terça-feira, 7 de junho de 2011
As portas das Centrais de Informação Turística da cidade de São Paulo receberam nesta segunda-feira um adesivo com as cores do arco-íris e a inscrição “Welcome”. As Centrais são mantidas pela SP Turis, o órgão oficial de turismo da Prefeitura.
A iniciativa quer atingir o turista gay internacional que chega a cidade neste mês de junho por conta da Parada Gay, marcada para o dia 26.
O selo é só uma das ações da SP Turis. Antes das Centrais receberem o selo, seus atendentes foram treinados para lidar com o turista gay gringo. Também participaram de um curso sobre a história do movimento gay moderno e fizeram um city tour pelos principais clubes, bares e locais de concentração GLS da cidade.
"São Paulo é a metrópole da diversidade, uma cidade global, dos talentos criativos, da cultura e de todas as tribos, onde não se exercita a palavra discriminação. Somos ainda o maior destino turístico do país, com quase 12 milhões de visitantes ao ano, e queremos garantir que todos os nossos turistas sejam bem-recebidos", disse o presidente da SPTuris, Caio Luiz de Carvalho.
MixBrasil
A iniciativa quer atingir o turista gay internacional que chega a cidade neste mês de junho por conta da Parada Gay, marcada para o dia 26.
O selo é só uma das ações da SP Turis. Antes das Centrais receberem o selo, seus atendentes foram treinados para lidar com o turista gay gringo. Também participaram de um curso sobre a história do movimento gay moderno e fizeram um city tour pelos principais clubes, bares e locais de concentração GLS da cidade.
"São Paulo é a metrópole da diversidade, uma cidade global, dos talentos criativos, da cultura e de todas as tribos, onde não se exercita a palavra discriminação. Somos ainda o maior destino turístico do país, com quase 12 milhões de visitantes ao ano, e queremos garantir que todos os nossos turistas sejam bem-recebidos", disse o presidente da SPTuris, Caio Luiz de Carvalho.
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Uma Parada Gay a bordo de um navio é uma das novidades que a Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo (POGLBT) está preparando para 2012. Segundo o presidente da entidade, Ideraldo Beltrame, declarou em entrevista coletiva na manhã desta segunda-feira, 6, a programação é bem diferente dos cruzeiros gays cheios de festas e ferveção, ela será mais militante. “Não é um cruzeiro gay como os que existem por aí. Vamos ter discussões, mesas, debates”, explicou, completando ainda que as cabines já começam a ser vendidas a partir do próximo dia 23, na Feira Cultural LGBT do Mês do Orgulho LGBT de São Paulo, que rola na tarde da quinta-feira no Vale do Anhangabaú.
O objetivo é seguir a tendência dos cruzeiros temáticos como os de música eletrônica, moda e gospel e reunir em um único navio especialistas em diversidade sexual, militantes e demais interessados na questão LGBT – e não em festas, que podem até rolar, mas não serão o foco principal nem de longe.
MixBrasil
O objetivo é seguir a tendência dos cruzeiros temáticos como os de música eletrônica, moda e gospel e reunir em um único navio especialistas em diversidade sexual, militantes e demais interessados na questão LGBT – e não em festas, que podem até rolar, mas não serão o foco principal nem de longe.
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A Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo (APOGLBT) aproveitou a entrevista coletiva de abertura do 15º Mês do Orgulho Gay para divulgar a “Carta aberta à população brasileira, contra o conservadorismo e o fundamentalismo”. O material aborda questões envolvendo Igreja e Estado e justifica a escolha de um mandamento religioso como tema para a Parada deste ano. Leia na íntegra:
Em 2010 mais de 260 lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais foram assassinados no Brasil, em ataques tipificados pelas autoridades como crimes de ódio. Uma sociedade que vende para o resto do mundo uma imagem de “acolhedora” e “diversa” está com suas mãos sujas de sangue. Nós, brasileiros, carregamos o título de país líder em assassinatos e violência contra LGBT.
Aqui se mata mais homossexuais do que nos países islâmicos em que a homossexualidade ainda é condenada pela lei com a pena de morte. A semelhança entre o Brasil e nações como o Irã, Arábia Saudita e os Emirados Árabes é que aqui a pena de morte aos LGBT também se dá através da fé e da religião, que, na teoria, não têm poder de interferência em nossa constituição, porém, na prática, têm sistematicamente regido a tão profanada Lei dos Homens, que deveria ser isenta e igualitária.
É inegável que a conquista da cidadania tem avançado para a população LGBT; um mérito que não é apenas da militância e do movimento organizado, mas também da nossa sociedade como um todo, que tem se mostrado comprometida contra o preconceito e todas as formas de discriminação.
