sexta-feira, 22 de julho de 2011
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Brad Pitt "Viva os Gays"
Brad Pitt falou em entrevista à revista "People" sobre a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo em Nova Iorque, que se tornou o sexto estado americano a consentir a união homoafetiva.
"É encorajador que Nova Iorque tenha se juntado ao movimento para garantir direito de casamento para todos os seus cidadãos. Mas é também um direito constitucional americano casar com quem amamos, não importando em qual Estado a pessoa viva. Nenhum estado deveria decidir quem pode ou quem não pode casar", disse.
Cena G
A USP vai sediar no próximo dia 16 de agosto, às 2 da tarde, de um Ciclo de Debates sobre Diversidade sexual para discutir a relação “Mídia e Homofobia”.
O evento é gratuito e rola na Sala Aurora Furtado – no Bloco B (sala 20).
O convidado para falar sobre o assunto é o professor e jornalista Irineu Ramos, autor do livro “A TV no Armário”.
A organização pede que quem for envie um e-mail confirmando presença no bibip@usp.br.
O evento é gratuito e rola na Sala Aurora Furtado – no Bloco B (sala 20).
O convidado para falar sobre o assunto é o professor e jornalista Irineu Ramos, autor do livro “A TV no Armário”.
A organização pede que quem for envie um e-mail confirmando presença no bibip@usp.br.
Cena G
Será que você ainda vai assistir a novela?
Depois da notícia publicada na Folha de que a direção da Globo pediu para que o conteúdo gay da novela Insensato Coração fosse esfriado e do complemento do Uol dizendo que os roteiristas foram aconselhados a não investirem em mais cenas para os personagens gays, o Mix foi atrás parasaber o que será mantido na trama dos personagens gays da novela em sua reta final (faltam dois meses para o fim da trama).
O que fica
- A Parada Gay. Nathalie Lamour será madrinha do evento, Xicão vai vestir-se de Paquita e uma banderia com a incrição “eu amo meu filho gay” será mostrada;
- Os ataques de pit boys e o assassinado de um personagem gay a pauladas: tudo mantido, incluindo as dificuldades de investigação desses casos, o elvolvimento de Kleber (Cassio gabus Mendes) para apurar e identificar os assassinos e a violência dos ataques serão mantidos na íntegra;
- A transformação de Sueli em ativista gay e conselheira;
- Todas as cenas de Roni: ele será empresário de Douglas, que vira um famoso modelo de cuecas e sungas, e estuda posar para uma revista gay;
- O casal Hugo e Eduardo continuam como casal; mas...
O que sai
- As cenas românticas entre os dois e as crises de aceitação (o casal vai ficar tão frio quanto aquele da novela Paraíso Tropical _formado pelo atores Carlos Casagrande e Sérgio Abreu, dos mesmos novelistas_ que eram aceitos por todos, queridos por todos mas não mostravam nenhuma ponta de tensão, nem crise, nem muito menos carinho.
- Discursos que defendam leis que criminalizem a homofobia ou o casamento civil homossexual;
MixBrasil
Será que a Globo sofreu chantagem também?
Está dando o que falar a decisão da TV Globo em censurar a história do casal gay em “Insensato Coração”. Depois de pedir para que os autores Gilberto Braga e Ricardo Linhares esfriassem o romance de Eduardo (Rodrigo Andrade) e Hugo (Marcos Damigo), a emissora passou a receber críticas da comunidade homossexual.
O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) escreveu em sua página no Twitter que “a emissora terá de se explicar publicamente sobre essa censura”.
Jean Wyllys disse ainda que “a imposição de censura aos autores da novela e a recusa em representar a diversidade da sociedade ferem a Constituição Federal”. Para o deputado, a “Globo explora uma concessão pública, logo, seus executivos terão de explicar à sociedade por que exigiram o fim da história gay da novela”.
Quem também se mostrou indignada foi a ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transgêneros), que emitiu uma nota solicitando “à direção da Globo para que prevaleça a livre expressão artística dos autores da novela e mantenha o casal gay”.
De acordo com o presidente da ABGLT, Toni Reis, a novela está cumprindo um papel importantíssimo como veículo informativo, servindo para desmistificar a homossexualidade perante a sociedade em geral e censurar neste momento a trama só serve para “referendar a mensagem que a própria novela estava passando: a homofobia ainda está predominante em nossa sociedade."
