quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Em meio às fantasias que viraram lixo e pedaços carbonizados de carros alegóricos, Andreia e Daniel se consolam. Ele é da escola de samba União da Ilha e ela, da Portela. São rivais, mas hoje estão unidos na dor e na solidariedade.
“As escolas têm essa união. Tenho certeza de que todas vão se mobilizar para ajudar. A Mocidade já disse que vai poder bater as placas lá. Acredito que as outras escolas vão ceder seus espaços e o que elas tiverem para poderem ajudar quem está nessa situação”, comentou Andreia Vieira, escultora da Portela.
Mesmo se houvesse dinheiro, não haveria como conseguir comprar todo o material de novo. “Não tem material no mercado para que a gente faça as fantasias. Desde manhã estamos catando restos e sobras de tecidos do lixo das fantasias”, disse Daniel Ghanem, coordenador da União da Ilha.
O incêndio atingiu quatro barracões. A destruição foi tão grande que os andares de cima têm de ser demolidos imediatamente. Dos nove carros que estavam no barracão da União da Ilha, oito foram salvos. Mas uma das alegorias ficava embaixo do buraco que, dizem, foi de onde veio o fogo. Ela foi bastante destruída, mas a estrutura parece estar intacta. O carro pode ser recuperado em dez dias.Durante toda a segunda-feira (7), os componentes das escolas retiravam dos escombros aquilo que o fogo não destruiu. As águias da Portela foram salvas. Os santos de devoção da segunda porta-bandeira da azul e branca, Kátia Paz, reforçam a esperança. “Garra, força, fé e esperança. Portela sempre”, disse Kátia.
A Liga das Escolas de Samba (Liesa) decidiu em reunião na noite de segunda que nenhuma escola será rebaixada este ano. A ordem do desfile foi alterada para evitar que as três escolas que perderam carros alegóricos e fantasias saíssem na mesma noite, como estava planejado.
A Portela sairá no domingo. União da Ilha e Grande Rio foram mantidas no desfile de segunda-feira. Todos garantem que, em meio a tanta devastação, o que não vai faltar é garra na Avenida.
“A gente vai apresentar um belíssimo carnaval. Vai ser surpresa para todo mundo. Esperem um grande desfile da União da Ilha”, acredita Daniel Ghanem, coordenador da União da Ilha.
Bom Dia Brasil
Em sua edição de número 94, que está nas bancas, a revista “Fórum” dedicou um espaço a chamar a atenção de seus leitores para a crescente homofobia no Brasil. Com uma capa de um arco-íris derretendo, como se sangrasse, a publicação afirma que “episódios de violência contra homossexuais trazem à tona a discussão sobre direitos negados e preconceitos, que são encarados como corriqueiros pela sociedade”.
Na reportagem de Glauco Faria e Thalita Pires, são lembrados os ataques em novembro passado na Avenida Paulista, em São Paulo, e os dados sobre os crimes de intolerância à diversidade sexual no País. “É provável que quando você estiver lendo esta matéria novos casos de violência homofóbica terão ocorrido. Casos notórios como os descritos acima trouxeram à tona a preocupação com a segurança e a proteção da vida de homossexuais no país, embora boa parte da sociedade ainda queira evitar a questão, banalizada e invisível durante a maior parte do tempo”, diz a matéria.
Para ler a reportagem é só passar na banca mais próxima.
MixBrasil
Na reportagem de Glauco Faria e Thalita Pires, são lembrados os ataques em novembro passado na Avenida Paulista, em São Paulo, e os dados sobre os crimes de intolerância à diversidade sexual no País. “É provável que quando você estiver lendo esta matéria novos casos de violência homofóbica terão ocorrido. Casos notórios como os descritos acima trouxeram à tona a preocupação com a segurança e a proteção da vida de homossexuais no país, embora boa parte da sociedade ainda queira evitar a questão, banalizada e invisível durante a maior parte do tempo”, diz a matéria.
Para ler a reportagem é só passar na banca mais próxima.
MixBrasil
Depois que saiu da casa de vidro, na noite do último domingo (6), Ariadna disse que uma revista masculina fez um primeiro contato com ela antes de a cabeleireira voltar ao confinamento. "Aceitaria posar nua sim, mas isso depende de uma série de fatores, inclusive do cachê. Quero que parem de me chamar de transexual, travesti, seja lá o que for. Eu sou mulher", afirmou.
Ariadna disse, ainda, que apoia o ensaio nu de seu ex-namorado João Gabriel para uma revista gay: “Por mim não tem problema. Onde come um, comem dois”, comentou a ex-BBB.
UOL GAY
Ariadna disse, ainda, que apoia o ensaio nu de seu ex-namorado João Gabriel para uma revista gay: “Por mim não tem problema. Onde come um, comem dois”, comentou a ex-BBB.
