quarta-feira, 29 de junho de 2011
A deputada estadual pelo RJ e ex atriz Myrian Rios fez um agressivo discurso na assembléia legislativa do Rio; na fala ela diz que os homossexuais são pedófilos:
“Se eu contrato um motorista homossexual, e ele tentar, de uma maneira ou outra, bolinar meu filho, eu não posso demiti-lo. Eu quero a lei para demitir sim, para mostrar que minha orientação sexual é outra”.
Myrian é fundamentalista católica, mas esqueceu que recentemente os casos de pedofilia foram protagonizados por padres e por pastores e não por gays.
By Phil - Es Hoje
“Se eu contrato um motorista homossexual, e ele tentar, de uma maneira ou outra, bolinar meu filho, eu não posso demiti-lo. Eu quero a lei para demitir sim, para mostrar que minha orientação sexual é outra”.
Myrian é fundamentalista católica, mas esqueceu que recentemente os casos de pedofilia foram protagonizados por padres e por pastores e não por gays.
By Phil - Es Hoje
Myrian Rios - Cadê o decoro parlamentar? Calúnia em nome de Deus.
A Articulação Brasileira de Gays (Artgay) enviou na última terça-feira, 28, ofício à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro repudiando as recentes declarações da deputada estadual Myriam Rios, que relacionou a homossexualidade com a pedofilia em discurso na Casa de Leis.
No documento enviado ao deputado Paulo Melo, presidente da Assembleia fluminense, a entidade opina que “a deputada feriu o decoro parlamentar ao comparar gays a criminosos como exploradores sexuais no Brasil”. Confira.
Ofício 080/2011
Goiânia, 28 de Junho de 2011
Exmo Sr
Paulo Melo
Presidente da Assembléia Legislativa do RJ
A ARTGAY – Articulação Brasileira de Gays – cumprindo sua missão de defesa integral da comunidade Gay no Brasil, representada nos 26 Estados e Distrito Federal , vem de Público manifestar seu repúdio pelas declarações da Deputada Myrian Rios (PDT - RJ) que ao discursar na Assembléia Legislativa do Rio (Alerj), na última terça-feira (22), disse que não contrataria empregados gays para trabalhar em sua casa, já que eles poderiam praticar pedofilia contra seus filhos e utilizar a prerrogativa da PEC para se manter no emprego, mesmo após cometer o crime.
Entendemos que a declaração da deputada fere os artigos 3 e 5 da Constituição Federal do Brasil , e atingem diretamente a dignidade das pessoas humanas com orientação sexual Homossexual. Entendemos ainda que a Deputada feriu o decoro parlamentar ao comparar Gays a criminosos como exploradores sexuais no Brasil.
Mesmo ciente que 95% dos crimes de abuso e exploração sexual no Brasil, inclusive no RJ são cometidos por pessoas de orientação sexual Heterossexual, e que muitos das violências sexuais contra crianças no mundo, no Brasil, e no RJ são cometidos por Padres da Igreja Católica, entendemos que não poderíamos generalizar e dizer que todos Heterossexuais são Pedofilos e que ninguém deveria contratar Heterossexuais para cuidar de crianças e muito menos que as famílias não deveriam deixar suas crianças aos cuidados de Padres no Brasil.
Solicitamos, de ofício que esta Presidência, e por conseguinte esta mesa diretora cumpra o regimento interno da Alerj e abra uma sindicância interna e instaure inquérito administrativo visando a Cassação do mandato da Deputada Myrian Rios para que o preconceito e a discriminação não sejam a marca desta casa de lei.
Presidente da ARTGAY Coordenador da ARTGAY no RJ
MixBrasil
A possibilidade de contestação na Justiça do primeiro casamento gay do Brasil, realizado em Jacareí (SP), "é remota". Essa é a opinião do juiz da 2ª Vara da Família e das Sucessões de Jacareí, Fernando Henrique Pinto --que deu parecer favorável ao casamento
"Juridicamente, pelas leis brasileiras, entendo que é muito difícil essa decisão ser contestada porque o rol das pessoas legitimadas legalmente para contestar um casamento é muito restrito. Restrito a parentes próximos e ao Ministério Público (de São Paulo) que, no caso, foi favorável", diz o juiz no vídeo acima.
