segunda-feira, 15 de novembro de 2010
PENSE NISSO!
A maior lente de aumento do mundo é um homem olhando para sua própria pessoa.
Alexander Pope
Alexander Pope
Rio de Janeiro, 14 nov.2010
Dezenas de milhares de pessoas se reuniram neste domingo no Rio de Janeiro para reivindicar a igualdade de direitos dos homossexuais na 15ª Parada do Orgulho Gay, que percorreu a praia de Copacabana apesar do frio e de uma garoa constante.
Mais de 13 trios elétricos se enfileiraram ao longo da praia desde o começo da manhã, decorados com várias palavras de ordem contra a homofobia, bandeiras com as cores do arco-íris - uma delas a maior do mundo, com dez metros de largura por 120 de comprimento - e potentes equipamentos de som para animar a festa.
Os participantes começaram a chegar a partir do meio-dia de várias partes do Brasil usando perucas coloridas e fantasias e empunhando bandeiras para reivindicar os direitos dos homossexuais.
Personagens saídos do filme "Avatar" se misturavam a soldados romanos, índios, presidiários, vampiros e todo tipo de fantasias eróticas, observados por milhares de curiosos que foram à festa.
Apesar do frio incomum para esta época do ano no Rio de Janeiro, os organizadores disseram que esperavam reunir cerca de um milhão de pessoas no evento, que além de ser uma celebração é também um evento de reivindicação política.
Segundo um comunicado divulgado pelo Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais), que organiza a parada, um homossexual é assassinado a cada dois dias no Brasil por razões homofóbicas.
Por esse motivo, o grupo propôs que o tema central do desfile deste ano fosse, além da luta contra a intolerância, a criminalização da homofobia por meio de um projeto de lei que está em tramitação no Senado.
Durante o evento, foram distribuídos um milhão de preservativos ao público, que ainda teve a possibilidade de fazer exame de aids e recebeu material didático sobre a prevenção contra Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST).
A primeira Parada do Orgulho Gay do Brasil aconteceu em 1995, quando cerca de três mil pessoas se reuniram na praia de Copacabana. Desde então foram organizados eventos similares em outras capitais do país. Em São Paulo, a edição deste ano contou com cerca de três milhões de pessoas, número que a transformou na maior do mundo, segundo os organizadores.
De acordo com dados da Riotur, a empresa municipal de turismo, a Parada do Orgulho Gay é o terceiro maior evento realizado na cidade, atrás apenas do Carnaval e do réveillon.
Mais de 13 trios elétricos se enfileiraram ao longo da praia desde o começo da manhã, decorados com várias palavras de ordem contra a homofobia, bandeiras com as cores do arco-íris - uma delas a maior do mundo, com dez metros de largura por 120 de comprimento - e potentes equipamentos de som para animar a festa.
Os participantes começaram a chegar a partir do meio-dia de várias partes do Brasil usando perucas coloridas e fantasias e empunhando bandeiras para reivindicar os direitos dos homossexuais.
Personagens saídos do filme "Avatar" se misturavam a soldados romanos, índios, presidiários, vampiros e todo tipo de fantasias eróticas, observados por milhares de curiosos que foram à festa.
Apesar do frio incomum para esta época do ano no Rio de Janeiro, os organizadores disseram que esperavam reunir cerca de um milhão de pessoas no evento, que além de ser uma celebração é também um evento de reivindicação política.
Segundo um comunicado divulgado pelo Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais), que organiza a parada, um homossexual é assassinado a cada dois dias no Brasil por razões homofóbicas.
Por esse motivo, o grupo propôs que o tema central do desfile deste ano fosse, além da luta contra a intolerância, a criminalização da homofobia por meio de um projeto de lei que está em tramitação no Senado.
Durante o evento, foram distribuídos um milhão de preservativos ao público, que ainda teve a possibilidade de fazer exame de aids e recebeu material didático sobre a prevenção contra Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST).
A primeira Parada do Orgulho Gay do Brasil aconteceu em 1995, quando cerca de três mil pessoas se reuniram na praia de Copacabana. Desde então foram organizados eventos similares em outras capitais do país. Em São Paulo, a edição deste ano contou com cerca de três milhões de pessoas, número que a transformou na maior do mundo, segundo os organizadores.
