quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Dilma garante salário mínimo maior do que o prometido por Serra

O título acima reproduz fielmente a verdade dos fatos. Serra promete em sua campanha criar um salário mínimo de R$ 600 em janeiro de 2011. E só. Não há projeto para recuperar o poder de compra do mínimo ao longo dos anos seguintes.
A partir de 2012, a julgar pela promessa genérica do Serra, pode até nem haver aumento. Isso não seria surpresa, pois quando Serra era ministro de Planejamento e Orçamento, no governo FHC, o mínimo ficou sem aumento (como poderemos ver adiante). O governo dele afirmava que se o salário mínimo crescesse, a inflação iria disparar.
Já Dilma prometeu, na TV e diante de grandes platéias, compostas inclusive por líderes sindicais de todas as correntes políticas e categorias profissionais, que vai manter o compromisso com a atual política de valorização permanente do salário mínimo, que foi elaborada em conjunto pelas centrais sindicais e pelo governo Lula.
Essa política está garantindo o maior poder de compra do salário mínimo nos últimos 25 anos. Não há dúvida, todos sentem que o mínimo melhorou bastante nos últimos tempos.
E essa mesma política garante aumentos para o salário mínimo e para 70% das aposentadorias até 2023. Repare: não é uma promessa pontual, é um projeto de longo prazo. Quando 2023 chegar, o acordo prevê a formulação de uma nova sistemática de valorização do mínimo, se a mudança for necessária, ou a manutenção das regras atuais.
Através da política em vigor, o salário mínimo é reajustado todo o ano de acordo com a soma da inflação do ano (INPC) e do último PIB. Ou seja, todo ano está garantida a reposição da inflação mais o repasse do crescimento percentual mais recente da economia brasileira. A soma vai dar aumento real (acima da inflação) para o mínimo sempre que a economia do país crescer.


Confira a fórmula:
Inflação dos últimos 12 meses + crescimento do PIB = aumento do mínimo
Não havia antes um projeto de longo prazo que previsse recuperação do poder de compra do salário mínimo. Quem ganhava o mínimo ficava na dependência da vontade e do humor do presidente e seus ministros e era vítima da demagogia de muitos deputados e senadores, que prometiam valores altos que acabavam esquecidos.
Serra não deu aumento no governo FHC
Em 1996, por exemplo, o governo FHC não deu aumento real nenhum para o salário mínimo, ao contrário, o valor foi corroído pela inflação e diminuiu (-5,26%). Notem: o Plano Real já estava funcionando nessa época e José Serra era ministro de Planejamento e Orçamento (grifo nosso).
Em 1997, o mesmo desprezo do governo FHC fez o mínimo cair de novo (-0,99).
Em 1999, o aumento real (acima da inflação) foi pífio: 0,71%. Serra era ministro da Saúde daquele governo que arrochava o salário mínimo.
Esses dados econômicos são do Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos).
Agora é diferente
Agora é diferente. Os trabalhadores que ganham o mínimo têm incorporado em seu salário o crescimento do País, que eles ajudaram a construir.
Pela fórmula atual (inflação + crescimento do PIB), o salário mínimo iria para R$ 535,91 em janeiro de 2011.
Em janeiro de 2012, levando-se em consideração que a inflação seja a mesma deste ano (4,5%) e que as projeções de crescimento econômico em 2010 (7,3%) se confirmem, o mínimo chegará a R$ 601.
E aos aumentos continuarão seguindo a mesma lógica nos anos seguintes, segundo compromisso assumido por Dilma.
Aumento real em 2011
Mas os aumentos em 2011 e 2012 podem ser ainda maiores, pois o governo Lula se comprometeu a negociar uma melhora para os valores do ano que vem, junto com as centrais.
Com essa nova negociação, vamos superar um obstáculo surgido surgido em 2009, quando, por causa dos efeitos da crise financeira internacional, a economia brasileira não cresceu em relação a 2008, e sim registrou uma pequena queda (-0,2%). Queda realmente pequena, se comparada ao que aconteceu com outros países.
Mesmo assim, por causa dessa queda, o mínimo não teria aumento real em 2011. Mas o governo Lula se compromete a negociar aumento, apesar da queda do PIB no ano passado.

Wanessa: "O público gay sempre esteve comigo"

A Cantora chegou acompanhada do marido, Marcus Buaiz, para a festa de QUEM em São Paulo
Wanessa falou sobre sua identificação com o público gay e aproveitou para parabenizar a QUEM pelo aniversário de 10 anos, durante a festa da revista, no Golden Hall, em São Paulo, na noite desta terça-feira (5). "Eu também estou fazendo dez anos de carreira, uma coincidência. Acompanhei a revista desde o começo. Já fiz muitas matérias das quais eu gostei muito. Representa também um pouco da minha história."
O seriado "Glee" vai tratar de suicídio gay em episódio. De acordo com informações do E! Online, no último domingo (3), alguns atores da série foram a um Centro de Tratamento para Vítimas de Estupro para fazer caridade e acabaram falando que farão um episódio sobre o suicídio gay.