Na manhã desta terça-feira (28), o oficial do registro civil da cidade entregou ao casal Luiz André de Rezende Moresi, 37, e José Sérgio Santos de Sousa, 29, a certidão do primeiro casamento gay realizado no país. Os dois passam a adotar o sobrenome "Sousa Moresi".
Folha.com
"Juridicamente, pelas leis brasileiras, entendo que é muito difícil essa decisão ser contestada porque o rol das pessoas legitimadas legalmente para contestar um casamento é muito restrito. Restrito a parentes próximos e ao Ministério Público (de São Paulo) que, no caso, foi favorável", diz o juiz no vídeo acima.
Na manhã desta terça-feira (28), o oficial do registro civil da cidade entregou ao casal Luiz André de Rezende Moresi, 37, e José Sérgio Santos de Sousa, 29, a certidão do primeiro casamento gay realizado no país. Os dois passam a adotar o sobrenome "Sousa Moresi".
Folha.com
“O Ministério Público já se manifestou e não irá recorrer. Assim, a sentença já transitou em julgado! Ninguém no mundo pode mudar esta decisão”, reforça Maria Berenice Dias, advogada de Sílvia del Vale Gomide Gurgel e Cláudia Helena de Oliveira Gurgel. Para quem não lembra, Maria Berenice é vice-presidente do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM) e considerada uma das maiores especialistas da área no País.
O casal pensou em se mudar para a Argentina, onde é garantido desde o ano passado o casamento igualitário, não apenas a união estável. Segundo Silvia, “essa sentença fez com que ganhássemos cidadania, nós não nos sentíamos parte do país. Agora somos cidadãs e desfrutamos de toda a legalidade”. O primeiro casal de mesmo sexo a ter seu casamento reconhecido é de Jacareí.
MixBrasilterça-feira, 28 de junho de 2011
MIRIAM RIOS ESQUECEU QUE MUITOS CASOS DE PEDOFILIA ACONTECERAM COM PADRES E NÃO COM GAYS.
Durante um discurso, a ex-atriz e agora deputada estadual Myrian Rios criticou projeto de lei que pretende colocar na constituição fluminense a igualdade legal para LGBT. A parlamentar defendeu o direito de não ter um empregado homossexual e ligou o desejo pelo mesmo sexo à pedofilia.
“Se eu contrato um motorista homossexual, e ele tentar, de uma maneira ou outra, bolinar meu filho, eu não posso demiti-lo. Eu quero a lei para demitir sim, para mostrar que minha orientação sexual é outra”.
E continuou: “Por exemplo, digamos que eu tenha duas meninas em casa e a minha babá é lésbica. Se a minha orientação sexual for contrária e eu quiser demiti-la, eu não posso. O direito que a babá tem de querer ser lésbica, é o mesmo que eu tenho de não querer ela na minha casa. São os mesmos direitos. Eu vou ter que manter a babá em casa e sabe Deus até se ela não vai cometer pedofilia contra elas, e eu não vou poder fazer nada”.
Cena G
“Se eu contrato um motorista homossexual, e ele tentar, de uma maneira ou outra, bolinar meu filho, eu não posso demiti-lo. Eu quero a lei para demitir sim, para mostrar que minha orientação sexual é outra”.
E continuou: “Por exemplo, digamos que eu tenha duas meninas em casa e a minha babá é lésbica. Se a minha orientação sexual for contrária e eu quiser demiti-la, eu não posso. O direito que a babá tem de querer ser lésbica, é o mesmo que eu tenho de não querer ela na minha casa. São os mesmos direitos. Eu vou ter que manter a babá em casa e sabe Deus até se ela não vai cometer pedofilia contra elas, e eu não vou poder fazer nada”.
