terça-feira, 31 de maio de 2011
Publicada lei que cria o Dia Estadual de Combate à Homofobia em MS
Lei publicada nesta sexta-feira (27) no Diário Oficial do estado instituiu 17 de maio como Dia Estadual de Combate à Homofobia, conforme sanção do governo.
Segundo diário, na semana, prevista na terceira semana do mês de junho, serão organizados debates em escolas e locais públicos, com objetivo de conscientizar a população.
Gay 1
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Segundo diário, na semana, prevista na terceira semana do mês de junho, serão organizados debates em escolas e locais públicos, com objetivo de conscientizar a população.
Gay 1
Dezenas de pessoas caminharam pela orla da Praia de Ipanema, na zona sul da cidade, na manhã de hoje (29) em uma manifestação contra a decisão da presidenta Dilma Rousseff, na quarta-feira (24) passada, de suspender a distribuição do kit anti-homofobia nas escolas públicas do país. A caminhada foi organizada por grupos gays das igrejas Católica e Evangélica que carregavam faixas e cartazes pedindo uma educação mais inclusiva.
Membro do grupo Diversidade Católica, formado por gays católicos, Juliana Luvizaro disse que a passeata busca, sobretudo, chamar a sociedade para discutir a questão do homossexualismo nas escolas, que não é tratado de maneira responsável e cidadã.
“Ninguém transforma ninguém em gay. Assim como não se pode transformar um gay em heterossexual. Pedimos uma educação inclusiva dentro de casa e na escola, porque a violência contra alunos que se descobrem homossexuais ou transexuais é grande e o número de evasão escolar dessas crianças é enorme”.
Juliana afirmou ainda esperar que Dilma Rousseff reformule o kit para que atenda a todas as camadas da sociedade, mas que o material não deixe de ser oferecido nas escolas.
“O kit foi feito com a ajuda de diferentes grupos da sociedade e foi aprovado pela Unesco [Organização das Nações Unidas para a Educação]. Trata-se de um material para ajudar o educador e os alunos a praticarem o respeito à pluralidade e às diferenças.
O consultor financeiro Renato Roizenblit, que passeava no calçadão da Praia de Ipanema com a esposa Daniele e a filha Raíssa, de 1 ano de idade, comemorou a iniciativa. “Essa passeata deveria ter acontecido há muito tempo, mas antes tarde do que nunca, né? A gente tem que educar as pessoas para aceitarem as diferenças”, disse.
O kit anti-homofobia suspenso inclui um caderno com orientações para professores, uma carta para o diretor da escola, cartazes de divulgação nos murais do colégio, boletins para os alunos e gravações em vídeos.
Uol Noticias
Membro do grupo Diversidade Católica, formado por gays católicos, Juliana Luvizaro disse que a passeata busca, sobretudo, chamar a sociedade para discutir a questão do homossexualismo nas escolas, que não é tratado de maneira responsável e cidadã.
“Ninguém transforma ninguém em gay. Assim como não se pode transformar um gay em heterossexual. Pedimos uma educação inclusiva dentro de casa e na escola, porque a violência contra alunos que se descobrem homossexuais ou transexuais é grande e o número de evasão escolar dessas crianças é enorme”.
Juliana afirmou ainda esperar que Dilma Rousseff reformule o kit para que atenda a todas as camadas da sociedade, mas que o material não deixe de ser oferecido nas escolas.
“O kit foi feito com a ajuda de diferentes grupos da sociedade e foi aprovado pela Unesco [Organização das Nações Unidas para a Educação]. Trata-se de um material para ajudar o educador e os alunos a praticarem o respeito à pluralidade e às diferenças.
O consultor financeiro Renato Roizenblit, que passeava no calçadão da Praia de Ipanema com a esposa Daniele e a filha Raíssa, de 1 ano de idade, comemorou a iniciativa. “Essa passeata deveria ter acontecido há muito tempo, mas antes tarde do que nunca, né? A gente tem que educar as pessoas para aceitarem as diferenças”, disse.
O kit anti-homofobia suspenso inclui um caderno com orientações para professores, uma carta para o diretor da escola, cartazes de divulgação nos murais do colégio, boletins para os alunos e gravações em vídeos.
Uol Noticias
PROMOVENDO A HOMOFOBIA - NA CONTRAMÃO DA HISTÓRIA.
A cidade de São José dos Campos (SP), está provando que a homofobia está ficando mais forte no poder público.
A Câmara Municipal pretende aprovar um projeto de lei que “dispõe sobre a proibição de divulgação de qualquer tipo de material, que possa induzir a criança ao homossexualismo”.
O projeto de autoria do vereador Cristóvão Gonçalves tem como objetivo vetar no município a divulgação qualquer tipo de informação sobre a diversidade sexual. O parlamentar acredita que essa divulgação induz a população à homossexualidade.
