terça-feira, 24 de maio de 2011
De acordo com a revista norte-americana "Advocate", que publicou uma lista com os principais líderes LGBT com menos de 40 anos, o co-fundador do Facebook, Chris Hughes e o namorado Sean Eldridge, encabeçam a lista.
Chris tinha 19 anos e estudava em Harvard quando, junto com outros três amigos, fundou o Facebook. Quatro anos depois, já formado, ele se mudou para a Califórnia e com os sócios tornaram a rede social um dos fenômenos dos tempos atuais.
Agora, aos 27 anos, Hughes não está mais envolvido com o Facebook, exceto como usuário e um dos principais acionistas, o que lhe rendeu uma fortuna.
O casal, que se conheceu em 2005, tem esperança de se casar em Nova York. Por conta de sua participação de pouco mais de 1% no Facebook, Chris Hughes tem um patrimônio líquido de US$ 700 milhões, o que o torna o gay mais rico do mundo com menos de 30 anos.
Gay 1
Chris tinha 19 anos e estudava em Harvard quando, junto com outros três amigos, fundou o Facebook. Quatro anos depois, já formado, ele se mudou para a Califórnia e com os sócios tornaram a rede social um dos fenômenos dos tempos atuais.
Agora, aos 27 anos, Hughes não está mais envolvido com o Facebook, exceto como usuário e um dos principais acionistas, o que lhe rendeu uma fortuna.
O casal, que se conheceu em 2005, tem esperança de se casar em Nova York. Por conta de sua participação de pouco mais de 1% no Facebook, Chris Hughes tem um patrimônio líquido de US$ 700 milhões, o que o torna o gay mais rico do mundo com menos de 30 anos.
Gay 1
O dono de um bosque na cidade de Kindberg, na Áustria, espalhou diversas placas pela propriedade alegando que era uma forma de protesto contra os abusos sexuais que ele sofreu dos sacerdotes quando era criança.
Seep Rothwang, 60 anos, também ele proíbe a permanência de sacerdotes com crianças sem elas estarem acompanhadas por outro adulto.
Cena G
Seep Rothwang, 60 anos, também ele proíbe a permanência de sacerdotes com crianças sem elas estarem acompanhadas por outro adulto.
Cena G
Já está no ar o site da Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual (CEDS) da Prefeitura do Rio de Janeiro. A página na internet tem notícias, agenda de eventos LGBT e, o mais legal, um espaço para receber denúncias de casos de homofobia ocorridos na Cidade Maravilhosa.
O site disponibiliza também as legislações pró-LGBT nos âmbitos federal, municipal e estadual, além de divulgar campanha a favor da diversidade sexual. O endereço é o www.cedsrio.com.br.
MixBrasil
O site disponibiliza também as legislações pró-LGBT nos âmbitos federal, municipal e estadual, além de divulgar campanha a favor da diversidade sexual. O endereço é o www.cedsrio.com.br.
MixBrasil
O primeiro beijo entre homens em novelas da tevê brasileira vai finalmente acontecer.
Vai ser no seriado Natália da TV Brasil, a rede pública federal. A cena será protagonizada pelo booker de modelos encarnado por Maurício Branco e Rodrigo Candelot (o coronel Formoso de Tropa de Elite), na frente da chefe Claudia Ohana e será um longo beijo de despedida.
Maurício Branco, que apresentou recentemente o quadro Gayme no programa Amor & Sexo da Tv Globo, conta como foi a gravação da cena histórica.
“Rodrigo foi escalado para fazer seu namorado francês na série. No dia da gravação ele queria dar um beijo rápido porque na verdade não queríamos que o beijo fosse o ponto principal da cena. Gostaríamos de mostrá-lo de forma espontânea sem alardes.Mas na hora do ensaio pedi que Rodrigo demorasse mais. Já que daríamos o primeiro beijo em canal aberto,gostaria que as pessoas vissem um beijo de verdade,com amor.E foi o queaconteceu!
Não perca: 17 de julho, às 22h30h, na série Natália, da TV Brasil.