A Capa
terça-feira, 19 de julho de 2011
Patrick Wallace e Michael Volpat começaram o site A Note To My Kid (Um Mensagem para Meu Filho) como um espaço para os pais orgulhosamente compartilharem memórias, pensamentos, preocupações, e o amor pelos seus filhos LGBT.
Desde maio, quando foi lançado, o site também é um meio de apoio para os jovens que estão pensando em maneiras de se assumir para seus pais.
“O amor e o apoio de nossos pais tem sido uma bênção em nossas vidas “, afirma Wallace. “Mas ao contrario de muita gente, nós temos muita sorte, pois muitas pessoas que nós conhecemos não tiveram tanta sorte assim. A gente escuta histórias sobre a juventude LGBT ser ridicularizada, repudiada e fisicamente espancada por ser gay.”
Cena G
Desde maio, quando foi lançado, o site também é um meio de apoio para os jovens que estão pensando em maneiras de se assumir para seus pais.
“O amor e o apoio de nossos pais tem sido uma bênção em nossas vidas “, afirma Wallace. “Mas ao contrario de muita gente, nós temos muita sorte, pois muitas pessoas que nós conhecemos não tiveram tanta sorte assim. A gente escuta histórias sobre a juventude LGBT ser ridicularizada, repudiada e fisicamente espancada por ser gay.”
Cena G
Cuidado! Os homofóbicos são extremamente ignorantes!
Um homem de 42 anos teve metade da orelha decepada após ser agredido por um grupo de jovens na madrugada de sexta-feira (15), em um centro de exposições de São João da Boa Vista, no interior de São Paulo. Segundo a vítima, os agressores pensaram que ele e o filho fossem um casal gay, pois os dois estavam abraçados.
O homem, que preferiu não se identificar, disse nesta segunda-feira (18) que ainda estava traumatizado. De acordo com ele, depois de um show, um grupo de sete jovens se aproximou e perguntou se os dois eram gays.
Ele disse que eram pai e filho, mas houve um princípio de tumulto. Segundo o homem, os rapazes foram embora, voltaram cinco minutos depois e começaram a agredir os dois. Um deles mordeu e decepou parte da sua orelha. O homem desmaiou. “Na hora que eu acordei, as pessoas diziam que eu estava sem a orelha”, disse.
Ambos foram levados para a Santa Casa. O filho sofreu ferimentos leves. Eles foram atendidos e liberados.
Segundo Fernando Zucarelli, delegado do 1º DP de São João Boa Vista, foi aberto um inquérito para apurar o caso. A polícia tentará identificar os autores da agressão. A homofobia, que é a aversão a homosexuais, ainda não consta como crime no Código Penal brasileiro, mas, além da agressão, os jovens também podem responder por discriminação.
A organização da exposição diz que havia 150 seguranças no evento, além de policiais militares.
Gay 1
O homem, que preferiu não se identificar, disse nesta segunda-feira (18) que ainda estava traumatizado. De acordo com ele, depois de um show, um grupo de sete jovens se aproximou e perguntou se os dois eram gays.
Ele disse que eram pai e filho, mas houve um princípio de tumulto. Segundo o homem, os rapazes foram embora, voltaram cinco minutos depois e começaram a agredir os dois. Um deles mordeu e decepou parte da sua orelha. O homem desmaiou. “Na hora que eu acordei, as pessoas diziam que eu estava sem a orelha”, disse.
Ambos foram levados para a Santa Casa. O filho sofreu ferimentos leves. Eles foram atendidos e liberados.
Segundo Fernando Zucarelli, delegado do 1º DP de São João Boa Vista, foi aberto um inquérito para apurar o caso. A polícia tentará identificar os autores da agressão. A homofobia, que é a aversão a homosexuais, ainda não consta como crime no Código Penal brasileiro, mas, além da agressão, os jovens também podem responder por discriminação.
A organização da exposição diz que havia 150 seguranças no evento, além de policiais militares.
Gay 1
Pense Nisso!
Alcançou muito sucesso aquele que viveu bem, riu com freqüência e amou muito.
