quinta-feira, 4 de novembro de 2010

SE A RELIGIÃO É CONTRA VOCÊ...

O papa Bento XVI leva seu combate mundial ao aborto e ao casamento entre homossexuais para a Espanha, um antigo bastião católico cujo governo tem aprovado leis condenadas pela Igreja.
O Papa visita, no próximo fim de semana, Santiago de Compostela e Barcelona quatro meses depois da entrada em vigor da lei de ampliação do aborto, que o Vaticano tachou de "insensata".
A viagem é vista por líderes eclesiásticos como uma defesa a suas crenças mais sagradas, as quais consideram ter se tornado alvo de uma legislação socialmente progressista.
A nova lei do aborto teria permitido a Gemma Botifoll, de 30 anos, interromper a gravidez na Espanha, mas em 2008, quando constatou-se que o feto que ela gerava tinha má-formações graves aos oito meses e meio de gestação, teve que viajar a Rennes (França) para submeter-se ao procedimento.
"Na Espanha, me senti muito mal, sem o apoio de ninguém", relatou Gemma à AFP, destacando que encontrou a solução no país vizinho "fazendo uma busca no Google".
Pela lei ela não poderia abortar na Espanha, onde desde julho é possível interromper a gravidez sem limite de tempo se for detectada uma doença grave e incurável no feto, livremente até a 14ª semana e em casos excepcionais até a 22ª.
A lei do aborto é a última de uma série de medidas sociais aprovadas nos últimos seis anos no Parlamento pelo governo.
O executivo socialista do primeiro-ministro Luiz Rodríguez Zapatero as considera um dos principais eixos de sua política - pelo menos antes da crise - e com elas se destacou como um dos países mais avançados na Europa nesta questão, sobretudo depois de aprovada a lei de casamento entre homossexuais.
"Nos últimos anos a Espanha se tornou uma referência de igualdade, não só na Europa, mas no mundo inteiro", declarou à AFP Pedro Zerolo, secretário de Movimentos Sociais e Relações com as ONGs do Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE), de Zapatero.
Depois da Holanda e da Bélgica, a Espanha se tornou, em 2005, o terceiro país europeu a aprovar os casamentos entre homossexuais e, desde então, sete países mais se somaram a estes, entre os quais Argentina, Portugal, além da capital mexicana.
Zapatero fez "uma aposta em um conceito integrador de cidadania", assegruou Zerolo, que se casou com seu companheiro logo após a aprovação da lei.
"Agora somos referência em igualdade"; "ao sair da Espanha se deixa manifesto o esforço que se fez", disse Zerolo, lembrando que nos últimos cinco anos foram celebrados 20.000 casamentos gays.
A lei do casamento homossexual e a do aborto provocaram o repúdio do Vaticano e, na Espanha, entre os setores mais conservadores chefiados pela Igreja Católica - que, nos últimos meses, protagonizou várias manifestações maciças em Madri - e o Partido Popular (PP).
O PP contestou as duas leis perante o Tribunal Constitucional e seu líder, Mariano Rajoy, insistiu recentemente em que as reformaria se voltasse ao poder.
Tudo isto em um Estado laico, segundo a Constituição, mas também com forte tradição católica, embora menos praticante: 73% da população se declara católica, contra 80% oito anos atrás, e só 14% dizem ir à missa todos os domingos.
Mas apesar do repúdio dos setores mais conservadores da população e das tensões entre os bispos espanhóis e o executivo socialista, este tem tentado sempre cultivar as melhores relações com o Vaticano.
Recentemente, anunciou que adiaria um projeto de lei que se prenuncia espinhoso nas relações com a hierarquia católica: a lei de liberdade religiosa.
Esta previa, entre outras coisas, retirar os crucifixos dos locais públicos, não celebrar funerais institucionais católicos e que o chefe de governo não preste juramento no cargo perante um crucifixo.
O adiamento se deve a "motivos estratégicos e razões eleitorais", explicou à AFP o teólogo Juan José Tamayo, para quem o governo paralisou a lei porque "considera que não agradaria ao Papa", razão pela qual "se deixa levar pela agenda do Vaticano".
Tamayo, que considera que o governo Zapatero concedeu "benefícios" à Igreja espanhola estes anos, acredita que o executivo "chegou à conclusão de que tem muitas frentes abertas", como o aumento da oposição nas pesquisas de opinião e o repúdio dos sindicatos às medidas anticrise, "e não quer jogar mais lenha na fogueira"