De acordo com dados da Riotur, a empresa municipal de turismo, a Parada do Orgulho Gay é o terceiro maior evento realizado na cidade, atrás apenas do Carnaval e do réveillon.
Estranho pensar que uma plantação de batata possa ter ajudado a intolerância à Bissexualidade e a decadência de uma visão liberal sobre sexo, mas o historiador Peter Stearns, dos EUA, crê que isso seja verdade.
Em seu livro “História da Sexualidade”, recém-lançado no Brasil, ele mostra que a fixação geográfica das famílias e o interesse econômico engendraram maior controle do desejo carnal. Quando o ser humano apenas caçava e coletava frutos, as coisas eram mais prazerosas.
Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, o historiador Peter Stearns diz que, nessa época, havia fascínio pela sexualidade e ser Bissexual era algo comum.
Entretanto, com a família agrupada, algo ocasionado pelo cultivo da terra, tornou-se mais fácil vigiar cada integrante. Além disso, os casamentos tornaram-se interessantes porque passaram a ter dotes e a prover heranças.
O livro também mostra como a Homossexualidade se tornou maldita na Idade Média, época em que o sexo passou a ser visto como sujo, O que levou inclusive à ideia de Jesus Cristo ter tido de nascer de uma virgem.
Mas há coisas boas. O autor diz que a urbanização vivida desde o século 20 tem feito com que tabus comecem a cair, inclusive o impedimento à diversidade de orientação sexual.
Em seu livro “História da Sexualidade”, recém-lançado no Brasil, ele mostra que a fixação geográfica das famílias e o interesse econômico engendraram maior controle do desejo carnal. Quando o ser humano apenas caçava e coletava frutos, as coisas eram mais prazerosas.
Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, o historiador Peter Stearns diz que, nessa época, havia fascínio pela sexualidade e ser Bissexual era algo comum.
Entretanto, com a família agrupada, algo ocasionado pelo cultivo da terra, tornou-se mais fácil vigiar cada integrante. Além disso, os casamentos tornaram-se interessantes porque passaram a ter dotes e a prover heranças.
O livro também mostra como a Homossexualidade se tornou maldita na Idade Média, época em que o sexo passou a ser visto como sujo, O que levou inclusive à ideia de Jesus Cristo ter tido de nascer de uma virgem.
Mas há coisas boas. O autor diz que a urbanização vivida desde o século 20 tem feito com que tabus comecem a cair, inclusive o impedimento à diversidade de orientação sexual.
domingo, 14 de novembro de 2010
Alguns painéis de divulgação da 3ª Semana da Diversidade de Catanduva, no interior de São Paulo, foram alvos de atos de vandalismo.
A placa foi depredada duas vezes em um período de cinco dias.
O material foi instalado no início de novembro e destruído quatro dias depois. O painel foi consertado, mas um segundo ataque aconteceu no último domingo.
O Grupo REVEJA, responsável pela propaganda, emitiu uma nota repudiando os acontecimentos e lembrando que "o painel é uma propriedade do município e foi custeado em parceira com a Prefeitura Municipal de Catanduva através da Secretaria de Saúde".
A Parada da Diversidade de Catanduva será realizada na próxima segunda-feira (15).
A placa foi depredada duas vezes em um período de cinco dias.
O material foi instalado no início de novembro e destruído quatro dias depois. O painel foi consertado, mas um segundo ataque aconteceu no último domingo.
O Grupo REVEJA, responsável pela propaganda, emitiu uma nota repudiando os acontecimentos e lembrando que "o painel é uma propriedade do município e foi custeado em parceira com a Prefeitura Municipal de Catanduva através da Secretaria de Saúde".
A Parada da Diversidade de Catanduva será realizada na próxima segunda-feira (15).
São Paulo vai sediar primeira feira gay de negócios do Mercosul
Em julho de 2011, a cidade de São Paulo vai sediar o primeiro Expo Business LGBT do Mercosul, uma feira de negócios que pretende reunir cerca de 30 empresas com atividades direta ou indiretamente voltadas para o público de lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros (LGBT) da região. Empresas de turismo, hotelaria, gastronomia, aluguel de carros e lazer de um modo geral são as mais interessadas, mas o encontro estará aberto para qualquer tipo de empresa ou profissional liberal que queira aproveitar a ocasião para conversar sobre as oportunidades geradas por um público estimado em 18 milhões de pessoas no Brasil e com um poder de consumo que muitos calculam ultrapassar os R$ 150 bilhões.