MixBrasil
Vai ser no seriado Natália da TV Brasil, a rede pública federal. A cena será protagonizada pelo booker de modelos encarnado por Maurício Branco e Rodrigo Candelot (o coronel Formoso de Tropa de Elite), na frente da chefe Claudia Ohana e será um longo beijo de despedida.
Maurício Branco, que apresentou recentemente o quadro Gayme no programa Amor & Sexo da Tv Globo, conta como foi a gravação da cena histórica.
“Rodrigo foi escalado para fazer seu namorado francês na série. No dia da gravação ele queria dar um beijo rápido porque na verdade não queríamos que o beijo fosse o ponto principal da cena. Gostaríamos de mostrá-lo de forma espontânea sem alardes.Mas na hora do ensaio pedi que Rodrigo demorasse mais. Já que daríamos o primeiro beijo em canal aberto,gostaria que as pessoas vissem um beijo de verdade,com amor.E foi o queaconteceu!
Não perca: 17 de julho, às 22h30h, na série Natália, da TV Brasil.
MixBrasil
A atriz Luciana Vendramini foi neste mês de maio protagonista do primeiro beijo gay na TV aberta, na novela Amor e Revolução, do SBT. A cena envolvendo sua personagem, a advogada Marcela, e a da atriz Giselle Tigre, a empresária Marina, foi ao ar na quinta-feira 12 de maio.
A exibição da cena foi tão comentada que a emissora de Silvio Santos conseguiu alcançar pela primeira vez a Record desde o início da trama, com o empate de sete pontos no Ibope.
O Virgula conversou com a atriz sobre a experiência, preconceito e como está sendo a aceitação do público. Leia o que ela respondeu:
O seu beijo com a atriz Giselle Tigre teve uma enorme repercussão. Como foi gravar a cena? Tudo correu naturalmente ou houve algum constrangimento?
Não imaginava que seria tão comentada. Primeiro que eu achava que já havia acontecido, não imaginava que o Brasil estava tão atrasado assim. Por outro lado fiquei feliz como atriz por realizar o primeiro beijo gay. Gravar a cena foi muito simples. Antes, nosso diretor, Reynaldo Boury, nos levou à ilha de edição para mostrar a cena de amor de Maria Paixão e José Guerra (personagens centrais da novela). Claro que ficamos mais tranquilas, pois a cena estava linda e foi de muito bom gosto. Na sequência fomos ao estúdio gravar o beijo, conversamos como ia ser feito e fizemos um ensaio. Depois gravamos duas vezes e pronto, tínhamos a cena.
Você imaginava toda essa repercussão?
Como disse antes, não imaginava que teria essa repercussão, mas fico feliz que tenha sido positiva. O público gostou e a cena foi passando amor e verdade. Na rua as pessoas torcem pra que Marcela fique com Marina, e isso eu não esperava.
Protagonizar um beijo gay na televisão brasileira, onde sempre houve preconceito, é resultado da maturidade de um ator. Você acha que isso é reflexo da sua maturidade como atriz?
Com certeza é uma maturidade como atriz. Hoje estou preparada pra tudo. O fato de ter estudado teatro com Antunes Filho me deu esse amadurecimento e confiança, não tenho medo de ter desafios na minha carreira, já que amo o que faço.
Você aceitaria esse desafio no começo da carreira?
Claro que aceitaria fazer a cena no começo, mas com certeza hoje estou mais madura e confiante.
O beijo, neste momento em que ocorreram manifestações homofóbicas no país, pode ajudar a combater o preconceito? Tem essa expectativa?
Tem uma repercussão maior, claro, mas acredito que tenha ajudado as pessoas a encarar com naturalidade a homossexualidade, já que hoje é tão comum termos amigos ou parentes gays.
Depois da veiculação da cena, você chegou a receber cantadas de mulheres? Se sim, como você lidaria com isso?
Ainda não tive cantadas depois da cena (risos), mas agiria como hétero, sem precisar agredir ninguém. E não demonstraria nenhum preconceito, mas deixaria claro que aquilo foi apenas uma cena de novela.
Interpretar um homossexual sempre divide o público, mas tem aqueles que caem logo no gosto do povo, como o Julinho de Ti-Ti-Ti, pro exemplo. Qual foi o feedback que você teve dos gays?
