
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
O debate sobre a aceitação de religiosos abertamente gays pela Igreja Anglicana ganhou um novo cap
ítulo nesta semana. A reverenda lésbica Mary Glasspool foi eleita bispa assistente na cidade de Los Angeles trazendo de volta à tona a polêmica iniciada com a nomeação de Gene Robinson, primeiro bispo assumidamente homossexual da instituição. A escolha de Mary, que por 8 anos foi cânone da Diocese de Maryland, ainda precisa ser aceita pela maioria da Igreja Episcopal. No entanto, o fato já está sendo visto como mais um sinal da abertura da congregação aos religiosos gays. Para variar, parte da Igreja Anglicana se opõe à nomeação de bispos assumidos por rejeitarem a homossexualidade. Quando Gene Robinson assumiu seu bispado, os conservadores iniciaram um movimento "mão-de-ferro": a Igreja Anglicana da América do Norte.O sentimento de divisão dos anglicanos vem sendo tão percebido nos últimos tempos que o papa Bento 16 abriu as portas da Santa Sé para que anglicanos descontentes com os recentes posicionamentos de sua instituição, inclusive sobre homossexualidade, se convertam ao catolicismo sem precisar abrir mão de seus rituais e liturgia.
ítulo nesta semana. A reverenda lésbica Mary Glasspool foi eleita bispa assistente na cidade de Los Angeles trazendo de volta à tona a polêmica iniciada com a nomeação de Gene Robinson, primeiro bispo assumidamente homossexual da instituição. A escolha de Mary, que por 8 anos foi cânone da Diocese de Maryland, ainda precisa ser aceita pela maioria da Igreja Episcopal. No entanto, o fato já está sendo visto como mais um sinal da abertura da congregação aos religiosos gays. Para variar, parte da Igreja Anglicana se opõe à nomeação de bispos assumidos por rejeitarem a homossexualidade. Quando Gene Robinson assumiu seu bispado, os conservadores iniciaram um movimento "mão-de-ferro": a Igreja Anglicana da América do Norte.O sentimento de divisão dos anglicanos vem sendo tão percebido nos últimos tempos que o papa Bento 16 abriu as portas da Santa Sé para que anglicanos descontentes com os recentes posicionamentos de sua instituição, inclusive sobre homossexualidade, se convertam ao catolicismo sem precisar abrir mão de seus rituais e liturgia.domingo, 6 de dezembro de 2009
A enquete promovida pelo Senado sobre o PLC 122, que criminaliza a homofobia, foi encerrada n
esta semana com um resultado apertado, mas desfavorável à comunidade LGBT.Contabilizados mais de 400 mil participações, a resposta contrária à aprovação doprojeto venceu com 51,54% contra 48,46%.E não é que justamente nesse momento, o mesmo DataSenado divulgou os resultados de uma pesquisa também tratando da possível criminalização da homofobia? Realizado em junho de 2008, o estudo aponta que a população brasileira está de portas abertas para a criminalização da homofobia. Ao todo, 70% dos entrevistados são favoráveis ao projeto.Os jovens aparecem como a fatia da população mais a favor do PLC 122. Entre aqueles com idades entre 16 e 29 anos, os que apoiam o projeto somam 76%. Ainda de acordo com a pesquisa, aqueles com mais tempo de estudo tendem a ser mais favoráveis ao PLC 122: são 78% de aprovação entre os que tem Ensino Superior e 55% entre quem tem até a 4ª série do Ensino Fundamental.E um dado um tanto surpreendente: a maioria dos evangélicos ouvidos (55%) disse apoiar o projeto contra homofobia. Não deixa de ser irônico, já que é justamente a bancada evangélica no Congresso Nacional uma das maiores responsáveis por emperrar projetos pró-LGBT.Foram ouvidas 1.120 pessoas das cinco regiões do País.
