Governador do estado, Chris Gregoire, mostrando o seu apoio à causa. A justificativa, que pode ser encontrada no site da empresa, é de que os funcionários da Microsoft no estado estão em desvantagem em relação aos funcionários de outros estados americanos que já reconhecem o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Para a empresa é difícil contratar os melhores profissionais, quando o estado mesmo os discrimina.
Atualmente nos EUA somente seis estados reconhecem o casamento entre pessoas do mesmo sexo: Connecticut, Iowa, Massachusetts, New Hampshire, Vermont, e mais recentemente New York.
Fonte: The Atlantic.
Muito bom saber quando boas marcas apoiam grandes causas! Na semana em que as empresas de tecnologia levantam-se contra a censura na internet, a Microsoft nos lembra que ainda muitas pessoas possuem sua liberdade e direitos reduzidos na nossa sociedade.
Então faça como a Microsoft, e apoie o Casamento Igualitário, só que aqui no Brasil.
Gay 1
Atualmente nos EUA somente seis estados reconhecem o casamento entre pessoas do mesmo sexo: Connecticut, Iowa, Massachusetts, New Hampshire, Vermont, e mais recentemente New York.
Fonte: The Atlantic.
Muito bom saber quando boas marcas apoiam grandes causas! Na semana em que as empresas de tecnologia levantam-se contra a censura na internet, a Microsoft nos lembra que ainda muitas pessoas possuem sua liberdade e direitos reduzidos na nossa sociedade.
Então faça como a Microsoft, e apoie o Casamento Igualitário, só que aqui no Brasil.
Gay 1
O Grupo Matizes protocolou, nesta segunda-feira (23), requerimento junto à Corregedoria Geral da Justiça solicitando a publicação de ato administrativo para regulamentar os procedimentos a serem observados por casais, do mesmo sexo, que desejam converter suas uniões estáveis em casamento.
“O Matizes julga ser importante que a Corregedoria baixe um procedimento, a fim de orientar os cartórios do Estado no sentido de atender a essas reivindicações da comunidade LGBT”, afirmou Marinalva Santana, diretora do Grupo Matizes, acrescentando que o requerimento resulta de uma das ações desenvolvidas pelo projeto "Nas Trilhas do Direito", executado pelo Matizes, com o objetivo de prestar assessoria jurídica para pessoas LGBT e pessoas vivendo com HIV/AIDS.
De acordo com o documento, após a histórica decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) reconhecendo as uniões homoafetiva como entidade familiar, vários casais LGBTs procuraram o Grupo Matizes em busca de orientações sobre como proceder para converter suas uniões estáveis em casamento. Outros casais buscam entrar com pedido de habilitação direta para o casamento.
Tribunal de Justiça/PI
Na reunião, a Desembargadora Eulália Pinheiro, Corregedora Geral da Justiça, elogiou o trabalho feito pelo Grupo Matizes na luta em favor dos direitos LGBT e lembrou que o Piauí foi um dos estados pioneiros no reconhecimento das uniões entre pessoas do mesmo sexo, quando em 2008, baixou o Provimento 09/2008, regulamentando o registro de contatos de convivência.
“Vamos encaminhar o requerimento protocolado pelo Matizes à Assessoria Jurídica da Corregedoria para ser analisada a possibilidade jurídica de publicação de um provimento regulamentando as duas situações apontadas pelo Grupo”, explicou Eulália.
A coordenadora do Grupo Matizes, Maria José Ventura, ressaltou que, quando provocado, o Tribunal de Justiça do Piauí dá respostas avançadas e vanguardistas no reconhecimento de direitos de LGBT. "Daí nossa expectativa de que, mais uma vez, o Judiciário piauiense diga sim às uniões homoafetivas", completa.
Gay 1
“O Matizes julga ser importante que a Corregedoria baixe um procedimento, a fim de orientar os cartórios do Estado no sentido de atender a essas reivindicações da comunidade LGBT”, afirmou Marinalva Santana, diretora do Grupo Matizes, acrescentando que o requerimento resulta de uma das ações desenvolvidas pelo projeto "Nas Trilhas do Direito", executado pelo Matizes, com o objetivo de prestar assessoria jurídica para pessoas LGBT e pessoas vivendo com HIV/AIDS.
De acordo com o documento, após a histórica decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) reconhecendo as uniões homoafetiva como entidade familiar, vários casais LGBTs procuraram o Grupo Matizes em busca de orientações sobre como proceder para converter suas uniões estáveis em casamento. Outros casais buscam entrar com pedido de habilitação direta para o casamento.
Tribunal de Justiça/PI
Na reunião, a Desembargadora Eulália Pinheiro, Corregedora Geral da Justiça, elogiou o trabalho feito pelo Grupo Matizes na luta em favor dos direitos LGBT e lembrou que o Piauí foi um dos estados pioneiros no reconhecimento das uniões entre pessoas do mesmo sexo, quando em 2008, baixou o Provimento 09/2008, regulamentando o registro de contatos de convivência.
“Vamos encaminhar o requerimento protocolado pelo Matizes à Assessoria Jurídica da Corregedoria para ser analisada a possibilidade jurídica de publicação de um provimento regulamentando as duas situações apontadas pelo Grupo”, explicou Eulália.
