segunda-feira, 23 de maio de 2011
Luiz Ramiris, 51, e Guilherme Amaral Nunes, 25, formalizaram o primeiro pedido, no Estado de São Paulo, de conversão de união estável de pessoas do mesmo sexo em casamento.
Casal gay de Goiânia registra união e quer casamento e filhoParte dos cartórios de São Paulo ainda não registra união gay
A apresentação dos documentos foi feita no 34º Cartório de Registro Civil de Cerqueira César, na região central de São Paulo.
O cartório na rua Frei Caneca, conhecida por ser um reduto gay, é um dos três registros civis da cidade que aceitam converter esse tipo de união em casamento, segundo levantamento da Folha, após o Supremo Tribunal Federal ter reconhecido que casais homossexuais também formam famílias.
A decisão do STF, de 5 de maio, não menciona diretamente que gays agora podem converter a união estável em casamento. Isso quer dizer que o pedido do casal ainda poderá ser negado.
No casamento, as pessoas mudam de estado civil, enquanto na união estável não há essa mudança.
O próprio juiz substituto da 2ª Vara de Registros Públicos da Comarca de São Paulo, Guilherme Madeira Dezem, diz que ainda precisa formar opinião sobre a conversão de uniões gays em casamentos. "Há vários posicionamentos na doutrina."
Ramiris e Nunes esperam que o casamento resolva algumas coisas. "Queremos comprar um imóvel e resolvemos casar para facilitar a questão do financiamento", afirmou Ramiris, o Lula.
Há quase cinco anos juntos, eles se consideram "um casal moderno". "Nós nos conhecemos pela internet. Nos encontramos um dia em uma praça e eu levei um vinho branco. Ele me pediu em namoro", contou Lula.
Os dois passaram a morar juntos oito meses depois e em 2007 registraram uma escrituram de união estável.
O procedimento durou 20 minutos. O texto do documento assinado pelos companheiros foi preenchido pela funcionária. Em vez de noivo e noiva, eles foram chamados de pretendentes.
Segundo o registrador titular do cartório, Adolpho da Cunha, o edital do casamento será levado para publicação até segunda num jornal local. Ele abrirá vistas do processo para um juiz e o Ministério Público. Se não houver oposição ou impedimento, o casamento será oficializado.
Folha de São Paulo
Casal gay de Goiânia registra união e quer casamento e filhoParte dos cartórios de São Paulo ainda não registra união gay
A apresentação dos documentos foi feita no 34º Cartório de Registro Civil de Cerqueira César, na região central de São Paulo.
O cartório na rua Frei Caneca, conhecida por ser um reduto gay, é um dos três registros civis da cidade que aceitam converter esse tipo de união em casamento, segundo levantamento da Folha, após o Supremo Tribunal Federal ter reconhecido que casais homossexuais também formam famílias.
A decisão do STF, de 5 de maio, não menciona diretamente que gays agora podem converter a união estável em casamento. Isso quer dizer que o pedido do casal ainda poderá ser negado.
No casamento, as pessoas mudam de estado civil, enquanto na união estável não há essa mudança.
O próprio juiz substituto da 2ª Vara de Registros Públicos da Comarca de São Paulo, Guilherme Madeira Dezem, diz que ainda precisa formar opinião sobre a conversão de uniões gays em casamentos. "Há vários posicionamentos na doutrina."
Ramiris e Nunes esperam que o casamento resolva algumas coisas. "Queremos comprar um imóvel e resolvemos casar para facilitar a questão do financiamento", afirmou Ramiris, o Lula.
Há quase cinco anos juntos, eles se consideram "um casal moderno". "Nós nos conhecemos pela internet. Nos encontramos um dia em uma praça e eu levei um vinho branco. Ele me pediu em namoro", contou Lula.
Os dois passaram a morar juntos oito meses depois e em 2007 registraram uma escrituram de união estável.
O procedimento durou 20 minutos. O texto do documento assinado pelos companheiros foi preenchido pela funcionária. Em vez de noivo e noiva, eles foram chamados de pretendentes.
Segundo o registrador titular do cartório, Adolpho da Cunha, o edital do casamento será levado para publicação até segunda num jornal local. Ele abrirá vistas do processo para um juiz e o Ministério Público. Se não houver oposição ou impedimento, o casamento será oficializado.
