quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
A dupla francesa de fotógrafos Julien e Stephane estão à toda com o projeto Exterface. Dedicada à beleza masculina, a iniciativa conta com dois novos ensaios, como sempre quentíssimos. Um deles, "Déflagration", é inspirado na Revolução Francesa e estrelado pelo modelo Medhy. Posando de jockstrap e com as cores da bandeira da França, o rapaz é estreante no Exterface.
A Câmara Municipal de Nova Friburgo, no Rio de Janeiro, aprovou durante sessão no último dia 14 o Projeto de Lei nº 2.273 de 2009, que proíbe e pune, no âmbito municipal, medidas contra a dignidade, decoro, reputação, integridade, saúde e liberdade dos LGBT. O projeto foi idealizado pelo movimento LGBT de Nova Friburgo e apresentado pelo vereador Claudio Damião (PT).
A proposta foi aprovada na presença de militantes LGBT com votos de oito dos 10 vereadores presentes – apenas Edson Flávio e Isaque Demani (ambos do PR) não votaram a favor. Agora o texto segue para sanção do prefeito, Heródoto Bento de Mello. A fiscalização das denúncias vai ficar a cargo do Centro Regional de Referência de Promoção da Cidadania LGBT Hanna Suzart.
Mixbrasil
A proposta foi aprovada na presença de militantes LGBT com votos de oito dos 10 vereadores presentes – apenas Edson Flávio e Isaque Demani (ambos do PR) não votaram a favor. Agora o texto segue para sanção do prefeito, Heródoto Bento de Mello. A fiscalização das denúncias vai ficar a cargo do Centro Regional de Referência de Promoção da Cidadania LGBT Hanna Suzart.
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Gloria está de olho nos freqüentadores mais engraçados e populares das boates gays do Rio.
A autora de novelas Gloria Perez vai começar a visitar boates gays cariocas, nesta semana, para coletar informações para um novo trabalho, uma minissérie que ela deve estrear no ano que vem ou começo de 2012, na Globo.Gloria está de olho nos freqüentadores mais engraçados e populares das boates gays do Rio.
Cay1
Novela da Rede Globo terá seis personagens homossexuais e um homofóbico
Caso se confirmem as notícias publicadas pela imprensa, a novela Insensato Coração, de Gilberto Braga, que estréia em janeiro, terá cinco personagens gays, um lésbico e um homofóbico. A personagem de Louise Cardoso (Sueli), para deixar mais bonito o quiosque do qual ela é a dona em Copacabana, colocará uma bandeira arco-íris no local só pela estética.
O destino foi certeiro para Sueli, pois o filho dela Eduardo (Rodrigo Andrade) vai se descobrir homossexual, isso depois de namorar uma mulher. Uma lésbica carcereira (Cristiana Oliveira), um homofóbico (Cássio Gabus Mendes), o afetado Roni (Leonardo Miggiorin) e os papéis de Nelson Mesquita, Hugo Abrantes e Xicão Madureira completariam o time homo da novela, ou, melhor dizendo, dessa quase série gay em horário nobre.
O destino foi certeiro para Sueli, pois o filho dela Eduardo (Rodrigo Andrade) vai se descobrir homossexual, isso depois de namorar uma mulher. Uma lésbica carcereira (Cristiana Oliveira), um homofóbico (Cássio Gabus Mendes), o afetado Roni (Leonardo Miggiorin) e os papéis de Nelson Mesquita, Hugo Abrantes e Xicão Madureira completariam o time homo da novela, ou, melhor dizendo, dessa quase série gay em horário nobre.
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Futura ministra de Direitos Humanos defende adoção por gays
A futura ministra de Direitos Humanos, a deputada federal Maria do Rosário (PT-RS) afirmou que vai defender a adoção por casais do mesmo sexo.
“Quando a gente trata, por exemplo, da possibilidade de as famílias homoafetivas fazerem a adoção, nós estamos trabalhando com algo que é muito importante para as crianças em abrigos. O Brasil deve assegurar o direito à família a essas crianças. A orientação sexual das pessoas não determina se elas serão bons pais ou mães. A superação desse preconceito é importantíssimo.”
