terça-feira, 10 de novembro de 2009

o-m-e-gay

A Polícia Militar de São Paulo está sendo acusada de agredir parte do público da Parada do Orgulho Gay de Santo André, realizada neste domingo, 08. Nem mesmo integrantes da comitiva governamental escaparam dos excessos cometidos por policiais. Falando ao jornal "Folha de São Paulo", Dimitri Sales, coordenador de políticas de diversidade sexual do estado, contou que teve uma arma apontada em sua direção. Já Gustavo Menezes, assessor jurídico da Cads, disse ter sido atingido por spray de pimenta por um policial que arrastava uma mulher pelo pescoço. O festival de agressões teria começado por volta das 18 horas, quando a PM iniciou o trabalho de liberação das ruas utilizadas no trajeto da parada. De acordo com Dimitri Sales, a PM agiu com violência. "Houve excesso. As pessoas eram retiradas com cassetete, viaturas eram jogadas em cima das pessoas", contou. André Luiz, capitão da Polícia Militar, disse que a intervenção policial ocorreu porque alguns participantes do evento se negavam a deixar a avenida, enquanto outros teriam invadido residências e estabelecimentos comerciais. Ainda assim o capitão informou que foi aberto um inquérito para apurar as denúncias. Com o lema "A Solidariedade na Luta contra a Homofobia" a Parada de Santo André reuniu 40 mil pessoas, segundo a organização


Madonna saiu do hotel Fasano, no Rio, na noite desta segunda-feira para jantar no Sushi Leblon, restaurante japonês na zona sul da cidade.
A cantora deixou o hotel por volta das 21h15 e seguiu de carro com batedores para o restaurante. A saída causou tumulto em Ipanema. Fãs e paparazzi estão acampados na calçada diante do hotel.
A estrela pop estava acompanhada do namorado Jesus Luz.
Jesus Luz e Madonna chegam ao restaurante Sushi Leblon, na zona sul do Rio
A cantora, que esteve no país em dezembro do ano passado com sua turnê, veio ao Brasil para estudar o apoio a projetos sociais nos moldes dos que realiza na África.
Madonna chegou hoje pela manhã na cidade e ficou o dia inteiro dentro do hotel, onde ocupa todo o sétimo andar.
Rio - O governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), confirmou hoje que jantará na quinta-feira (12) com Madonna na casa do empresário Eike Batista, no Jardim Botânico. A cantora chegou hoje no Rio de Janeiro, onde pretende discutir um projeto para crianças carentes numa favela, nos moldes do que ela tem no Maláui.Madonna volta ao país menos de um ano depois de sua passagem pelo Brasil para os shows da turnê "Sticky and Sweet". Pouco depois de deixar o aeroporto Santos Dumont, no centro, ela seguiu para um hotel em Ipanema, na zona sul. Ela também cancelou o encontro que havia agendado com Anderson Sá, vocalista do AfroReggae.
A Revista Contato, elaborada pelo Conselho Regional de Psicologia do Paraná, escolheu como destaque para a edição 65 o tema homofobia. A matéria trata dos seguintes pontos:A retirada da Homossexualidade do CID pela OMS e a Resolução 001/99, que proíbe a patologização de comportamentos ou práticas Homoeróticas.Dois depoimentos de pessoas que contam as dificuldades que passaram por causa da discriminação.A questão da violência dirigida aos Homossexuais.A atuação do psicólogo em Centros de Referência GLBT.O trabalho que pode ser realizado pelo psicólogo com pacientes homofóbicos.O trabalho do psicólogo no consultório com pacientes que enfrentam dificuldades para assumir a Homossexualidade.Para ler a matéria, entre na página da Revista Contato.
Desde 2007 o Uruguai reconhece a união estável entre parceiros do mesmo sexo e este direito também já é possível ver garantido em alguns lugares da Argentina, como na cidade autônoma de Buenos Aires e na Província de Rio Negro.O Movimento GLBT do Mercosul, do qual a ABGLT faz parte, tem provocado essa discussão através das reuniões das altas autoridades em Direitos Humanos, que reúne representantes do Itamaraty e Legisladores e também tem tentado com que haja uma legislação comum entre os países da região.Agora, em Santa Fé, na Argentina, mais um passo foi dado nessa direção. No ano passado um projeto de lei que reconhece a união concubinária entre pessoas do mesmo sexo foi aprovada pelo Parlamento de Santa Fé, mas faltava, ainda, a decisão final da Câmara Alta, que faz o papel do Senado.Como o assunto não prosperou por pressão da igreja católica e de setores mais conservadores, o projeto perdeu a validade e teve que entrar em pauta novamente.Agora, o projeto volta com o apoio do Governo de Santa Fé e do presidente da Câmara Baixa da província, Eduardo Di Pollina, que em fevereiro de 2008 foi convidado a ser padrinho dos noivos Martín Peretti Sciolli e Oscar Marvic, na cidade de Rosário.Naquele momento a magistrada que avaliou o pedido de casamento, como era de esperar por causa da legislação vigente, não autorizou o pedido do casal porque argumentou que o matrimônio entre pessoas do mesmo sexo não está contemplado no Código Civil.Tanto Martín, como Oswaldo sabiam qual seria a resposta da juíza, mas também intuíam que a mídia recolocaria o debate a público e a discussão voltaria a acontecer.E por aqui o SOMOS tem feito a mesma coisa, além de instigar que outros grupos do Brasil façam o mesmo. Buscar o direito ao casamento! Se a legislação brasileira não permite, como é o caso de Santa Fé, também não proíbe. E assim provocamos a discussão política e fazemos advocacy no Judiciário, também.A iniciativa do projeto de união concubinária em Santa Fé havia sido aprovada como “meia sanção”, em 14 de agosto de 2008, mas em dezembro perdeu o Estado Parlamentário. Por essa razão voltou a pauta e foi sancionado no dia 5 de agosto, por unanimidade."Nenhum legislador se opôs ao debate, não teve sequer abstenções, como ocorreu no ano passado", comentou a deputada socialista Lucrecia Aranda, autora do projeto.Aranda se dirigiu aos Senadores e fez um apelo: "solicito respeitosamente aos Senadores que analisem o projeto com amplitude e sem preconceitos para dar reconhecimento legal a situações já existentes".Aranda afirmou que esta vez o projeto perderá estado parlamentário no final de 2010 e espera que até lá o Senado possa aprovar o projeto de Lei.Se o projeto for aprovado agora no Senado, os parceiros do mesmo sexo que vivem em união estável passarão a ter os direitos e deveres reconhecidos pela Justiça, como divisão de bens, direito de herança, direito de afastamento do trabalho para cuidar do parceiro doente, pensões em caso de falecimento e outras vantagens do sistema de segurança social.




