quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Grupo Gay Guarulhos lança sua primeira edição do Gay Oscar 2011
O grupo Gay Guarulhos lançou a sua primeira edição do Gay Oscar 2011, que irá eleger e premiar membros e representantes da Comunidade LGBT que se destacaram em 2010.
Toda semana o Gay Guarulhos fará uma prévia de indicações por categoria, até 31 de janeiro de 2011, com base nas indicações dos internautas.
As indicações se iniciam na próxima segunda feira, 06/12, com a categoria Revelação 2010, e todos os internautas do mundo inteiro poderão sugerir seus indicados.
O Gay Oscar iniciará a votação dos indicados no dia 01 de Fevereiro de 2011, por modalidade de votação aberta no portal do grupo Gay Guarulhos. Participe você também.
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Médico influente no Brasil, Dráuzio Varella escreveu mais um artigo em prol da comunidade LGBT. Publicado pela Folha de São Paulo no sábado, 4, ele defendeu o direito de ser homossexual e utilizou várias teses para derrubar argumentos homofóbicos. Ano passado, Dráuzio escreveu um texto em que defendia as travestis.
No artigo, o médico diz que em todas as épocas e civilizações sempre existiu a homossexualidade, mas que muitas pessoas consideram o ato homossexual como antinatural. “Se partirmos de princípio tão frágil (Deus fez os órgãos sexuais para a procriação), como justificar a prática de sexo anal entre heterossexuais? E o sexo oral? E o beijo na boca? Deus não teria criado a boca para comer a língua para articular palavras?”
De acordo com o médico, os argumentos de que a homossexualidade é uma perversão humana cai por terra quando ela também é encontrada entre outros animais. “Comportamento homossexual foi documentado em fêmeas e machos de ao menos 71 espécies de mamíferos, incluindo ratos, camundongos, coelhos, gatos, cabritos, poços, antílopes, macacos e até leões, os reis da selva.”
Dráuzio também fala sobre aqueles que consideram a homossexualidade uma escolha: “Quer dizer, num belo dia, pensaram: eu poderia ser heterossexual, mas, como sou –sem-vergonha, prefiro me relacionar com pessoas do mesmo sexo. Não sejamos ridículos; quem escolheria a homossexualidade se pudesse ser como a maioria dominante? Se a vida já é dura para os heterossexuais, imagine para os outros.”
O médico alega que a sexualidade não admite opções e que é possível controlar o comportamento, mas nunca o desejo. “O desejo brota da alma humana, indomável como a água que despenca da cachoeira.”
Ele também afirma que o comportamento homossexual é tão legítimo e inevitável quanto a heterossexualidade e que reprimi-lo é um ato de violência. “Os pastores de almas que se opõem ao casamento entre homossexuais têm o direito de recomendar a seus rebanhos que não o façam, mas não podem ser nazistas a ponto de pretender impor sua vontade aos mais esclarecidos.”
Dráuzio finaliza perguntando ao leitor o que de fato muda na vida de uma pessoa o fato de a colega do escritório gostar de mulher, do vizinho se deitar com outro homem, ou de o apartamento de um gay ser herdado pelo sobrinho ou por um companheiro que conviveu por mais de 30 anos.
No artigo, o médico diz que em todas as épocas e civilizações sempre existiu a homossexualidade, mas que muitas pessoas consideram o ato homossexual como antinatural. “Se partirmos de princípio tão frágil (Deus fez os órgãos sexuais para a procriação), como justificar a prática de sexo anal entre heterossexuais? E o sexo oral? E o beijo na boca? Deus não teria criado a boca para comer a língua para articular palavras?”
De acordo com o médico, os argumentos de que a homossexualidade é uma perversão humana cai por terra quando ela também é encontrada entre outros animais. “Comportamento homossexual foi documentado em fêmeas e machos de ao menos 71 espécies de mamíferos, incluindo ratos, camundongos, coelhos, gatos, cabritos, poços, antílopes, macacos e até leões, os reis da selva.”