Cena G
Glauco Mattoso faz poesia para pedir ao homem do saco vermelho um Natal daqueles Fataes Nataes
Natal! Que desejar, sendo sincero,
a alguem que considero? Peço então
que aquelle homem do sacco vermelhão
penetre no buraco, dizer quero...
Da sua chaminé! Que ganhe, espero,
algum peru carnudo e, pelo vão,
lhe venha a pomba! Vão das pernas? Não!
Da telha! E agoure sorte á hora zero!
Emfim, neste Natal, eu lhe desejo
esguichos, gritos, risos! Fique claro,
refiro-me à champanhe! E vale o ensejo:
Pendure a meia usada! Assim, meu caro,
que a noite escurecer, eis o que almejo:
trocar por nova, e um mimo eu ganho ao faro!
* Com dezenas de livros publicados, Glauco Mattoso é poeta, escritor e foi colaborador do jornal gay "O Lampião da Esquina"
Mixbrasil
a alguem que considero? Peço então
que aquelle homem do sacco vermelhão
penetre no buraco, dizer quero...
Da sua chaminé! Que ganhe, espero,
algum peru carnudo e, pelo vão,
lhe venha a pomba! Vão das pernas? Não!
Da telha! E agoure sorte á hora zero!
Emfim, neste Natal, eu lhe desejo
esguichos, gritos, risos! Fique claro,
refiro-me à champanhe! E vale o ensejo:
Pendure a meia usada! Assim, meu caro,
que a noite escurecer, eis o que almejo:
trocar por nova, e um mimo eu ganho ao faro!
* Com dezenas de livros publicados, Glauco Mattoso é poeta, escritor e foi colaborador do jornal gay "O Lampião da Esquina"
Mixbrasil
O ator Murilo Rosa declarou à revista Veja São Paulo que é a favor do casamento gay. Murilo recentemente interpretou um gay no filme Como Esquecer, dirigido por Malu Di Martino. No longa, o ator vive Hugo, um homossexual que namora com Nani, personagem de Pierre Baitelli. Na entrevista, Murilo falou que acredita na união civil entre pessoas do mesmo sexo. “Por trás do trabalho há uma posição ética, e é preciso ser coerente. Não posso fazer um homossexual, como o personagem que interpretei no filme Como Esquecer, e depois dizer que não acredito no casamento gay”, declarou.
Gnews
Gnews
Em carta enviada nesta semana ao Diretor-Geral da Rede Globo, Octávio Frosibal, o Presidente da ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais), Toni Reis (foto), pede a TV a visibilização do afeto que pode existir entre duas pessoas do mesmo sexo, inclusive por meio da veiculação de cena de um “beijo gay”, ou um “beijo de lesbícas”, a exemplo do que já ocorre em outros países latinoamericanos, como a Argentina, o Chile e o México.
A cena, segundo Toni, agregaria o “importante papel que a transmissora vem cumprindo para a desmistificação da homossexualidade por meio de telejornais e novelas, embora haja exceções, em alguns programas humorísticos que ridicularizam os homossexuais.”
O pedido surge devido à recente polêmica sobre a possibilidade do “beijo gay”, desta vez na série “Clandestinos – O sonho começou”, que também não foi ao ar, embora esteja disponível na internet.
Segundo a carta, tem sido divulgado nos meios de comunicação que o motivo que leva – repetidamente – à não transmissão de tais cenas seria a Classificação Indicativa do Ministério da Justiça. Um exemplo disso é a declaração recente do autor Walcyr Carrasco, de que a classificação indicativa “não admite algumas coisas”, “inclusive o beijo gay” em novelas.
Toni alega, entretanto, que a ABGLT teve a oportunidade de ser consultada em reunião promovida pela Secretaria Nacional de Justiça, em 19 de novembro, que teve como tema “Discutindo a classificação indicativa: mídia e violência”. “Na oportunidade, foi esclarecido pela Secretaria Nacional que a classificação indicativa não promove censura, apenas recomenda faixas etárias e, no caso da televisão, estabelece horários recomendados para determinadas faixas etárias. Ainda, foi nos esclarecido que um beijo entre pessoas do mesmo sexo é tratado pela classificação indicativa da mesma forma que um beijo entre heterossexuais, não podendo este órgão promover a discriminação em suas classificações indicativas.”