Folha de São Paulo
A Secretaria Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos do Rio de Janeiro realizará no dia 10 de junho uma cerimônia que pretende oficializar a união estável de 50 casais Homossexuais.
A iniciativa tem parceria com a Defensoria Pública e faz parte da campanha "Rio Sem Homofobia". "Já temos 35 casais interessados e a expectativa é grande. Se houver mais de 50 interessados, vamos trabalhar para atender a todos", disse Cláudio Nascimento, superintendente de Direitos Individuais e Difusos.
Os casais que não têm condições de pagar a taxa para o registro de União Homoafetiva, que gira em torno de R$ 200, poderão apresentar atestado de pobreza e receber a isenção do pagamento. Cada casal terá o direito de levar cinco familiares.
Central de Noticias Gays
A iniciativa tem parceria com a Defensoria Pública e faz parte da campanha "Rio Sem Homofobia". "Já temos 35 casais interessados e a expectativa é grande. Se houver mais de 50 interessados, vamos trabalhar para atender a todos", disse Cláudio Nascimento, superintendente de Direitos Individuais e Difusos.
Os casais que não têm condições de pagar a taxa para o registro de União Homoafetiva, que gira em torno de R$ 200, poderão apresentar atestado de pobreza e receber a isenção do pagamento. Cada casal terá o direito de levar cinco familiares.
Central de Noticias Gays
O ministro da Educação, Fernando Haddad, negou que tenha dito a parlamentares da base evangélica que o conteúdo do kit de combate à homofobia, possa ser alterado. O ministro explicou ainda que os parlamentares evangélicos poderão apresentar sugestões à comissão de publicação de materiais do MEC, mas que elas poderão ou não ser acatadas.
O kit de combate à homofobia, composto por cartazes, um livro com sugestão de atividades para o professor e três vídeos, foi elaborado por entidades de defesa dos direitos humanos e da população LGBT. A previsão do governo é que os kits cheguem às escolas no segundo semestre deste ano e sejam utilizados com alunos do ensino médio, acima dos 15 anos.
Porém, os parlamentares evangélicos prometem que não irão votar mais nenhuma matéria de interesse do governo, caso o kit seja distribuído. Haddad esteve na Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira (18), para tentar tranquilizar a base evangélica.
O vice-presidente da bancada evangélica, deputado Anthony Garotinho (PR-RJ), avaliou que o kit pode levar crianças a se tornarem homossexuais. “Dinheiro público deve ser empregado para combater a homofobia e não para estimular opção sexual”, protestou Garotinho.
Haddad disse, durante o programa de rádio Bom Dia Ministro, que “o material encomendado pelo MEC visa combater a violência contra homossexuais nas escolas públicas do país” e que “os estabelecimentos públicos têm que estar preparados para receber essas pessoas e apoiá-las no seu desenvolvimento”.
Gay 1
O kit de combate à homofobia, composto por cartazes, um livro com sugestão de atividades para o professor e três vídeos, foi elaborado por entidades de defesa dos direitos humanos e da população LGBT. A previsão do governo é que os kits cheguem às escolas no segundo semestre deste ano e sejam utilizados com alunos do ensino médio, acima dos 15 anos.
Porém, os parlamentares evangélicos prometem que não irão votar mais nenhuma matéria de interesse do governo, caso o kit seja distribuído. Haddad esteve na Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira (18), para tentar tranquilizar a base evangélica.
O vice-presidente da bancada evangélica, deputado Anthony Garotinho (PR-RJ), avaliou que o kit pode levar crianças a se tornarem homossexuais. “Dinheiro público deve ser empregado para combater a homofobia e não para estimular opção sexual”, protestou Garotinho.
Haddad disse, durante o programa de rádio Bom Dia Ministro, que “o material encomendado pelo MEC visa combater a violência contra homossexuais nas escolas públicas do país” e que “os estabelecimentos públicos têm que estar preparados para receber essas pessoas e apoiá-las no seu desenvolvimento”.
Gay 1
Fidelidade é um tema muito importante para a longevidade de um relacionamento. E os casais homossexuais parecem estar mais “comportados” neste quesito do que os heterossexuais. Pelo menos é isso que afirma a psicóloga e especialista em relacionamento afetivo Eliete Matielo.