esta semana com um resultado apertado, mas desfavorável à comunidade LGBT.Contabilizados mais de 400 mil participações, a resposta contrária à aprovação doprojeto venceu com 51,54% contra 48,46%.E não é que justamente nesse momento, o mesmo DataSenado divulgou os resultados de uma pesquisa também tratando da possível criminalização da homofobia? Realizado em junho de 2008, o estudo aponta que a população brasileira está de portas abertas para a criminalização da homofobia. Ao todo, 70% dos entrevistados são favoráveis ao projeto.Os jovens aparecem como a fatia da população mais a favor do PLC 122. Entre aqueles com idades entre 16 e 29 anos, os que apoiam o projeto somam 76%. Ainda de acordo com a pesquisa, aqueles com mais tempo de estudo tendem a ser mais favoráveis ao PLC 122: são 78% de aprovação entre os que tem Ensino Superior e 55% entre quem tem até a 4ª série do Ensino Fundamental.E um dado um tanto surpreendente: a maioria dos evangélicos ouvidos (55%) disse apoiar o projeto contra homofobia. Não deixa de ser irônico, já que é justamente a bancada evangélica no Congresso Nacional uma das maiores responsáveis por emperrar projetos pró-LGBT.Foram ouvidas 1.120 pessoas das cinco regiões do País.Sete suspeitos de jogar uma bomba caseira na rua Vieira de Carvalho no fim da última Parada Gay de
São Paulo foram presos na manhã desta sexta-feira, 4. Na ocasião do atentado, 40 pessoas ficaram feridas. Além dos quatro homens e três mulheres presos, mais dois adolescentes foram identificados e encaminhados para juizados especiais, segundo confirma o Decradi _Delegacia de Crimes Raciais e de Intolerância.O Decradi ainda afirmou que não o artefato jogado sobre a multidão na rua Vieira de Carvalho não era um rojão e sim uma bomba caseira. Até então, a polícia paulista afirmava que os manifestantes tinham sido feridos por um rojão jogado do alto de um prédio. Os acusados pelo crime possuem ligações com grupos neonazistas. Segundo a investigação, a bomba foi jogada do chão e não do prédio, como antes divulgado.Um dos presos é conhecido como Chucky, 19 anos, líder do grupo Impacto Hooligan. Todos os outros são ligados a esse ou a outros grupos neonazistas. Os sete presos foram indiciados e vão responder por lesão corporal contra 12 pessoas, uma vez que apenas 12 das mais de 40 vítimas da explosão da bomba compareceram à polícia para registrar boletim de ocorrência.
São Paulo foram presos na manhã desta sexta-feira, 4. Na ocasião do atentado, 40 pessoas ficaram feridas. Além dos quatro homens e três mulheres presos, mais dois adolescentes foram identificados e encaminhados para juizados especiais, segundo confirma o Decradi _Delegacia de Crimes Raciais e de Intolerância.O Decradi ainda afirmou que não o artefato jogado sobre a multidão na rua Vieira de Carvalho não era um rojão e sim uma bomba caseira. Até então, a polícia paulista afirmava que os manifestantes tinham sido feridos por um rojão jogado do alto de um prédio. Os acusados pelo crime possuem ligações com grupos neonazistas. Segundo a investigação, a bomba foi jogada do chão e não do prédio, como antes divulgado.Um dos presos é conhecido como Chucky, 19 anos, líder do grupo Impacto Hooligan. Todos os outros são ligados a esse ou a outros grupos neonazistas. Os sete presos foram indiciados e vão responder por lesão corporal contra 12 pessoas, uma vez que apenas 12 das mais de 40 vítimas da explosão da bomba compareceram à polícia para registrar boletim de ocorrência.Uma das mais importantes associações de turismo da Grã-Bretanha, a ABTA dedicou três páginas de
seu suplemento anual de dicas turísticas ao Brasil. O país aparece como um dos principais destinos do turismo GLS em 2010. As cidades do Rio de Janeiro e São Paulo são os destaques.O guia é dirigido especificamente para o público LGBT e indica como bafo certo lugares como o bairro carioca de Ipanema - onde fica a fervida Rua Farme de Amoedo - e sua praia, considerada uma das 10 melhores do mundo. O Carnaval do Rio de Janeiro também entra no roteiro.A cidade de São Paulo também ganha destaque com a sua gigante Parada do Orgulho LGBT e as pencas de eventos de jogação paralelos à ela. O guia está disponível numa versão online que você confere clicando aqui. A inserção do Brasil no material é uma parceria da ABTA com a Associação Brasileira de Turismo GLS (Abrat-GLS).
