segunda-feira, 14 de março de 2011
A ex-spice girl Geri Halliwell está negociando sua vinda para a “Parada Gay de São Paulo”. A bonitona poderá prestigiar a festa “Gay Day”, que faz parte da programação do evento, ainda sem data definida na capital paulista. A Parada do Orgulho GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais) vai realizar sua 15ª edição. Os organizadores do evento prometem fazer um evento histórico para festejar a ocasião.
Gay 1
Igualdade de direitos. Fim da discriminação. Fim da violência. Cidadania plena. Reconhecimento. Respeito. Essas são as nossas reivindicações. Somos milhões de brasileiras e brasileiros, ainda excluídos da democracia e ignorado pelas leis do país.
Somos lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT), de todos os cantos do país, de todas as profissões, de todos credos, de todas raças, de todos sotaques, de todas opiniões, de todas etnias, de todos gostos e culturas. Mas temos algo em comum. Não usufruímos nossos direitos pelo simples fato de termos uma orientação sexual ou identidade de gênero diferente da maioria. Somos milhões de cidadãos /ãs de “segunda classe “ em nosso Brasil.
Faz 22 anos que o Brasil se democratizou e promulgou a “Constituição Cidadã”. Entretanto, em todo esse período, nossa jovem democracia não foi capaz de incorporar a população LGBT. Até hoje não existe sequer uma lei que assegure nossos direitos civis. Não existem leis que nos protejam da violência homofóbica.
A homofobia não é um problema que afeta apenas a população LGBT. Ela diz respeito também ao tipo de sociedade que queremos construir. O Brasil só será um país democrático de fato se incorporar todas as pessoas à cidadania plena, sem nenhum tipo de discriminação. O reconhecimento e o respeito à diversidade e à pluralidade constituem um fundamento da democracia. Enquanto nosso país continuar negando direitos e discriminando lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais não teremos construído uma democracia digna desse nome.
Por essa razão é que a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais - ABGLT, convoca e coordenará todos os/as ativistas de suas 237 ONGs afiliadas e pessoas e organizações aliadas à II Marcha Nacional contra a Homofobia, a ser realizada na cidade de Brasília , em 18 de maio de 2011, com concentração às 9h, na Esplanada dos Ministérios, em frente à Catedral Metropolitana.
O dia 17 de maio é comemorado como o dia internacional contra a homofobia (ódio, agressão, violência, discriminação e até morte de LGBT). A data marca uma vitória histórica do Movimento LGBT internacional. Foi quando a Organização Mundial de Saúde retirou a homossexualidade do Código Internacional de Doenças.
Vamos a Brasília, novamente, para denunciar a homofobia, o racismo, o machismo e a desigualdade social. Temos assistido nos últimos meses ao recrudescimento da violência homofóbica, a exemplo do que ocorreu recentemente em São Paulo, no Rio de Janeiro, no Ceará, no Paraná e em Minas Gerais. Chama a atenção o fato de que muitos dos agressores não pertencem a grupos de extrema-direita violentos, mas são jovens de classe média, o que demonstra como a homofobia está amplamente difundida em toda sociedade.
O Brasil está mudando. Elegemos um operário e agora uma mulher presidenta da República, que coloca como meta central de seu governo a erradicação da extrema pobreza. A sociedade brasileira não é contra o reconhecimento dos direitos LGBT. A grande oposição à cidadania LGBT vem dos fundamentalistas religiosos. Algumas denominações evangélicas e parte da igreja católica dedicam esforços imensos a atacar permanentemente a comunidade LGBT e bloquear qualquer ação que garanta direitos a essa população.
O Brasil é um país plural e diverso, que respeita todas os credos e religiões, contudo nosso Estado é laico separamos a religião da esfera pública, isso está garantido constitucionalmente. O movimento LGBT defende a mais ampla liberdade religiosa. Respeitamos todos os credos e opiniões, mas, entendemos que crenças religiosas pertencem à esfera privada - individual ou comunitária. Religião é uma escolha, a cidadania não!
Não aceitamos que dogmas religiosos sejam usados como justificativas para o preconceito e negação de direitos aos LGBT. É preciso assegurar a laicidade do Estado e garantir o respeito à diversidade.
A II Marcha Nacional Ccontra a Homofobia é, portanto, um grito, um protesto, um manifesto de respeito aos direitos individuais e coletivos.
Queremos igualdade de direitos e políticas públicas de combate à homofobia. Reivindicamos que o Estado brasileiro, de conjunto (ou seja, os três poderes), e em todas as esferas da federação (União, Estado e municípios) incorporem a diretriz de combater a homofobia e promover a cidadania plena para a população LGBT.
