sexta-feira, 14 de outubro de 2011
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Chegou a hora de acabar com a bandidagem homofóbica na Paulista.
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| Olhe bem a cara dele. |
Os dois disseram ter sido agredidos com socos e pontapés por dois homens que os seguiram desde uma casa noturna na Rua Bela Cintra, região central de São Paulo, de onde eles haviam saído. O supervisor financeiro teve a perna direita fraturada em dois pontos, além de hematomas na nuca e nas pernas.
Villa esteve no início da tarde na Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi), no Centro da capital, e afirmou não ter dúvidas sobre os agressores. “Fiz o reconhecimento, são eles mesmo, as fotos estão bem nítidas.”
A Polícia Civil identificou na sexta-feira (7) os dois homens suspeitos de agredir Villa e o companheiro dele. “Eu quero dar os parabéns para a polícia, que conseguiu identificá-los rapidamente. Agora depende da Justiça continuar com o caso. E que sejam criadas leis para se evitar esse tipo de crime."
Segundo a polícia, antes das agressões, os suspeitos tentaram paquerar duas amigas do casal, mas não foram correspondidos. Ao deixar o local, as vítimas disseram que foram ofendidas pelos estudantes por palavras homofóbicas.
Autoria esclarecida
A delegada Margarette Barreto, titular da Decradi, disse que a autoria das agressões ao casal gay já foi esclarecida, mas o indiciamento só ocorrerá com o fim do inquérito, porque ainda é aguardada uma série de diligências. Os reconhecimentos foram feitos por meio de fotos e imagens das câmeras de segurança do posto e do bar. O fornecimento da lista de frequentadores pelos donos do bar foi decisiva, segundo a delegada, para a identificação dos agressores. Um deles tem passagem na polícia por ameaça e lesão corporal culposa.
Os suspeitos são um auxiliar de produção de 26 anos e um cozinheiro de 25 anos. Apenas o primeiro foi ouvido até agora na Decradi. A polícia intimou o outro agressor, que deve comparecer na delegacia agora depois do feriado.
Um dos dois suspeitos da agressão negou nesta segunda-feira que a briga tenha sido motivada por homofobia. “Não sou homofóbico, tenho amigos homossexuais. Tenho sim [amigos gays], tenho na minha faculdade e próximo a minha casa. Sempre frequentei baladas GLS”, afirmou o universitário.
Pela versão do jovem, ele estava conversando com a amiga dos gays quando o coordenador chegou e beijou a mulher, como se ela estivesse acompanhada. Villa negou o beijo e disse que nenhum deles agrediu os dois suspeitos. O analista disse se sentir incomodado com o fato de os agressores continuarem em liberdade.
Cena G
2 de PAUS é uma peça que conta a história de dois homens contemporâneos, urbanos e afogados em seus deveres profissionais. Júlio é publicitário e Alex, fisioterapeuta. Os dois moram juntos, têm bom relacionamento com a família e os amigos, são jovens, bem-sucedidos, inteligentes. E estão completamente apaixonados um pelo outro.
O texto desmistifica conceitos ultrapassados relativos à homossexualidade. O objetivo do autor não é fazer uma apologia, mas tratar o tema com todo respeito que merece, fugindo das caricaturas e estereótipos. Em 2 DE PAUS o espectador terá a chance de ver o desenvolvimento de uma relação comum, onde o que está em discussão não é o fato de serem gays, mas sim os conflitos presentes em qualquer relacionamento amoroso
A montagem mineira completou 3 anos em 2011 faz 3 apresentações para comemorar o sucesso que desde a sua estreia , que teve um grande publico (quase 5.000 pessoas assistiram a peça).
O espetáculo tem direção de FERNANDO VERÍSSIMO, experiente ator e diretor mineiro, no elenco: e Aloísio Pires e Douglas Gonzáles. O texto é do brasiliense Arthur Tadeu Curado que também além de escrever atuou e dirigiu a montagem de Brasília, um grande sucesso por lá.
EM CENA
Aloísio Pires – Julio
Douglas Gonzáles – Alex
FORA DE CENA
Direção: Fernando Veríssimo
Texto: Arthur Tadeu Curado
Figurino e cenário: Aloísio Pires
Trilha Sonora: Fernando Veríssimo
Iluminação: Cláudio Castanheira
Dir. de Produção: Gabriel de Barros
Produção: Malagueta
Teatro Nossa Senhora das Dores – Avenida Francisco Salles,77 - Floresta
O espetáculo tem 1 hora de duração
Classificação 12 anos
Horário as 21:00 h sexta, sábado
19:00h domingo
Dias 28, 29 e 30 de Outubro
O preço é de inteira R$ 30,00 e meia conforme lei de R$ 15,00
No posto do SINPARC R$ 13,00
Peixe urbano R$ 12,00
Noticia G
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Um grupo de manifestantes organizado por meio do Facebook realizou entre o fim da noite deste sábado (8) e a madrugada deste domingo (9) uma manifestação contra a agressão sofrida por um casal gay na região da Avenida Paulista, em São Paulo, no dia 1º. Com velas nas mãos, eles se reuniram na esquina das ruas Fernando de Albuquerque e Bela Cintra, onde o analista fiscal Marcos Paulo Villa, de 32 anos, e o namorado dele, um coordenador financeiro de 30 anos que preferiu não se identificar, foram espancados.