PENSE NISSO!


Os grandes só nos parecem grandes porque estamos de joelhos. Levantemo-nos.
Pierre-Joseph Proudhon

quarta-feira, 3 de novembro de 2010



Deixe que minha mão errante
Adentre em cima , em baixo
Atrás, na frente, entre.
 
Um estudo realizado pelo departamento de Saúde da cidade de Nova York e publicado no jornal "Paediatrics" mostra que pelo menos 1 entre 10 adolescentes sexualmente ativos tem parceiros do mesmo sexo.No estudo, que entrevistou 17 mil adolescentes, 9,3% dos jovens responderam que mantém intimidade com pessoas do mesmo sexo. Em 2002, uma pesquisa similar feita com adolescentes dos estados de Vermont e Massachusetts mostrou que apenas 6% deles afirmaram ter tido relações homossexuais.No entanto, o novo estudo descobriu que adolescentes que apenas mantém relações com pessoas do mesmo sexo - ou se relacionam com ambos os sexos -, têm maior probabilidade de contrair doenças sexualmente transmissíveis, já que costumam não usar preservativo.A pesquisadora da Universidade da Colúmbia Britânica, Elizabeth Saewyc, disse que jovens gays e bissexuais podem se envolver em relações sexuais desprotegidas porque "a educação sexual é irrelevante para eles"."Alguns jovens me disseram que não se interessam por educação sexual porque sentem que o que aprendem não se aplica a eles", explicou a pesquisadora.
por Hyago keller
hiagokeller@hotmail.com
Motivados pelo caso recente* de homofobia na Universidade de São Paulo (USP), quando dois alunos da instituição foram vítimas de agressão verbal e física em uma festa organizada pela Escola de Comunicações e Artes (ECA), grupos de estudantes e ativistas irão realizar uma manifestação intitulada "Ato Fúnebre - Contando as nossas mortes".

O ato tem por objetivo denunciar as mortes de LGBTs oriundas de crimes de ódio. Os manifestantes querem chamar a atenção para o fato de o Brasil ser um dos líderes mundiais em crimes homofóbicos e que tal realidade só tem piorado com o passar dos anos. Exigir a aprovação do PLC 122, que visa criminalizar a homofobia no Brasil, também está em pauta.
A manifestação irá acontecer no dia 4 de novembro no Bandejão Central (CRUSP). Os ativistas querem alertar os alunos da USP quanto aos casos recente de homofobia na universidade e fazer com que se sensibilizem à luta
*Alunos da USP são vítimas de agressão homofóbica em festa da ECA
O estudante de Biologia, Henrique Peres Andrade, 21, da Universidade de São Paulo (USP), e seu namorado, cuja identidade não foi revelada, foram vítimas de agressões homofóbicas verbais e físicas na festa "Outubro ou Nada", realizada no dia 22 de outubro com organização da Escola de Comunicações e Artes (ECA). O evento aconteceu em um imóvel na rua Itororó, 226, no Morumbi.
Em relato enviado à imprensa, Henrique conta sobre o ocorrido. "Estávamos abraçados quando três caras se dirigiram até nós e começaram a nos xingar. Estavam visivelmente alcoolizados, e disseram inúmeros palavrões, gritaram para que saíssemos da festa, pois estávamos manchando o lugar e usaram diversos adjetivos homofóbicos", escreveu.
O estudante conta ainda que, quando os seguranças foram acionados e chegaram ao local, nada fizeram. O casal recebeu chutes e bebidas também foram jogadas neles. Duas meninas que prestaram ajuda também foram agredidas e tiveram o carro depredado.


