sexta-feira, 15 de julho de 2011
Casamento gay já é possivél no Brasil.
Já são três os casais que garantiram na Justiça o direito de converter o registro de união estável em casamento civil após a decisão do Supremo que garantiu o direito ao registro no Brasil. A mais nova decisão partiu de um juiz de São Bernardo do Campo, em São Paulo, e beneficiou duas mulheres. Elas optaram por usar os nomes de solteira e o regime de comunhão parcial de bens. As duas mulheres viviam juntas há sete anos e registraram a união civil assim que o Supremo garantiu tal reconhecimento. Com a união estável garantida, as mulheres entraram com o pedido de conversão em casamento civil.
O juiz que oficializou o casamento civil do casal de mulheres disse que uma das consequências da união estável entre pessoas de sexos distintos é a possibilidade de conversão em casamento. “Anoto que a própria Constituição Federal determina que a lei deverá facilitar a conversão da união estável em casamento”, afirmou em sua decisão.
MixBrasil
O juiz que oficializou o casamento civil do casal de mulheres disse que uma das consequências da união estável entre pessoas de sexos distintos é a possibilidade de conversão em casamento. “Anoto que a própria Constituição Federal determina que a lei deverá facilitar a conversão da união estável em casamento”, afirmou em sua decisão.
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Os atores Brad Pitt e Angelina Jolie vão se casar oficialmente. Eles haviam divulgado que só se casariam quando gays também pudessem se unir em Nova York. Como o governo do Estado aprovou a medida que passará a valer a partir do da 24 de julho, o casal anunciou que agora marcará a cerimônia.
Segundo o The Sun, Brad e Angelina querem uma cerimônia "íntima e informal", como se isso fosse possível em se tratando do casal. O site da revista norte-americana US Magazine disse que o local escolhido é a capela na mansão do casal em Correns, na França.
Brad Pitt confirmou o casório. "As crianças têm perguntado sobre o casamento. Isso significa mais para eles, então é uma coisa que temos que dar atenção", disse.
MixBrasil
Segundo o The Sun, Brad e Angelina querem uma cerimônia "íntima e informal", como se isso fosse possível em se tratando do casal. O site da revista norte-americana US Magazine disse que o local escolhido é a capela na mansão do casal em Correns, na França.
Brad Pitt confirmou o casório. "As crianças têm perguntado sobre o casamento. Isso significa mais para eles, então é uma coisa que temos que dar atenção", disse.
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quinta-feira, 14 de julho de 2011
Não quero voltar sozinho, já foi exibido aqui no blog na integra.
O curta nacional “Eu Não Quero Voltar Sozinho” conquistou mais um prêmio.
A obra de Daniel Ribeiro recebeu o prêmio de Melhor Curta-Metragem Ficção Brasileiro pelo Júri Popular no Rio Festival Gay de Cinema.
O curta apresenta a inocência da descoberta do amor entre dois adolescentes gays, Leonardo (Guilherme Lobo) e Gabriel (Fabio Audi).
Leonardo é um deficiente visual que muda de vida totalmente com a chegada de Gabriel, um novo aluno em sua escola.
Cena G
A obra de Daniel Ribeiro recebeu o prêmio de Melhor Curta-Metragem Ficção Brasileiro pelo Júri Popular no Rio Festival Gay de Cinema.
O curta apresenta a inocência da descoberta do amor entre dois adolescentes gays, Leonardo (Guilherme Lobo) e Gabriel (Fabio Audi).
Leonardo é um deficiente visual que muda de vida totalmente com a chegada de Gabriel, um novo aluno em sua escola.
Cena G
PENSE NISSO!
Sonhos são como deuses: quando não se acredita neles, deixam de existir.
Paulinho Moska
Paulinho Moska
HOMOFOBIA É CRIME
A senadora Marta Suplicy (PT-SP) entregou, na terça-feira (12), para os integrantes da Frente Parlamentar Mista LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais), a minuta de um novo projeto de lei que trata da criminalização da homofobia no país. O texto vai substituir o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 122/2006, de autoria da ex-deputada Iara Bernardi, do qual Marta é relatora.
Segundo a assessoria da senadora, a minuta foi elaborada em um trabalho conjunto com os senadores Demóstenes Torres (DEM-GO), Marcelo Crivella (PRB-RJ) e com o presidente da Associação de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ALGBT), Toni Reis.