Na Itália há um casal Homossexual casado devido a um erro burocrático que tomou um nome masculino por um feminino e incluiu nos registros do cartório o casamento que havia sido celebrado entre dois homens em São Francisco, nos EUA.Segundo o jornal "La Repubblica", os protagonistas são um bancário italiano de 36 anos e o seu parceiro, um consultor francês um ano mais novo.Eles se conheceram em Frankfurt, na Alemanha, há dez anos, e decidiram viver juntos na França. Chegaram à Califórnia em Setembro de 2008, quando a lei do estado americano ainda permitia o Casamento Homossexual a casais não residentes.Voltaram depois à França, onde lhes foi reconhecida a União Civil, mas para o bancário italiano faltava ainda alterar o estado civil no seu país de origem.Ele enviou a prova do casamento através do consulado italiano na Califórnia, mas nos Estados Unidos este documento não especifica o sexo dos noivos. O nome do indivíduo de nacionalidade francesa, como a maioria dos nomes femininos italianos, termina com a letra ‘e’.Por causa disso não foram colocados entraves e os documentos foram assinados pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros em Roma. “O único problema é que agora o meu marido aparece como minha mulher...” ironizou o bancário italiano.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009






O Festival Planeta Terra reuniu no último sábado pouco mais de 17 mil pessoas no Playcenter, em São Paulo. Um dos poucos festivais de música que se manteve em 2009 _ o Tim Festival e Skol Beats, por exemplo, não rolaram_ o Terra contou com bons shows, em especial do inglês Patrick Wolf, do Metronomy e de Iggy Pop & The Stooges.

A chuva atrapalhou bem as apresentações que rolaram entre 22h30 e meia-noite, mas não afugentou o público. Gay PowerO cantor e multi-instrumentista inglês Patrick Wolf era, provavelmente, o nome menos conhecido pelo público deste Planeta Terra. Seu show começou pontualmente às 21h, mesmo horário da apresentação do Primal Scream no palco principal. O público de Patrick era, portanto, formado por conhecedores de sua música. E Patrick não decepcionou ninguém. Tocou hits acompanhados em coro pelo público _em especial “Stars”, “Hard Times”, “Magical Position” e “Bloodbeat". Durante todo o show, Patrick dizia que amava São Paulo e os paulistanos, pedia palmas, abria os braços, descia do palco para cantar com o povo e desfilava na grua da câmera de vídeo. Com seus quase dois metros de altura, cabelos loiros platinados e roupas absurdas, o show deve ter feito gravar cenas inesquecíveis na mente de quem assistiu. Privilegiados esses. Ele saiu do placo promentendo voltar logo para cá e classificou disse que teve orgasmos durante a apresentação.