Trair hoje em dia é “mais fácil”. A internet pode ser uma perigosa ferramenta para romper relações com sites específicos para a traição ou um simples “encontro de um parceiro” num chat. Baladas costumam ser um grande alvo para paqueras rápidas. Existem também serviços oferecidos por garotos e garotas de programa.
“Fidelidade é fundamental”, afirma Eliete. “Para um relacionamento sério, você precisa de comprometimento, que é passar segurança. Existe um tipo de casal liberal que deixa o parceiro sair sem ter de ‘dar explicações’ no dia seguinte, mas isso é menos frequente”.
Eliete recebe clientes de todos os gêneros em sua agência de relacionamentos. E ela afirma que os gays são mais fiéis no namoro. “O fato de eles serem mais fiéis é que um relacionamento homossexual é mais complicado por causa do preconceito. Agora que a coisa está ficando um pouco melhor, mas a aceitação ainda é difícil.”
De acordo com a especialista, os gays se “grudam” para suportar as dificuldades. “Muitos passam por rejeição da família e dos amigos. Porém, quando ele encontra alguém, essa união é bastante forte e eles são fiéis quando namoram. Claro que existem exceções. Mas no que vejo atualmente, os casais gays duram muito mais.”
Cena G
Trair hoje em dia é “mais fácil”. A internet pode ser uma perigosa ferramenta para romper relações com sites específicos para a traição ou um simples “encontro de um parceiro” num chat. Baladas costumam ser um grande alvo para paqueras rápidas. Existem também serviços oferecidos por garotos e garotas de programa.
“Fidelidade é fundamental”, afirma Eliete. “Para um relacionamento sério, você precisa de comprometimento, que é passar segurança. Existe um tipo de casal liberal que deixa o parceiro sair sem ter de ‘dar explicações’ no dia seguinte, mas isso é menos frequente”.
Eliete recebe clientes de todos os gêneros em sua agência de relacionamentos. E ela afirma que os gays são mais fiéis no namoro. “O fato de eles serem mais fiéis é que um relacionamento homossexual é mais complicado por causa do preconceito. Agora que a coisa está ficando um pouco melhor, mas a aceitação ainda é difícil.”
De acordo com a especialista, os gays se “grudam” para suportar as dificuldades. “Muitos passam por rejeição da família e dos amigos. Porém, quando ele encontra alguém, essa união é bastante forte e eles são fiéis quando namoram. Claro que existem exceções. Mas no que vejo atualmente, os casais gays duram muito mais.”
Cena G
O pastor Ricardo Gondim, 54 anos, da Igreja Betesda, informou, através de seu blog, que depois de quase 20 anos como colaborador da Revista Ultimato, ele foi “convidado” pelo conselho editorial a “descontinuar” a sua coluna na revista.
Gondim foi informado pelos responsáveis pela revista de que suas declarações estavam criando desconforto e tensão. A gota d’água, segundo relatou o pastor, foi a entrevista que deu à revista Carta Capital na qual defendeu a união civil de homossexuais e a observância de que o Estado é laico. Aparentemente, ele foi defenestrado menos pelo que escrevia na revista e mais pelo que dizia em outros meios.
“Em um Estado laico, a lei não pode marginalizar, excluir ou distinguir como devassos, promíscuos ou pecadores, homens e mulheres que se declaram homoafetivos e buscam constituir relacionamentos estáveis. Minhas convicções teológicas ou pessoais não podem intervir no ordenamento das leis”.
À Carta Capital, ele disse que o objetivo desses evangélicos é assumir cada vez mais poder político, tendo em vista, inclusive, as eleições presidenciais.
Gondim contou que outro motivo do seu desligamento da Ultimato foi sua afirmação de que “Deus não está no controle”.