Dráuzio também fala sobre aqueles que consideram a homossexualidade uma escolha: “Quer dizer, num belo dia, pensaram: eu poderia ser heterossexual, mas, como sou –sem-vergonha, prefiro me relacionar com pessoas do mesmo sexo. Não sejamos ridículos; quem escolheria a homossexualidade se pudesse ser como a maioria dominante? Se a vida já é dura para os heterossexuais, imagine para os outros.”
O médico alega que a sexualidade não admite opções e que é possível controlar o comportamento, mas nunca o desejo. “O desejo brota da alma humana, indomável como a água que despenca da cachoeira.”
Ele também afirma que o comportamento homossexual é tão legítimo e inevitável quanto a heterossexualidade e que reprimi-lo é um ato de violência. “Os pastores de almas que se opõem ao casamento entre homossexuais têm o direito de recomendar a seus rebanhos que não o façam, mas não podem ser nazistas a ponto de pretender impor sua vontade aos mais esclarecidos.”
Dráuzio finaliza perguntando ao leitor o que de fato muda na vida de uma pessoa o fato de a colega do escritório gostar de mulher, do vizinho se deitar com outro homem, ou de o apartamento de um gay ser herdado pelo sobrinho ou por um companheiro que conviveu por mais de 30 anos.
Na semana passada um casal gay foi constrangido pelo segurança da doceria "Ofner", que fica na Alameda Campinas, em São Paulo. Os rapazes estavam abraçados quando o segurança disse que o local era um lugar "de família". O caso repercutiu nacionalmente após ganhar nota na coluna da jornalista Mônica Bergamo, no jornal "Folha de são Paulo". O casal já avisou que irá processar a loja.
Por conta disso, o mesmo grupo que organizou o ato contra a homofobia na porta da Universidade Mackenzie está convocando as pessoas para um beijaço em frente à Ofner para protestar contra o ato discriminatório por parte do segurança da rede de docerias e pela aprovação do PLC 122/2006, que torna crime a homofobia em todo o Brasil.
Além do ato, os manifestantes estão pedindo para que as pessoas não consumam na Ofner, pois alegam que o "dinheiro vai sustentar a homofobia". O beijaço acontece no próximo domingo (12), a partir das 18h.
Serviço:
Beijaço na Ofner
Quando: domingo, 12/12, às 18h.
Endereço: rua Alameda Campinas, 1160 - Jardins (esquina com a rua Batataes).
A capa
Por conta disso, o mesmo grupo que organizou o ato contra a homofobia na porta da Universidade Mackenzie está convocando as pessoas para um beijaço em frente à Ofner para protestar contra o ato discriminatório por parte do segurança da rede de docerias e pela aprovação do PLC 122/2006, que torna crime a homofobia em todo o Brasil.
Além do ato, os manifestantes estão pedindo para que as pessoas não consumam na Ofner, pois alegam que o "dinheiro vai sustentar a homofobia". O beijaço acontece no próximo domingo (12), a partir das 18h.
Serviço:
Beijaço na Ofner
Quando: domingo, 12/12, às 18h.
Endereço: rua Alameda Campinas, 1160 - Jardins (esquina com a rua Batataes).
A capa
Em depoimento nesta segunda-feira (6) no 5º Distrito Policial (Aclimação), dois rapazes que teriam sido vítimas de novo ato de homofobia na região da avenida Paulista afirmaram que apanharam por estar de mãos dadas.
Como explicou o delegado-assistente Renato Felisoni, o ataque aconteceu por volta das 4h de sábado (4). "Eles contaram que os agressores chegaram gritando 'desgruda, desgruda' e dizendo que eram 'viados' e 'tinham que morrer'", afirmou.