A iniciativa surgiu depois de várias tentativas de acordo sobre o texto do PLC 122/06. O ponto que colocou em choque o movimento LGBT e líderes religiosos era a criminalização do discurso contrário à homossexualidade. Padres e pastores, por exemplo, diziam temer medidas como a prisão, caso se pronunciassem nesse sentido.
Para Marta Suplicy, a partir de um acordo com as bancadas ligadas a igrejas cristãs, ficará mais fácil conseguir a aprovação de uma legislação que considere a homofobia como crime. De fato, a minuta do substitutivo não trata da punição a declarações que desaconselhem o comportamento homossexual ou o critiquem do ponto de vista intelectual, desde que essas declarações sejam pacíficas.
O que o novo projeto faz é definir “crimes que correspondem a condutas discriminatórias motivadas por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero bem como pune, com maior rigor, atos de violência praticados com a mesma motivação”. Um desses crimes seria o de “induzir alguém à prática de violência de qualquer natureza motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero”.
Agora, por meio dos deputados Jean Willis (PSOL-RJ) e Manuela D’Ávila (PCdoB-RS), a proposta será discutida com a bancada evangélica da Câmara dos Deputados e com outros representantes do movimento LGBT.
Em declaração ao site da liderança do PT, Marta Suplicy disse que o projeto deverá ser apresentado em agosto e votado em outubro.
- Se conseguirmos avançar com esse texto, tenho certeza que poderemos aprová-lo. Paciência e determinação levarão a uma boa negociação – afirmou Marta.
Penas
O texto trata, especificamente, de discriminação no mercado de trabalho e nas relações de consumo, além de tratar da indução à violência. Prevê, por exemplo, que um empregador poderá ser punido com até três anos de reclusão se deixar de contratar um funcionário, que atenda as qualificações exigidas, por causa de sua orientação sexual ou identidade de gênero. Se o crime for cometido no âmbito da administração pública, essa pena aumenta em 1/3.
De acordo com o site da Liderança do PT, “no caso das relações de consumo, recusar ou impedir o acesso de alguém a um estabelecimento comercial ou se negar a atender uma pessoa por preconceito sexual, poderá gerar penas que variam de um a três anos de reclusão”.
Lei Alexandre Ivo
A exemplo da Lei Maria da Penha, a lei que será criada para combater a homofobia será batizada de Lei Alexandre Ivo, em homenagem ao adolescente que foi assassinado pelo fato de ser gay. Alexandre Thomé Ivo Rojão, de 14 anos, foi sequestrado, torturado e morto, no município de São Gonçalo (RJ), em junho do ano passado. Segundo a polícia, o crime teria sido praticado por skinheads e motivado por intolerância à sua orientação sexual.
MixBrasil
Segundo a assessoria da senadora, a minuta foi elaborada em um trabalho conjunto com os senadores Demóstenes Torres (DEM-GO), Marcelo Crivella (PRB-RJ) e com o presidente da Associação de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ALGBT), Toni Reis.
A iniciativa surgiu depois de várias tentativas de acordo sobre o texto do PLC 122/06. O ponto que colocou em choque o movimento LGBT e líderes religiosos era a criminalização do discurso contrário à homossexualidade. Padres e pastores, por exemplo, diziam temer medidas como a prisão, caso se pronunciassem nesse sentido.
Para Marta Suplicy, a partir de um acordo com as bancadas ligadas a igrejas cristãs, ficará mais fácil conseguir a aprovação de uma legislação que considere a homofobia como crime. De fato, a minuta do substitutivo não trata da punição a declarações que desaconselhem o comportamento homossexual ou o critiquem do ponto de vista intelectual, desde que essas declarações sejam pacíficas.
O que o novo projeto faz é definir “crimes que correspondem a condutas discriminatórias motivadas por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero bem como pune, com maior rigor, atos de violência praticados com a mesma motivação”. Um desses crimes seria o de “induzir alguém à prática de violência de qualquer natureza motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero”.
Agora, por meio dos deputados Jean Willis (PSOL-RJ) e Manuela D’Ávila (PCdoB-RS), a proposta será discutida com a bancada evangélica da Câmara dos Deputados e com outros representantes do movimento LGBT.
Em declaração ao site da liderança do PT, Marta Suplicy disse que o projeto deverá ser apresentado em agosto e votado em outubro.