seu suplemento anual de dicas turísticas ao Brasil. O país aparece como um dos principais destinos do turismo GLS em 2010. As cidades do Rio de Janeiro e São Paulo são os destaques.O guia é dirigido especificamente para o público LGBT e indica como bafo certo lugares como o bairro carioca de Ipanema - onde fica a fervida Rua Farme de Amoedo - e sua praia, considerada uma das 10 melhores do mundo. O Carnaval do Rio de Janeiro também entra no roteiro.A cidade de São Paulo também ganha destaque com a sua gigante Parada do Orgulho LGBT e as pencas de eventos de jogação paralelos à ela. O guia está disponível numa versão online que você confere clicando aqui. A inserção do Brasil no material é uma parceria da ABTA com a Associação Brasileira de Turismo GLS (Abrat-GLS).sábado, 5 de dezembro de 2009
Chica boom!Ligado na idolatria que gays e trans femininas têm por Carmem Miranda, o Correio vai f
azer no próximo dia 8, às 19h, em São Paulo, o lançamento oficial do selo da diva na entidade LGBT Casarão Brasil, com apoio da Associação Brasileira dos Artistas Plásticos de Colagem (Abapc). Além do lançamento, será aberta no mesmo dia uma exposição sobre os famosos sapatos de Carmem traduzidos por 14 artistas plásticos.O selo que será lançado traz a imagem de Carmen Miranda pintada em tintura guache com indumentária estilizada e multicolorida, além de seus adereços que expressam a tropicalidade brasileira e que a fizeram mundialmente conhecida. O selo foi lançado em Portugal em 6 de outubro, dia dedicado ao Brasil na 20ª Exposição Filatélica Luso-brasileira (Lubaprex), realizada entre os dias 2 e 11 de outubro, em Évora.No mesmo dia 8, será aberta também a exposição “No Chica Chica Boom de Carmem Miranda”, com curadoria de Robert Richard e que vai apresentar criações e recriações dos sapatos plataforma de Carmem Miranda feitas pelos 14 artistas plásticos convidados. O objetivo é usar vários materiais e modelagens para representar a riqueza da produção da diva. Participam os artistas Ivan Porterro, Adriana Rizkallah, Del Santo, Miguel de Frias, Vera Ferro, Ligia de Sá, Sheila Oliveira, Adina Worcman, Elza Carvalho, Rosangela Ap, Nino Millán, Carlos Dercoles, Rosina D’Angina e Clarissa Von Uhlendorff. A visitação poderá ser feita neste ano até o próximo dia 14 e em 2010 a partir de 10 de janeiro, sempre das 10h às 18h. Ambos os evento têm entrada gratuita. “Adoção por homossexuais: a família homoparental sob o olhar da Psicologia Jurídica”, livro de Marian
a de Oliveira e Ana Cláudia Bortolozzi Maia, será o centro do debate no próximo dia 7 de dezembro, segunda-feira, às 18h30, promovido pelo CEDEM Sé - Centro de Documentação e Memória da UNESP. Esse trabalho realizado pela primeira autora, sob a orientação e parceria da segunda, é o resultado de uma pesquisa de mestrado defendida na UNESP - Campus de Bauru, em 2007. O livro inicia com uma reconstituição histórica da homossexualidade baseada na concepção de repressão sexual, percorrendo diferentes época, locais e variados elementos a respeito do tema. As relações afetivas e sexuais entre pessoas do mesmo sexo são questões polêmicas em diversos países, inclusive no Brasil. Ainda mais polêmico e controverso é o tema da adoção por homossexuais, não só porque envolve a paternidade/maternidade homossexual, mas também devido a estigmatização e a desvalorização na abordagem e no tratamento desse assunto. As autoras entrevistaram psicólogos do Tribunal de Justiça de São Paulo que trabalham em processos de adoção sobre os critérios e procedimentos utilizados nas avaliações psicológicas, as concepções sobre a homossexualidade, a adoção por homossexuais e as consequências para as crianças /adolescentes que serão adotados nessas condições.