Porém, como toda ação gera uma reação, observamos o recrudescimento dos setores conservadores. Eis que vemos no Brasil o surgimento de uma mobilização capaz de unir fundamentalistas e extremistas de direita, religiosos e nazifascistas, que numa voz uníssona bradam contra os direitos humanos de milhões de cidadãs e cidadãos.
Antes, nossos algozes agiam na calada da noite, nos violentando em becos à surdina, como se, nos atingindo individualmente, pudessem nos exterminar pelas beiradas. Hoje, saem às ruas, fazem abaixo-assinados, manifestam-se na Avenida Paulista e marcham sobre a Esplanada dos Ministérios para barrar a garantia de nossa dignidade.
Trata-se de uma versão brasileira do movimento norte-americano “God Hates Fags”. A diferença é que, aqui, os que creem que “Deus odeia as bichas” são muitos, têm forte representatividade no Congresso, recebem a atenção da imprensa e, infelizmente, ganham adeptos.
Na história da humanidade, o nome de Deus não somente foi usado diversas vezes em vão, como serviu para respaldar a violência e morte de diversas minorias. A escravidão dos negros africanos, a condenação dos judeus e a perseguição às mulheres no período de “caça às bruxas” são exemplos disso. Como herança cultural, ainda temos estabelecido o patriarcalismo e a soberania de brancos como regras informais de nossa civilização ocidental contemporânea. A Inquisição ainda está viva no que diz respeito à homofobia, mas não só a ela.
Em tempos modernos, os inquisidores apenas trocaram a tocha e a fogueira pela lâmpada fluorescente, mas a condenação ainda ocorre em praça pública, consentida e assistida por muitos.
Há quinze anos, a primeira Parada do Orgulho LGBT de São Paulo reuniu 2 mil pessoas para dizer que “somos muitos, estamos em todas as profissões”. Nos dias de hoje, os mais de 3 milhões que nos acompanham, multiplicados pelas mais de 200 Paradas que ocorrem em todo o território nacional, reafirmam isso e vão além.
Estamos em todas as profissões, famílias, lares, escolas, esportes e igrejas. Sim, mesmo sem você saber, sempre existiu e sempre existirá um LGBT ao seu lado, a quem você jamais gostaria de saber ter sido vítima de bullying, humilhação, agressão moral, violência física, sexual ou homicídio. Incluir e amparar indiscriminadamente todas as pessoas não seria o principio básico da religião?
Se “quem ama conhece a Deus”, qual seria a determinação religiosa para aqueles que professam o ódio e a ira? Não é condenável levantar falsos testemunhos sobre a compreensão da complexidade humana, assim como sobre toda e qualquer ação que visa proporcionar o reconhecimento da existência de uma população comum? Se para os crédulos, Deus não faz acepção de pessoas e todos são iguais perante a Ele, porque insistem em nos manter à margem?
Respeitosamente, nos apropriamos da frase “Amai-vos uns aos outros” para pedir fim à guerra travada entre religião e direitos humanos, financiada pelas brasileiras e brasileiros que dão voz aos fundamentalistas e extremistas que ocupam as cadeiras do Parlamento e espaço nas mídias. Nós, os perseguidos, apesar de já estarmos calejados de oferecer a outra face, usamos de suas crenças para dizer: “Perdoai-vos. Eles não sabem o que fazem”
MixBrasil
Em 2010 mais de 260 lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais foram assassinados no Brasil, em ataques tipificados pelas autoridades como crimes de ódio. Uma sociedade que vende para o resto do mundo uma imagem de “acolhedora” e “diversa” está com suas mãos sujas de sangue. Nós, brasileiros, carregamos o título de país líder em assassinatos e violência contra LGBT.
Aqui se mata mais homossexuais do que nos países islâmicos em que a homossexualidade ainda é condenada pela lei com a pena de morte. A semelhança entre o Brasil e nações como o Irã, Arábia Saudita e os Emirados Árabes é que aqui a pena de morte aos LGBT também se dá através da fé e da religião, que, na teoria, não têm poder de interferência em nossa constituição, porém, na prática, têm sistematicamente regido a tão profanada Lei dos Homens, que deveria ser isenta e igualitária.
É inegável que a conquista da cidadania tem avançado para a população LGBT; um mérito que não é apenas da militância e do movimento organizado, mas também da nossa sociedade como um todo, que tem se mostrado comprometida contra o preconceito e todas as formas de discriminação.
Porém, como toda ação gera uma reação, observamos o recrudescimento dos setores conservadores. Eis que vemos no Brasil o surgimento de uma mobilização capaz de unir fundamentalistas e extremistas de direita, religiosos e nazifascistas, que numa voz uníssona bradam contra os direitos humanos de milhões de cidadãs e cidadãos.