Defendemos que:
- o Estado laico seja assegurado, sem interferência dos fundamentalismos religiosos;
- o Governo Federal acelere a implementação do Plano Nacional de Promoção dos Direitos Humanos e Cidadania de LGBT, garantindo recursos orçamentários e o necessário controle social e accountability na sua execução, promovendo a diminuição da homofobia;
- todos governos estaduais e municipais instituam : coordenadorias LGBT, Conselhos LGBT e Planos de Combate à Homofobia;
- o Congresso Nacional aprove a criminalização da homofobia (PLC 122), a união estável e o casamento civil; a alteração do prenome das pessoas transexuais, o reconhecimento do nome social das travestis;
- o Judiciário, em todos os níveis, faça valer a igualdade plena entre todas as pessoas, independente de sua orientação sexual e/ou identidade de gênero;
- o Superior Tribunal de Justiça reconheça como entidades familiares as uniões entre pessoas do mesmo sexo;
- o Supremo Tribunal Federal julgue favoravelmente às Ações que pleiteiam a união estável entre pessoas do mesmo sexo e o direito das pessoas transexuais alterarem seu prenome.
Na ocasião da II Marcha, convidamos a todas e todas para participar do VIII Seminário LGBT no Congresso Nacional, a ser realizado no dia 17 de maio – Dia Internacional Contra a Homofobia – no auditório Nereu Ramos.
Gay 1
Somos lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT), de todos os cantos do país, de todas as profissões, de todos credos, de todas raças, de todos sotaques, de todas opiniões, de todas etnias, de todos gostos e culturas. Mas temos algo em comum. Não usufruímos nossos direitos pelo simples fato de termos uma orientação sexual ou identidade de gênero diferente da maioria. Somos milhões de cidadãos /ãs de “segunda classe “ em nosso Brasil.
Faz 22 anos que o Brasil se democratizou e promulgou a “Constituição Cidadã”. Entretanto, em todo esse período, nossa jovem democracia não foi capaz de incorporar a população LGBT. Até hoje não existe sequer uma lei que assegure nossos direitos civis. Não existem leis que nos protejam da violência homofóbica.
A homofobia não é um problema que afeta apenas a população LGBT. Ela diz respeito também ao tipo de sociedade que queremos construir. O Brasil só será um país democrático de fato se incorporar todas as pessoas à cidadania plena, sem nenhum tipo de discriminação. O reconhecimento e o respeito à diversidade e à pluralidade constituem um fundamento da democracia. Enquanto nosso país continuar negando direitos e discriminando lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais não teremos construído uma democracia digna desse nome.
Por essa razão é que a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais - ABGLT, convoca e coordenará todos os/as ativistas de suas 237 ONGs afiliadas e pessoas e organizações aliadas à II Marcha Nacional contra a Homofobia, a ser realizada na cidade de Brasília , em 18 de maio de 2011, com concentração às 9h, na Esplanada dos Ministérios, em frente à Catedral Metropolitana.
O dia 17 de maio é comemorado como o dia internacional contra a homofobia (ódio, agressão, violência, discriminação e até morte de LGBT). A data marca uma vitória histórica do Movimento LGBT internacional. Foi quando a Organização Mundial de Saúde retirou a homossexualidade do Código Internacional de Doenças.
Vamos a Brasília, novamente, para denunciar a homofobia, o racismo, o machismo e a desigualdade social. Temos assistido nos últimos meses ao recrudescimento da violência homofóbica, a exemplo do que ocorreu recentemente em São Paulo, no Rio de Janeiro, no Ceará, no Paraná e em Minas Gerais. Chama a atenção o fato de que muitos dos agressores não pertencem a grupos de extrema-direita violentos, mas são jovens de classe média, o que demonstra como a homofobia está amplamente difundida em toda sociedade.
O Brasil está mudando. Elegemos um operário e agora uma mulher presidenta da República, que coloca como meta central de seu governo a erradicação da extrema pobreza. A sociedade brasileira não é contra o reconhecimento dos direitos LGBT. A grande oposição à cidadania LGBT vem dos fundamentalistas religiosos. Algumas denominações evangélicas e parte da igreja católica dedicam esforços imensos a atacar permanentemente a comunidade LGBT e bloquear qualquer ação que garanta direitos a essa população.