Serviço:
Ato Fúnebre - Contando as nossas mortes.
No Bandejão Central - CRUSP
Dia 04 de novembro de 2010, quinta-feira
Das 11h00 às 14h00 e das 17h30 às 19h45
O Conselho de Justiça de Manchester, no Reino Unido categorizou o ato de manifestações de um grupo religioso chamado 'Christian Voice' preconceituosa e como crime de ódio e espera banir a ação do grupo de aproximadamente 20 pessoas. O grupo protestou durante a parada gay no dia 30 de setembro com cartazes e agressões verbais aos homossexuais que desfilavam no evento.
“Protestos como estes não tem lugar em Manchester”, afirmou Pat Karney, porta-voz do Conselho. “Eu irei encontrar os organizadores e a polícia para me certificar de que no ano que vem estas pessoas não estejam sujeitas a estes discursos vis e cheios de ódio. Nós temos uma história de orgulho em Manchester de liberdade de expressão, mas não há lugar para isso. Há coisas que nós podemos fazer usando leis de crimes de ódio para garantir que eles não voltarão”, afirmou a porta voz.


por Hernanny Queiroz
gay1.contato@gay1.com.br

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Chegou a hora! Vamos lutar contra a homofobia. A palavra de ordem é:
HOMOFOBIA É CRIME! CRIMINALIZAÇÃO JÁ!

HUUUUUUUUUMMMMMMMM. DELICIA!

SE A RELIGIÃO NÃO GOSTA DE VOCÊ, MANDE A RELIGIÃO PARA O INFERNO.

Dilma A Presidente Eleita do BRASIL.

Dilma fez o primeiro discurso após a surra que deu no Serra.

Falou dos principais pontos do seu programa de Governo, como, por exemplo, a erradicação da pobreza e o respeito à liberdade de expressão.
Porém, o ponto alto foi um emocionado final de agradecimento ao presidente Lula.
Disse que saberá honrar esse legado.
Disse que aprendeu que quando se governa para os mais necessitados se surpreende com a vigorosa resposta do povo brasileiro.
Ela disse: Lula nunca estará longe de seu povo.
Baterei à sua porta e tenho certeza de que a porta estará sempre aberta, disse Dilma.
Em tempo: confirmou-se hoje a entronização do ex deputado José Eduardo Cardozo na função de Papagaio de Pirata da Presidenta Dilma.
Ela de branco e, mais alto, ele de preto, atrás, levemente deslocado para que seu rosto pudesse ser sempre captado.
Ali, o Papagaio arrumava o cabelo e fazia o queixo repousar sobre a mão.
Dialogava com a plateia e tirava a atenção da Presidenta.
A Nação agradeceria se essa função fosse abolida, a de Papagaio de Pirata.
Paulo Henrique Amorim
Uma pesquisa feita na Inglaterra constatou um novo comportamento que ja havíamos anunciado aqui : homens que se maqueiam. A Opinum Research entrevistou 1800 homens e um entre cada sete entrevistados revelam usar lápis de olho, corretivo, base e tinta para cabelo.

Esmaltes e cremes anti-sinais também constaram na lista de cosméticos aprovados pelos britanicos.
Alguns exemplos de celebridades podem ser lembrados dentro desse perfil vaidoso: Russel Brand, David Bowie, Ewan McGregor… Mas será que a moda emplaca por aqui? Na dúvida, reforce seu kit
Por Hyago Alves
base-blush@hotmail.com

PENSE NISSO!

Assim como os diamantes são os melhores amigos de uma garota, uma boa mãe é a melhor amiga de um rapaz. -
Patrício Bisso