Cena G
Nesta terça-feira, dia 28, a Defensoria Pública do Estado do Pará, através do seu Centro de Referência, de Prevenção e Combate à Homofobia – CRPCH, realiza a 2ª celebração coletiva de contrato de união homoafetiva, que reconhece casais do mesmo sexo como entidade familiar, prevendo os mesmos direitos concedidos aos casais heterossexuais.
A cerimônia regulariza a união de afeto entre pessoas do mesmo sexo, garantindo direitos como a partilha de bens, previdência, plano de saúde e imposto de renda. O evento acontece a partir das 16h, no auditório do prédio sede da Defensoria Pública do Estado, localizada na Tv. Padre Prudêncio, 154.
Para a Defensora Pública e Coordenadora de Políticas Cíveis responsável pela organização do evento, Rossana Parente, a cerimônia de celebração do contrato de união estável homoaefetiva “representa um ato político da Instituição em favor de uma sociedade sem discriminação, ao mesmo tempo em que comemora e resguarda os direitos dos casais de mesmo sexo”. Esta é a segunda celebração coletiva de união homoafetiva promovida pela instituição no Estado.
MixBrasil
A cerimônia regulariza a união de afeto entre pessoas do mesmo sexo, garantindo direitos como a partilha de bens, previdência, plano de saúde e imposto de renda. O evento acontece a partir das 16h, no auditório do prédio sede da Defensoria Pública do Estado, localizada na Tv. Padre Prudêncio, 154.
Para a Defensora Pública e Coordenadora de Políticas Cíveis responsável pela organização do evento, Rossana Parente, a cerimônia de celebração do contrato de união estável homoaefetiva “representa um ato político da Instituição em favor de uma sociedade sem discriminação, ao mesmo tempo em que comemora e resguarda os direitos dos casais de mesmo sexo”. Esta é a segunda celebração coletiva de união homoafetiva promovida pela instituição no Estado.
MixBrasil
No Estado de São Paulo, a cidade de Jacareí foi a primeira de todo o Brasil a registrar um casamento entre pessoas do mesmo sexo. Casamento igualitário, não apenas união civil, que é permitida desde maio no País. O casamento em questão foi oficializado por escritura do Cartório de Registro Civil na manhã da próxima terça-feira, 28 de junho, Dia Mundial do Orgulho LGBT.
O casamento em questão era uma união estável que, em 6 de junho, o casal formado por Luiz André de Rezende Moresi e José Sérgio Santos de Souza pediu que fosse convertida em casamento civil. Apenas 15 dias depois da entrada do pedido, o promotor público da cidadania Luiz Berdinaski despachou favorável.
Ele encaminhou a decisão ao juiz da 2ª Vara da Família da Comarca de Jacareí, Fernando Henrique Pinto, que nesta segunda-feira, 27, autorizou o casamento civil entre José e Luiz, que é presidente da ONG Reintegrando Vidas (Revida).
“Como um dos preceitos do casamento é a união de duas famílias para se constituir uma nova, amanhã estaremos oficialmente constituindo a Família Sousa Moresi, onde eu irei incorporar o sobrenome do Sergio, o ‘Sousa’, e ele irá incorporar o meu, o ‘Moresi’”, comemora Luiz.
MixBrasil
O casamento em questão era uma união estável que, em 6 de junho, o casal formado por Luiz André de Rezende Moresi e José Sérgio Santos de Souza pediu que fosse convertida em casamento civil. Apenas 15 dias depois da entrada do pedido, o promotor público da cidadania Luiz Berdinaski despachou favorável.
Ele encaminhou a decisão ao juiz da 2ª Vara da Família da Comarca de Jacareí, Fernando Henrique Pinto, que nesta segunda-feira, 27, autorizou o casamento civil entre José e Luiz, que é presidente da ONG Reintegrando Vidas (Revida).
“Como um dos preceitos do casamento é a união de duas famílias para se constituir uma nova, amanhã estaremos oficialmente constituindo a Família Sousa Moresi, onde eu irei incorporar o sobrenome do Sergio, o ‘Sousa’, e ele irá incorporar o meu, o ‘Moresi’”, comemora Luiz.
