sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Uma enquete que visa dar direito a transexuais mudar os documentos está no site do Senado.

A pergunta é: Você é a favor ou contra o projeto que dá às pessoas transexuais o direito de alterar seus documentos incluindo o prenome que usa socialmente?
Com quase 5 mil votos únicos computados, a estimativa é de 55% a favor e 45% contra.
O ativista da causa gay, Dan Savage, criou um canal no YouTube para encorajar jovens vítimas de preconceito a se manifestarem.

O “It Gets Better”, centraliza depoimentos publicados por outros usuários.
Segundo Savage, a ideia para a criação do canal surgiu após o suicídio do jovem Billy Lucas, vítima de bullying cometido por seus colegas de classe.
Ao todo, 24 depoimentos já estão disponíveis no canal, incluindo de algumas celebridades, como o blogueiro Perez Hilton. Além do canal, Savage mantém um blog e um podcast onde comenta notícias relacionadas á causa gay.






A justiça de Los Angeles, na Califórnia, aceitou nesta quinta-feira (23) o pedido de Portia de Rossi, casada com a apresentadora Ellen DeGeneres, 52, a usar o sobrenome de sua companheira.
Segundo a informação do site TMZ, a atriz passa a se chamar Portia Lee James DeGeneres.
Portia de Rossi quer usar o sobrenome de Ellen DeGeneres
Elas estão casadas desde 2008.








Um estudo feito pelo Grupo Gay da Bahia (GGB), a Bahia é estado que registra o maior número de casos de assassinatos de homossexuais no Brasil.

Só no ano passado, foram reconhecidos 25 casos de morte. Até agosto de 2010 foram 14 gays assassinados.
Porém, para o presidente da GGB, Marcelo Cerqueira, esse número pode ser muito maior já que o medo da exposição e o desconhecimento da família da orientação sexual da vitima, fazem com que esse detalhe não entre na investigação policial.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Não esqueça vote Dilma para presidente do Brasil

TÁ CHEGANDO O VERÃO GALERA! TODO MUNDO NA PRAIA DO PHIL EM VITÓRIA/ES

Os advogados dos dois jovens condenados no processo sobre a bomba que feriu mais de 13 pessoas que participaram da 13ª Parada do Orgulho LGBT, em junho do ano passado no Centro de São Paulo, disseram nesta terça-feira (21) que irão recorrer da decisão da Justiça. Rodrigo Alcântara de Leonardo e Guilherme Witiuk Ferreira de Carvalho foram condenados a dois anos de prisão em regime fechado por formação de quadrilha.



O juiz Luiz Raphael Nardy Lencioni Valdez, da 29ª Vara Criminal do Fórum da Barra Funda, entendeu que documentações e objetos apreendidos nas casas dos réus “trazem plena segurança sobre a imputação do crime de quadrilha a tais indivíduos”. A Justiça considerou que há provas de que os dois integram o grupo “Impacto Hooligan”, suspeito de praticar atos de violência contra punks e homossexuais.


No entanto, o juiz avaliou que não havia provas que ligassem o grupo e os dois jovens à explosão ocorrida em 14 de junho de 2009 na Avenida Vieira de Carvalho e os absolveu das acusações de “expor a perigo a vida, a integridade física ou o patrimônio de outrem, mediante explosão” e lesão corporal. Outros cinco denunciados foram também absolvidos.


Os advogados Renan Marcel Perrotti, que defende Rodrigo de Leonardo, e Roberto Bartolomei Parentoni, representante de Guilherme de Carvalho, afirmaram que vão recorrer da condenação. “Vamos recorrer porque não dá para ter uma formação de quadrilha com duas pessoas, não dá para entender a condenação”, disse Perrotti. “Nessa questão de quadrilha o Código Penal é claro. É impossível ter uma quadrilha de duas pessoas, então a gente vai recorrer e espera que o Tribunal de Justiça absolva”, completou Parentoni.