O slogan é curioso: “Vamos tirar o mercado do armário!”.
O slogan é curioso: “Vamos tirar o mercado do armário!”.
Deputados do México aprovam seguridade social e médica para casais gays
A Câmara dos Deputados do México aprovou a reforma da Lei do Instituto Mexicano de Seguro Social, que concede direitos de previdência, saúde e herança aos casais do mesmo sexo. A lei vale para os casais que vivem em forma de sociedade de fato ou sob a lei do pacto de solidariedade.
A aprovação é o resultado de um mais um passo da bancada dos deputados progressistas que têm atuado pela garantia do pleno reconhecimento dos direitos aos casais homossexuais.
A lei foi aprovada pela ampla maioria dos deputados mexicanos.
Agora a reforma segue para o Senado onde deve ser aprovada. Após a sanção do Senado, a lei entrará em vigor em até 60 dias de sua publicação no Jornal Oficial da Federação.
sábado, 13 de novembro de 2010
Por conta de um beijo dado em público, um jovem gay de 18 anos foi detido e indiciado por estupro de vulnerável. Isso porque a pessoa que o rapaz beijava era outro garoto, de 13 anos. O caso aconteceu nesta semana em um shopping de São Paulo.
Como a lei determina que menores de 14 anos são incapazes de responderem por seus atos, a Polícia Militar prendeu o maior e o levou ao 13º Distrito Policial, na Casa Verde. Ele foi denunciado por funcionários do shopping, que o viram sair de uma sala de cinema e trocar carícias com o menor na praça de alimentação. A gerente do cinema chamou a segurança, que acionou a PM e os pais do menor.
Segundo o desembargador Antonio Carlos Malheiros, a prisão foi correta porque "com menos de 14 anos, tudo agora é estupro. Agora é estupro de vulnerável para menor de 14 anos. Não é considerado pedofilia porque pedofilia é no âmbito infantil. A vítima teria de ter 12 anos de idade".
O rapaz de 18 anos continuava preso até a tarde desta sexta-feira, 12.
O episódio acende o debate: e se fosse um casal hétero, o resultado seria o mesmo? Comente aqui.
Como a lei determina que menores de 14 anos são incapazes de responderem por seus atos, a Polícia Militar prendeu o maior e o levou ao 13º Distrito Policial, na Casa Verde. Ele foi denunciado por funcionários do shopping, que o viram sair de uma sala de cinema e trocar carícias com o menor na praça de alimentação. A gerente do cinema chamou a segurança, que acionou a PM e os pais do menor.
Segundo o desembargador Antonio Carlos Malheiros, a prisão foi correta porque "com menos de 14 anos, tudo agora é estupro. Agora é estupro de vulnerável para menor de 14 anos. Não é considerado pedofilia porque pedofilia é no âmbito infantil. A vítima teria de ter 12 anos de idade".
O rapaz de 18 anos continuava preso até a tarde desta sexta-feira, 12.
O episódio acende o debate: e se fosse um casal hétero, o resultado seria o mesmo? Comente aqui.
O debate sobre a união civil gay na Austrália ganha apoiadores e será discutido nos parlamentos da Tasmânia, Vitória e Austrália do Sul. Os congressistas destes três estados, em sua maioria, são favoráveis à união civil entre pessoas do mesmo sexo.
A discussão em torno da união civil gay acontece à revelia da primeira-ministra da Austrália, Julia Gillard, que já se declarou contra a lei em questão. Porém, o Partido Trabalhista australiano tem conquistado mais e mais apoio e hoje a maioria dos partidos está a favor.
Na Tasmânia, a iniciativa partiu do Partido Verde, porém, o estado já conta com uma lei de parceira civil. O premiê da Tasmânia, David Bartlett, que é do Partido Trabalhista, é favoravel à aprovação de uma lei que equipare os direitos dos casais gays aos dos heterossexuais.