MixBrasil
Parabens Ronaldo Gutierrez
Além das 4 milhões de pessoas que tomaram conta da avenida Paulista neste domingo durante a Parada Gay, outro fato chamou a atenção: pendurados nos novos e belíssimos postes de iluminação, cerca de 50 cartazes com santos musculosos e o slogan "Nem santo te protege. Use camisinha" alertavam para a importância do uso de preservativos na relações sexuais.
As imagens, feitas pelo fotógrafo Ronaldo Gutierrez, foram doadas para a Cads (Coordenadoria de Assuntos de Diversidade Sexual), da Prefeitura de São Paulo, e causaram polêmica com a Igreja Católica. O cardeal Odilo Scherer chegou a comentar que os cartazes "ofendem profundamente e ferem o sentimento religioso do povo". "O uso debochado da imagem dos santos é ofensivo e desrespeitoso, o que nós desaprovamos", disse o cardeal.
Em entrevista exclusiva ao site A Capa, Ronaldo Gutierrez explica que sua intenção não foi causar atritos com a igreja e, sim, "fazer algo de bom para as pessoas". O fotógrafo chegou a receber e-mails com ameaças, mas diz que já esperava por essa reação negativa. Leia a seguir.
Como surgiu a ideia da campanha?
Sempre fui fascinado pela arte sacra e, apesar de não ser católico, gosto dos santos, li suas biografias e cheguei até a estudar a bíblia durante muitos anos. As histórias são cativantes. Juntei a isso meu gosto por pinturas e fiz esse trabalho para mim mesmo. A campanha surgiu depois, o Eduardo Lima (do Guia São Paulo de Bolso) entrou em contato com a Cads (Coordenadoria de Assuntos de Diversidade Sexual, da Prefeitura de SP) e eu liberei o uso para eles. Gostei da ideia e cedi todos os direitos gratuitamente, e todo e qualquer dinheiro que entrar com essa campanha será doado a ONGs que ajudar pessoas carentes.
Quantos cartazes foram produzidos e quanto custou a campanha?
Bom, para ser sincero não sei, falaram que iriam produzir 50 cartazes além das camisinhas, mas pelo que pude ver na Parada esse número foi maior. Quanto aos custos realmente não sei, deixei tudo isso na mão deles. Como não teria nenhum ganho financeiro com isso, nem me preocupei com custos, queria realmente fazer algo de bom para as pessoas.
Você disse que pesquisou sobre a imagem de santos para realizar as fotos. Como ocorreu essa pesquisa?
Pesquiso arte sacra há muitos anos, sempre vou a museus e igrejas e, na Europa, visitei todas as grandes igrejas. Especificamente para essas imagens, pesquisei antes na internet para depois começar a pensar em cada imagem de santo.
O cardeal dom Odilo Scherer chegou a comentar que as imagens "ofendem profundamente" a Igreja Católica. Você está sendo ameaçado de alguma maneira?
Não é bom ouvir na TV e ler nos jornais pessoas dizendo que você as está ofendendo, quando minha única intenção era ajudar. Venho recebendo algumas mensagens pesadas, que machucam. Mas já esperava por essa reação negativa...
Por que mexer num tema tão espinhoso como a religião?
Não é com a religião que estou mexendo, é com as pessoas que dizem que mandam nela. Como disse, acho a vida dos santos um exemplo de bondade e amor ao próximo, mas não é isso que vejo naqueles que comandam. Sei que a grande maioria dos católicos é formada por gente muito boa e que quer ajudar. Outros, infelizmente, aqueles que detém os meios de comunicação, são preconceituosos e ignorantes.
Você pretende expor as imagens em outros espaços?
Adoraria expor esse trabalho em algum lugar que respeitasse a ideia, mas por enquanto não posso, precisaria de um patrocínio para fazer isso. Não ganhei absolutamente nada com essas imagens, fiz realmente por achar que seria bonito e as pessoas gostariam de ver. Se eu conseguisse quem patrocinasse, faria a exposição com o maior carinho.