Perrotti irá entrar com um pedido na Justiça para que Rodrigo de Leonardo continue a responder ao processo em liberdade. “Ele está tranquilo, esperando que saia a publicação [da decisão judicial] para se apresentar, se for o caso”, contou o advogado. Segundo Perrotti, ele nega fazer parte do “Impacto Hooligan”. Guilherme de Carvalho está preso por causa de outro processo ao qual responde, segundo Parentoni, e também nega ser integrante do grupo.
A ex-BBB Angélica Morango participou neste domingo (19) da 3ª Passeata Lés de Belém do Pará, da qual recebeu o título de madrinha. Segundo a organização, mais de 100 mil pessoas estiveram no evento.



A mineira foi recebida por dezenas de fãs no aeroporto. Alguns levaram presentes típicos da cidade, outros homenagearam Morango de uma forma bastante especial, vestindo camisetas com a foto e o apelido da jornalista. “A minha primeira impressão da cidade foi incrível! Os belenenses são extremamente carinhosos e calorosos. Quando cheguei ao trio da passeata e vi aquele mar de gente, fiquei toda arrepiada. Em São Paulo, por exemplo, a Passeada Lés reuniu aproximadamente cinco mil mulheres. Ver 100 mil pessoas, mulheres, homens e famílias lutando pelo direito de igualdade foi emocionante”, revelou.


Depois de discursar, defender e reivindicar os direitos dos homossexuais, Angélica distribuiu autógrafos e posou para várias fotos. A loucura dos fãs era tamanha para chegar perto da morena que apesar de contar com uma equipe de 15 seguranças, ela e sua equipe tiveram que ser escoltadas pela polícia.

Incidentes


Apesar da festa, algumas confusões marcaram a parada lésbica em Belém. De acordo com o jornal “Diário do Pará”, várias brigas necessitaram a interferência da polícia. Uma delas envolveu o público e um homem suspeito de furtar o celular de uma mulher.


A confusão foi dissipada por um policial militar, que acabou sacando sua arma para conter os ânimos. O homem saiu com hematomas e um ferimento na testa, e foi preso logo em seguida.
O deputado estadual Alexandre Cesar (PT) participou nesta segunda-feira (20), na Secretaria de Educação do Estado, da apresentação da pesquisa desenvolvida pelo programa Escola sem Homofobia, que faz parte do programa Brasil sem Homofobia. No ato, Cesar, que é presidente da Comissão de Educação, Ciência, Tecnologia, Cultura e Desporto, representou a Assembléia Legislativa.


O levantamento realizado em 11 capitais do país, inclusive Cuiabá, tem como objetivo subsidiar a formulação de políticas públicas, especialmente educacionais para o enfrentamento da homofobia e reconhecimento de direitos da população LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais).

O levantamento realizado demonstra a necessidade de se pensar em uma sociedade melhor por meio do diálogo e reflexão com intuito de avançar na área de Direitos Humanos.

Conforme o deputado para se enfrentar a homofobia é necessário conhecer a fundo o assunto e o detalhamento feito pelo estudo será fundamental. “Esse não é um debate fácil, mas acreditamos que com o esforço e engajamento de todos no combate ao preconceito, conseguiremos ir desmistificando o tema”, declarou.

Na pesquisa foi detectado que os jovens homossexuais não recebem apoio da família e não são acolhidos pela escola e ainda que os professores não se sentem preparados para abordar temas ligados à homofobia. Para alguns estudantes, educadores e gestores, os pais são “culpados” pela orientação sexual dos filhos, pois “não souberam educar”.

A pesquisa teve apoio técnico e financeiro do MEC e foi executada pela Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Travestis e Transsexuais, pela ONG Reprolatina de Campinas, Pathfinder do Brasil, e Instituto Comunicação em Sexualidade (Ecos).

Alexandre Cesar é um dos únicos deputados da história do Legislativo mato-grossense que tem atuado firmemente no combate à homofobia dentro do Parlamento. Ele apresentou os Projetos de Lei nº 117/08 e nº 760/07, que visa impor penalidades aos que discriminam outros em razão da orientação sexual e que institui o Dia Contra a Homofobia no Estado de Mato Grosso, respectivamente. Os dois PLs foram aprovados em plenário e estão na Comissão de Constituição, Justiça e Redação, aguardando parecer.