A coordenadora do Grupo Matizes, Maria José Ventura, ressaltou que, quando provocado, o Tribunal de Justiça do Piauí dá respostas avançadas e vanguardistas no reconhecimento de direitos de LGBT. "Daí nossa expectativa de que, mais uma vez, o Judiciário piauiense diga sim às uniões homoafetivas", completa.
Gay 1
A Justiça Militar absolveu o sargento Laci Araújo, que assumiu que tinha um relacionamento homoafetivo em 2008.
A decisão, tomada por unanimidade pelos cinco juízes da Auditoria Militar de Brasília, considerou que não havia provas suficientes para a condenação.
O militar foi denunciado em 2010 pelo Ministério Público Militar por conta de declarações que teria feito contra uma procuradora militar no momento em que foi preso por deserção, em 2008.
Na decisão, os juízes consideraram que Laci não teve a intenção de ferir a dignidade da procuradora e que as declarações foram feitas num momento de estresse.
Cabe recurso da decisão, mas no próprio julgamento, o Ministério Público Militar, que havia apresentado a acusação, se manifestou a favor da absolvição.
No entanto, ainda tramita na Justiça Militar outro processo em que Laci foi condenado, na primeira instância, por calúnia e desacato a superior. A acusação é de que teria mentido ao dizer que foi torturado em 2008 após sua prisão.
Cena G
A decisão, tomada por unanimidade pelos cinco juízes da Auditoria Militar de Brasília, considerou que não havia provas suficientes para a condenação.
O militar foi denunciado em 2010 pelo Ministério Público Militar por conta de declarações que teria feito contra uma procuradora militar no momento em que foi preso por deserção, em 2008.
Na decisão, os juízes consideraram que Laci não teve a intenção de ferir a dignidade da procuradora e que as declarações foram feitas num momento de estresse.
Cabe recurso da decisão, mas no próprio julgamento, o Ministério Público Militar, que havia apresentado a acusação, se manifestou a favor da absolvição.
No entanto, ainda tramita na Justiça Militar outro processo em que Laci foi condenado, na primeira instância, por calúnia e desacato a superior. A acusação é de que teria mentido ao dizer que foi torturado em 2008 após sua prisão.
Cena G
O Metrô de São Paulo, em parceria com a Coordenação de Políticas para a Diversidade Sexual, lançou a campanha “Olhe e Veja Além do Preconceito. Respeite as diferenças”. O objetivo é promover o respeito e diminuir a discriminação contra gays, lésbicas e transgêneros.
O órgão afixou cartazes da campanha em todas as 58 estações das linhas 1, 2, 3 e 5 do Metrô de São Paulo, alcançando os milhares de passageiros que são transportados diariamente.
Cena G
O órgão afixou cartazes da campanha em todas as 58 estações das linhas 1, 2, 3 e 5 do Metrô de São Paulo, alcançando os milhares de passageiros que são transportados diariamente.
Cena G
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Em um movimento surpreendente, o governo israelense indicou nesta quinta-feira que vai recrutar voluntários LGBTs como enviados informais para vender a diversidade sexual do país como um fator atraente para melhorar sua imagem internacional.
Parada LGBT de Tel Aviv atrai centenas anualmente; evento já se tornou parte do calendário turístico da cidade (Foto: Oliver Weiken - 10.jun.11/Efe)Segundo a agência de notícias Associated Press o Ministério da Diplomacia Pública e Assuntos da Diáspora estabeleceu uma rede de contatos com voluntários LGBTs que viajarão a diversos países para falar sobre a aceitação de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais na sociedade israelense.
Em seu site, o Ministério encorajou as minorias e membros da comunidade LGBT para se apresentarem, e o porta-voz Gal Ilan confirmou que a intenção é destacar a diversidade sexual do país -visto como um oásis entre o conservador Oriente Médio, onde muitos países mantêm a homossexualidade como crime.
Para ele, quando as pessoas pensam no país, muitas vezes esquecem a comunidade LGBT israelense.
A imagem do país vem sendo abalada nos últimos meses por temas como o ataque ao navio humanitário Mavi Marmara, quando ativistas que tentavam furar o bloqueio naval à faixa de Gaza foram mortos, a consequente crise diplomática com a Turquia, e a recente polêmica envolvendo os judeus ultra-ortodoxos e suas limitações quanto à liberdade das mulheres.
Gay 1
Parada LGBT de Tel Aviv atrai centenas anualmente; evento já se tornou parte do calendário turístico da cidade (Foto: Oliver Weiken - 10.jun.11/Efe)Segundo a agência de notícias Associated Press o Ministério da Diplomacia Pública e Assuntos da Diáspora estabeleceu uma rede de contatos com voluntários LGBTs que viajarão a diversos países para falar sobre a aceitação de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais na sociedade israelense.
Em seu site, o Ministério encorajou as minorias e membros da comunidade LGBT para se apresentarem, e o porta-voz Gal Ilan confirmou que a intenção é destacar a diversidade sexual do país -visto como um oásis entre o conservador Oriente Médio, onde muitos países mantêm a homossexualidade como crime.
Para ele, quando as pessoas pensam no país, muitas vezes esquecem a comunidade LGBT israelense.
A imagem do país vem sendo abalada nos últimos meses por temas como o ataque ao navio humanitário Mavi Marmara, quando ativistas que tentavam furar o bloqueio naval à faixa de Gaza foram mortos, a consequente crise diplomática com a Turquia, e a recente polêmica envolvendo os judeus ultra-ortodoxos e suas limitações quanto à liberdade das mulheres.
Gay 1
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