quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Os modelos mais importantes do mundo aparecem nus em novo livro de Mariano Vivanco Mariano Vivanco é um dos grandes fotógrafos da atualidade. Expert em fotografar homens ao estilo naturalista de Bruce Weber, ele acaba de lançar um livro dedicado a eles: “Uomini”. Para tal, Mariano elencou os modelos mais famosos do mundo e inclui um brasileiro, Andre Ziehe, que vem nuzinho em uma foto PB.
Além de André, o livro conta com outros tops, como o espanhol Antonio Navas, o norte-americano Clint Mauro e o italiano Andrea Segura.
MixBrasil
Além de André, o livro conta com outros tops, como o espanhol Antonio Navas, o norte-americano Clint Mauro e o italiano Andrea Segura.
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Capitão da marinha americana fez piadas com gays e foi destituído
A Marinha americana retirou o capitão Owen Honors do comando do navio nuclear "USS Enterprise" por produzir vídeos inapropriados para a tripulação. Realizados há cerca de 4 anos e apresentados a 6 mil tripulantes, os vídeos mostram ofensas a homossexuais.
A Marinha afirmou que "é lamentável que cópias desses vídeos tenham sido divulgadas por membros da tripulação, principalmente após o comando ter tomado ações há aproximadamente quatro anos para assegurar que nenhum vídeo semelhante fosse produzido".
Gays de Uganda ganham indenização de jornal que pediu enforcamento
O grupo de homossexuais identificados publicamente em um jornal de Uganda, com a manchete “Enforque-os”, ganhou uma liminar na Justiça estipulando uma indenização e ordenando o diário a não repetir esse tipo de iniciativa.
Segundo o jornal britânico The Guardian, a alta corte do país considerou que a matéria do jornal local Rolling Stone, mostrando endereços e fotografias de cerca de 100 pessoas nomeadas como “Top gays de Uganda”, viola os direitos constitucionais de privacidade e segurança.
O tribunal estabeleceu uma multa de aproximadamente R$ 1.021 a ser paga pelos três autores da matéria a cada vítima, informou em comunicado a Coalizão da Sociedade Civil de Direitos Humanos e Direito Constitucional em Uganda.
A reportagem foi publicada no final de outubro e enfureceu ativistas, que dizem que o grupo, já marginalizado, poderia sofrer mais ataques.
Segundo o Guardian, pelo menos uma mulher lésbica teve que deixar sua casa depois que vizinhos apedrejaram sua casa.
A Marinha americana retirou o capitão Owen Honors do comando do navio nuclear "USS Enterprise" por produzir vídeos inapropriados para a tripulação. Realizados há cerca de 4 anos e apresentados a 6 mil tripulantes, os vídeos mostram ofensas a homossexuais.
A Marinha afirmou que "é lamentável que cópias desses vídeos tenham sido divulgadas por membros da tripulação, principalmente após o comando ter tomado ações há aproximadamente quatro anos para assegurar que nenhum vídeo semelhante fosse produzido".
Gays de Uganda ganham indenização de jornal que pediu enforcamento
O grupo de homossexuais identificados publicamente em um jornal de Uganda, com a manchete “Enforque-os”, ganhou uma liminar na Justiça estipulando uma indenização e ordenando o diário a não repetir esse tipo de iniciativa.
Segundo o jornal britânico The Guardian, a alta corte do país considerou que a matéria do jornal local Rolling Stone, mostrando endereços e fotografias de cerca de 100 pessoas nomeadas como “Top gays de Uganda”, viola os direitos constitucionais de privacidade e segurança.
O tribunal estabeleceu uma multa de aproximadamente R$ 1.021 a ser paga pelos três autores da matéria a cada vítima, informou em comunicado a Coalizão da Sociedade Civil de Direitos Humanos e Direito Constitucional em Uganda.
A reportagem foi publicada no final de outubro e enfureceu ativistas, que dizem que o grupo, já marginalizado, poderia sofrer mais ataques.
Segundo o Guardian, pelo menos uma mulher lésbica teve que deixar sua casa depois que vizinhos apedrejaram sua casa.
A secretária de Direitos Humanos do governo Dilma, Maria do Rosário, tomou posse prometendo defender os direitos civis da população LGBT.“Não descansaremos diante da intolerância, base para os crimes de ódio praticados contra os homossexuais. É uma responsabilidade nossa integrarmos ações para a promoção dos direitos da população LGBT com a garantia da igualdade dos direitos civis de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais em relação a toda a sociedade.”