O Brasil é um país plural e diverso, que respeita todas os credos e religiões, contudo nosso Estado é laico separamos a religião da esfera pública, isso está garantido constitucionalmente. O movimento LGBT defende a mais ampla liberdade religiosa. Respeitamos todos os credos e opiniões, mas, entendemos que crenças religiosas pertencem à esfera privada - individual ou comunitária. Religião é uma escolha, a cidadania não!
Não aceitamos que dogmas religiosos sejam usados como justificativas para o preconceito e negação de direitos aos LGBT. É preciso assegurar a laicidade do Estado e garantir o respeito à diversidade.
A II Marcha Nacional Ccontra a Homofobia é, portanto, um grito, um protesto, um manifesto de respeito aos direitos individuais e coletivos.
Queremos igualdade de direitos e políticas públicas de combate à homofobia. Reivindicamos que o Estado brasileiro, de conjunto (ou seja, os três poderes), e em todas as esferas da federação (União, Estado e municípios) incorporem a diretriz de combater a homofobia e promover a cidadania plena para a população LGBT.
Defendemos que:
- o Estado laico seja assegurado, sem interferência dos fundamentalismos religiosos;
- o Governo Federal acelere a implementação do Plano Nacional de Promoção dos Direitos Humanos e Cidadania de LGBT, garantindo recursos orçamentários e o necessário controle social e accountability na sua execução, promovendo a diminuição da homofobia;
- todos governos estaduais e municipais instituam : coordenadorias LGBT, Conselhos LGBT e Planos de Combate à Homofobia;
- o Congresso Nacional aprove a criminalização da homofobia (PLC 122), a união estável e o casamento civil; a alteração do prenome das pessoas transexuais, o reconhecimento do nome social das travestis;
- o Judiciário, em todos os níveis, faça valer a igualdade plena entre todas as pessoas, independente de sua orientação sexual e/ou identidade de gênero;
- o Superior Tribunal de Justiça reconheça como entidades familiares as uniões entre pessoas do mesmo sexo;
- o Supremo Tribunal Federal julgue favoravelmente às Ações que pleiteiam a união estável entre pessoas do mesmo sexo e o direito das pessoas transexuais alterarem seu prenome.
Na ocasião da II Marcha, convidamos a todas e todas para participar do VIII Seminário LGBT no Congresso Nacional, a ser realizado no dia 17 de maio – Dia Internacional Contra a Homofobia – no auditório Nereu Ramos.
Gay 1
Um aluno heterossexual da Universidade George Washington, localizada na capital dos Estados Unidos, foi atacado em um crime com características homofóbicas.
A vítima, estudante do último ano, foi atacada no salão de mármore da universidade por outro estudante.
Segundo a polícia, a vítima foi espancada até sofrer ferimentos na cabeça, enquanto o agressor, identificado como Ross Richardson, o chamava de "bichinha de merda".
Ross Richardson está preso e vai responder na Justiça por crime de ódio.
Cena G
A vítima, estudante do último ano, foi atacada no salão de mármore da universidade por outro estudante.
Segundo a polícia, a vítima foi espancada até sofrer ferimentos na cabeça, enquanto o agressor, identificado como Ross Richardson, o chamava de "bichinha de merda".
Ross Richardson está preso e vai responder na Justiça por crime de ódio.
Cena G
sábado, 12 de março de 2011
As pessoas já reconhecem que o combate à homofobia é uma questão de respeito ao ser humano, à cidadania. Tenho certeza que poderemos juntos fazer um trabalho que vá sensibilizar senadores e senadoras", afirmou a senadora Marta Suplicy (PT-SP), ao defender o projeto que torna crime a discriminação de homossexuais (PLC 122/2006), relatado por ela na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa. Marta se manifestou nesta quarta-feira (2) em reunião da CDH, após ser confirmada relatora da matéria pelo senador Paulo Paim (PT-RS), recém-eleito presidente da comissão.
- Não podemos mais admitir situações de homicídio - no limite do que temos presenciado - de humilhação, de xingamento e de espancamento de homossexuais - disse, ressaltando ainda que a aprovação do projeto terá repercussão nacional e internacional.
O texto havia sido arquivado com o fim da última legislatura, mas foi desarquivado por iniciativa da senadora, que reuniu as assinaturas necessárias para que a matéria voltasse a tramitar no Senado. O projeto em exame na CDH é um substitutivo aprovado pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS).
Além da CDH, a proposição tem que ser examinada ainda pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) antes de ir ao Plenário. Caso seja aprovada pelo Senado, a proposta volta à Câmara, por ter sido modificada.
