terça-feira, 17 de julho de 2012








Pedro Bial caprichou no visual para gravar um programa especial na tarde de sábado. Aline e Simone, juntas há 17 anos, oficializaram a união no palco do Na Moral (TV Globo) e emocionaram plateia e convidados.

O programa, que vai discutir as polêmicas que envolvem as relações homoafetivas, terminou em grande festa, após a Desembargadora Maria Berenice Dias celebrar a união. Nos bastidores, Simone desabafou que a realização deste sonho aconteceu graças ao programa, já que as duas não tinham condições financeiras para promover a união civil.

Não perca! Na Moral vai ao ar na próxima quinta-feira, 19 de julho, logo após Gabriela. 

Gay 1




Circulam pela internet dois e-mails assinados por Jean Wyllys, dando a entender que foram enviados a partir do e-mail institucional da Câmara dos Deputados, contendo ameaças a um blogueiro em especial, além de declarações convenientes aos blogs e sites que prontamente as replicaram.
Entre as declarações, uma delas chama em especial a atenção, servindo como um suposto “salvo-conduto” à pedofilia, e que está sendo ecoada de forma irresponsável em diversas redes sociais: a intenção de legalizar relações ditas “consensuais” entre crianças e adultos.
Tais declarações são uma completa mentira, objeto de uma campanha caluniosa, cujo objetivo é calar uma luta dentro do Legislativo. Servem como forma de desmoralizar um mandato que prima pela defesa dos direitos humanos, partindo de pessoas que se opõem à defesa dos direitos de mulheres, portadores de deficiências, negros, LGBTs e crianças carentes – bandeiras levantadas pelo deputado em sua participação na CPI da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, Frente Parlamentar Mista pela Cidadania LGBT, Comissão de Direitos Humanos e Minorias, Comissão de Legislação Participativa, Comissão de Educação e Cultura, Frente Parlamentar pela Defesa da Cultura, Comissão Externa de Combate à Corrupção, Subcomissão permanente de Assuntos Federativos, Frente pela Liberdade de Expressão, Parlamento Jovem Brasileiro e projeto “A Câmara quer te ouvir”, iniciativa da Ouvidoria da Câmara dos Deputados.
Apesar de alguns destes caluniadores já terem reconhecido que a origem de tais e-mails é falsa, continuam ocupados em propagá-los, uma atitude claramente contraditória. Estamos tomando as providências cabíveis, responsabilizando cada envolvido neste desagradável episódio, na correta medida de seu ato.

Nova onda de calúnias

Nova onda de calúnias

quarta-feira, 11 de julho de 2012







Phil no estúdio da Universitária fm "Programa Praia do Phil"







O Google anunciou uma nova campanha em prol dos direitos de gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros ao redor do mundo: Legalize Love (Legalize o Amor, em tradução livre). "Vamos nos concentrar nos lugares onde se vive em uma cultura homofóbica ou onde existam leis contra o direito dos homossexuais, antes de expandirmos a países mais liberais", afirmou o diretor de Diversidade e Inclusão do Google, Mark Palmer-Edgecumbe, durante umaconferência LGBT em Londres.

O projeto tem início em Cingapura e na Polônia, mas a expectativa do Google é expandi-lo a todos os países em que a companhia tenha um escritório. Palmer-Edgecumbe justifica a escolha de Cingapura para iniciar a campanha. "O país busca se tornar um centro financeiro mundial, e nós podemos ajudá-los, já que ser um centro global significa tratar as pessoas por igual, respeitando sua orientação sexual", disse.

"Queremos que nossos funcionários que são gays, lésbicas ou transgênero tenham a mesma experiência fora do escritório que têm dentro do escritório", afirmou.

Cena G



A rede de lojas Ricardo Eletro foi condenada a indenizar, em R$ 30 mil, um funcionário que trabalhava como vendedor em Vitória (ES) e acusa um gerente por ofensas homofóbicas. A decisão unânime foi da Sexta Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que confirmou a condenação imposta pela Justiça do Trabalho da 17ª Região (ES).

Além da indenização, a loja deverá arcar, durante um ano, com pagamentos mensais de R$ 250 para auxiliar o vendedor na compra de medicamentos para tratamento de depressão. No processo, o vendedor diz que desde o início foi tratado com rigor excessivo pelo gerente de vendas e que era chamado de gay na frente dos colegas de trabalho, além de ser tratado com palavras grosseiras, como “lerdo, incompetente, moleque e sem dignidade”. O gerente também dizia que ele “tinha voz de gay” e fazia brincadeiras de mau gosto, como a de citar seu nome e dizer que, à noite, ele se chamava “Alice no País das Maravilhas”.

Em nota à imprensa, a Ricardo Eletro informa que condena qualquer conduta discriminatória e seguirá a determinação da justiça.

Gay 1