Não tive muito contato com público, pois estou gravando muito. Mas na minha academia foi super positivo e o mais surpreendente é que todos apoiam o casal e torcem pelo amor da Marcela pela Marina, já que é tão sincero.
Você já foi a alguma Parada Gay ou ajudou a promover alguma campanha anti-homofobia?
Já fui à uma passeata e foi muito divertido. Isso tem uns 10 anos, mas não tenho preconceito algum com nada. Todos têm livre arbítrio e temos que respeitar todos.
Em entrevistas recentes, você e a Giselle Tigre disseram que o beijo foi só o começo. O que vem por aí?
Nós estamos preparadas para fazer a primeira cena de amor gay também. Nosso diretor sempre dá uma espetadinha nesse assunto, dizendo que a cena vem aí...
Virgula - Uol Gay
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Luiz Ramiris, 51, e Guilherme Amaral Nunes, 25, formalizaram o primeiro pedido, no Estado de São Paulo, de conversão de união estável de pessoas do mesmo sexo em casamento.
Casal gay de Goiânia registra união e quer casamento e filhoParte dos cartórios de São Paulo ainda não registra união gay
A apresentação dos documentos foi feita no 34º Cartório de Registro Civil de Cerqueira César, na região central de São Paulo.
O cartório na rua Frei Caneca, conhecida por ser um reduto gay, é um dos três registros civis da cidade que aceitam converter esse tipo de união em casamento, segundo levantamento da Folha, após o Supremo Tribunal Federal ter reconhecido que casais homossexuais também formam famílias.
A decisão do STF, de 5 de maio, não menciona diretamente que gays agora podem converter a união estável em casamento. Isso quer dizer que o pedido do casal ainda poderá ser negado.
No casamento, as pessoas mudam de estado civil, enquanto na união estável não há essa mudança.
O próprio juiz substituto da 2ª Vara de Registros Públicos da Comarca de São Paulo, Guilherme Madeira Dezem, diz que ainda precisa formar opinião sobre a conversão de uniões gays em casamentos. "Há vários posicionamentos na doutrina."
Ramiris e Nunes esperam que o casamento resolva algumas coisas. "Queremos comprar um imóvel e resolvemos casar para facilitar a questão do financiamento", afirmou Ramiris, o Lula.
Há quase cinco anos juntos, eles se consideram "um casal moderno". "Nós nos conhecemos pela internet. Nos encontramos um dia em uma praça e eu levei um vinho branco. Ele me pediu em namoro", contou Lula.
Os dois passaram a morar juntos oito meses depois e em 2007 registraram uma escrituram de união estável.
O procedimento durou 20 minutos. O texto do documento assinado pelos companheiros foi preenchido pela funcionária. Em vez de noivo e noiva, eles foram chamados de pretendentes.
Segundo o registrador titular do cartório, Adolpho da Cunha, o edital do casamento será levado para publicação até segunda num jornal local. Ele abrirá vistas do processo para um juiz e o Ministério Público. Se não houver oposição ou impedimento, o casamento será oficializado.
Folha de São Paulo
Casal gay de Goiânia registra união e quer casamento e filhoParte dos cartórios de São Paulo ainda não registra união gay
A apresentação dos documentos foi feita no 34º Cartório de Registro Civil de Cerqueira César, na região central de São Paulo.
O cartório na rua Frei Caneca, conhecida por ser um reduto gay, é um dos três registros civis da cidade que aceitam converter esse tipo de união em casamento, segundo levantamento da Folha, após o Supremo Tribunal Federal ter reconhecido que casais homossexuais também formam famílias.
A decisão do STF, de 5 de maio, não menciona diretamente que gays agora podem converter a união estável em casamento. Isso quer dizer que o pedido do casal ainda poderá ser negado.
No casamento, as pessoas mudam de estado civil, enquanto na união estável não há essa mudança.
O próprio juiz substituto da 2ª Vara de Registros Públicos da Comarca de São Paulo, Guilherme Madeira Dezem, diz que ainda precisa formar opinião sobre a conversão de uniões gays em casamentos. "Há vários posicionamentos na doutrina."