Depois de uma temporada em São Paulo, que durou até julho deste ano, Tanto está de volta ao palcos da cidade, só que desta vez no Teatro Centro da Terra, no bairro do Sumaré. Havia um tempo em que a categoria "gay" remetia a homens cuja atração afetivo-sexual voltava-se para outros do mesmo sexo. Em torno disso, forjaram-se identidades, estilos de vida, estereótipos. Encaixar-se neles tornou-se quase obrigação para quem deseja para si o aconchego de um namorado ou até mesmo um amante ocasional. Tanto, peça escrita e dirigida por João Fábio Cabral, revela o que está por trás dessas imagens e mostra que, além da fantasia, há dor e esperança, ambas demasiadamente humanas. No palco, três homens muito diferentes entre si revelam, cada um com seus traços particulares, a precariedade de se pensar em "gay" como uma categoria única. Ainda que haja interlocução entre os três, trata-se sobretudo de monólogos – afinal, falamos sozinhos a maior parte do tempo, ainda que teimemos em acreditar que somos ouvidos e ouvimos. Artur (Fábio Rhoden, lindo) é um garoto de programa. José (Gustavo Haddad) elabora o luto do fim de um namoro. Antonio (Guilherme Gonzalez) é seu engraçado vizinho, fã de Elis Regina.Ainda que Antonio simule alegria, escapam aqui e ali elementos que revelam sua solidão – tema caro a João Fábio, sobretudo aquela sentida entre os edifícios da metrópole. Mas se a solidão é o denominador comum dos habitantes da cidade, como lidam com ela José e Artur? Trocando de parceiros mais de uma vez por noite, será que o garoto de programa se sente sozinho? Merecidamente, a peça teve boa recepção entre a crítica especializada, fruto de um trabalho sério e ético do autor e diretor e da dedicação dos três atores e da equipe, que desde o início acreditaram nesse projeto.

domingo, 8 de novembro de 2009

108





A domingueira Vodka com Café, no Sonique, em São Paulo, recebeu no último domingo, 1º de novembro, o diretor de cinema Aluizio Abranches e os atores João Gabriel Vasconcellos e Rafael Cardoso para divulgar o aguardado filme Do começo ao fim. Depois do trailer vazar pela internet, o longa está sendo muito esperado principalmente pelo tema polêmico: o amor homossexual entre dois irmãos.Os convidados Aluizio, Rafael e João Gabriel escolheram hits dos anos 80 para animar a pista. Não foi um set longo, no máximo 40 minutos, e tiveram o suporte do DJ Bispo para manusear as pick ups. Não faltaram sucessos do Depeche Mode, David Bowie, Boy George, Titãs, entre outros.Do começo ao fim fará uma premier para convidados na abertura do Festival Mix Brasil, dia 12 de novembro, e estreia no circuito nacional já no dia 27 do mesmo mês.
Quando morreu de overdose em 1982, aos 36 anos de idade, o cineasta alemão Rainer Werner Fassbinder já era dono de uma carreira invejável e alucinante, com 43 filmes feitos como diretor, além de uma longa presença também como ator, produtor, editor e até compositor. Na Alemanha devastada e desmoralizada do pós-guerra, Fassbinder tratou de desvendar os dramas e relações sociais e políticas do seu país. Para isso, optou por trazer à tona personagens outsiders, e deu vazão para a temática gay, como em As lágrimas amargas da Petra von Kant, sobre o mecanismo de supressão num relacionamento lésbico, e Num ano de treze luas, onde relata os últimos dias da transexual Elvira. Com a produção destes filmes durantes as décadas de 60, 70 e 80, Fassbinder acabou por se tornar um dos principais expoentes do movimento intitulado "Novo Cinema Alemão".Homossexual assumido, R.W. Fassbinder viveu relacionamentos conturbados, como com Kurt Raab e John Cassavetes. Também fez, como ator, o papel do garoto de programa Franz Biberkopf em O direito do mais forte, de 1974, película dirigida por Ulli Lommel, amigo íntimo de Fassbinder durante décadas e presença certa como ator em muitos de seus filmes.É exatamente um panorama dessa proficuidade e tempestividade artística e pessoal que pode ser conferida na mostra Filmes libertam a cabeça, que passa pelo Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro e de São Paulo, respectivamente de 15 de outubro a 1º de novembro, e 21 de outubro a 8 de novembro. Ao total são exibidos 34 longas, entre filmes dirigidos ou que contam com atuação de Fassbinder, além de alguns de outros autores que foram influência para o cineasta alemão. Confira uma seleção de filmes escolhidos pelo G Online que podem ser vistos na mostra e veja a programação completa no site oficial do Rio e de São Paulo.
O amor é mais frio que a morte (Liebe ist kälter als der Tod) - Alemanha, 1969, 88minEste filme é a estreia de Fassbinder na direção e tem o ator Ulli Lommel como protagonista. Na trama Franz se recusa a fazer parte do sindicato do crime organizado, preferindo agir por conta própria. Junto com Bruno, membro do sindicato, eles planejam um assalto, mas uma denúncia a polícia pode por tudo a perder.Direção: Rainer Werner Fassbinder
A ternura dos lobos (Die Zärtlichkeit der Wölfe). Alemanha, 1973, 82minA história real do serial killer Fritz Haarman, conhecido como "vampiro de Düsseldorf" e responsável pelo assassinato de dezenas de crianças, inspirou este filme de terror, no qual Fassbinder participa como ator e produtor.Direção: Ulli Lommel