a de Oliveira e Ana Cláudia Bortolozzi Maia, será o centro do debate no próximo dia 7 de dezembro, segunda-feira, às 18h30, promovido pelo CEDEM Sé - Centro de Documentação e Memória da UNESP. Esse trabalho realizado pela primeira autora, sob a orientação e parceria da segunda, é o resultado de uma pesquisa de mestrado defendida na UNESP - Campus de Bauru, em 2007. O livro inicia com uma reconstituição histórica da homossexualidade baseada na concepção de repressão sexual, percorrendo diferentes época, locais e variados elementos a respeito do tema. As relações afetivas e sexuais entre pessoas do mesmo sexo são questões polêmicas em diversos países, inclusive no Brasil. Ainda mais polêmico e controverso é o tema da adoção por homossexuais, não só porque envolve a paternidade/maternidade homossexual, mas também devido a estigmatização e a desvalorização na abordagem e no tratamento desse assunto. As autoras entrevistaram psicólogos do Tribunal de Justiça de São Paulo que trabalham em processos de adoção sobre os critérios e procedimentos utilizados nas avaliações psicológicas, as concepções sobre a homossexualidade, a adoção por homossexuais e as consequências para as crianças /adolescentes que serão adotados nessas condições. Criado para oferecer apoio jurídico e psicossocial à população LGBT de Pernambuco, o Centro Estadual
de Combate à Homofobia foi inaugurado na última quinta-feira, 3, em Recife, dentro da 4ª Semana de Direitos Humanos, que tem programação prevista até o próximo domingo. O novo órgão tem também como objetivos fomentar o debate sobre o respeito à diversidade sexual e contribuir para a implementação de políticas públicas e ações afirmativas.O Centro vai abrir a partir da próxima semana, na Rua Riachuelo, 720, no Bairro da Boa Vista, centro do Recife. Ele vai funcionar por meio de uma parceria entre a Secretaria Executiva de Justiça e Direitos Humanos e a Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos do Estado com a ONG Grupo Gay Leões do Norte. Será um espaço de cidadania para a população LGBT e vai oferecer apoio jurídico e psicossocial com uma equipe técnica especializada. O telefone é o (87) 3222-2207.“O nosso objetivo é combater qualquer tipo de violência contra os gays, lésbicas, transexuais e travestis. A cada dois dias um homossexual é assassinado no Brasil, com requintes de crueldade, por causa da homofobia. Isso não pode continuar”, lembrou Eduardo Santarelo, coordenador do Programa Brasil sem Homofobia do Governo Federal. Pernambuco é o primeiro lugar no ranking de assassinatos de homossexuais. Realidade confirmada no evento de lançamento pelo vice-presidente da Leões do Norte, Luciano Freitas. Segundo ele, “Pernambuco possui resquícios grandes da cultura patriarcal e machista. Constantemente nos chega notícias de violências contra a população LGBT. O Centro irá fortalecer a nossa luta e contribuir para que as políticas públicas sejam efetivadas”.
de Combate à Homofobia foi inaugurado na última quinta-feira, 3, em Recife, dentro da 4ª Semana de Direitos Humanos, que tem programação prevista até o próximo domingo. O novo órgão tem também como objetivos fomentar o debate sobre o respeito à diversidade sexual e contribuir para a implementação de políticas públicas e ações afirmativas.O Centro vai abrir a partir da próxima semana, na Rua Riachuelo, 720, no Bairro da Boa Vista, centro do Recife. Ele vai funcionar por meio de uma parceria entre a Secretaria Executiva de Justiça e Direitos Humanos e a Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos do Estado com a ONG Grupo Gay Leões do Norte. Será um espaço de cidadania para a população LGBT e vai oferecer apoio jurídico e psicossocial com uma equipe técnica especializada. O telefone é o (87) 3222-2207.“O nosso objetivo é combater qualquer tipo de violência contra os gays, lésbicas, transexuais e travestis. A cada dois dias um homossexual é assassinado no Brasil, com requintes de crueldade, por causa da homofobia. Isso não pode continuar”, lembrou Eduardo Santarelo, coordenador do Programa Brasil sem Homofobia do Governo Federal. Pernambuco é o primeiro lugar no ranking de assassinatos de homossexuais. Realidade confirmada no evento de lançamento pelo vice-presidente da Leões do Norte, Luciano Freitas. Segundo ele, “Pernambuco possui resquícios grandes da cultura patriarcal e machista. Constantemente nos chega notícias de violências contra a população LGBT. O Centro irá fortalecer a nossa luta e contribuir para que as políticas públicas sejam efetivadas”.A atriz Cynthia Nixon, que interpreta a advogada Miranda Hobbs na série “Sex and the City”, critico
u a decisão do Senado de Nova York de proibir o casamento entre pessoas do mesmo sexo. O projeto de lei foi negado pela Casa na última quarta-feira (2/12).Em nota enviada aos sites Advocate.com e SheWired.com, a atriz disse que a proibição é uma “vergonha” para os direitos gays nos Estados Unidos. “A luta por justiça é sempre dura e longa, e mesmo que a votação tenha me desapontado, sabemos com certeza quem são nossos amigos e inimigos. E, acreditem, não vamos nos esquecer disso nas eleições. É realmente uma vergonha terrível que muitos de nossos legisladores não apóiem uma simples questão de justiça e igualdade, e tenham enganado a maioria dos nova-iorquinos que acreditam que o casamento gay deveria ser legalizado”, escreveu a atriz.Cynthia Nixon é casada com a ativista Christine Marinoni há seis anos.