Ramiris e Nunes esperam que o casamento resolva algumas coisas. "Queremos comprar um imóvel e resolvemos casar para facilitar a questão do financiamento", afirmou Ramiris, o Lula.
Há quase cinco anos juntos, eles se consideram "um casal moderno". "Nós nos conhecemos pela internet. Nos encontramos um dia em uma praça e eu levei um vinho branco. Ele me pediu em namoro", contou Lula.
Os dois passaram a morar juntos oito meses depois e em 2007 registraram uma escrituram de união estável.
O procedimento durou 20 minutos. O texto do documento assinado pelos companheiros foi preenchido pela funcionária. Em vez de noivo e noiva, eles foram chamados de pretendentes.
Segundo o registrador titular do cartório, Adolpho da Cunha, o edital do casamento será levado para publicação até segunda num jornal local. Ele abrirá vistas do processo para um juiz e o Ministério Público. Se não houver oposição ou impedimento, o casamento será oficializado.
Folha de São Paulo
A Secretaria Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos do Rio de Janeiro realizará no dia 10 de junho uma cerimônia que pretende oficializar a união estável de 50 casais Homossexuais.
A iniciativa tem parceria com a Defensoria Pública e faz parte da campanha "Rio Sem Homofobia". "Já temos 35 casais interessados e a expectativa é grande. Se houver mais de 50 interessados, vamos trabalhar para atender a todos", disse Cláudio Nascimento, superintendente de Direitos Individuais e Difusos.
Os casais que não têm condições de pagar a taxa para o registro de União Homoafetiva, que gira em torno de R$ 200, poderão apresentar atestado de pobreza e receber a isenção do pagamento. Cada casal terá o direito de levar cinco familiares.
Central de Noticias Gays
A iniciativa tem parceria com a Defensoria Pública e faz parte da campanha "Rio Sem Homofobia". "Já temos 35 casais interessados e a expectativa é grande. Se houver mais de 50 interessados, vamos trabalhar para atender a todos", disse Cláudio Nascimento, superintendente de Direitos Individuais e Difusos.
Os casais que não têm condições de pagar a taxa para o registro de União Homoafetiva, que gira em torno de R$ 200, poderão apresentar atestado de pobreza e receber a isenção do pagamento. Cada casal terá o direito de levar cinco familiares.
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O ministro da Educação, Fernando Haddad, negou que tenha dito a parlamentares da base evangélica que o conteúdo do kit de combate à homofobia, possa ser alterado. O ministro explicou ainda que os parlamentares evangélicos poderão apresentar sugestões à comissão de publicação de materiais do MEC, mas que elas poderão ou não ser acatadas.
O kit de combate à homofobia, composto por cartazes, um livro com sugestão de atividades para o professor e três vídeos, foi elaborado por entidades de defesa dos direitos humanos e da população LGBT. A previsão do governo é que os kits cheguem às escolas no segundo semestre deste ano e sejam utilizados com alunos do ensino médio, acima dos 15 anos.
Porém, os parlamentares evangélicos prometem que não irão votar mais nenhuma matéria de interesse do governo, caso o kit seja distribuído. Haddad esteve na Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira (18), para tentar tranquilizar a base evangélica.
O vice-presidente da bancada evangélica, deputado Anthony Garotinho (PR-RJ), avaliou que o kit pode levar crianças a se tornarem homossexuais. “Dinheiro público deve ser empregado para combater a homofobia e não para estimular opção sexual”, protestou Garotinho.
Haddad disse, durante o programa de rádio Bom Dia Ministro, que “o material encomendado pelo MEC visa combater a violência contra homossexuais nas escolas públicas do país” e que “os estabelecimentos públicos têm que estar preparados para receber essas pessoas e apoiá-las no seu desenvolvimento”.
Gay 1
O kit de combate à homofobia, composto por cartazes, um livro com sugestão de atividades para o professor e três vídeos, foi elaborado por entidades de defesa dos direitos humanos e da população LGBT. A previsão do governo é que os kits cheguem às escolas no segundo semestre deste ano e sejam utilizados com alunos do ensino médio, acima dos 15 anos.