Antes, nossos algozes agiam na calada da noite, nos violentando em becos à surdina, como se, nos atingindo individualmente, pudessem nos exterminar pelas beiradas. Hoje, saem às ruas, fazem abaixo-assinados, manifestam-se na Avenida Paulista e marcham sobre a Esplanada dos Ministérios para barrar a garantia de nossa dignidade.
Trata-se de uma versão brasileira do movimento norte-americano “God Hates Fags”. A diferença é que, aqui, os que creem que “Deus odeia as bichas” são muitos, têm forte representatividade no Congresso, recebem a atenção da imprensa e, infelizmente, ganham adeptos.
Na história da humanidade, o nome de Deus não somente foi usado diversas vezes em vão, como serviu para respaldar a violência e morte de diversas minorias. A escravidão dos negros africanos, a condenação dos judeus e a perseguição às mulheres no período de “caça às bruxas” são exemplos disso. Como herança cultural, ainda temos estabelecido o patriarcalismo e a soberania de brancos como regras informais de nossa civilização ocidental contemporânea. A Inquisição ainda está viva no que diz respeito à homofobia, mas não só a ela.
Em tempos modernos, os inquisidores apenas trocaram a tocha e a fogueira pela lâmpada fluorescente, mas a condenação ainda ocorre em praça pública, consentida e assistida por muitos.
Há quinze anos, a primeira Parada do Orgulho LGBT de São Paulo reuniu 2 mil pessoas para dizer que “somos muitos, estamos em todas as profissões”. Nos dias de hoje, os mais de 3 milhões que nos acompanham, multiplicados pelas mais de 200 Paradas que ocorrem em todo o território nacional, reafirmam isso e vão além.
Estamos em todas as profissões, famílias, lares, escolas, esportes e igrejas. Sim, mesmo sem você saber, sempre existiu e sempre existirá um LGBT ao seu lado, a quem você jamais gostaria de saber ter sido vítima de bullying, humilhação, agressão moral, violência física, sexual ou homicídio. Incluir e amparar indiscriminadamente todas as pessoas não seria o principio básico da religião?
Se “quem ama conhece a Deus”, qual seria a determinação religiosa para aqueles que professam o ódio e a ira? Não é condenável levantar falsos testemunhos sobre a compreensão da complexidade humana, assim como sobre toda e qualquer ação que visa proporcionar o reconhecimento da existência de uma população comum? Se para os crédulos, Deus não faz acepção de pessoas e todos são iguais perante a Ele, porque insistem em nos manter à margem?
Respeitosamente, nos apropriamos da frase “Amai-vos uns aos outros” para pedir fim à guerra travada entre religião e direitos humanos, financiada pelas brasileiras e brasileiros que dão voz aos fundamentalistas e extremistas que ocupam as cadeiras do Parlamento e espaço nas mídias. Nós, os perseguidos, apesar de já estarmos calejados de oferecer a outra face, usamos de suas crenças para dizer: “Perdoai-vos. Eles não sabem o que fazem”
MixBrasil
São Paulo - A 15ª Parada do Orgulho LGBT em São Paulo, programada para o próximo dia 26, vai contar com 1.500 policiais militares para fazer a segurança do evento, divulgou hoje o Comando de Policiamento do Centro. Ano passado, 800 homens trabalharam na Parada. O crescimento no efetivo, que quase dobrou, não se deve a um aumento da violência. "É um evento tranquilo", disse o major Wagner do Comando. Em 2010, não foram registradas ocorrências graves, segundo ele.
Esta edição da Parada, de acordo com o major, terá o show de Wanessa Camargo no encerramento e, por esse motivo, o número de policiais teve ser ampliado. Os policiais militares vão acompanhar o itinerário da Parada - que começa na Avenida Paulista e termina na Praça da República -, fazer a segurança do show e do encerramento do evento, explicou o major.
Uol Gay
Esta edição da Parada, de acordo com o major, terá o show de Wanessa Camargo no encerramento e, por esse motivo, o número de policiais teve ser ampliado. Os policiais militares vão acompanhar o itinerário da Parada - que começa na Avenida Paulista e termina na Praça da República -, fazer a segurança do show e do encerramento do evento, explicou o major.
Uol Gay
O Juizado da Infância e Juventude da Comarca de Pelotas (RS) permitiu que um casal homossexual adote um menino. A decisão da juíza Nilda Stanieski foi tomada quinta-feira (2). As informações são do Correio do Povo.