O projeto, que define penas de prisão para variadas situações consideradas discriminatórias, tramita no Congresso há dez anos e não há consenso sobre ele. Seus defensores afirmam que sua aprovação ajudará a reduzir a violência e a discriminação contra homossexuais. Aqueles que se opõem ao texto argumentam que ele restringirá as liberdades de expressão e de culto.
MixBrasil
- Não podemos mais admitir situações de homicídio - no limite do que temos presenciado - de humilhação, de xingamento e de espancamento de homossexuais - disse, ressaltando ainda que a aprovação do projeto terá repercussão nacional e internacional.
O texto havia sido arquivado com o fim da última legislatura, mas foi desarquivado por iniciativa da senadora, que reuniu as assinaturas necessárias para que a matéria voltasse a tramitar no Senado. O projeto em exame na CDH é um substitutivo aprovado pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS).
Além da CDH, a proposição tem que ser examinada ainda pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) antes de ir ao Plenário. Caso seja aprovada pelo Senado, a proposta volta à Câmara, por ter sido modificada.
O projeto, que define penas de prisão para variadas situações consideradas discriminatórias, tramita no Congresso há dez anos e não há consenso sobre ele. Seus defensores afirmam que sua aprovação ajudará a reduzir a violência e a discriminação contra homossexuais. Aqueles que se opõem ao texto argumentam que ele restringirá as liberdades de expressão e de culto.
MixBrasil
Marcado para estrear dia 1º. de abril na Rede Globo, o seriado sobre um ex-gay e sua melhor amiga ex-gorda mudou de nome. O título anunciado era “Algo Errado”, mas agora a Globo está divulgando o seriado com o nome de “Macho Man”.
No elenco nada mudou: Jorge Fernando fará o papel principal, um gay cabeleireiro que deixa de se identificar como homossexual depois de um acidente; e Marisa Orth, sua amiga ex-gorda com problemas de auto estima.
"Macho man" é escrita pelo casal Fernanda Young e Alexandre Machados, os mesmos de "Os normais" e “Os Aspones”
MixBrasil
No elenco nada mudou: Jorge Fernando fará o papel principal, um gay cabeleireiro que deixa de se identificar como homossexual depois de um acidente; e Marisa Orth, sua amiga ex-gorda com problemas de auto estima.
"Macho man" é escrita pelo casal Fernanda Young e Alexandre Machados, os mesmos de "Os normais" e “Os Aspones”
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O ódio Cristão contra nós. E ainda falam de amor...HIPOCRITAS.
Nesta quarta-feira de cinzas, com o início da Campanha da Fraternidade promovida pela CNBB anualmente, o Papa Bento 16 pediu para que os católicos brasileiros se posicionem contra o aborto e o casamento gay.
Na carta divulgada pela CNBB, o papa relaciona a defesa do casamento exclusivo entre um homem e uma mulher com a defesa do meio-ambiente.
Veja trecho da carta.
“Sem a clara defesa da vida humana, desde sua concepção até a morte natural; sem uma defesa da família baseada no matrimônio entre um homem e uma mulher; sem uma verdadeira defesa daqueles que são excluídos e marginalizados pela sociedade, sem esquecer, neste contexto, daqueles que perdem tudo, vítimas de desastres naturais, nunca se poderá falar de uma autêntica defesa do meio-ambiente”, registra o texto assinado pelo Papa.
Uol gay
sexta-feira, 11 de março de 2011
Está marcada para ser lançada no dia 13 de maio em sessão solene no Distrito Federal a Frente Parlamentar Suprapartidária pela Cidadania e Direitos Humanos de LGBT. O objetivo é acompanhar no Poder Legislativo as demandas relacionadas à comunidade LGBT, além de políticas públicas para formulação e implementação do Plano Distrital de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos LGBT.
As assinaturas necessárias para a iniciativa foram reunidas pela deputada Rejane Pitanga (PT/DF). O lançamento será realizado em sessão solene no plenário da Câmara do Distrito Federal em comemoração ao Dia de Combate à Homofobia – 17 de maio.
MixBrasil
As assinaturas necessárias para a iniciativa foram reunidas pela deputada Rejane Pitanga (PT/DF). O lançamento será realizado em sessão solene no plenário da Câmara do Distrito Federal em comemoração ao Dia de Combate à Homofobia – 17 de maio.
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Esse é o resultado dos religiosos estimularem a violência.
O estudante Diego Almeida Nascimento, 19 anos, precisou ser hospitalizado depois de ser espancado dentro de uma boate da zona Sul de Joinville, em Santa Catarina. O jovem, que é homossexual assumido, foi atacado por três homens quando estava dançando com um outro rapaz.