UOL GAY
VIDA GAY.
Sorria para um belo rapaz desconhecido que cruza com você na rua (e depois cheque discretamente o seu traseiro).
A ministra da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, vai à São Paulo no próximo dia 19, para lançar, na Avenida Paulista, a ampliação do Disque 100 também para a população LGBT.
O lançamento deve acontecer durante um ato contra a homofobia também na Avenida Paulista, palco de vários ataques homofóbicos recentes.
O Disque 100 é um serviço telefônico que recebe denúncias e antes atendia crianças e adolescentes. Desde o começo deste ano, o serviço passou a receber também denúncias de homossexuais vítimas de homofobia - e de idosos e portadores de deficiência também.
Cena G
O lançamento deve acontecer durante um ato contra a homofobia também na Avenida Paulista, palco de vários ataques homofóbicos recentes.
O Disque 100 é um serviço telefônico que recebe denúncias e antes atendia crianças e adolescentes. Desde o começo deste ano, o serviço passou a receber também denúncias de homossexuais vítimas de homofobia - e de idosos e portadores de deficiência também.
Cena G
Nos anos 70, ele pôs o Brasil para usar as polainas de Dancing days. Na década seguinte, fez o país se perguntar “Quem matou Odete Roitman?”. Quatro anos depois, levou uma geração de caras-pintadas às ruas para protestar ao som de “Alegria, alegria”, música-tema de Anos rebeldes. Mas o maior autor de novelas do país, ao contrário de outros colegas, custa a acreditar que seja bom, fica inseguro antes de estreias e teme que tudo dê errado.
Numa entrevista dada à Revista Marie Claire, Gilberto Braga falou sobre Insensato Coração, a infância sem luxos e a morte dos pais.
O mestre dos diálogos televisivos não gosta de dar entrevistas. Prefere conversas por e-mail a bate-papos pessoais e faz questão de lembrar isso o tempo todo. O desconforto seria resultado de uma mania de precisão que o persegue desde menino.
Na entrevista, o autor da nova novela das nove ri de si mesmo e aborda assuntos delicados, como a militância gay, e doloridos, como a morte do pai e o suicídio da mãe.
O novelista mostrou-se como um contraponto aos homossexuais que ainda não ligam para o ativismo. Autor de novelas com vários personagens homos, Braga disse sentir “uma certa vergonha” por não participar do movimento gay.
Cena G
Numa entrevista dada à Revista Marie Claire, Gilberto Braga falou sobre Insensato Coração, a infância sem luxos e a morte dos pais.
O mestre dos diálogos televisivos não gosta de dar entrevistas. Prefere conversas por e-mail a bate-papos pessoais e faz questão de lembrar isso o tempo todo. O desconforto seria resultado de uma mania de precisão que o persegue desde menino.
Na entrevista, o autor da nova novela das nove ri de si mesmo e aborda assuntos delicados, como a militância gay, e doloridos, como a morte do pai e o suicídio da mãe.
O novelista mostrou-se como um contraponto aos homossexuais que ainda não ligam para o ativismo. Autor de novelas com vários personagens homos, Braga disse sentir “uma certa vergonha” por não participar do movimento gay.
Cena G
PENSE NISSO!
A arte do compromisso é dividir o bolo de modo que cada um pense ter ficado com a maior parte.
Laurence J. Peter
Laurence J. Peter
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Em sua 15ª edição, a maior Parada LGBT do mundo, a de São Paulo, vai rolar no dia 26 de junho questionando o conservadorismo religioso e, principalmente, até que ponto ele pode tolher os direitos civis das pessoas LGBT. O tema do Mês do Orgulho LGBT paulistano 2011, escolhido em reunião no último sábado, 5, lembra ainda que o Estado paulista já conta com legislação contra o preconceito: “Amai-vos uns aos outros: basta de homofobia! – 10 anos da Lei Estadual 10.948/01”.
Depois de polarizar o debate no segundo turno da eleição presidencial de 2010, a religião se torna o alvo principal da programação que inclui o maior evento cívico a céu aberto do mundo todo. “A ideia é tocar no ponto das Igrejas de uma forma abrangente. Ao dizermos ‘amai-vos uns aos outros’ estamos protestando pela igualdade social entre todos os homens, com um apelo fraterno”, explica Ideraldo Beltrame, presidente da Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo (APOGLBT).
Já é a sexta vez que o tema da Parada aborda a homofobia e neste ano aproveita a efeméride da Lei Estadual 10.948/01 para divulgá-la e, ao mesmo tempo, pedir que ela seja estendida ao Brasil todo. “Vamos destacar a importância da apropriação da lei por parte da população LGBT. O Legislativo paulista cumpriu a sua parte, mas depende da gente fazer valer nossos direitos”, pondera Ideraldo.