Em sua decisão, a magistrada salientou que a orientação sexual dos adotantes “não deve ser vista como empecilho". O menino foi entregue ao casal há dois anos pela mãe, para que tomassem conta.
O Conselho Tutelar autorizou a permanência da criança com os dois homens. Na época, a mãe relatou que não possuía condições de cuidar do filho e assinou um termo de entrega do menino.
Em fevereiro, a Promotoria da Infância e Juventude de Pelotas pediu a guarda provisória para que a criança pudesse se tornar oficialmente filha do casal. A Justiça acolheu o pedido da Promotoria.
De acordo com o promotor, o casal vive em união estável há oito anos e o menino “está saudável e feliz, frequenta a escola, tem plano de saúde, está entrosado com a família do casal, convive com meninos e meninas e tem uma orientação psicológica completamente normal”.
GAY 1
Em sua decisão, a magistrada salientou que a orientação sexual dos adotantes “não deve ser vista como empecilho". O menino foi entregue ao casal há dois anos pela mãe, para que tomassem conta.
O Conselho Tutelar autorizou a permanência da criança com os dois homens. Na época, a mãe relatou que não possuía condições de cuidar do filho e assinou um termo de entrega do menino.
Em fevereiro, a Promotoria da Infância e Juventude de Pelotas pediu a guarda provisória para que a criança pudesse se tornar oficialmente filha do casal. A Justiça acolheu o pedido da Promotoria.
De acordo com o promotor, o casal vive em união estável há oito anos e o menino “está saudável e feliz, frequenta a escola, tem plano de saúde, está entrosado com a família do casal, convive com meninos e meninas e tem uma orientação psicológica completamente normal”.
GAY 1
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Isabelita dos Patins, nome artístico do argentino Jorge Omar Iglesias, de 62 anos, recebeu alta da UTI e foi transferida para um quarto do Instituto Nacional de Cardiologia, no Rio, segundo o boletim médico divulgado nesta sexta (3) pelo hospital. A drag queen já se alimenta normalmente e recebe visitas, como a da atriz Marília Pêra, que a visitou no hospital na tarde desta quinta.
Isabelita sofreu um infarto na noite de segunda (30), em seu apartamento, e foi transferida na tarde desta quarta (1) no hospital, localizado em Laranjeiras, na zona sul do Rio. Na unidade, foi submetida a um cateterismo para desobstruir uma artéria, procedimento que incluiu a colocação de um stent (prótese metálica posicionada no interior de artérias coronarianas).
Uol Noticias
Isabelita sofreu um infarto na noite de segunda (30), em seu apartamento, e foi transferida na tarde desta quarta (1) no hospital, localizado em Laranjeiras, na zona sul do Rio. Na unidade, foi submetida a um cateterismo para desobstruir uma artéria, procedimento que incluiu a colocação de um stent (prótese metálica posicionada no interior de artérias coronarianas).
Uol Noticias
Após reunião em Brasília, a Associação dos Registradores Civis das Pessoas Naturais decidiu defender de forma irrestrita a conversão da união estável Gay em casamento civil entre pessoas do mesmo sexo, com base na Constituição Federal.
Leia a nota da Arpen na íntegra:
A Associação dos Registradores Civis das Pessoas Naturais (Arpen-Brasil) informa que, após reunião promovida em Brasília (DF), apoia em sua totalidade a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de reconhecer a entidade familiar configurada pelas uniões Homoafetivas.
Mais que isso, a Arpen-Brasil defende que, uma vez consagrada a união estável Homoafetiva, em nome da segurança jurídica e da garantia dos direitos dos interessados, essas relações tenham seu vínculo reconhecido definitivamente, transformando-o de precário em vínculo civil, mediante sua conversão em casamento, nos exatos termos do art. 226, § 3º, da Constituição da República.
Por isso, a entidade conclama todos os interessados e todos os operadores do direito para que, juntos, desenvolvam esforços no sentido de superar os obstáculos que permeiam a matéria, a fim de não só possibilitar essa conversão em casamento, mas, sobretudo, reconhecer a ausência de impedimentos jurídicos ao casamento civil de pessoas do mesmo sexo.
É hora de o assunto ser tratado abertamente, sem sectarismos. E a Arpen se propõe ser o foro inicial para isso, pois a cidadania nasce no Registro Civil das Pessoas Naturais.
Central de noticias gays.
Leia a nota da Arpen na íntegra:
A Associação dos Registradores Civis das Pessoas Naturais (Arpen-Brasil) informa que, após reunião promovida em Brasília (DF), apoia em sua totalidade a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de reconhecer a entidade familiar configurada pelas uniões Homoafetivas.