As vítimas são Robson Oliveira de Lima e Gilberto Tranquilini da Silva, ambos de 28 anos. Eles disseram que estavam saindo de uma boate gay na região quando foram abordados. "O Robson levou uma voadora no peito. E seguiu apanhando no chão, até sangrar", disse a autoridade policial. "O Gilberto também foi agredido."
Até agora, a polícia não tem pistas sobre os autores do ataque. Pelos depoimentos de hoje, os agressores estavam em um grupo de seis pessoas, sendo duas mulheres e quatro homens.
Como explicou o delegado-assistente Renato Felisoni, o ataque aconteceu por volta das 4h de sábado (4). "Eles contaram que os agressores chegaram gritando 'desgruda, desgruda' e dizendo que eram 'viados' e 'tinham que morrer'", afirmou.
As vítimas são Robson Oliveira de Lima e Gilberto Tranquilini da Silva, ambos de 28 anos. Eles disseram que estavam saindo de uma boate gay na região quando foram abordados. "O Robson levou uma voadora no peito. E seguiu apanhando no chão, até sangrar", disse a autoridade policial. "O Gilberto também foi agredido."
Até agora, a polícia não tem pistas sobre os autores do ataque. Pelos depoimentos de hoje, os agressores estavam em um grupo de seis pessoas, sendo duas mulheres e quatro homens.
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
GRANDE EXPOENTE
Leonardo Boff, pseudônimo de Genézio Darci Boff (Concórdia, 14 de dezembro de 1938), é um teólogo brasileiro, escritor e professor universitário, expoente da Teologia da Libertação no Brasil. Foi membro da Ordem dos Frades Menores, mais conhecidos como Franciscanos. É respeitado pela sua história de defesa pelas causas sociais e atualmente debate também questões ambientais.
Seus questionamentos a respeito da hierarquia da Igreja, expressos no livro Igreja, Carisma e Poder, renderam-lhe um processo junto à Congregação para a Doutrina da Fé, então sob a direção de Joseph Ratzinger, hoje Papa Bento XVI. Em 1985, foi condenado a um ano de "silêncio obsequioso", perdendo sua cátedra e suas funções editoriais no interior da Igreja Católica. Em 1986, recuperou algumas funções, mas sempre sob severa vigilância. Em 1992, ante nova ameaça de punição, desligou-se da Ordem Franciscana e pediu dispensa do sacerdócio. Sem que esta dispensa lhe fosse concedida, uniu-se, então, à educadora popular[1] e militante dos direitos humanos Márcia Monteiro da Silva Miranda, divorciada e mãe de seis filhos. Boff afirma que nunca deixou a Igreja: "Continuei e continuo dentro da Igreja e fazendo teologia como antes", mas deixou de exercer a função de padre dentro da Igreja.
Sua produção literária e teológica é superior a 60 livros, entre eles o best-seller A Águia e a Galinha. A maioria de suas obras foram publicadas no exterior.
Atualmente, viaja pelo Brasil dando palestras sobre os temas abordados em seus livros e tambem em encontros da Agenda 21. Vive em Petrópolis (RJ) com a educadora popular Márcia Miranda.
PENSE NISSO!
Meu desejo é ver Deus. E, como dizia Freud, se eu morrer e chegar à presença de Deus, eu terei muito mais coisas a perguntar para ele do que ele a mim.
Leonardo Boff
Leonardo Boff
Simpatizante da comunidade LGBT, a atriz Claudia raia participou e foi homenageada, na noite de quinta-feira, 2, da quarta edição do Troféu Talentos a Dublagem, que contempla as artistas transformistas. O evento ocorreu no Barra Show, Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio de Janeiro, e premiou a cabeleira Erika Vogue.
Descontraída, a atriz foi uma das juradas do concurso e tornou-se a grande homenageada da noite. Além do carinho pela comunidade colorida, Claudia está atualmente na novela Ti Ti Ti, cuja trama caiu no gosto do público gay e já interpretou a eterna transexual Ramona em “As filhas da Mãe” (Globo).