O presidente da ONG Livremente de Cuiabá, Clovis Arantes, disse que irá propor à Seduc a divulgação da pesquisa em todas as escolas da rede estadual.

segunda-feira, 3 de maio de 2010



Um artigo publicado em um blog e divulgado pelo Twitter convida "todas as pessoas livres" para um "beijaço" em protesto ao texto publicado no informativo "O Parasita" --atribuído aos alunos da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP (Universidade de São Paulo)-- em frente ao prédio do curso, no Butantã (zona oeste de SP), no dia 20 de maio.
Polícia abre inquérito para investigar informativoOrganizadores de festa repudiam discriminação em faculdadeCentro acadêmico condena publicação que incita homofobiaSuposto informativo de alunos da USP incita homofobia
A edição do mês passado do periódico dizia "jogue merda em um viado que você receberá, totalmente grátis, um convite de luxo para a Festa Brega 2010". O artigo "Beijos para despertar a farmácia uspiana" diz que "é intolerável que tal comportamento declaradamente homofóbico e mais ainda -, violento e ameaçador, seja tolerado e encontre eco".
Nesta terça-feira, o grupo Prisma do DCE (Diretório Central dos Estudantes) da USP promove um "pré-beijaço" no gramado da Faculdade de Ciências Farmacêuticas, a partir das 18h. O DCE publicou, em seu
site uma moção de repúdio contra as declarações homofóbicas do informativo.
Sobre o "pré-beijaço", um outro
blog diz que o objetivo da manifestação é "chamar atenção e combater a homofobia que diversos alunos de Farmácia vem sofrendo, tanto nas publicações quanto nas festas".
O aluno Augusto Patrini, mestrando em História Social na USP, afirma que ficou surpreso com o caso e, com ajuda de amigos que não são estudantes, está organizando o protesto do dia 20. "O prédio de farmácia é ao lado do da Faculdade de Ciência Humanas, onde eu estudo. E no meu prédio não temos problemas com isso. Achei que dentro da USP não acontecia esse tipo de coisa", disse Patrini.



A Associação Brasileira de Turismo para Gays, Lésbicas e Simpatizantes (Abrat-GLS) lançou neste mês o programa “Eu Amo Viajar 2010", que tem como principal objetivo incentivar o turismo do segmento em todo o Brasil. A associação vai trabalhar em parceria com empresas como a Gol Linhas Aéreas e o Hotel 155, em São Paulo, para oferecer o melhor serviço para o turista da diversidade sexual.
Já estão previstos dois eventos para o primeiro semestre onde o programa vai atuar. O primeiro é o 1º Encontro de Turismo GLS do Sul do Brasil, que será realizada entre os dias 14 e 16 de maio em Friburgo, Santa Catarina, no Hotel Renar. A segunda participação da iniciativa será a 14ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, que tem programação entre os dias 3 e 6 de junho, em São Paulo.Novos destinos para o segundo semestre já estão sendo planejados. Os estabelecimentos que quiserem participar do programa devem ser membros da Abrat e mostrar que estão preparados para receber a diversidade. Mais informações pelo telefone (11) 3101-4155 ou no site www.abratgls.com.br.



Florianópolis: um dos principais destinosUm acordo de cooperação técnica entre a Associação Brasileira de Turismo para Gays, Lésbicas e Simpatizantes (Abrat-GLS) e a Empresa Brasileira de Turismo (Embratur) vai ser firmado com o objetivo de promover com mais ênfase os destinos turísticos brasileiros para o povo da diversidade.O acordo será firmado neste ano para já começar a preparar o Brasil para o grande foco que será dado no País com a convenção de turismo que será organizada em 2012, em Florianópolis, pela International Gay and Lesbian Travel Association (ILGTA). O evento é considerado o maior do mundo no segmento turístico LGBT e vai ser realizado em um dos principais destinos gays do Brasil.A Embratur acredita que vale a pena investir neste nicho de mercado porque, segundo ela, o turista gay viaja quatro vezes mais que a média e chega a gastar 30% mais que o turista heterossexual. Segundo a IGLTA, o mercado de viagens para LGBT movimenta US$ 54 bilhões anuais.