Mais que isso, a Arpen-Brasil defende que, uma vez consagrada a união estável Homoafetiva, em nome da segurança jurídica e da garantia dos direitos dos interessados, essas relações tenham seu vínculo reconhecido definitivamente, transformando-o de precário em vínculo civil, mediante sua conversão em casamento, nos exatos termos do art. 226, § 3º, da Constituição da República.
Por isso, a entidade conclama todos os interessados e todos os operadores do direito para que, juntos, desenvolvam esforços no sentido de superar os obstáculos que permeiam a matéria, a fim de não só possibilitar essa conversão em casamento, mas, sobretudo, reconhecer a ausência de impedimentos jurídicos ao casamento civil de pessoas do mesmo sexo.
É hora de o assunto ser tratado abertamente, sem sectarismos. E a Arpen se propõe ser o foro inicial para isso, pois a cidadania nasce no Registro Civil das Pessoas Naturais.
Central de noticias gays.
A atriz Sophia Bush, a Brooke da série One Tree Hill, mostrou toda a sua indignação após a decisão dos deputados do estado americano do Tennessee em aprovar um projeto de lei que proíbe a discussão de relacionamentos homossexual nas escolas do estado.
"O Tennesse baniu a palavra 'gay' ou qualquer tipo de discussão sobre homossexualidade nas escolas. Então o que os jovens LGBT vão fazer? Sentirem-se mais sozinhos?... Estou enojada por viver em um mundo onde um ódio tão idiota e infundado pode virar lei.
Professores/alunos/pais levantem-se e lutem pelo o que é certo!... Estou farta da intolerância que me dá vontade de bater em alguém... Eu adoraria levar todos os meus amigos gays na câmara do Tennessee para uma conversa. Quero ver eles olharem dentro dos olhos deles e então tentar dizer que meus amigos não são iguais a eles".
G Online
Cuidado homofobia mata, lute contra.
No aniversário de Simone Silva, colunista social de um jornal de Natal (RN), que tinha o tema da festa 'gentileza gera gentileza', no pomposo "Olimpo Recepções" e toda decoração feita com doces e um dos ícones do movimento LGBT, o arco-íris. A ideia era ser uma festa "inclusiva" tanto que ela colocou senhas a venda para quem quisesse participar do seu aniversário, vendidas em duas lojas de griffe.
Quando um casal gay (um deles é médico) uniu as mãos, e deram um beijo no rosto. O barraco começou, eles foram agredidos, humilhados e escurraçados da festa pelo cerimonialista, "isso aqui é um local de família, não é uma boate gay" dizia ele aos gritos. Muitos que estavam lá choraram. Riccardo San Martin postou no Facebook o ocorrido.
Gay 1
Quando um casal gay (um deles é médico) uniu as mãos, e deram um beijo no rosto. O barraco começou, eles foram agredidos, humilhados e escurraçados da festa pelo cerimonialista, "isso aqui é um local de família, não é uma boate gay" dizia ele aos gritos. Muitos que estavam lá choraram. Riccardo San Martin postou no Facebook o ocorrido.
Gay 1
Isso é para aprender a respeitar as pessoas.
Vanderlei Luxemburgo terá que pagar uma indenização de R$ 50 mil a Rodrigo Martins Cintra. Em 2006, na época treinador do Santos, ele insinuou que o árbitro era gay durante uma partida contra o São Paulo, pelo Campeonato Brasileiro. A decisão foi da 3ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo.
O julgamento aconteceu em segunda instância e ainda cabe recurso. A 3ª Câmara de Direito Privado entendeu que Vanderlei Luxemburgo atingiu a esfera íntima de Rodrigo Martins Cintra e manteve os fundamentos da sentença de primeiro grau.
No entanto, o tribunal reduziu o valor da indenização que a juíza Tamara Hochgreb Matos tinha decretado em R$ 100 mil. No treinamento desta quinta-feira, no CT Ninho do Urubu, em Vargem Grande, Zona Oeste da cidade, Vanderlei Luxemburgo não se manifestou sobre o assunto.
Uol esportes.
O julgamento aconteceu em segunda instância e ainda cabe recurso. A 3ª Câmara de Direito Privado entendeu que Vanderlei Luxemburgo atingiu a esfera íntima de Rodrigo Martins Cintra e manteve os fundamentos da sentença de primeiro grau.
No entanto, o tribunal reduziu o valor da indenização que a juíza Tamara Hochgreb Matos tinha decretado em R$ 100 mil. No treinamento desta quinta-feira, no CT Ninho do Urubu, em Vargem Grande, Zona Oeste da cidade, Vanderlei Luxemburgo não se manifestou sobre o assunto.
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