Se a lei for aprovada, o autor da informação corre o risco de ser multado em mil reais
Cena G
A Câmara Municipal pretende aprovar um projeto de lei que “dispõe sobre a proibição de divulgação de qualquer tipo de material, que possa induzir a criança ao homossexualismo”.
O projeto de autoria do vereador Cristóvão Gonçalves tem como objetivo vetar no município a divulgação qualquer tipo de informação sobre a diversidade sexual. O parlamentar acredita que essa divulgação induz a população à homossexualidade.
Se a lei for aprovada, o autor da informação corre o risco de ser multado em mil reais
Cena G
PENSE NISSO!
Viver não é nada. Continuar vivendo é que constitui ato de bravura.
Carlos Drummond de Andrade
Carlos Drummond de Andrade
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Com menos três meses para sua próxima trama entrar no ar na Globo, Aguinaldo Silva afirmou em entrevista ao site Ego que não pensa mais no beijo gay. Ele parece ter desistido, inclusive, dos personagens homossexuais mais sérios.
“Não aguento mais essa coisa de beijo gay! O mais engraçado é que nas novelas argentinas, que é um país muito mais machista que o Brasil, já tem até cena de cama entre dois homens e a audiência vai às alturas. No Brasil não pode nem beijo. E se não pode, não pode. Não vou mais insistir.”
Em “Fina Estampa”, novela que substituirá “Insensato Coração” no horário nobre a partir de 22 de agosto, haverá apenas um personagem homo e bastante caricato. Interpretado por Marcelo Serrado, Crodoaldo Valério será um gay que serve de capacho enquanto idolatra sua musa inspiradora, vilã interpretada por Christiane Torloni.
“Ele é completamente devotado à personagem da Christiane, e ela o mantém meio que escravo a partir de uma série de promessas. É um homossexual que é totalmente devotado às mulheres. Os homossexuais adoram as mulheres, ao contrario dos héteros (risos).”
G Online
“Não aguento mais essa coisa de beijo gay! O mais engraçado é que nas novelas argentinas, que é um país muito mais machista que o Brasil, já tem até cena de cama entre dois homens e a audiência vai às alturas. No Brasil não pode nem beijo. E se não pode, não pode. Não vou mais insistir.”
Em “Fina Estampa”, novela que substituirá “Insensato Coração” no horário nobre a partir de 22 de agosto, haverá apenas um personagem homo e bastante caricato. Interpretado por Marcelo Serrado, Crodoaldo Valério será um gay que serve de capacho enquanto idolatra sua musa inspiradora, vilã interpretada por Christiane Torloni.
“Ele é completamente devotado à personagem da Christiane, e ela o mantém meio que escravo a partir de uma série de promessas. É um homossexual que é totalmente devotado às mulheres. Os homossexuais adoram as mulheres, ao contrario dos héteros (risos).”
G Online
Bernardinho afirma já ter trabalhado com muitos jogadores e jogadoras Homossexuais ao longo de sua carreira como técnico. Um dos seus comandados foi Michael, meio de rede do Vôlei Futuro. Na semifinal da Superliga, o atleta foi alvo de ofensas homofóbicas por parte da torcida do Cruzeiro.
"O Michael, que se declarou Homossexual, trabalhou comigo na seleção B. Ele é um cara do bem, bacanérrimo. Adorei trabalhar com ele. O resto não interessa. Ponto. Se o jogador tem um namorado ou namorada, tanto faz", afirma o treinador. "Aqui pouco importa se o cara é Homossexual, Bissexual, Transexual, se é branco, preto, amarelo ou roxo. Se ele jogou bem, é um cara correto, vai ter espaço aqui."
Três dias depois da partida em que Michael foi insultado, o jogador assumiu publicamente sua orientação sexual e seu clube pediu punições severas ao rival Cruzeiro pela atitude dos torcedores homofóbicos. O Vôlei Futuro ainda promoveu ações de combate à homofobia, com seus jogadores usando uniformes de treino rosa e o líbero com uma camisa arco-íris.
O técnico ainda relata sua história para servir de exemplo contra o preconceito. Segundo ele, seu primeiro treinador era negro e ainda havia suspeitas sobre sua orientação sexual.
"A maior noção de igualdade que eu tive quando era garoto foi com meu primeiro treinador, um professor excepcional. Ele era negro e dizem também que era Homossexual. E pouco importa. Ele queria me educar e mostrar caminhos. É o Bené. Foi o cara que formou Bernard, Fernandão, Badá. Vários da geração prata passaram por ele. Foi um cara que transformou vidas. O cara é um craque. Era preto, tinha fama Homossexual. E aí? Vem falar comigo de preconceito?"