O direito do mais forte (Faustrecht der Freiheit). Alemanha, 1974, 123minFassbinder, além de dirigir, protagonista este filme no papel de Franz Biberkopf , um homem que ao se ver sem dinheiro decide se prostituir. Seu primeiro cliente é um homem velho e elegante, de quem ele acaba se tornando amigo. Porém, no dia seguinte, Franz descobre que ganhou 50 mil marcos na loteria e através do novo amigo conhece Eugen, herdeiro de uma editora falida. Entre Franz e Eugen surge uma relação intensa e conflituosa.Direção: Rainer Werner Fassbinder

Roleta chinesa (Chinesisches Roulette). Alemanha, 1976, 86minDescobertas desagradáveis marcam o enredo deste filme. Tudo começa quando Gerhard Christ anuncia que vai para Oslo a uma viagem de negócios, mas na verdade viaja com sua amante para a casa de campo da família. Lá chegando, Gerhard encontra sua esposa Ariane, acompanhada de seu amante. Quem também chega a casa de campo é Angela, filha de Gerhard e Ariane. A filha do casal então sugere um jogo cruel: a roleta chinesa.Direção: Rainer Werner Fassbinder

Despair - uma viagem na luz (Despair - Eine Reise ins licht). Alemanha/França, 1977, 119minAdaptado do romance de Vladimir Nabokov, este filme conta a história de um imigrante russo na Alemanha dos anos 30 que ao conhecer um homem que muito se parece com ele, planeja assassiná-lo e trocar de identidade fazendo sua mulher retirar o dinheiro do seguro de vida. Direção: Rainer Werner Fassbinder



Depois de passar por diversas capitais brasileiras, a 4ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul estará neste final de semana, 7 e 8 de novembro, em Curitiba, Goiânia e Salvador. Na capital baiana, no entanto, a Mostra vai até o dia 10 de novembro. Com entrada franca, a mostra conta com mais de 39 títulos de 10 países da América do Sul. É dedicada a obras que abordam questões referentes aos direitos humanos. Em todas as capitais haverá sessões com autodescrição, recurso que permite a inclusão de pessoas com deficiência visual no cinema, em que um narrador descreve todas as cenas exibidas.Como não poderia deixar de ser, a divrsidade sexual é um dos tópicos da mostra e é representada neste ano através de quatro filmes, entre eles um documentário e curta metragem. Confira quais são eles e a descrição de cada um:Para conferir a programação para cada cidde, acesse o site da mostra.

Não Conte nada a ninguém - Peru/Espanha, 1998, 120 min, fic
Um jovem acomodado da alta sociedade peruana decide ruir com o entorno social e familiar em que vive para tentar encontrar sua identidade sexual, marcada desde sua juventude pelo abuso das drogas e do alcóol. Baseado no romance de Jaime Baily.Direção: Francisco J. Lombardi


O Signo da Cidade - Brasil, 2008, 96 minutos, fic
Enquanto astros e estrelas se movem pelo céu de São Paulo, atirando sua mágica ao acaso, homens e mulheres perguntam o que será de seus sonhos e desejos. Gil está casado e só. Lydia flerta com o perigo. Josialdo nasceu para ser mulher. Mônica só quer se dar bem. No programa noturno de rádio em que atende ouvintes anônimos, a astróloga Teca se vê entre os anseios dos outros e seus próprios problemas. Aos poucos, o destino enreda a todos numa única teia. Na luta para romper o isolamento e achar o rumo da redenção, eles vão descobrir o poder transformador da solidariedade.Direção: Carlos Alberto Riccelli

Os Sapatos de Aristeu - Brasil, 2008, 17 min, fic
O corpo de uma travesti morta é preparado por outras travestis para o velório. A família, após receber o corpo, decide enterrá-lo como homem. Uma procissão de travestis então se encaminha para o velório para se despedir dele. Os sapatos são calçados. A morte é apenas uma janela.Direção: René Guerra

Phedra - Brasil, 2008, 13 min, doc
Documentário sobre a atriz Phedra D. Córdoba, cubana e transexual que vive no centro de São Paulo e há anos integra o elenco da Companhia de Teatro Os Satyros. Diva, ela tem 56 anos de carreira e já circulou 16 países fazendo parte de companhias de dança.Direção
: Claudia Priscilla