- Se conseguirmos avançar com esse texto, tenho certeza que poderemos aprová-lo. Paciência e determinação levarão a uma boa negociação – afirmou Marta.
Penas
O texto trata, especificamente, de discriminação no mercado de trabalho e nas relações de consumo, além de tratar da indução à violência. Prevê, por exemplo, que um empregador poderá ser punido com até três anos de reclusão se deixar de contratar um funcionário, que atenda as qualificações exigidas, por causa de sua orientação sexual ou identidade de gênero. Se o crime for cometido no âmbito da administração pública, essa pena aumenta em 1/3.
De acordo com o site da Liderança do PT, “no caso das relações de consumo, recusar ou impedir o acesso de alguém a um estabelecimento comercial ou se negar a atender uma pessoa por preconceito sexual, poderá gerar penas que variam de um a três anos de reclusão”.
Lei Alexandre Ivo
A exemplo da Lei Maria da Penha, a lei que será criada para combater a homofobia será batizada de Lei Alexandre Ivo, em homenagem ao adolescente que foi assassinado pelo fato de ser gay. Alexandre Thomé Ivo Rojão, de 14 anos, foi sequestrado, torturado e morto, no município de São Gonçalo (RJ), em junho do ano passado. Segundo a polícia, o crime teria sido praticado por skinheads e motivado por intolerância à sua orientação sexual.
MixBrasil
Segundo o influente jornal inglês The Guardian, a cidade do Rio de Janeiro está se preparando para ser a próxima capital gay do mundo. Para o jornal, uma série de iniciativas da prefeitura do Rio de Janeiro tem levado a cidade a atrair cada vez mais gays. O jornal destaca a festa de lançamento do programa da prefeitura "Rio sem Preconceito", que uniu artistas, modelos e políticos no teato Oi Casagrande.O The Guardian diz que desde fevereiro último funciona na cidade una secretaria especial para a diversidade, chefiada pelo estilista Carlos Tuvfesson. O The Guardian afirmou que 25% dos turistas que visitaram o Rio de Janeiro em 2010 eram gays (cerca de 880 mil pessoas) e que as inicitaivas do Governo estadual e municipal enfrentam críticas dos setores religiosos mas forte apoiom dos ativistas.Além deste evento, o jornal ainda diz que há uma avalanche de iniciativas por parte do poder público para garantir a cidadania de gays, lésbicas, bissexuais e transexuais na cidade: "cursos vocacionais para travestis, projetos contra intimidação de estudantes gays e lésbicas e uma nova lei proibindo a discriminação nos clubes noturnos da cidade", são elencadas pelo The Guardian.
MixBrasil
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quarta-feira, 13 de julho de 2011
Casamento gay já existiu e foi abençoado pela igraja cristã.
Sérgio e Baco eram cristãos martirizados em 7 AD 303 de outubro, e foram torturados até a morte por se recusar a fazer sacrifícios em honra de Júpiter. O estudo de manuscritos gregos revelaram que Sérgio e Baco foram abertamente homossexuais e que eram "erastai 'ou amantes. Esses manuscritos são diferentes em várias bibliotecas européias e indicam a atitude inicial do cristianismo em relação à homossexualidade, tão diferente do que muitas igrejas hoje postulado.
Seus nomes foram invocados em cerimônias de casamento para casais do mesmo sexo, os casamentos são aceitos e respeitados pela lei divina e humana na Europa cristã até bem dentro do século XIV.
O ícone para este post é do século VII, e pertencia ao Mosteiro de Santa Catarina no Monte Sinai e, agora, no Museu de Leste e da arte ocidental em Kiev.
É interessante ver como Cristo aparece no tradicional romana Pronubus, o Groomsman, supervisionando a cerimônia, atrás de Sergio e Baco.
A imagem foi digitalizada do livro de capa uniões do mesmo sexo na Europa pré-moderna - John Boswell (1947-1994), professor de história na Universidade de Yale, também autor do Cristianismo, Tolerância Social e Homossexualidade, entre outros livros.
Traduzido do Espanhol para o Português By Phil
Blog Macho, Machos, Machos
Seus nomes foram invocados em cerimônias de casamento para casais do mesmo sexo, os casamentos são aceitos e respeitados pela lei divina e humana na Europa cristã até bem dentro do século XIV.