Bessie Stanley
Bessie Stanley
segunda-feira, 18 de julho de 2011
A diversidade dos comportamentos foi o pano de fundo do debate Jovens e as relações afetivas, realizado nos dias 4 e 5 de julho em São Paulo e no Rio de Janeiro, no segundo encontro do projeto "Juventudes Brasileiras", que tem por objetivo discutir como pensam, agem e consomem as novas gerações no panorama da contemporaneidade.
O professor Jean Wyllys (Foto: Renato Velasco)No Rio, o sociólogo Carlos Antonio Costa Ribeiro abriu as discussões mostrando dados de uma pesquisa abrangente sobre como se vivenciam as etapas de transição para a vida adulta. Ele estava acompanhado pelo antropólogo Roberto DaMatta, pelo professor da ESPM e deputado federal Jean Wyllys, e pela psicóloga Laura Muller, que mantém um quadro no programa "Altas Horas", da Rede Globo. Ao final, três jovens contribuíram ao contar suas experiências pessoais.
Roberto DaMatta lembrou que os esforços dos antropólogos, para entender as formações sociais diversas, os levaram à conclusão de que “não há sociedade sem a marcação em duas dimensões: a da idade e a do sexo”. Todas as pessoas têm papéis sociais que lhes são atribuídos, “quer se queira ou não”. “A passagem para a vida adulta tem a ver com a descoberta de uma autonomia interna”, continuou DaMatta. Ele comentou como a sociedade brasileira, em sua geração, era mais preconceituosa que a atual em relação às diferenças, como em relação aos LGBTs. E reiterou: “A juventude sempre tende a recolocar os problemas que a gente bota debaixo do tapete”.
Jean Wyllys, a partir da fala de Roberto DaMatta, comentou a orientação sexual. “Temos, em primeiro lugar, a questão biológica. Depois, a identidade de gênero e, finalmente, a orientação sexual. Eu, por exemplo, sou homem, pois nasci assim, e a minha identidade é masculina, porque eu me sinto homem, enquanto a minha orientação é homossexual”. O jornalista disse ter assumido a sua homossexualidade aos 16 anos. O ato sempre implica uma ruptura com a família. “Todos nós, homossexuais, temos uma nostalgia da família. É algo que se expressa positiva ou negativamente, seja pelas múltiplas relações ou pela vontade de recompor a família. Por isso, a amizade entre gays na cidade é fundamental. A ordem nega até o direito à corte em local público. Somos empurrados para um espaço de orgulho, quando todo o resto é vergonha”, declarou Wyllys. Por volta dos 45 anos, muitos gays, contou ele, procuram reconstituir laços familiares. “É quando buscam, por exemplo, a mãe que foi abandonada pelos filhos heterossexuais”.
MixBrasil
O professor Jean Wyllys (Foto: Renato Velasco)No Rio, o sociólogo Carlos Antonio Costa Ribeiro abriu as discussões mostrando dados de uma pesquisa abrangente sobre como se vivenciam as etapas de transição para a vida adulta. Ele estava acompanhado pelo antropólogo Roberto DaMatta, pelo professor da ESPM e deputado federal Jean Wyllys, e pela psicóloga Laura Muller, que mantém um quadro no programa "Altas Horas", da Rede Globo. Ao final, três jovens contribuíram ao contar suas experiências pessoais.
Roberto DaMatta lembrou que os esforços dos antropólogos, para entender as formações sociais diversas, os levaram à conclusão de que “não há sociedade sem a marcação em duas dimensões: a da idade e a do sexo”. Todas as pessoas têm papéis sociais que lhes são atribuídos, “quer se queira ou não”. “A passagem para a vida adulta tem a ver com a descoberta de uma autonomia interna”, continuou DaMatta. Ele comentou como a sociedade brasileira, em sua geração, era mais preconceituosa que a atual em relação às diferenças, como em relação aos LGBTs. E reiterou: “A juventude sempre tende a recolocar os problemas que a gente bota debaixo do tapete”.