Porém, os parlamentares evangélicos prometem que não irão votar mais nenhuma matéria de interesse do governo, caso o kit seja distribuído. Haddad esteve na Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira (18), para tentar tranquilizar a base evangélica.
O vice-presidente da bancada evangélica, deputado Anthony Garotinho (PR-RJ), avaliou que o kit pode levar crianças a se tornarem homossexuais. “Dinheiro público deve ser empregado para combater a homofobia e não para estimular opção sexual”, protestou Garotinho.
Haddad disse, durante o programa de rádio Bom Dia Ministro, que “o material encomendado pelo MEC visa combater a violência contra homossexuais nas escolas públicas do país” e que “os estabelecimentos públicos têm que estar preparados para receber essas pessoas e apoiá-las no seu desenvolvimento”.
Gay 1
Fidelidade é um tema muito importante para a longevidade de um relacionamento. E os casais homossexuais parecem estar mais “comportados” neste quesito do que os heterossexuais. Pelo menos é isso que afirma a psicóloga e especialista em relacionamento afetivo Eliete Matielo.
Trair hoje em dia é “mais fácil”. A internet pode ser uma perigosa ferramenta para romper relações com sites específicos para a traição ou um simples “encontro de um parceiro” num chat. Baladas costumam ser um grande alvo para paqueras rápidas. Existem também serviços oferecidos por garotos e garotas de programa.
“Fidelidade é fundamental”, afirma Eliete. “Para um relacionamento sério, você precisa de comprometimento, que é passar segurança. Existe um tipo de casal liberal que deixa o parceiro sair sem ter de ‘dar explicações’ no dia seguinte, mas isso é menos frequente”.
Eliete recebe clientes de todos os gêneros em sua agência de relacionamentos. E ela afirma que os gays são mais fiéis no namoro. “O fato de eles serem mais fiéis é que um relacionamento homossexual é mais complicado por causa do preconceito. Agora que a coisa está ficando um pouco melhor, mas a aceitação ainda é difícil.”
De acordo com a especialista, os gays se “grudam” para suportar as dificuldades. “Muitos passam por rejeição da família e dos amigos. Porém, quando ele encontra alguém, essa união é bastante forte e eles são fiéis quando namoram. Claro que existem exceções. Mas no que vejo atualmente, os casais gays duram muito mais.”
Cena G
Trair hoje em dia é “mais fácil”. A internet pode ser uma perigosa ferramenta para romper relações com sites específicos para a traição ou um simples “encontro de um parceiro” num chat. Baladas costumam ser um grande alvo para paqueras rápidas. Existem também serviços oferecidos por garotos e garotas de programa.
“Fidelidade é fundamental”, afirma Eliete. “Para um relacionamento sério, você precisa de comprometimento, que é passar segurança. Existe um tipo de casal liberal que deixa o parceiro sair sem ter de ‘dar explicações’ no dia seguinte, mas isso é menos frequente”.
Eliete recebe clientes de todos os gêneros em sua agência de relacionamentos. E ela afirma que os gays são mais fiéis no namoro. “O fato de eles serem mais fiéis é que um relacionamento homossexual é mais complicado por causa do preconceito. Agora que a coisa está ficando um pouco melhor, mas a aceitação ainda é difícil.”
De acordo com a especialista, os gays se “grudam” para suportar as dificuldades. “Muitos passam por rejeição da família e dos amigos. Porém, quando ele encontra alguém, essa união é bastante forte e eles são fiéis quando namoram. Claro que existem exceções. Mas no que vejo atualmente, os casais gays duram muito mais.”
Cena G
O pastor Ricardo Gondim, 54 anos, da Igreja Betesda, informou, através de seu blog, que depois de quase 20 anos como colaborador da Revista Ultimato, ele foi “convidado” pelo conselho editorial a “descontinuar” a sua coluna na revista.
Gondim foi informado pelos responsáveis pela revista de que suas declarações estavam criando desconforto e tensão. A gota d’água, segundo relatou o pastor, foi a entrevista que deu à revista Carta Capital na qual defendeu a união civil de homossexuais e a observância de que o Estado é laico. Aparentemente, ele foi defenestrado menos pelo que escrevia na revista e mais pelo que dizia em outros meios.