Em Vitória, o projeto de lei também é uma iniciativa do Partido Verde, na verdade, uma promessa do deputado Brian Walters. Nesse estado, a lei conta com o apoio do primeiro-ministro, John Brumby, que, curiosamente, é do Partido Trabalhista. Já na Austrália do Sul, os deputados Ian Hunter (dos Trabalhistas e assumidamente gay) e Tammy Frank (Verde) apresentaram na última quinta-feira (11) um projeto de lei elaborado conjuntamente.
Porém, a discussão esbarra no seguinte problema: quem deve definir sobre as uniões civis, Estados ou a Federação? A primeira-ministra defende que, independente dos Estados aprovarem as leis, elas não terão validade, pois o que vale é a lei federal da união civil, e Julia Gillard tem sido clara: "A lei federal só reconhece casais constituídos entre um homem e uma mulher". Mas, alguns advogados especialistas no assunto, alegam que a Constituição australiana tem brechas para que se aprovem leis locais e garantam os direitos aos casais homossexuais.
Um fator pode mudar o jogo: em 2011 a Austrália terá eleições e tanto os partidos da direita quanto da esquerda querem a cadeira de Julia Gillard. Por conta disso, até os conservadores começam a apoiar a aprovação de tais leis.
A discussão em torno da união civil gay acontece à revelia da primeira-ministra da Austrália, Julia Gillard, que já se declarou contra a lei em questão. Porém, o Partido Trabalhista australiano tem conquistado mais e mais apoio e hoje a maioria dos partidos está a favor.
Na Tasmânia, a iniciativa partiu do Partido Verde, porém, o estado já conta com uma lei de parceira civil. O premiê da Tasmânia, David Bartlett, que é do Partido Trabalhista, é favoravel à aprovação de uma lei que equipare os direitos dos casais gays aos dos heterossexuais.
Em Vitória, o projeto de lei também é uma iniciativa do Partido Verde, na verdade, uma promessa do deputado Brian Walters. Nesse estado, a lei conta com o apoio do primeiro-ministro, John Brumby, que, curiosamente, é do Partido Trabalhista. Já na Austrália do Sul, os deputados Ian Hunter (dos Trabalhistas e assumidamente gay) e Tammy Frank (Verde) apresentaram na última quinta-feira (11) um projeto de lei elaborado conjuntamente.
Porém, a discussão esbarra no seguinte problema: quem deve definir sobre as uniões civis, Estados ou a Federação? A primeira-ministra defende que, independente dos Estados aprovarem as leis, elas não terão validade, pois o que vale é a lei federal da união civil, e Julia Gillard tem sido clara: "A lei federal só reconhece casais constituídos entre um homem e uma mulher". Mas, alguns advogados especialistas no assunto, alegam que a Constituição australiana tem brechas para que se aprovem leis locais e garantam os direitos aos casais homossexuais.
Um fator pode mudar o jogo: em 2011 a Austrália terá eleições e tanto os partidos da direita quanto da esquerda querem a cadeira de Julia Gillard. Por conta disso, até os conservadores começam a apoiar a aprovação de tais leis.
O Rio de Janeiro já está respirando ares de Parada Gay. Além do desfile em si, marcado para este domingo, 14, diversos eventos paralelos estão sendo realizados na capital fluminense. A ideia é reunir a turma colorida que está a fim de sair às ruas para pedir direitos, respeito e visibilidade.
Um desses acontecimentos é o 2º Lesbifest – Festival da cultura e diversidade de lésbicas e mulheres bissexuais. Marcado para ser realizado na noite deste sábado, 13, no Bar Sinônimo (Rua Mem de Sá, 118 – Lapa), o evento cheio de surpresas vai animar meninas que gostam de meninas com muita música ao vivo. As cantoras Maiara, Juliana Farina, Nana Kozak se apresentam, assim como o grupo de percussão Fina Batucada, formado só por mulheres. Quem aparecer por lá vai poder conferir e participar do concurso de drag kings, em que as fofas encarnarão figuras masculinas em suas performances. Rola premiação para as três primeiras colocadas. Vai ter ainda Cupido dando uma forcinha na paquera e performance teatral com Ítala Isis.