Jean Wyllys, a partir da fala de Roberto DaMatta, comentou a orientação sexual. “Temos, em primeiro lugar, a questão biológica. Depois, a identidade de gênero e, finalmente, a orientação sexual. Eu, por exemplo, sou homem, pois nasci assim, e a minha identidade é masculina, porque eu me sinto homem, enquanto a minha orientação é homossexual”. O jornalista disse ter assumido a sua homossexualidade aos 16 anos. O ato sempre implica uma ruptura com a família. “Todos nós, homossexuais, temos uma nostalgia da família. É algo que se expressa positiva ou negativamente, seja pelas múltiplas relações ou pela vontade de recompor a família. Por isso, a amizade entre gays na cidade é fundamental. A ordem nega até o direito à corte em local público. Somos empurrados para um espaço de orgulho, quando todo o resto é vergonha”, declarou Wyllys. Por volta dos 45 anos, muitos gays, contou ele, procuram reconstituir laços familiares. “É quando buscam, por exemplo, a mãe que foi abandonada pelos filhos heterossexuais”.
MixBrasil
E você? Vai pra orgia na casa do Bolsonaro?
Está rolando no Facebook uma festa chamada "Orgia gay na casa do Bolsonaro" e mais de oito mil internautas já aceitaram o convite e confirmaram presença.
O dia da "festinha" é 31 de julho, um domingo. “Pedimos que, cada vez que o senhor deputado der uma entrevista, falar na Câmara, tirar uma foto para algum jornal, apareçam pessoas levantando a bandeira coloria, se beijando, demonstrando amor ao próximo que não se defende neste país”, diz o convite da festa, em tons políticos.
Bolsonaro já reclamou: “Estas pessoas não têm respeito, nem moral, nem ética, elas estão surtando. A internet aceita tudo. Se eu for dar bola para tudo isto, estou perdido. Não vou recuar da minha vida e das minhas posições por causa disso. Se eles acham que vou, estão enganados”. “Isto não é uma brincadeira. Brincadeira é chamar alguém de ‘boiola’ tomando um chope. Quando o cara fala que vai até a minha casa, a coisa muda de figura”, ameaçou ele.
Mas é claro que a festa é uma brincadeira né, seu Bolsonaro!
MixBrasil
O dia da "festinha" é 31 de julho, um domingo. “Pedimos que, cada vez que o senhor deputado der uma entrevista, falar na Câmara, tirar uma foto para algum jornal, apareçam pessoas levantando a bandeira coloria, se beijando, demonstrando amor ao próximo que não se defende neste país”, diz o convite da festa, em tons políticos.
Bolsonaro já reclamou: “Estas pessoas não têm respeito, nem moral, nem ética, elas estão surtando. A internet aceita tudo. Se eu for dar bola para tudo isto, estou perdido. Não vou recuar da minha vida e das minhas posições por causa disso. Se eles acham que vou, estão enganados”. “Isto não é uma brincadeira. Brincadeira é chamar alguém de ‘boiola’ tomando um chope. Quando o cara fala que vai até a minha casa, a coisa muda de figura”, ameaçou ele.
Mas é claro que a festa é uma brincadeira né, seu Bolsonaro!
MixBrasil
Intolerante e homofóbico, Kléber (Cássio Gabus Mendes) vai se transformar em defensor das causas LGBT, em "Insensato Coração", da Globo. A mudança vai ocorrer após a morte de Gilvan (Miguel Roncato), novo garçom do quiosque de Sueli (Louise Cardoso), que entra na trama no dia 26 de julho. O rapaz será assassinado por pitiboys, uma semana depois. Pressionado por Sueli, Kléber vai se engajar na investigação, usando o prestígio do seu blog, "Impunidade Zero". "Vendo a violência gratuita que vitimou o garoto, morto apenas por ser gay, Kléber vai rever os seus preconceitos", adianta Ricardo Linhares, que escreve "Insensato Coração" ao lado de Gilberto Braga.
ARMÁRIO?
Antes de "Insensato" estrear, diziam que Kléber era um gay enrustido. "Seria uma simplificação ligar homofobia com homossexualidade enrustida. Kléber é heterossexual, machista e preconceituoso", diz Ricardo Linhares.
Folha Online
ARMÁRIO?
Antes de "Insensato" estrear, diziam que Kléber era um gay enrustido. "Seria uma simplificação ligar homofobia com homossexualidade enrustida. Kléber é heterossexual, machista e preconceituoso", diz Ricardo Linhares.
Folha Online
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