Na série "Glee", Kurt (Chris Cofler) é o personagem gay
Segundo o site, Heather Morris, que interpreta Britanny em "Glee", informou que existem muitas tragédias envolvendo a internet e as pessoas precisam saber como agir. Morris citou o caso do jovem que se jogou de uma ponte após um vídeo dele com outro rapaz ser publicado na internet.
Já o ator Kevin McHale, o Artie, disse ao site que o incidente foi realmente algo horrível e que todos merecem ser amados sem diferenças.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Analistas dos Estados Unidos que apostavam na vitória da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, no primeiro turno avaliam que a escolhida do presidente Luiz Inácio Lula da Silva conseguirá a vitória no segundo turno, mesmo que a maioria dos votos da candidata Marina Silva (PV) vá para o candidato do PSDB, José Serra. "Dilma pode ter um começo de segundo turno mais apertado, mas deve conseguir ganhar com vantagem razoável", disse Christopher Garman, diretor para América Latina do Eurasia Group, em Washington.

De acordo com o diretor, a diferença entre Dilma e o candidato do PSDB, José Serra, no segundo turno deve ser de sete a dez pontos percentuais. Serra, avalia Garman, deve herdar em torno de 70% dos votos de Marina. Segundo ele, os votos que eram da candidata do PV são importantes, mas "é exagero o papel decisivo" que se tem dado à transferência desses votos no segundo turno.
Garman acredita que o cenário próspero do País, a figura do presidente Lula e a ideia de continuidade do governo devem continuar beneficiando a campanha de Dilma. "A dinâmica do segundo turno é mais favorável para Dilma", diz ele. Robert Wood, economista-sênior para América Latina da EIU (Economist Intelligence Unit) em Nova York, concorda que a maioria dos votos de Marina deve ir para Serra, o que não deve alterar o resultado final de vitória para Dilma, mas pode enfraquecer um pouco sua imagem pessoal.
Por outro lado, Wood reconhece que Dilma encontrará cenário mais positivo no Senado do que encontrou o próprio Lula no primeiro mandato. A soma das bancadas dos partidos que apoiam o governo Lula e a candidata petista chega a 43 dos eleitos. Com a contagem dos senadores que continuam com seus mandatos até 2015, esse número sobe para 57. Nessa conta estão senadores do PTB, partido que oficialmente está com o adversário José Serra (PSDB), mas que formam a base de Lula no Senado, e do PP, legenda que não formalizou coligação, mas que, no entanto, não faz oposição ao governo.
Wood, no entanto, observa que Dilma terá de fortalecer a imagem pessoal especialmente nos dois primeiros anos de governo, tendo em vista que não possui nem o carisma nem o histórico de Lula. Na estratégia do segundo turno, Wood não vê uma preocupação em esmiuçar programas de governo.
Segundo ele, isso não foi feito no primeiro turno e não deve ser feito agora. "Nos debates, os candidatos falaram muito genericamente sobre os programas de governo e não vejo Dilma e Serra entrando em muitos detalhes no segundo turno", afirmou.
Berço petista - Apesar de terminar a corrida eleitoral em primeiro lugar na cidade de São Bernardo - berço do PT e local onde o presidente Luiz Inácio Lula da Silva começou a carreira política, como sindicalista -, a candidata petista Dilma Rousseff não alcançou 50% dos votos válidos. Na contagem geral dos votos em São Bernardo, a petista teve 46% contra 32% do tucano José Serra e 19% de Marina Silva (PV), coincidentemente, o mesmo percentual de votos que os três presidenciáveis tiveram em todo o País.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Veja quem são os candidat@s eleitos que você LGBT deve cobra seus direitos.

Veja quem são @s Dep. Distritais eleitos que apoiam a causa LGBT
Seq. Nº Cand. Nome Candidato Partido / Coligação Qtde. Votos
1 25000 * ELIANA PEDROSA DEM 35.387 (2,51%)


2 13113 * ARLETE SAMPAIO PT 26.376 (1,87%)


3 23456 * ALIRIO PPS - PPS / PHS 19.207 (1,36%)


4 13222 * WASNY PT 17.579 (1,25%)


5 36123 * AGACIEL MAIA PTC - PTC / PRP 14.073 (1,00%)

E para Dep. Federal apenas uma candidata foi eleita.

1 1331 * ERIKA KOKAY PT - PDT / PT / PPS / PSB 72.651 (5,17%)
Delta Air Lines (NYSE: DAL) anunciou  que foi designada pela Campanha dos Direitos Humanos 2011 como um dos "Melhores lugares para se trabalhar para lésbicas, gays, bissexuais e transexuais (LGBT)". Pelo segundo ano consecutivo, a Delta conquistou uma pontuação de 100% no ranking anual de igualdade corporativa da HRC.

"A Campanha dos Direitos Humanos reconhece nosso compromisso e cultura de inclusão no ambiente de trabalho", disse Mike Campbell, vice-presidente executivo de Recursos Humanos e Relações de Trabalho. "Ter alcançado mais uma vez uma pontuação perfeita no ranking de igualdade corporativa da HRC endossa os esforços consistentes em fazer da Delta um ótimo lugar de trabalho para nossos colaboradores ao redor do mundo."
Para visualizar o release completo, acesse: http://www.prnewswire.com/news-releases/delta-air-lines-named-one-of-human-rights-campaigns-2011-best-places-to-work-for-lgbt-equality-104271398.html

Segundo Turno

Agora é preciso todos nós entrarmos na luta! Nesse segundo turno temos um mês para eleger Dilma Rousseff Presidente do Brasil. Zé Serra Jamais.
Pela nossa causa, pela luta contra a homofobia, pela quebra dos estigmas e do preconceito. Pelos direitos civis e a liberdade de sermos quem somos. VOTE NO 13, DILMA ROUSSEFF PRESIDENTE DO BRASIL>
by Phil