“O segurança chegou para nós e disse: ‘veadinho você não pode dançar assim. Aqui não é um local gay’. Então eu pedi para falar com o gerente. Questionei o preconceito e disse que tinha muitos homossexuais ali. Ele mandou os seguranças me colocarem para fora e os três me espancarem”, contou.
As marcas da agressão estão estampadas nos rosto, nas costas e braços de Diego.
Conforme testemunhas, policiais militares estavam no local, mas não teriam feito nada para intervir na agressão. O caso será investigado.
Cena G
“O segurança chegou para nós e disse: ‘veadinho você não pode dançar assim. Aqui não é um local gay’. Então eu pedi para falar com o gerente. Questionei o preconceito e disse que tinha muitos homossexuais ali. Ele mandou os seguranças me colocarem para fora e os três me espancarem”, contou.
As marcas da agressão estão estampadas nos rosto, nas costas e braços de Diego.
Conforme testemunhas, policiais militares estavam no local, mas não teriam feito nada para intervir na agressão. O caso será investigado.
Cena G
Parlamentares do estado norte-americano do Havaí aprovaram a união civil de casais do mesmo sexo. A medida já foi submetida ao governador democrata Neil Abercrombie, que já sancionou de imediato a lei.
A assessoria do governador divulgou que as uniões Homossexuais estarão autorizadas a partir de 1º de janeiro de 2012. A decisão garante a casais de Gays e Lésbicos no estado os mesmos direitos e benefícios das uniões heterossexuais.
O resultado de 18 votos favoráveis e 5 contrários vem depois de fortes discussões e disputas eleitorais que dividiram o estado por quase duas décadas. O Havaí se tornou o sétimo estado americano a garantir os mesmos direitos a casais do mesmo sexo, sem que o casamento em si seja reconhecido.
Apenas cinco estados e o distrito de Columbia autorizam o casamento civil entre casais do mesmo sexo. Entidades que defendem os direitos Gays comemoraram a votação como uma vitória por direitos iguais no estado conhecido pela sua diversidade e tolerância.
A mesma lei já havia sido aprovada pelo Senado havaiano no ano passado, mas foi vetada pela ex-governadora, a republicana Linda Lingles. Agora já foi sancionada e não tem mais volta.
Central de noticias gays
A assessoria do governador divulgou que as uniões Homossexuais estarão autorizadas a partir de 1º de janeiro de 2012. A decisão garante a casais de Gays e Lésbicos no estado os mesmos direitos e benefícios das uniões heterossexuais.
O resultado de 18 votos favoráveis e 5 contrários vem depois de fortes discussões e disputas eleitorais que dividiram o estado por quase duas décadas. O Havaí se tornou o sétimo estado americano a garantir os mesmos direitos a casais do mesmo sexo, sem que o casamento em si seja reconhecido.
Apenas cinco estados e o distrito de Columbia autorizam o casamento civil entre casais do mesmo sexo. Entidades que defendem os direitos Gays comemoraram a votação como uma vitória por direitos iguais no estado conhecido pela sua diversidade e tolerância.
A mesma lei já havia sido aprovada pelo Senado havaiano no ano passado, mas foi vetada pela ex-governadora, a republicana Linda Lingles. Agora já foi sancionada e não tem mais volta.
Central de noticias gays
A Loja HOMOS foi fundada em março de 2010 e está a poucos dias de fazer seu 1º aniversário. Ela é a primeira loja LGBT da internet totalmente voltada e focada no público LGBT.
A Loja HOMOS oferece ao público LGBT souvenirs, acessórios e bijuterias que podem ser usados no seu dia-a-dia, carnaval, Paradas do Orgulho LGBT, baladas e festas. Ou seja, produtos que podem ser usados em qualquer hora e qualquer lugar.
A pulseira do arco-íris é a grande campeã de pedidos da loja e, pelo fato de ser de própria fabricação, seu preço de R$ 5,00 torna-se imbatível. Inclusive, a Loja HOMOS é a única no Brasil que tem o frete fixo a R$ 6,00 para qualquer lugar do país.
A Loja HOMOS tem como missão atender o publico LGBT de maneira diferenciada e da melhor maneira possível, pois é um publico altamente carente de serviços especializados.
Seu sonho é se tornar uma referência e parte importante na luta a favor da diversidade e participar de qualquer movimento que vise acabar com qualquer tipo de preconceito. A Loja HOMOS tem como valores a ética, transparência, efetividade e competência.
Loja HOMOS, a Loja LGBT que mais cresce na web.
www.lojahomos.com.brCentral de noticias gays
quinta-feira, 10 de março de 2011
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