A Capa
As imagens, feitas pelo fotógrafo Ronaldo Gutierrez, foram doadas para a Cads (Coordenadoria de Assuntos de Diversidade Sexual), da Prefeitura de São Paulo, e causaram polêmica com a Igreja Católica. O cardeal Odilo Scherer chegou a comentar que os cartazes "ofendem profundamente e ferem o sentimento religioso do povo". "O uso debochado da imagem dos santos é ofensivo e desrespeitoso, o que nós desaprovamos", disse o cardeal.
Em entrevista exclusiva ao site A Capa, Ronaldo Gutierrez explica que sua intenção não foi causar atritos com a igreja e, sim, "fazer algo de bom para as pessoas". O fotógrafo chegou a receber e-mails com ameaças, mas diz que já esperava por essa reação negativa. Leia a seguir.
Como surgiu a ideia da campanha?
Sempre fui fascinado pela arte sacra e, apesar de não ser católico, gosto dos santos, li suas biografias e cheguei até a estudar a bíblia durante muitos anos. As histórias são cativantes. Juntei a isso meu gosto por pinturas e fiz esse trabalho para mim mesmo. A campanha surgiu depois, o Eduardo Lima (do Guia São Paulo de Bolso) entrou em contato com a Cads (Coordenadoria de Assuntos de Diversidade Sexual, da Prefeitura de SP) e eu liberei o uso para eles. Gostei da ideia e cedi todos os direitos gratuitamente, e todo e qualquer dinheiro que entrar com essa campanha será doado a ONGs que ajudar pessoas carentes.
Quantos cartazes foram produzidos e quanto custou a campanha?
Bom, para ser sincero não sei, falaram que iriam produzir 50 cartazes além das camisinhas, mas pelo que pude ver na Parada esse número foi maior. Quanto aos custos realmente não sei, deixei tudo isso na mão deles. Como não teria nenhum ganho financeiro com isso, nem me preocupei com custos, queria realmente fazer algo de bom para as pessoas.
Você disse que pesquisou sobre a imagem de santos para realizar as fotos. Como ocorreu essa pesquisa?
Pesquiso arte sacra há muitos anos, sempre vou a museus e igrejas e, na Europa, visitei todas as grandes igrejas. Especificamente para essas imagens, pesquisei antes na internet para depois começar a pensar em cada imagem de santo.
O cardeal dom Odilo Scherer chegou a comentar que as imagens "ofendem profundamente" a Igreja Católica. Você está sendo ameaçado de alguma maneira?
Não é bom ouvir na TV e ler nos jornais pessoas dizendo que você as está ofendendo, quando minha única intenção era ajudar. Venho recebendo algumas mensagens pesadas, que machucam. Mas já esperava por essa reação negativa...
Por que mexer num tema tão espinhoso como a religião?
Não é com a religião que estou mexendo, é com as pessoas que dizem que mandam nela. Como disse, acho a vida dos santos um exemplo de bondade e amor ao próximo, mas não é isso que vejo naqueles que comandam. Sei que a grande maioria dos católicos é formada por gente muito boa e que quer ajudar. Outros, infelizmente, aqueles que detém os meios de comunicação, são preconceituosos e ignorantes.
Você pretende expor as imagens em outros espaços?
Adoraria expor esse trabalho em algum lugar que respeitasse a ideia, mas por enquanto não posso, precisaria de um patrocínio para fazer isso. Não ganhei absolutamente nada com essas imagens, fiz realmente por achar que seria bonito e as pessoas gostariam de ver. Se eu conseguisse quem patrocinasse, faria a exposição com o maior carinho.
A Capa
segunda-feira, 27 de junho de 2011
A Revista Época atribuiu o debate sobre união homossexual como um dos motivos que levarão Marina Silva a sair do Partido Verde (PV).
O tema foi uma das divergências ocorridas entre ela e o grupo partidário durante a campanha eleitoral de 2010, quando a acriana recebeu cerca de 20% dos votos.
A reportagem diz que o partido não aceitou a interferência de pastores da igreja Assembléia de Deus, à qual pertence Marina.