A 15ª Parada do Orgulho LGBT deste ano tem concentração em frente ao MASP a partir das 10h. Durante o Mês do Orgulho 2011 vai rolar ainda a 9ª edição do Ciclo de Debates, a 11ª Feira Cultural LGBT, o 11º Prêmio Cidadania em Respeito à Diversidade e o 11º Gay Day.
MixBrasil
Depois de polarizar o debate no segundo turno da eleição presidencial de 2010, a religião se torna o alvo principal da programação que inclui o maior evento cívico a céu aberto do mundo todo. “A ideia é tocar no ponto das Igrejas de uma forma abrangente. Ao dizermos ‘amai-vos uns aos outros’ estamos protestando pela igualdade social entre todos os homens, com um apelo fraterno”, explica Ideraldo Beltrame, presidente da Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo (APOGLBT).
Já é a sexta vez que o tema da Parada aborda a homofobia e neste ano aproveita a efeméride da Lei Estadual 10.948/01 para divulgá-la e, ao mesmo tempo, pedir que ela seja estendida ao Brasil todo. “Vamos destacar a importância da apropriação da lei por parte da população LGBT. O Legislativo paulista cumpriu a sua parte, mas depende da gente fazer valer nossos direitos”, pondera Ideraldo.
A 15ª Parada do Orgulho LGBT deste ano tem concentração em frente ao MASP a partir das 10h. Durante o Mês do Orgulho 2011 vai rolar ainda a 9ª edição do Ciclo de Debates, a 11ª Feira Cultural LGBT, o 11º Prêmio Cidadania em Respeito à Diversidade e o 11º Gay Day.
MixBrasil
A consultoria Market Analysis divulgou uma pesquisa que aponta quais marcas brasileiras são identificadas pelo consumidor como gay friendly. A rede C&A ficou em primeiro lugar. Nas posições seguintes aparecem a operadora de telefonia Oi e a rede de lojas Riachuelo.
50% dos brasileiros ouvidos diz que considera importante que marcas seja amigáveis aos gays, mas apenas 9% deles conseguiram apontar marcas que mostrem atitudes positivas em relação ao consumidor homossexual.
A pesquisa indica, ainda, que as marcas precisam mostrar uma atitude intolerante em relação à homofobia, mas que não há necessidade de criar produtos específicos para esse segmento de consumidores.
Foram ouvidas 800 pessoas entre 18 e 69 anos nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Salvador, Porto Alegre, Curitiba, Goiânia e Brasília.
A estimativa da Market Analysis é 15% do mercado de consumo brasileiro seja composto por gays e lésbicas. “Ainda é um nicho, mas o poder de compra desses 15% é bem superior ao de outros 15% quaisquer da população”, disse Fabián Echegary, Diretor da Market Analysis, em entrevista ao site especializado Mundo do Marketing.
A marca mais lembrada como sendo amiga dos gays é a C&A, com 12,6%. Em seguida, aparecem Oi (5,3%), Riachuello (3,6%) e Johnson & Johnson (2%). A lista conta ainda com a TV Globo (3,4%).
MixBrasilVIDA GAY.
O dinheiro ainda é a mola do mundo, dedique uma soma do que você ganha para ajudar instituições de apoio aos gays.
O polêmico projeto Escola sem Homofobia, apelidado de Kit Gay por parlamentares evangélicos e pessoas contrárias ao seu conteúdo, recebeu o aval do Conselho Federal de Psicologia (CFP), após um pedido feito pela Associação Brasileira de Lésbicas, Gays e Transgêneros – ABGLT.
O material desenvolvido pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do Ministério da Educação busca diminuir a homofobia nas escolas, preparando professores e disponibilizando materiais para uso em classe como vídeos e apostilas. Apenas alunos do Ensino Médio, com idades de 15 a 17 anos, terão acesso ao seu conteúdo que inclui dois vídeos e um guia de orientação para os professores e surgiu depois da constatação de que as escolas brasileiras são ambientes hostis para homossexuais. Em 2011, 6 mil escolas devem receber o kit educativo desenvolvido pelo Ministério da Educação.
Cena G
O material desenvolvido pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do Ministério da Educação busca diminuir a homofobia nas escolas, preparando professores e disponibilizando materiais para uso em classe como vídeos e apostilas. Apenas alunos do Ensino Médio, com idades de 15 a 17 anos, terão acesso ao seu conteúdo que inclui dois vídeos e um guia de orientação para os professores e surgiu depois da constatação de que as escolas brasileiras são ambientes hostis para homossexuais. Em 2011, 6 mil escolas devem receber o kit educativo desenvolvido pelo Ministério da Educação.
Cena G
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