Na entrevista, ele disse: “Se Deus é bom e onipotente, e coisas ruins acontecem, então há algo errado com esse pressuposto. Minha resposta é que Deus não está no controle. A favela, o córrego poluído, a tragédia, a guerra, não têm nada a ver com Deus. Concordo muito com Simone Weil, uma judia convertida ao catolicismo durante a Segunda Guerra Mundial, quando diz que o mundo só é possível pela ausência de Deus. Vivemos como se Deus não existisse, porque só assim nos tornamos cidadãos responsáveis, nos humanizamos, lutamos pela vida, pelo bem. A visão de Deus como um pai todo-poderoso, que vai me proteger, poupar, socorrer e abrir portas é infantilizadora da vida”.
Cena G
Gondim foi informado pelos responsáveis pela revista de que suas declarações estavam criando desconforto e tensão. A gota d’água, segundo relatou o pastor, foi a entrevista que deu à revista Carta Capital na qual defendeu a união civil de homossexuais e a observância de que o Estado é laico. Aparentemente, ele foi defenestrado menos pelo que escrevia na revista e mais pelo que dizia em outros meios.
“Em um Estado laico, a lei não pode marginalizar, excluir ou distinguir como devassos, promíscuos ou pecadores, homens e mulheres que se declaram homoafetivos e buscam constituir relacionamentos estáveis. Minhas convicções teológicas ou pessoais não podem intervir no ordenamento das leis”.
À Carta Capital, ele disse que o objetivo desses evangélicos é assumir cada vez mais poder político, tendo em vista, inclusive, as eleições presidenciais.
Gondim contou que outro motivo do seu desligamento da Ultimato foi sua afirmação de que “Deus não está no controle”.
Na entrevista, ele disse: “Se Deus é bom e onipotente, e coisas ruins acontecem, então há algo errado com esse pressuposto. Minha resposta é que Deus não está no controle. A favela, o córrego poluído, a tragédia, a guerra, não têm nada a ver com Deus. Concordo muito com Simone Weil, uma judia convertida ao catolicismo durante a Segunda Guerra Mundial, quando diz que o mundo só é possível pela ausência de Deus. Vivemos como se Deus não existisse, porque só assim nos tornamos cidadãos responsáveis, nos humanizamos, lutamos pela vida, pelo bem. A visão de Deus como um pai todo-poderoso, que vai me proteger, poupar, socorrer e abrir portas é infantilizadora da vida”.
Cena G
O escritor Frei Betto, que foi assessor especial do ex-presidente Lula e é considerado um dos mais importantes intelectuais da atualidade brasileira, manifestou sua posição contra a discriminação de homossexuais.
No artigo escrito para o jornal “O Globo”, ele fala sobre a relação entre a Igreja Católica e os LGBT e faz um resgate histórico para provar que ser gay não é pecado.
“A Igreja Católica deu um pequeno passo adiante ao incluir no seu catecismo a exigência de se evitar qualquer discriminação a homossexuais. No entanto, silenciam as autoridades eclesiásticas quando se trata de se pronunciar contra a homofobia”, escreve Frei Betto.
Cena G
No artigo escrito para o jornal “O Globo”, ele fala sobre a relação entre a Igreja Católica e os LGBT e faz um resgate histórico para provar que ser gay não é pecado.
“A Igreja Católica deu um pequeno passo adiante ao incluir no seu catecismo a exigência de se evitar qualquer discriminação a homossexuais. No entanto, silenciam as autoridades eclesiásticas quando se trata de se pronunciar contra a homofobia”, escreve Frei Betto.
Cena G
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Tudo leva a crer que a novela do SBT, "Amor e Revolução", está apostando mesmo em seu "núcleo gay" para levantar a audiência da trama. Depois do beijo lésbico entre as atrizes Luciana Vendramini e Giselle Tigre, o próximo passo será um beijo gay.
Os escolhidos foram os atores Carlos Thiré e Lui Mendes. Ao que tudo indica, seus personagens não trocarão apenas um selinho. Será um beijo mesmo, igual a cena das meninas, que teve 40 segundos.
No entanto, o beijo não será uma surpresa. Segundo a jornalista Fabíola Reipert, para não "assustar" o público o autor da novela, Tiago Santigo, decidiu avisar o público. Uma narração entrará de fundo alertando que na próxima cena haverá um beijo gay. É esperar pra ver o resultado.
A cena vai ao ar em julho.
A capa
Os escolhidos foram os atores Carlos Thiré e Lui Mendes. Ao que tudo indica, seus personagens não trocarão apenas um selinho. Será um beijo mesmo, igual a cena das meninas, que teve 40 segundos.