O ícone para este post é do século VII, e pertencia ao Mosteiro de Santa Catarina no Monte Sinai e, agora, no Museu de Leste e da arte ocidental em Kiev.
É interessante ver como Cristo aparece no tradicional romana Pronubus, o Groomsman, supervisionando a cerimônia, atrás de Sergio e Baco.
A imagem foi digitalizada do livro de capa uniões do mesmo sexo na Europa pré-moderna - John Boswell (1947-1994), professor de história na Universidade de Yale, também autor do Cristianismo, Tolerância Social e Homossexualidade, entre outros livros.
Traduzido do Espanhol para o Português By Phil
Blog Macho, Machos, Machos
Com a aprovação da lei que permite a união estável entre casais do mesmo sexo, um grupo de empresários da área de eventos decidiu criar uma mostra na qual participam fornecedores de produtos e serviços para casamento. É a Open Wedding – 1ª Mostra de Serviços para Casamento Homoafetivo.
O evento, que será realizado em São Paulo nos dias 27 e 28 de julho, vai reunir profissionais de agências de turismo, assessoras de eventos sociais, buffets, decoradoras, doceiras, foto e vídeo e trajes, apresentando aos casais as novidades e tendências deste mercado.
A programação também contempla um workshop, que vai discutir temas como consultoria jurídica, assessoria de casamento, destinos de lua de mel e cerimônias homoafetivas.
Open Wedding – 1ª Mostra de Serviços para Casamento Homoafetivo
Espaço Mais – Rua Quatá, 726 – Vila Olímpia – São Paulo
Dias 27 e 28 de julho, das 16h às 22h
MixBrasil
O evento, que será realizado em São Paulo nos dias 27 e 28 de julho, vai reunir profissionais de agências de turismo, assessoras de eventos sociais, buffets, decoradoras, doceiras, foto e vídeo e trajes, apresentando aos casais as novidades e tendências deste mercado.
A programação também contempla um workshop, que vai discutir temas como consultoria jurídica, assessoria de casamento, destinos de lua de mel e cerimônias homoafetivas.
Open Wedding – 1ª Mostra de Serviços para Casamento Homoafetivo
Espaço Mais – Rua Quatá, 726 – Vila Olímpia – São Paulo
Dias 27 e 28 de julho, das 16h às 22h
MixBrasil
O casal gay de "Insensato Coração", da Globo", vai dar mais um passo rumo ao final feliz.
Ao menos, é o que dá a entender a cena que foi gravada nesta terça-feira (12) na praia do Leme, no Rio de Janeiro.
No local onde funciona o quiosque de Sueli (Louise Cardoso), ocorre uma manifestação de apoio aos gays.
Em uma das faixas, era possível ver a frase "Eu Tenho Orgulho do meu Filho Gay".
Sueli já havia afirmado que não "admite" filho gay e pedido ao namorado do filho Eduardo (Rodrigo Andrade) que se afastasse dele.
Na cena, Natalie (Deborah Secco) marca presença e é assediada por drag queens e outros participantes do evento. A cena contou com a participação de Ricardo Tozzi, Leonardo Miggiorin e Rosi Campos, entre outros.
Folha Online
Ao menos, é o que dá a entender a cena que foi gravada nesta terça-feira (12) na praia do Leme, no Rio de Janeiro.
No local onde funciona o quiosque de Sueli (Louise Cardoso), ocorre uma manifestação de apoio aos gays.
Em uma das faixas, era possível ver a frase "Eu Tenho Orgulho do meu Filho Gay".
Sueli já havia afirmado que não "admite" filho gay e pedido ao namorado do filho Eduardo (Rodrigo Andrade) que se afastasse dele.
Na cena, Natalie (Deborah Secco) marca presença e é assediada por drag queens e outros participantes do evento. A cena contou com a participação de Ricardo Tozzi, Leonardo Miggiorin e Rosi Campos, entre outros.
Folha Online
Nem mesmo o Rei do Futebol escapou. O programa "Amor & Sexo", da TV Globo, cujo foco é a intimidade sexual das celebridades, falou sobre a iniciação sexual do maior craque do mundo.
Os telespectadores tinham que adivinhar de quem era a frase: "Minha iniciação foi com uma bicha que nosso time inteiro comeu, lá em Bauru".
Entre as opções estavam Pelé, Richarlyson e Edmundo. Segundo o programa, a frase é atribuída à Pelé.