“Em um Estado laico, a lei não pode marginalizar, excluir ou distinguir como devassos, promíscuos ou pecadores, homens e mulheres que se declaram homoafetivos e buscam constituir relacionamentos estáveis. Minhas convicções teológicas ou pessoais não podem intervir no ordenamento das leis”.
À Carta Capital, ele disse que o objetivo desses evangélicos é assumir cada vez mais poder político, tendo em vista, inclusive, as eleições presidenciais.
Gondim contou que outro motivo do seu desligamento da Ultimato foi sua afirmação de que “Deus não está no controle”.
Na entrevista, ele disse: “Se Deus é bom e onipotente, e coisas ruins acontecem, então há algo errado com esse pressuposto. Minha resposta é que Deus não está no controle. A favela, o córrego poluído, a tragédia, a guerra, não têm nada a ver com Deus. Concordo muito com Simone Weil, uma judia convertida ao catolicismo durante a Segunda Guerra Mundial, quando diz que o mundo só é possível pela ausência de Deus. Vivemos como se Deus não existisse, porque só assim nos tornamos cidadãos responsáveis, nos humanizamos, lutamos pela vida, pelo bem. A visão de Deus como um pai todo-poderoso, que vai me proteger, poupar, socorrer e abrir portas é infantilizadora da vida”.
Cena G
Gondim foi informado pelos responsáveis pela revista de que suas declarações estavam criando desconforto e tensão. A gota d’água, segundo relatou o pastor, foi a entrevista que deu à revista Carta Capital na qual defendeu a união civil de homossexuais e a observância de que o Estado é laico. Aparentemente, ele foi defenestrado menos pelo que escrevia na revista e mais pelo que dizia em outros meios.
“Em um Estado laico, a lei não pode marginalizar, excluir ou distinguir como devassos, promíscuos ou pecadores, homens e mulheres que se declaram homoafetivos e buscam constituir relacionamentos estáveis. Minhas convicções teológicas ou pessoais não podem intervir no ordenamento das leis”.
À Carta Capital, ele disse que o objetivo desses evangélicos é assumir cada vez mais poder político, tendo em vista, inclusive, as eleições presidenciais.
Gondim contou que outro motivo do seu desligamento da Ultimato foi sua afirmação de que “Deus não está no controle”.
Na entrevista, ele disse: “Se Deus é bom e onipotente, e coisas ruins acontecem, então há algo errado com esse pressuposto. Minha resposta é que Deus não está no controle. A favela, o córrego poluído, a tragédia, a guerra, não têm nada a ver com Deus. Concordo muito com Simone Weil, uma judia convertida ao catolicismo durante a Segunda Guerra Mundial, quando diz que o mundo só é possível pela ausência de Deus. Vivemos como se Deus não existisse, porque só assim nos tornamos cidadãos responsáveis, nos humanizamos, lutamos pela vida, pelo bem. A visão de Deus como um pai todo-poderoso, que vai me proteger, poupar, socorrer e abrir portas é infantilizadora da vida”.
Cena G
O escritor Frei Betto, que foi assessor especial do ex-presidente Lula e é considerado um dos mais importantes intelectuais da atualidade brasileira, manifestou sua posição contra a discriminação de homossexuais.
No artigo escrito para o jornal “O Globo”, ele fala sobre a relação entre a Igreja Católica e os LGBT e faz um resgate histórico para provar que ser gay não é pecado.
“A Igreja Católica deu um pequeno passo adiante ao incluir no seu catecismo a exigência de se evitar qualquer discriminação a homossexuais. No entanto, silenciam as autoridades eclesiásticas quando se trata de se pronunciar contra a homofobia”, escreve Frei Betto.
Cena G
No artigo escrito para o jornal “O Globo”, ele fala sobre a relação entre a Igreja Católica e os LGBT e faz um resgate histórico para provar que ser gay não é pecado.
“A Igreja Católica deu um pequeno passo adiante ao incluir no seu catecismo a exigência de se evitar qualquer discriminação a homossexuais. No entanto, silenciam as autoridades eclesiásticas quando se trata de se pronunciar contra a homofobia”, escreve Frei Betto.
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