Cena G
Mais de 1.200 homossexuais se casaram na Cidade do México no ano de 2010, depois de ter entrado em vigor em março uma reforma que permite este tipo de união, informou o governo do Distrito Federal. A fonte detalhou que das 612 uniões civis entre homossexuais, 318 foram casais de homens e 294, de mulheres.
De acordo com o governo da Cidade do México, a reforma também beneficiou casais homossexuais de outros países. Dos 60 estrangeiros que se casaram na capital mexicana, há pessoas do Brasil, Romênia, Espanha, Itália, França, Estados Unidos, Inglaterra, Canadá, namá, Venezuela, Filipinas, Argentina, Áustria, Irlanda, Cuba e Colômbia, informou a fonte. Nesse caso particular, foram 44 homens e 16 mulheres.
Pela estatística, a maior parte dos homossexuais que contraíram matrimônio em 2010 tem entre 31 e 40 anos, com um total de 405 registros; seguidos por pessoas com idades entre 21 e 30 anos, com 376 casos. Há o registro de um casal com uma pessoa de 81 anos e outra de 90.
Cena G
De acordo com o governo da Cidade do México, a reforma também beneficiou casais homossexuais de outros países. Dos 60 estrangeiros que se casaram na capital mexicana, há pessoas do Brasil, Romênia, Espanha, Itália, França, Estados Unidos, Inglaterra, Canadá, namá, Venezuela, Filipinas, Argentina, Áustria, Irlanda, Cuba e Colômbia, informou a fonte. Nesse caso particular, foram 44 homens e 16 mulheres.
Pela estatística, a maior parte dos homossexuais que contraíram matrimônio em 2010 tem entre 31 e 40 anos, com um total de 405 registros; seguidos por pessoas com idades entre 21 e 30 anos, com 376 casos. Há o registro de um casal com uma pessoa de 81 anos e outra de 90.
Cena G
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
A Band estreou na noite desta segunda (3), às 23h15, "Família Moderna", uma das novas séries mais aclamadas nos Estados Unidos.
Realizada como um fictício documentário ela mostra o dia-a-dia dos Pritchett, uma família com direito a um relacionamento de um homem mais velho com uma mulher bem mais jovem e um casal gay.
A série retrata novos padrões, explorando vários tipos comuns nos dias atuais, encarando a diversidade com humor.
O seriado é estrelado por atores renomados como Ed O´Neill, Sofia Vergara, Julie Bowen, Jesse Tyler Ferguson, e Ty Burrell, além de um afinado elenco de crianças.
"Família Moderna" será exibida sempre nas noites de segunda-feira.
Realizada como um fictício documentário ela mostra o dia-a-dia dos Pritchett, uma família com direito a um relacionamento de um homem mais velho com uma mulher bem mais jovem e um casal gay.
A série retrata novos padrões, explorando vários tipos comuns nos dias atuais, encarando a diversidade com humor.
O seriado é estrelado por atores renomados como Ed O´Neill, Sofia Vergara, Julie Bowen, Jesse Tyler Ferguson, e Ty Burrell, além de um afinado elenco de crianças.
"Família Moderna" será exibida sempre nas noites de segunda-feira.
O adolescente de 16 anos que usou uma lâmpada nas agressões na avenida Paulista em 14 de novembro teria, em outro caso, agredido um homossexual na saída do clube Vegas, na rua Augusta, em março de 2010.
Único dos quatro adolescentes envolvidos nos episódios que permanece internado na Fundação Casa, o garoto, suposto neto de um famoso mafioso italiano, passou a ser representado por Alexandre Dias Afonso, que já faz a defesa de outro réu.
É o terceiro advogado a assumir a defesa do jovem, que alegou o uso de antidepressivos e vodca para justificar os ataques na Paulista. Afonso quer conseguir para o novo cliente o mesmo benefício dado aos demais adolescentes no caso da Paulista, que foram libertados no dia 23 de dezembro.
O grupo de quatro adolescentes e um adulto é suspeito de agressão com motivação homofóbica. O estudante Jonathan Lauton Domingues, 19, está foragido.
Cena G
Único dos quatro adolescentes envolvidos nos episódios que permanece internado na Fundação Casa, o garoto, suposto neto de um famoso mafioso italiano, passou a ser representado por Alexandre Dias Afonso, que já faz a defesa de outro réu.