Cena G
Os telespectadores tinham que adivinhar de quem era a frase: "Minha iniciação foi com uma bicha que nosso time inteiro comeu, lá em Bauru".
Entre as opções estavam Pelé, Richarlyson e Edmundo. Segundo o programa, a frase é atribuída à Pelé.
Cena G
Uma troca de olhares em um barzinho foi o estopim de um relacionamento amoroso que teve mais um capítulo escrito no mês de maio. O casal Luciana Lima e Viviane Rodrigues oficializou a união estável homoafetiva entre mulheres, a primeira em Alagoas e uma das primeiras do país após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). Ainda este mês a cantora e a enfermeira irão realizar a cerimônia seguindo os moldes de um casamento convencional.
Após o reconhecimento do Supremo Tribunal Federal no último dia 5 de maio, que dá o direito a casais do mesmo sexo oficializar a união homoafetiva, Luciana e Viviane resolveram ir a um cartório para tratar do casamento. “Lembro que nós chegamos ao cartório juntas para perguntar sobre a documentação necessária. Lá eles informaram que poderia ser feito a qualquer dia. Estávamos ali e então fizemos o casamento logo”, conta Luciana.
Segundo a decisão do Supremo, os casais homossexuais passarão a ter reconhecido o direito de receber pensão alimentícia, acesso à herança do companheiro em caso de morte, além de adotar filhos e registrá-los em seus nomes. Viviane conta que a idéia do casamento era antiga e começou quando elas foram morar juntas três meses depois do início do namoro. “Chegamos a pensar em tentar oficializar a união na Argentina, onde já é reconhecido. Ainda bem que o STF decidiu e conseguimos fazer por aqui mesmo”, disse.
Mesmo sem receber o apoio de boa parte das famílias, que não concordam com o relacionamento, o casal relata que luta principalmente pela redução do preconceito contra os homossexuais.
Como qualquer mulher que sonha em casar, a cerimônia não fugirá das tradicionais e terá direito a vestido de noiva, véu e grinalda, além do smoking em uma das noivas. “Foi um desejo nosso fazer a cerimônia nos mesmos moldes de um casamento heterossexual. Não é o fato de sermos lésbicas que nos impediria de casar vestidas de noiva e noivo”, esclarece Viviane.
Gay 1
Após o reconhecimento do Supremo Tribunal Federal no último dia 5 de maio, que dá o direito a casais do mesmo sexo oficializar a união homoafetiva, Luciana e Viviane resolveram ir a um cartório para tratar do casamento. “Lembro que nós chegamos ao cartório juntas para perguntar sobre a documentação necessária. Lá eles informaram que poderia ser feito a qualquer dia. Estávamos ali e então fizemos o casamento logo”, conta Luciana.
Segundo a decisão do Supremo, os casais homossexuais passarão a ter reconhecido o direito de receber pensão alimentícia, acesso à herança do companheiro em caso de morte, além de adotar filhos e registrá-los em seus nomes. Viviane conta que a idéia do casamento era antiga e começou quando elas foram morar juntas três meses depois do início do namoro. “Chegamos a pensar em tentar oficializar a união na Argentina, onde já é reconhecido. Ainda bem que o STF decidiu e conseguimos fazer por aqui mesmo”, disse.
Mesmo sem receber o apoio de boa parte das famílias, que não concordam com o relacionamento, o casal relata que luta principalmente pela redução do preconceito contra os homossexuais.
Como qualquer mulher que sonha em casar, a cerimônia não fugirá das tradicionais e terá direito a vestido de noiva, véu e grinalda, além do smoking em uma das noivas. “Foi um desejo nosso fazer a cerimônia nos mesmos moldes de um casamento heterossexual. Não é o fato de sermos lésbicas que nos impediria de casar vestidas de noiva e noivo”, esclarece Viviane.
Gay 1
Reaja, homofobia é crime!
A 1ª Delegacia de Polícia, na Asa Sul, investiga uma denúncia de homofobia ocorrido no Bar Piauí, na 403 Sul. Dois clientes do estabelecimento registraram uma ocorrência de injúria após alegarem ter sido destratados por um garçom. A confusão começou quando um grupo de quatro amigos, formado por um casal de homossexuais e duas garotas, pediu a conta. Ainda na mesa, eles se desentenderam com o funcionário a respeito do valor a ser pago. Um dos rapazes e uma das moças procuraram o dono, que confirmou o cálculo dos clientes — os consumidores pagaram a mais para tomar uma última cerveja. Depois de resolvido o problema, o atendente disse que não gostava de servir “viado nem sapatão.”