“A promoção do respeito à diversidade sexual, e a consequente redução do preconceito e da discriminação, se dá em parte pela desmistificação e pela educação em relação àquilo que foge ao padrão imaginário estabelecido. A Rede Globo pode desempenhar um papel ainda mais significativo neste processo”, diz ainda a carta.
A ABLT é uma entidade de abrangência nacional, fundada em 1995, que congrega 237 organizações congêneres e tem como objetivo a defesa e promoção da cidadania desses segmentos da população. A ABGLT também é atuante internacionalmente e tem status consultivo junto ao Conselho Econômico e Social da Organização das Nações Unidas.
Gay1
A cena, segundo Toni, agregaria o “importante papel que a transmissora vem cumprindo para a desmistificação da homossexualidade por meio de telejornais e novelas, embora haja exceções, em alguns programas humorísticos que ridicularizam os homossexuais.”
O pedido surge devido à recente polêmica sobre a possibilidade do “beijo gay”, desta vez na série “Clandestinos – O sonho começou”, que também não foi ao ar, embora esteja disponível na internet.
Segundo a carta, tem sido divulgado nos meios de comunicação que o motivo que leva – repetidamente – à não transmissão de tais cenas seria a Classificação Indicativa do Ministério da Justiça. Um exemplo disso é a declaração recente do autor Walcyr Carrasco, de que a classificação indicativa “não admite algumas coisas”, “inclusive o beijo gay” em novelas.
Toni alega, entretanto, que a ABGLT teve a oportunidade de ser consultada em reunião promovida pela Secretaria Nacional de Justiça, em 19 de novembro, que teve como tema “Discutindo a classificação indicativa: mídia e violência”. “Na oportunidade, foi esclarecido pela Secretaria Nacional que a classificação indicativa não promove censura, apenas recomenda faixas etárias e, no caso da televisão, estabelece horários recomendados para determinadas faixas etárias. Ainda, foi nos esclarecido que um beijo entre pessoas do mesmo sexo é tratado pela classificação indicativa da mesma forma que um beijo entre heterossexuais, não podendo este órgão promover a discriminação em suas classificações indicativas.”
“A promoção do respeito à diversidade sexual, e a consequente redução do preconceito e da discriminação, se dá em parte pela desmistificação e pela educação em relação àquilo que foge ao padrão imaginário estabelecido. A Rede Globo pode desempenhar um papel ainda mais significativo neste processo”, diz ainda a carta.
A ABLT é uma entidade de abrangência nacional, fundada em 1995, que congrega 237 organizações congêneres e tem como objetivo a defesa e promoção da cidadania desses segmentos da população. A ABGLT também é atuante internacionalmente e tem status consultivo junto ao Conselho Econômico e Social da Organização das Nações Unidas.
Estamos evoluindo!
WASHINGTON, (AFP) - O Congresso americano anulou, definitivamente, a norma que proibia tornar pública a opção pela homossexualidade nas Forças Armadas, após uma votação no Senado, este sábado.
Após um duro debate, foi anulada por 65 votos contra 31 a lei "Don't ask, don't tell" (Não pergunte, não diga), de 1993, que obriga os efetivos militares americanos a não revelar sua orientação sexual.
A Câmara de Representantes jáa tinha aprovado a nova proposta na quarta-feira.
Antes da votação, o presidente Obama, que deverá promulgar a nova lei nos próximos dias, havia comemorado a disposição dos legisladores em abordar a anulação da norma.
"Hoje, houve um avanço histórico no Senado para terminar com uma política que minava nossa segurança nacional, violando os ideais dos nossos valentes homens e mulheres militares que arriscam a vida para nos defender", disse Obama.
"Nossa nação não negará mais o serviço a milhares de americanos patrióticos, obrigados a deixar o Exército, apesar de uma atuação exemplar de muitos anos, porque são homossexuais", afirmou o presidente em um comunicado.
"E centenas de milhares mais não deverão viver na mentira para poder servir ao país que amamos", acrescentou.
O tema tem provocado um intenso debate na sociedade americana nos últimos meses, envolvendo personalidades como a cantora Lady Gaga, que difundiu várias mensagens na internet a favor da supressão da lei, que qualifica de "discriminatória".