O evento ainda contou com a presença de David Brasil, Fabiana Karla, Fernanda Souza, Davi Lucas, Rodrigo Fagundes, Caíke Luna e Marcelo Médici, que fizeram a diversão da platéia.
Descontraída, a atriz foi uma das juradas do concurso e tornou-se a grande homenageada da noite. Além do carinho pela comunidade colorida, Claudia está atualmente na novela Ti Ti Ti, cuja trama caiu no gosto do público gay e já interpretou a eterna transexual Ramona em “As filhas da Mãe” (Globo).
O evento ainda contou com a presença de David Brasil, Fabiana Karla, Fernanda Souza, Davi Lucas, Rodrigo Fagundes, Caíke Luna e Marcelo Médici, que fizeram a diversão da platéia.
Deputados vão debater em seminário até que ponto o PLC 122 pode censurar alguém
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| discutir é necessário Pimenta: |
A iniciativa é do presidente da Comissão de Legislação Participativa, Paulo Pimenta (PT-RS), e surgiu depois dos seminários “Escola sem Homofobia” e “Assassinatos LGBT”, realizados no Congresso no último mês. “Uma questão posta foi se a mídia, em especial a televisão, contribui em seus programas humorísticos para a propagação de atitudes discriminatórias por orientação sexual, ou se as piadas feitas com a comunidade LGBT são inofensivas e não causam nenhum tipo de prejuízo social a essas pessoas”, explica o deputado.
Ele acredita que é importante discutir o tema porque alguns setores da mídia brasileira já estão supondo que a aprovação do PLC 122/06, que criminaliza a homofobia, pode ser um dispositivo em conflito com a liberdade de expressão. “Portanto, debater os limites entre a liberdade de expressão, censura e homofobia na mídia faz-se necessário na medida em que, por outro lado, a reprodução exaustiva de um sistema de diferenciação conduz e colabora para a discriminação, segregação e exclusão.”
Serão convidados representantes da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Rede Globo, Bandeirantes, Rede TV!, Record, Ministério Público Federal, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Conselho Federal de Psicologia e Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Travestis e Transexuais (ABLGT).
Haverá ainda palestras do desembargador do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS) Rui Portanova e da desembargadora aposentada do TJ-RS Maria Berenice Dias.
sábado, 4 de dezembro de 2010
O governo britânico anunciou que irá fazer campanha para que as empresas privadas se tornem mais gay-friendly. O anúncio foi feito pela ministra da Igualdade, Lynne Featherstone. "Nós iremos encaminhar relatório às empresas para que elas tomem medidas para melhorar a igualdade LGBT no local de trabalho", disse.
Outro objetivo do Ministério da Igualdade é incentivar as pessoas LGBT a se envolverem mais com que as questões políticas locais e nacionais. O governo acredita que a participação de homossexuais em questões políticas pode ajudar no registro de crimes homofóbicos. O órgão também está elaborando um plano específico para a população trans.
Já no âmbito diplomático, o governo inglês estuda estratégia para atuar em países europeus que ainda não reconhecem as uniões civis entre pessoas do mesmo sexo. Na semana passada, deputados conservadores da União Europeia tentaram bloquear uma moção do órgão que pedia o reconhecimento da união civil gay em todo o continente.
A Capa
Outro objetivo do Ministério da Igualdade é incentivar as pessoas LGBT a se envolverem mais com que as questões políticas locais e nacionais. O governo acredita que a participação de homossexuais em questões políticas pode ajudar no registro de crimes homofóbicos. O órgão também está elaborando um plano específico para a população trans.
Já no âmbito diplomático, o governo inglês estuda estratégia para atuar em países europeus que ainda não reconhecem as uniões civis entre pessoas do mesmo sexo. Na semana passada, deputados conservadores da União Europeia tentaram bloquear uma moção do órgão que pedia o reconhecimento da união civil gay em todo o continente.
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