O caso ocorreu na madrugada de quinta-feira, diante de testemunhas. Na sexta, na hora do almoço, a jornalista Ana Rita Gondim, 30 anos, e um amigo, o auxiliar de administração Leonardo Oliveira (foto), 21, deram queixa na delegacia. Eles são frequentadores do estabelecimento, mas não pretendem voltar após o episódio. “O garçom nos atendeu a noite inteira. Foi um atendimento normal. Quando pedimos a conta, ele achou que a última cerveja sairia do bolso dele. Mas estávamos dando dinheiro a mais. Quando nos ofendeu, eu perguntei o nome dele e ele disse que não ia dar. Saiu e voltou a atender outros clientes. Mesmo eu não sendo gay, não quis me omitir”, contou Ana Rita.
Leonardo Oliveira, acompanhado do namorado, disse que, em momento algum, trocou carícias com o parceiro no bar. Ele contou também que, ainda na mesa, quando explicaram para o garçom que estavam pagando além dos 10% para tomar uma última cerveja, no valor de R$ 4,50, o funcionário ficou rondando o grupo enquanto contava o dinheiro, repetindo que a conta do grupo estava errada e que ele teria de tirar do próprio bolso. “Foi por isso que procuramos o dono. A ofensa aconteceu na frente dele e de outros clientes, que também estavam na fila para pagar. Mas ele (o proprietário) não fez nada”, contou o auxiliar de administração.
Proprietário
O dono do Piauí, Francisco Agostinho Fernandes, assumiu que presenciou o ato homofóbico. E contou que mandou o garçom “parar de falar besteira”. “O rapaz foi (indicado) por outros garçons. Ele ficou nervoso e falou besteira. Eu vi quando ele falou e chamei a atenção. Eu tinha uma fila grande de clientes e pedi que eles (as vítimas) viessem no bar no dia seguinte, para pegar os dados do funcionário, mas ele (o garçom) saiu sem falar comigo e não voltou. E não tenho o telefone dele”, justificou. A reportagem não conseguiu contato com o empregado acusado das agressões verbais.
Gay 1
O caso ocorreu na madrugada de quinta-feira, diante de testemunhas. Na sexta, na hora do almoço, a jornalista Ana Rita Gondim, 30 anos, e um amigo, o auxiliar de administração Leonardo Oliveira (foto), 21, deram queixa na delegacia. Eles são frequentadores do estabelecimento, mas não pretendem voltar após o episódio. “O garçom nos atendeu a noite inteira. Foi um atendimento normal. Quando pedimos a conta, ele achou que a última cerveja sairia do bolso dele. Mas estávamos dando dinheiro a mais. Quando nos ofendeu, eu perguntei o nome dele e ele disse que não ia dar. Saiu e voltou a atender outros clientes. Mesmo eu não sendo gay, não quis me omitir”, contou Ana Rita.
Leonardo Oliveira, acompanhado do namorado, disse que, em momento algum, trocou carícias com o parceiro no bar. Ele contou também que, ainda na mesa, quando explicaram para o garçom que estavam pagando além dos 10% para tomar uma última cerveja, no valor de R$ 4,50, o funcionário ficou rondando o grupo enquanto contava o dinheiro, repetindo que a conta do grupo estava errada e que ele teria de tirar do próprio bolso. “Foi por isso que procuramos o dono. A ofensa aconteceu na frente dele e de outros clientes, que também estavam na fila para pagar. Mas ele (o proprietário) não fez nada”, contou o auxiliar de administração.
Proprietário
O dono do Piauí, Francisco Agostinho Fernandes, assumiu que presenciou o ato homofóbico. E contou que mandou o garçom “parar de falar besteira”. “O rapaz foi (indicado) por outros garçons. Ele ficou nervoso e falou besteira. Eu vi quando ele falou e chamei a atenção. Eu tinha uma fila grande de clientes e pedi que eles (as vítimas) viessem no bar no dia seguinte, para pegar os dados do funcionário, mas ele (o garçom) saiu sem falar comigo e não voltou. E não tenho o telefone dele”, justificou. A reportagem não conseguiu contato com o empregado acusado das agressões verbais.
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