Central de noticias gays
"O Michael, que se declarou Homossexual, trabalhou comigo na seleção B. Ele é um cara do bem, bacanérrimo. Adorei trabalhar com ele. O resto não interessa. Ponto. Se o jogador tem um namorado ou namorada, tanto faz", afirma o treinador. "Aqui pouco importa se o cara é Homossexual, Bissexual, Transexual, se é branco, preto, amarelo ou roxo. Se ele jogou bem, é um cara correto, vai ter espaço aqui."
Três dias depois da partida em que Michael foi insultado, o jogador assumiu publicamente sua orientação sexual e seu clube pediu punições severas ao rival Cruzeiro pela atitude dos torcedores homofóbicos. O Vôlei Futuro ainda promoveu ações de combate à homofobia, com seus jogadores usando uniformes de treino rosa e o líbero com uma camisa arco-íris.
O técnico ainda relata sua história para servir de exemplo contra o preconceito. Segundo ele, seu primeiro treinador era negro e ainda havia suspeitas sobre sua orientação sexual.
"A maior noção de igualdade que eu tive quando era garoto foi com meu primeiro treinador, um professor excepcional. Ele era negro e dizem também que era Homossexual. E pouco importa. Ele queria me educar e mostrar caminhos. É o Bené. Foi o cara que formou Bernard, Fernandão, Badá. Vários da geração prata passaram por ele. Foi um cara que transformou vidas. O cara é um craque. Era preto, tinha fama Homossexual. E aí? Vem falar comigo de preconceito?"
Central de noticias gays
Em reunião a portas fechadas na tarde desta quinta-feira os bispos da Record decidiram reduzir drasticamente o número de gays na próxima edição da "Fazenda". A filha da cantora Gretchen, Thammy Miranda, e o colunista social da TV Gazeta Marcelo Bandeira estão fora do jogo. Segundo Leo Dias na sua coluna, os dois já haviam se submetido aos exames médicos necessários para entrar no programa. Com isso, a presença de Luiza Marilac também é incerta no reality show.
Ninguém soube explicar ao certo os motivos que levaram os bispos a tomar tal decisão. Acredita-se que as questões políticas tenham pesado na decisão da emissora. Na quarta-feira, a bancada evangélica no Congresso pressionou a presidente Dilma Roussef que acabou determinando a suspensão da produção e distribuição do kit anti-homofobia, que estava sendo produzido pelo Ministério da Educação.
Gay 1
Ninguém soube explicar ao certo os motivos que levaram os bispos a tomar tal decisão. Acredita-se que as questões políticas tenham pesado na decisão da emissora. Na quarta-feira, a bancada evangélica no Congresso pressionou a presidente Dilma Roussef que acabou determinando a suspensão da produção e distribuição do kit anti-homofobia, que estava sendo produzido pelo Ministério da Educação.
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Os professores da rede pública de Minas Gerais têm à disposição desde 2008 um curso de formação sobre questões relacionadas à homofobia. O projeto, chamado de “Educação sem Homofobia”, é financiado em parte pela Secad/Mec (Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do Ministério da Educação). Foi desenvolvido pelo Núcleo de Direitos Humanos e Cidadania LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais) da Universidade Federal de Minas Gerais (Nuh/UFMG).
O programa está inserido nas diretrizes do "Brasil sem Homofobia", criado em 2004 pela Secretaria de Direitos Humanos – os demais ministérios, como o MEC, são responsáveis por colocar em prática as ações previstas. É deste programa que faz parte também o Escola sem Homofobia, responsável pela criação do kit vetado pela presidente Dilma na quarta-feira (25).
Para Marco Aurélio Prado, coordenador do Nuh/UFMG, as recentes discussões em torno do kit anti-homofobia "estão atrasadas". "Muitas universidades federais têm programas que tratam do combate à homofobia nas escolas. Já temos material muito melhor do que esse kit, feito por pesquisadores da área de educação", afirmou Prado.
O nome oficial do curso promovido pelo Nuh/UFMG é Formação de Profissionais da Educação para a Promoção da Cultura de Reconhecimento da Diversidade Sexual e da Igualdade de Gênero. Segundo o coordenador, o programa já formou aproximadamente 500 professores da rede pública. No último ano eles atuaram em seis municípios mineiros.
Em nove meses de curso, é desenvolvida uma série de atividades, como aulas, oficinas e visitas a ONGs. Ao final, cada professor desenvolve projetos nas escolas de acordo com o que aprendeu.
O núcleo desenvolve vídeos, apresentações em slides para as aulas e jogos didáticos sobre diversidade sexual. Esse material é utilizado no curso aos professores e podem ser apresentados também em sala de aula. Veja o conteúdo produzido no site do projeto.