O Senado havia rejeitado, na semana passada, uma primeira versão da medida, que faz parte de um amplo projeto de lei de financiamento do Pentágono.
No entanto, a Câmara de Representantes aprovou, em maio, a abolição da lei que obriga os gays e lésbicas das Forças Armadas americanas a esconder sua orientação sexual sob a ameaça da expulsão.
Após o fracasso que supôs o repúdio do Senado, representantes das duas câmaras e das duas forças políticas decidiram propor um novo projeto de lei independente, isto é, que não dependesse de outro texto.
A Câmara de Representantes aprovou a nova proposta por 250 votos a favor e 175 contra.
Esperava-se uma oposição maior no Senado, apesar de que o senador independente Joe Lieberman havia antecipado na sexta-feira que "dispomos dos votos, é o momento de fazê-lo", em declarações à CNN.
No partido republicano continua havendo senadores contrários ao acordo desde o começo, embora alguns, como as centristas Susan Collins e Olympia Snowe se uniram à maioria que apóia a questão.
Os republicanos expuseram que vários altos comandos das Forças Armadas americanas se opõem à abolição, entre eles o general James Amos, chefe da Marinha.
Gay1
Após um duro debate, foi anulada por 65 votos contra 31 a lei "Don't ask, don't tell" (Não pergunte, não diga), de 1993, que obriga os efetivos militares americanos a não revelar sua orientação sexual.
A Câmara de Representantes jáa tinha aprovado a nova proposta na quarta-feira.
Antes da votação, o presidente Obama, que deverá promulgar a nova lei nos próximos dias, havia comemorado a disposição dos legisladores em abordar a anulação da norma.
"Hoje, houve um avanço histórico no Senado para terminar com uma política que minava nossa segurança nacional, violando os ideais dos nossos valentes homens e mulheres militares que arriscam a vida para nos defender", disse Obama.
"Nossa nação não negará mais o serviço a milhares de americanos patrióticos, obrigados a deixar o Exército, apesar de uma atuação exemplar de muitos anos, porque são homossexuais", afirmou o presidente em um comunicado.
"E centenas de milhares mais não deverão viver na mentira para poder servir ao país que amamos", acrescentou.
O tema tem provocado um intenso debate na sociedade americana nos últimos meses, envolvendo personalidades como a cantora Lady Gaga, que difundiu várias mensagens na internet a favor da supressão da lei, que qualifica de "discriminatória".
O Senado havia rejeitado, na semana passada, uma primeira versão da medida, que faz parte de um amplo projeto de lei de financiamento do Pentágono.
No entanto, a Câmara de Representantes aprovou, em maio, a abolição da lei que obriga os gays e lésbicas das Forças Armadas americanas a esconder sua orientação sexual sob a ameaça da expulsão.
Após o fracasso que supôs o repúdio do Senado, representantes das duas câmaras e das duas forças políticas decidiram propor um novo projeto de lei independente, isto é, que não dependesse de outro texto.
A Câmara de Representantes aprovou a nova proposta por 250 votos a favor e 175 contra.
Esperava-se uma oposição maior no Senado, apesar de que o senador independente Joe Lieberman havia antecipado na sexta-feira que "dispomos dos votos, é o momento de fazê-lo", em declarações à CNN.
No partido republicano continua havendo senadores contrários ao acordo desde o começo, embora alguns, como as centristas Susan Collins e Olympia Snowe se uniram à maioria que apóia a questão.
Os republicanos expuseram que vários altos comandos das Forças Armadas americanas se opõem à abolição, entre eles o general James Amos, chefe da Marinha.
Obama manifestou várias vezes o desejo de abolir a lei "Don't ask, don't tell" antes do fim do ano.
O chefe de Estado-maior conjunto dos Estados Unidos, o almirante Michael Mullen, assegurou recentemente que os soldados americanos estavam preparados para abolir o texto controvertido.
A lei, que foi revisada pela Justiça americana em vista de seu caráter discriminatório, provocou desde sua aprovação, em 1993, a saída de 14.000 soldados por causa de sua homossexualidade, segundo várias associações.