Também na noite de sábado rola festa Pré-Parada na 1140 (R. Capitão Menezes, 1140 - Jacarepaguá). O lineup tem os DJs Marcão Rezende, Guilherme Santos e Marcio Rezende, além de seus convidados. Tem também shows de drags com Suzy Brasil, Leona e Vick Diamond.
O ponto alto desta programação é a Parada do Orgulho LGBT do Rio, que este ano faz sua décima-quinta edição. A concentração está marcada para as 13 horas, ali na Avenida Atlântica, Posto 6. Apareça, sua participação é mais que importante!
Um desses acontecimentos é o 2º Lesbifest – Festival da cultura e diversidade de lésbicas e mulheres bissexuais. Marcado para ser realizado na noite deste sábado, 13, no Bar Sinônimo (Rua Mem de Sá, 118 – Lapa), o evento cheio de surpresas vai animar meninas que gostam de meninas com muita música ao vivo. As cantoras Maiara, Juliana Farina, Nana Kozak se apresentam, assim como o grupo de percussão Fina Batucada, formado só por mulheres. Quem aparecer por lá vai poder conferir e participar do concurso de drag kings, em que as fofas encarnarão figuras masculinas em suas performances. Rola premiação para as três primeiras colocadas. Vai ter ainda Cupido dando uma forcinha na paquera e performance teatral com Ítala Isis.
Também na noite de sábado rola festa Pré-Parada na 1140 (R. Capitão Menezes, 1140 - Jacarepaguá). O lineup tem os DJs Marcão Rezende, Guilherme Santos e Marcio Rezende, além de seus convidados. Tem também shows de drags com Suzy Brasil, Leona e Vick Diamond.
O ponto alto desta programação é a Parada do Orgulho LGBT do Rio, que este ano faz sua décima-quinta edição. A concentração está marcada para as 13 horas, ali na Avenida Atlântica, Posto 6. Apareça, sua participação é mais que importante!
A marca de movéis de luxo Montenapoleone costuma chamar arquitetos famosos para suas campanhas anuais.
Desta vez eles fizeram o mesmo, mas fotografaram um casal de arquitetos Gays e mostram os dois se beijando.
O casal é formado pelos arquitetos Zezinho Santos e Turíbio Santos. A foto é de Jairo Goldflus.
A militância do Chile acaba de lançar a segunda edição de seu material educativo sobre homofobia e bullying. Ele vai ser entregue nas escolas de todo o país.
A iniciativa é do Movimiento de Integración y Liberación Homosexual (Movilh), com apoio do senador Fulvio Rossi, do deputado Hugo Gutiérrez e do coletivo LGBT local Falange de la Diversidad Sexual (Fadisex).
A segunda edição do “Educando en la Diversidad, Orientación Sexual e Identidad de Género en las Aulas” tem 42 páginas, 10 a mais do que a primeira, 10 mil exemplares e vem ainda com um CD interativo com o mesmo nome que fala sobre direitos LGBTs de uma maneira dinâmica e menos teórica.
A iniciativa é do Movimiento de Integración y Liberación Homosexual (Movilh), com apoio do senador Fulvio Rossi, do deputado Hugo Gutiérrez e do coletivo LGBT local Falange de la Diversidad Sexual (Fadisex).
A segunda edição do “Educando en la Diversidad, Orientación Sexual e Identidad de Género en las Aulas” tem 42 páginas, 10 a mais do que a primeira, 10 mil exemplares e vem ainda com um CD interativo com o mesmo nome que fala sobre direitos LGBTs de uma maneira dinâmica e menos teórica.
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
No Espírito Santo, a cidade de Colatina realiza no próximo domingo, 14, seu VI Manifesto LGBT, que neste ano tem como tema “Uma Luta Pela Igualdade”. A concentração para a caminhada está marcada para o meio-dia, na Praça Municipal de Colatina, com abertura prevista para as 13h.
Às 15h será cantado o Hino Nacional e, em seguida, às 15h20, começa a caminhada realizada pelo Gold (Grupo Orgulho, Liberdade e Dignidade). Às 20h começa o show com Cris Monteiro. A programação termina às 22h.
Às 15h será cantado o Hino Nacional e, em seguida, às 15h20, começa a caminhada realizada pelo Gold (Grupo Orgulho, Liberdade e Dignidade). Às 20h começa o show com Cris Monteiro. A programação termina às 22h.
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