É o terceiro advogado a assumir a defesa do jovem, que alegou o uso de antidepressivos e vodca para justificar os ataques na Paulista. Afonso quer conseguir para o novo cliente o mesmo benefício dado aos demais adolescentes no caso da Paulista, que foram libertados no dia 23 de dezembro.
O grupo de quatro adolescentes e um adulto é suspeito de agressão com motivação homofóbica. O estudante Jonathan Lauton Domingues, 19, está foragido.
Cena G
Hillary Clinton, secretária de Estado dos EUA, esteve em Brasília para a posse da presidenta Dilma Rousseff. Durante a cerimônia ela disse que o Brasil precisa integrar o esforço americano contra a homofobia no mundo.
Ela citou como exemplo as barbaridades contra LGBTs cometidas no Oriente Médio e projeto de lei que deseja penalizar com morte a homossexualidade em Uganda.
Cena G
Seis importantes juristas falaram a respeito da constitucionalidade ou não da lei contra a homofobia (PL 122/06) em reportagem do jornal Folha de S. Paulo publicada na quarta-feira 22. A resposta foi unânime: não vai contra a Constituição.
Ives Gandra da Silva Martins, Virgílio Afonso da Silva, Conrado Hübner Mendes e Octavio Luiz Motta Ferraz, o ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, e outro integrante do órgão, mas que preferiu não divulgar o nome, deram opiniões.
Agora os evangélicos e homofóbicos de plantão vão ter que arrumar uma nova maneira de argumentar suas mentiras.
Ives Gandra da Silva Martins, Virgílio Afonso da Silva, Conrado Hübner Mendes e Octavio Luiz Motta Ferraz, o ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, e outro integrante do órgão, mas que preferiu não divulgar o nome, deram opiniões.
Agora os evangélicos e homofóbicos de plantão vão ter que arrumar uma nova maneira de argumentar suas mentiras.
No início da fala de cerca de 40 minutos pontuada por alguns momentos de emoção, a presidente, Dilma Rousseff, disse que terá como "compromisso supremo" durante o mandato "honrar as mulheres, proteger os mais frágeis e governar para todos".Ela reafirmou a defesa da liberdade de culto e de imprensa. "A partir deste momento, sou a presidente de todos os brasileiros", declarou. Ao pronunciar essa frase, com a voz embargada, Dilma se emocionou, sem chegar a chorar, e recebeu aplausos.
Gay 1
O Movimento LGBT se mostrou presente na posse da primeira mulher eleita presidenta do Brasil, Dilma Rousseff.
Com reivindicações principais: Por um Estado laico de fato; Pela criminalização da homofobia; e Pela garantia da cidadania plena de LGBT’s e Mulheres, LGBT's de todo canto do país unid@s na Tenda da Diversidade da Central Única dos Trabalhadores do DF (CUT/DF) que, historicamente, apóia o Movimento LGBT do Distrito Federal. A tenda com bandeiras coloridas funcionou como um ponto de referência, uma espécie de "QG" para os-as LGBT’s.
“Ocupar a esplanada significa visibilidade ao seguimento LGBT e também reivindicar a presidenta Dilma, aos novos e novas deputadas-os e senadoras-es e aos-às governadores-as eleitos-as que nós LGBT’s exigimos direitos iguais, nem mais, nem menos." Afirma Evaldo Amorim, Coordenador Estadual da ABGLT no DF e presidente da ONG Elos LGBT/DF
E de um jeito muito divertido, a juventude LGBT se mostrou presente também com a realização da 15ª edição do projeto GayMada, a primeira do ano.
Gay 1
Com reivindicações principais: Por um Estado laico de fato; Pela criminalização da homofobia; e Pela garantia da cidadania plena de LGBT’s e Mulheres, LGBT's de todo canto do país unid@s na Tenda da Diversidade da Central Única dos Trabalhadores do DF (CUT/DF) que, historicamente, apóia o Movimento LGBT do Distrito Federal. A tenda com bandeiras coloridas funcionou como um ponto de referência, uma espécie de "QG" para os-as LGBT’s.