Um estudo do Pentágono revelou, no fim de novembro, que 70% de 115.000 militares e 44.000 parceiros de militares interrogados são favoráveis à anulação da lei, mas alguns representantes republicanos das duas câmaras temem que a suspensão ameace a eficácia dos soldados em combate.Gay1
PENSE NISSO!
A vida é uma grande surpresa. Não vejo porque a morte não seria uma surpresa ainda maior.
Vladimir Nabokov
Vladimir Nabokov
sábado, 18 de dezembro de 2010
O estilista Carlos Tufvesson é um dos indicados no Prêmio Faz Diferença, concedido anualmente pelo jornal fluminense "O Globo". Cada um dos cadernos da publicação indicou três personalidades, corporações ou iniciativas que se destacaram positivamente em 2010. Tufvesson é um dos citados pelo caderno "Ela" graças ao seu retorno às passarelas do Fashion Rio e por usar a moda como forma de tratar sobre assuntos como homofobia e HIV.
É dele a ideia da campanha "A Moda Contra o HIV", que há nove anos mobiliza lojas cariocas no combate ao vírus. O estilista recentemente foi convidado para assumir a recém criada coordenadoria LGBT do estado do Rio de Janeiro.
Tufvesson concorre com a rede de lojas C&A e com o também estilista Pedro Lourenço.
Mixbrasil
VIVA JEAN WYLLYS
Jean Wyllys de Matos Santos (P-Sol/RJ) é oficialmente desde a noite da última quinta-feira, 16, o primeiro deputado federal eleito com uma plataforma LGBT. Ele recebeu seu diploma no Rio de Janeiro, em cerimônia realizada no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, e fez questão de dividir pelo Twitter sua alegria.
Jean postou uma foto com o diploma em mãos e disse que “diplomei-me deputado federal para trabalhar em prol da justiça social, da educação e dos Direitos Humanos. Vou dar atenção especial as demandas dos movimentos feminista, negro e LGBT no quesito Direitos Humanos”.
Jean postou uma foto com o diploma em mãos e disse que “diplomei-me deputado federal para trabalhar em prol da justiça social, da educação e dos Direitos Humanos. Vou dar atenção especial as demandas dos movimentos feminista, negro e LGBT no quesito Direitos Humanos”.
Mel Gibson o Cristão!
Los Angeles (EUA), 16 dez.- Winona Ryder se juntou ao grupo de detratores de seu companheiro de profissão Mel Gibson, acusado de uma suposta agressão a sua ex-mulher, e, em declarações à revista "GQ", assegura que ela mesma foi testemunha da "homofobia" do ator.
Em uma antecipação da próxima edição da revista publicada nesta sexta-feira, a atriz afirmou: "lembro que, há 15 anos, eu estava em uma dessas grandes festas de Hollywood. E ele estava realmente bêbado. Eu estava com um amigo, que é gay. Ele fez uma piada realmente horrível a respeito".
Além disso, afirmou não ter dúvidas de que Gibson é "antissemita".
"De alguma maneira surgiu na conversa que eu era judia. Disse algo que era uma 'oven dodger' (um termo insultante em referência à cremação de judeus durante o Holocausto), mas não entendi. Nunca tinha escutado antes. Foi um momento estranho, estranho. Ele é antissemita e homofóbico", concluiu.Gibson é acusado de agredir sua ex-mulher Oksana Grigorieva, com quem tem uma filha, e a imprensa americana publicou supostas conversas telefônicas gravadas pela mulher, nas quais o ator a insulta e a denigre.
Em declarações à revista "People", Oksana assegurou que pensava que o ator ia matá-la. Explicou, além disso, que Gibson sofria frequentemente ataques de ciúmes, falava sobre se suicidar e inclusive segurou uma arma na frente dela.
O escritório do promotor do distrito do condado de Los Angeles analisa se as provas reunidas pela investigação são suficientes para processar Gibson por um caso de violência doméstica.
Por outro lado, também é investigada uma reivindicação de Gibson, que considera que sua ex-mulher tentou extorqui-lo com as gravações dessas ligações.O ator foi despedido pela agência de representação William Morris Endeavor em julho e sua presença em "Se Beber, Não Case 2" foi cancelada depois de ser publicado o escândalo com sua ex-mulher.
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
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