Veja o vídeo em um mundo onde todo mundo é homossexual, um menino e uma menina se apaixonam. Nessa realidade trocada, estes dois héteros têm de enfrentar os preconceitos e discriminações que LGBTs enfrentam no nosso mundo real.
Vídeos falam sobre travestis
Os vídeos produzidos até agora pelo Nuh/UFMG falam sobre travestis e transexuais, que, segundo Prado, estão os mais excluídos da vida escolar. Estão em produção vídeos mais curtos sobre lésbicas, homossexuais masculino e experiências de professores em sala de aula relacionadas com o tema.
A produção dos vídeos também contou com o financiamento do Prêmio LGBT Cultural 2009, do Ministério da Cultura, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
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O programa está inserido nas diretrizes do "Brasil sem Homofobia", criado em 2004 pela Secretaria de Direitos Humanos – os demais ministérios, como o MEC, são responsáveis por colocar em prática as ações previstas. É deste programa que faz parte também o Escola sem Homofobia, responsável pela criação do kit vetado pela presidente Dilma na quarta-feira (25).
Para Marco Aurélio Prado, coordenador do Nuh/UFMG, as recentes discussões em torno do kit anti-homofobia "estão atrasadas". "Muitas universidades federais têm programas que tratam do combate à homofobia nas escolas. Já temos material muito melhor do que esse kit, feito por pesquisadores da área de educação", afirmou Prado.
O nome oficial do curso promovido pelo Nuh/UFMG é Formação de Profissionais da Educação para a Promoção da Cultura de Reconhecimento da Diversidade Sexual e da Igualdade de Gênero. Segundo o coordenador, o programa já formou aproximadamente 500 professores da rede pública. No último ano eles atuaram em seis municípios mineiros.
Em nove meses de curso, é desenvolvida uma série de atividades, como aulas, oficinas e visitas a ONGs. Ao final, cada professor desenvolve projetos nas escolas de acordo com o que aprendeu.
O núcleo desenvolve vídeos, apresentações em slides para as aulas e jogos didáticos sobre diversidade sexual. Esse material é utilizado no curso aos professores e podem ser apresentados também em sala de aula. Veja o conteúdo produzido no site do projeto.
Veja o vídeo em um mundo onde todo mundo é homossexual, um menino e uma menina se apaixonam. Nessa realidade trocada, estes dois héteros têm de enfrentar os preconceitos e discriminações que LGBTs enfrentam no nosso mundo real.
Vídeos falam sobre travestis
Os vídeos produzidos até agora pelo Nuh/UFMG falam sobre travestis e transexuais, que, segundo Prado, estão os mais excluídos da vida escolar. Estão em produção vídeos mais curtos sobre lésbicas, homossexuais masculino e experiências de professores em sala de aula relacionadas com o tema.
A produção dos vídeos também contou com o financiamento do Prêmio LGBT Cultural 2009, do Ministério da Cultura, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
Gay 1
WASHINGTON, 29 Mai 2011 (AFP) -A grande maioria dos países se tornou mais tolerante com a homossexualidade, com a exceção da Rússia e de outras nações que tiveram regimes socialistas, revelou um estudo americano.
O relatório, elaborado pelo Centro Nacional de Pesquisas de Opinião da Universidade de Chicago, estudou as tendências gerais da atitude de mais de 30 países em relação à homossexualidade.
A aprovação da homossexualidade aumentou em 27 países, e diminuiu apenas em quatro: Rússia, República Tcheca, Chipre e Letônia.
Os cinco países com maior nível de aceitação da homossexualidade são Holanda, Dinamarca, Noruega, Suíça e Bélgica, segundo o informe.
Os últimos da lista foram sete ex-repúblicas socialistas, países da América Latina e da Ásia Oriental, além de Chipre, África do Sul e Turquia.
Na Rússia, 59% da população achava em 1991 que ter uma conduta homossexual era algo errado, proporção que aumentou para 64% em 2008, indica a pesquisa.
Uol Gay
O relatório, elaborado pelo Centro Nacional de Pesquisas de Opinião da Universidade de Chicago, estudou as tendências gerais da atitude de mais de 30 países em relação à homossexualidade.
A aprovação da homossexualidade aumentou em 27 países, e diminuiu apenas em quatro: Rússia, República Tcheca, Chipre e Letônia.
Os cinco países com maior nível de aceitação da homossexualidade são Holanda, Dinamarca, Noruega, Suíça e Bélgica, segundo o informe.
Os últimos da lista foram sete ex-repúblicas socialistas, países da América Latina e da Ásia Oriental, além de Chipre, África do Sul e Turquia.
Na Rússia, 59% da população achava em 1991 que ter uma conduta homossexual era algo errado, proporção que aumentou para 64% em 2008, indica a pesquisa.
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