No entanto, o beijo não será uma surpresa. Segundo a jornalista Fabíola Reipert, para não "assustar" o público o autor da novela, Tiago Santigo, decidiu avisar o público. Uma narração entrará de fundo alertando que na próxima cena haverá um beijo gay. É esperar pra ver o resultado.
A cena vai ao ar em julho.
A capa
Parece que virou moda na Alemanha debater a intimidade sexual dos jogadores. A Federação Alemã de Futebol e alguns atletas importantes estão estimulando os jogadores a revelar a homossexualidade.
O jogador Túlio Maravilha defende que o Brasil deveria importar essa iniciativa dos cartolas germânicos.
“Não só em relação à opção sexual. Também contra o racismo e principalmente à violência. Está tudo englobado. A CBF tem que aproveitar o Campeonato Brasileiro e, a cada período, fazer uma campanha nesse sentido. Está certa a Federação Alemã. No futebol, tem vários casos, mas a maioria não assume por receio. Ninguém é bobo, todo mundo sabe quem é quem, mas é opção de cada um, e a gente respeita”.
Cena G
O jogador Túlio Maravilha defende que o Brasil deveria importar essa iniciativa dos cartolas germânicos.
“Não só em relação à opção sexual. Também contra o racismo e principalmente à violência. Está tudo englobado. A CBF tem que aproveitar o Campeonato Brasileiro e, a cada período, fazer uma campanha nesse sentido. Está certa a Federação Alemã. No futebol, tem vários casos, mas a maioria não assume por receio. Ninguém é bobo, todo mundo sabe quem é quem, mas é opção de cada um, e a gente respeita”.
Cena G
A cidade do Rio de Janeiro vai receber no próximo domingo, 29, a II Caminhada pela Adoção, que marca a Semana Estadual de Adoção, com direito a participação de evangélicos gays apoiadores da causa. A caminhada rola na orla de um dos bairros mais gays do Rio, Copacabana, com concentração às 10h no Posto 6.
Segundo a Igreja Cristã Contemporânea, o apoio é importante porque a denominação entende que por meio da adoção existe uma oportunidade de restaurar e dar continuidade a muitas famílias que foram destruídas por vários motivos.
Os fieis vão participar como forma de dizer que os casais homoafetivos, agora amparados pela lei em sua união estável, também podem adotar uma criança e criá-la com todo o carinho. O evento tem o apoio da Frente Parlamentar Pró-Adoção da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Mais informações pelo telefone (21) 2224-3910.
MixBrasil
Segundo a Igreja Cristã Contemporânea, o apoio é importante porque a denominação entende que por meio da adoção existe uma oportunidade de restaurar e dar continuidade a muitas famílias que foram destruídas por vários motivos.
Os fieis vão participar como forma de dizer que os casais homoafetivos, agora amparados pela lei em sua união estável, também podem adotar uma criança e criá-la com todo o carinho. O evento tem o apoio da Frente Parlamentar Pró-Adoção da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Mais informações pelo telefone (21) 2224-3910.
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A Igreja Cristã Contemporânea promove neste sábado, dia 21, um culto especial para casais homoafetivos com o objetivo de ensiná-los a lidarem com os problemas cotidianos da vida e do relacionamento – como o orgulho, a mágoa e a infidelidade - de maneira inteligente, possibilitando, desta forma, que eles alcancem a felicidade completa no amor. A base da Igreja é constituída de 60% de casais homoafetivos.
O culto será ministrado pelos pastores Fábio Inácio e Marcos Gladstone, na Igreja Cristã Contemporânea, com sede localizada à Rua Carvalho de Sousa, nº 30, em Madureira, no Rio de Janeiro. Durante o encontro haverá depoimentos de pessoas que por décadas estão juntas, constituindo famílias homoafetivas.
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O culto será ministrado pelos pastores Fábio Inácio e Marcos Gladstone, na Igreja Cristã Contemporânea, com sede localizada à Rua Carvalho de Sousa, nº 30, em Madureira, no Rio de Janeiro. Durante o encontro haverá depoimentos de pessoas que por décadas estão juntas, constituindo famílias homoafetivas.
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