O partido, em seu estatuto, defende a cidadania LGBT, por exemplo. Ver sua candidata à Presidência da República ir contra essa bandeira preocupou a direção partidária.
Cena G
O tema foi uma das divergências ocorridas entre ela e o grupo partidário durante a campanha eleitoral de 2010, quando a acriana recebeu cerca de 20% dos votos.
A reportagem diz que o partido não aceitou a interferência de pastores da igreja Assembléia de Deus, à qual pertence Marina.
O partido, em seu estatuto, defende a cidadania LGBT, por exemplo. Ver sua candidata à Presidência da República ir contra essa bandeira preocupou a direção partidária.
Cena G
Um grupo de punks e skinheads, chamados Ação Antifascista, também participa da Parada Gay. São cerca de 40 integrantes com uma faixa dizendo "punks e skinheads contra a homofobia".
Eles foram detidos pela polícia quando chegavam ao evento, mas liberados quando os policiais perceberam que a manifestação era a favor da diversidade. Segundo o skinhead Danilo Henrique, 29, um dos organizadores do grupo, eles também foram detidos pela polícia quando organizavam o movimento na quinta-feira, na praça da República.
Danilo, que é homossexual, disse que é a primeira vez que eles participam do evento. "O objetivo é desmitificar a ideia de que todo skinhead é homofóbico. A Parada Gay tem de servir de plataforma para reivindicações e não só para mostrar o orgulho de ser gay", declarou.
O jovem estava com o braço quebrado porque participou da marcha da maconha e esbarrou contra um ônibus quando fugia de uma bomba.
O estudante Bruno Cavalcante, 18, não é homossexual, mas defende que são contra todo tipo de preconceito. "A mídia fala que a gente é homofóbico, mas nem todos são. A gente não é", diz. Ele afirma que também são vítimas de intolerância.
Uol Gay
Eles foram detidos pela polícia quando chegavam ao evento, mas liberados quando os policiais perceberam que a manifestação era a favor da diversidade. Segundo o skinhead Danilo Henrique, 29, um dos organizadores do grupo, eles também foram detidos pela polícia quando organizavam o movimento na quinta-feira, na praça da República.
Danilo, que é homossexual, disse que é a primeira vez que eles participam do evento. "O objetivo é desmitificar a ideia de que todo skinhead é homofóbico. A Parada Gay tem de servir de plataforma para reivindicações e não só para mostrar o orgulho de ser gay", declarou.
O jovem estava com o braço quebrado porque participou da marcha da maconha e esbarrou contra um ônibus quando fugia de uma bomba.
O estudante Bruno Cavalcante, 18, não é homossexual, mas defende que são contra todo tipo de preconceito. "A mídia fala que a gente é homofóbico, mas nem todos são. A gente não é", diz. Ele afirma que também são vítimas de intolerância.
Uol Gay
De acordo com a PM, seis ocorrências foram registradas durante o evento (três casos de tráfico de drogas e três casos de furtos e roubos). Em um dos casos, Leandro Marcos, ajudante de cozinha, teve seus óculos, que custam aproximadamente R$ 1.500, furtado por um adolescente de 17 anos que, segundo a polícia, participava de arrastões. O menor chegou a ser agredido antes de ser apreendido.
Mesmo proibidas, garrafas com bebidas alcóolicas foram vendidas na parada. Somente em um dos quatro ambulatórios montados para o evento, foram registrados 120 atendimentos até 19h deste domingo, a maioria jovens embriagados . “Parece cenário de guerra”, disse o médico Drauzio Varella, que visitou o ambulatório no final da parada, ao se referir ao ambulatório.
O médico Sauro Bagnaresi, responsável pelo ambulatório, a “parada deste ano foi a mais tranquila dos últimos dez anos”. Segundo médicos do ambulatório, o único caso grave foi o de um homem de 47 anos que engasgou ao comer uma esfirra e teve se levado para o Hospital das Clínicas com falta de ar.
Uol Noticias
domingo, 26 de junho de 2011
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