“Ocupar a esplanada significa visibilidade ao seguimento LGBT e também reivindicar a presidenta Dilma, aos novos e novas deputadas-os e senadoras-es e aos-às governadores-as eleitos-as que nós LGBT’s exigimos direitos iguais, nem mais, nem menos." Afirma Evaldo Amorim, Coordenador Estadual da ABGLT no DF e presidente da ONG Elos LGBT/DF
E de um jeito muito divertido, a juventude LGBT se mostrou presente também com a realização da 15ª edição do projeto GayMada, a primeira do ano.
Gay 1
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
A Justiça do Trabalho de Minas Gerais condenou nesta semana, por danos morais, uma empresa de nome não divulgado a pagar R$ 30 mil de indenização a um funcionário homossexual que foi ofendido por seu superior hierárquico por ser gay. No processo, o funcionário contou que constantemente era alvo de brincadeiras por parte de seu chefe, que se referia a ele usando termos pejorativos e fazendo comentários maldosos.
A juíza substituta Sandra Maria Generoso Thomaz Leidecker, da 29ª Vara do Trabalho de Belo Horizonte, entendeu que “os atos praticados pelo coordenador da reclamada são de tamanha gravidade que se pode concluir que o quadro depressivo foi a resposta imediata do autor às agressões morais sofridas”. Com seu nome mantido em segredo de Justiça, ele alega ter tentado conversar com o chefe, mas não deu resultado.
Ele então passou a apresentar um quadro de depressão e foi afastado do trabalho – quando voltou ficou sabendo que seu superior havia proibido os outros funcionários de conversarem com ele. Os recursos das partes ainda serão julgados pelo Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais (TRT-MG).
Portal LGBT
A juíza substituta Sandra Maria Generoso Thomaz Leidecker, da 29ª Vara do Trabalho de Belo Horizonte, entendeu que “os atos praticados pelo coordenador da reclamada são de tamanha gravidade que se pode concluir que o quadro depressivo foi a resposta imediata do autor às agressões morais sofridas”. Com seu nome mantido em segredo de Justiça, ele alega ter tentado conversar com o chefe, mas não deu resultado.
Ele então passou a apresentar um quadro de depressão e foi afastado do trabalho – quando voltou ficou sabendo que seu superior havia proibido os outros funcionários de conversarem com ele. Os recursos das partes ainda serão julgados pelo Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais (TRT-MG).
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A direção da Rede Globo acaba de aprovar o seriado “Algo Errado”, escrito por Fernanda Young e Alexandre Machado e que vai falar sobre um ex-gay. Se existe ou não, o caso é que a produção vai contar a história de um cabeleireiro que já no primeiro capítulo está dançando em uma boate e é atingido por um globo de espelhos.
Com o impacto, ele perde a memória e “volta” como um machão daqueles, mas seus amigos e sua família não gostam da nova versão do moço. Miguel Falabella foi cotado para o papel, mas alegou agenda cheia escrevendo sua próxima novela. A maioria das cenas vai ser filmada dentro de um salão de beleza.
O clima de “Algo Errado” é o de troca de papéis, como o dos filmes “Se eu fosse você” e “Shampoo” (com Warren Beatty). O programa vai contar também a história de uma ex-gorda.
Portal LGBT
Com o impacto, ele perde a memória e “volta” como um machão daqueles, mas seus amigos e sua família não gostam da nova versão do moço. Miguel Falabella foi cotado para o papel, mas alegou agenda cheia escrevendo sua próxima novela. A maioria das cenas vai ser filmada dentro de um salão de beleza.
O clima de “Algo Errado” é o de troca de papéis, como o dos filmes “Se eu fosse você” e “Shampoo” (com Warren Beatty). O programa vai contar também a história de uma ex-gorda.
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O projeto de lei contra a homofobia, conhecida como PLC 122/06, foi arquivado no Senado. Uma regra da casa manda arquivar as propostas de lei que tramitaram por mais de duas legislaturas.
Para sair do arquivo, são necessárias assinaturas de um terço dos senadores, algo relativamente fácil para a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais conseguir. O importante é não deixar a proposta ser invalidada porque, caso isso ocorra, a discussão terá de recomeçar na Câmara dos Deputados, ou seja, volta ao ponto zero.
Cena G
Para sair do arquivo, são necessárias assinaturas de um terço dos senadores, algo relativamente fácil para a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais conseguir. O importante é não deixar a proposta ser invalidada porque, caso isso ocorra, a discussão terá de recomeçar na Câmara dos Deputados, ou seja, volta ao ponto zero.
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