u a decisão do Senado de Nova York de proibir o casamento entre pessoas do mesmo sexo. O projeto de lei foi negado pela Casa na última quarta-feira (2/12).Em nota enviada aos sites Advocate.com e SheWired.com, a atriz disse que a proibição é uma “vergonha” para os direitos gays nos Estados Unidos. “A luta por justiça é sempre dura e longa, e mesmo que a votação tenha me desapontado, sabemos com certeza quem são nossos amigos e inimigos. E, acreditem, não vamos nos esquecer disso nas eleições. É realmente uma vergonha terrível que muitos de nossos legisladores não apóiem uma simples questão de justiça e igualdade, e tenham enganado a maioria dos nova-iorquinos que acreditam que o casamento gay deveria ser legalizado”, escreveu a atriz.Cynthia Nixon é casada com a ativista Christine Marinoni há seis anos.No Rio de Janeiro, uma rede de farmácias que deveria vender saúde, mas esbanjou preconceito,
vai ser obrigada a pagar a um cliente R$ 7 mil de indenização por tê-lo chamado de gay. Segundo o processo, Alexandre Faour comprou um medicamento em uma das lojas da rede Drogasil e posteriormente recebeu em casa um cartão com a frase "Alexandre, você é um gay". A decisão da 20ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) saiu na última quinta-feira, 3, e condena rede de drogarias a indenizar o rapaz por danos morais.O desembargador Agostinho Teixeira afirmou em sua decisão que “o quantum indenizatório deve ser suficiente para compensar o constrangimento sofrido e adequado à efetiva punição do causador do dano, não devendo gerar o enriquecimento ilícito do beneficiário. Na hipótese, entendo que o montante de R$ 7.000 foi fixado corretamente, com observância dos princípios da proporcionalidade e razoabilidade”. A Drogasil pretende recorrer da decisão.No processo consta que Alexandre fez uma compra em uma das lojas e lhe ofereceram um cartão de descontos nas próximas compras. Ele aceitou a proposta e estava finalizando seu cadastro quando começou a discutir com o funcionário porque ele não estaria prestando atenção nas informações de Alexandre. Segundo informações do TJ do Rio, alguns dias depois, Alexandre recebeu uma correspondência da Drogasil contendo o cartão com os dizeres "Alexandre, você é um gay", também escritas no envelope, o que teria sido motivo de zombaria na portaria do prédio dele.
vai ser obrigada a pagar a um cliente R$ 7 mil de indenização por tê-lo chamado de gay. Segundo o processo, Alexandre Faour comprou um medicamento em uma das lojas da rede Drogasil e posteriormente recebeu em casa um cartão com a frase "Alexandre, você é um gay". A decisão da 20ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) saiu na última quinta-feira, 3, e condena rede de drogarias a indenizar o rapaz por danos morais.O desembargador Agostinho Teixeira afirmou em sua decisão que “o quantum indenizatório deve ser suficiente para compensar o constrangimento sofrido e adequado à efetiva punição do causador do dano, não devendo gerar o enriquecimento ilícito do beneficiário. Na hipótese, entendo que o montante de R$ 7.000 foi fixado corretamente, com observância dos princípios da proporcionalidade e razoabilidade”. A Drogasil pretende recorrer da decisão.No processo consta que Alexandre fez uma compra em uma das lojas e lhe ofereceram um cartão de descontos nas próximas compras. Ele aceitou a proposta e estava finalizando seu cadastro quando começou a discutir com o funcionário porque ele não estaria prestando atenção nas informações de Alexandre. Segundo informações do TJ do Rio, alguns dias depois, Alexandre recebeu uma correspondência da Drogasil contendo o cartão com os dizeres "Alexandre, você é um gay", também escritas no envelope, o que teria sido motivo de zombaria na portaria do prédio dele.
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