O coordenador financeiro teve a perna quebrada e está internado com traumatismo craniano. Segundo a designer Cristina Naumovs, uma das organizadoras do ato, a manifestação ocorreu pela sensação de impunidade e vulnerabilidade a que não só LGBTs estão expostos na região da Avenida Paulista. “Você pode ser agredido, ter um traumatismo craniano e ninguém faz nada. Essa é a sensação. Você pode levar uma surra no meio da rua e ninguém faz nada, ninguém vai chamar a polícia”, afirma.
Nesta sexta (7), a Polícia Civil identificou os dois homens suspeitos de agredir o casal gay na Rua Fernando de Albuquerque. Eles foram localizados a partir dos nomes da lista de clientes que estavam no Sonique Bar. Em sua defesa, um dos suspeitos confirmou ter brigado com o casal, mas negou que o confronto tenha sido motivado por homofobia.
O jovem, que não teve seu nome divulgado e aparenta ter mais de 20 anos de idade, não quis falar com a reportagem ao deixar a delegacia. Ele estava acompanhado de seu pai e de um advogado e agora irá responder ao crime em liberdade. A polícia também não deverá pedir a prisão do outro suspeito, que poderá se apresentar na próxima semana para dar sua versão do que teria ocorrido.
Gay 1
A temporada 2011/2012 de cruzeiros para LGBTs está aberta. Segundo a ABRAT/GLS - Associação Brasileira de Turismo para gays, lésbicas e simpatizantes, seis diferentes opções de cruzeiros serão disponibilizadas, somando-se as outras já existentes, totalizando 12 diferentes destinos o que representará um aumento de 100% em relação ao mesmo período do ano passado.
Segundo Heitor Ferreira Filho, Diretor de marketing da ABRAT-GLS e da Gay Travel Brasil, operadora que trabalha com todos os cruzeiros da temporada, a oferta e a demanda continuarão a crescer nos próximos três anos. "No início, começamos com pequenos grupos de seis a oito passageiros em cruzeiros regulares, hoje os grupos tem mais de 30 passageiros, o que faz com que tenhamos que criar outros grupos uma vez que o bloqueio original lota", afirma Ferreira.
Um outro fator é que, apesar da maior oferta desse produto para o consumidor brasileiro poucas agências oferecem o mesmo no Brasil, com exceção das agências associadas à entidade, o consumidor tem dificuldade em encontrar agentes e operadores que conheçam bem este produto. Entretanto, apesar da falta de informação da maioria dos agentes de viagem, o turista LGBT brasileiro, cada vez mais, opta por férias a bordo dos cruzeiros para lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais.
A novidade desta temporada fica por conta do novo trajeto entre Buenos Aires (Argentina) e Punta Del Este (Uruguai), ao qual será o primeiro cruzeiro voltado ao público LGBT nestes países.
Gay 1
Covardia homofóbica!
Não sou homofóbico, tenho amigos homossexuais”, disse nesta segunda-feira (10) um dos dois suspeitos de agredir um casal homossexual na madrugada de sábado (1º), na região da Avenida Paulista, em São Paulo, após saírem de uma casa noturna onde haviam discutido. O estudante de 25 anos, investigado pela Polícia Civil pelo envolvimento no suposto ataque homofóbico aos gays, falou com o G1 sob a condição de que seu nome não fosse divulgado.
Segundo a polícia, a briga entre os estudantes e o casal gay ocorreu na madrugada do dia 1º, na esquina das ruas Bela Cintra e Fernando de Albuquerque após todos os envolvidos deixarem o Sonique Bar. Antes, os suspeitos tentaram paquerar duas amigas do casal, mas não foram correspondidos. Ao deixarem o local, as vítimas teriam dito que foram ofendidas pelos estudantes por palavras homofóbicas.
“Tenho sim [amigos gays], tenho na minha faculdade e próximo a minha casa. Sempre frequentei baladas GLS [Gays, Lésbicas e Simpatizantes]”, afirmou o universitário nesta manhã, refutando as acusações de que ele e o amigo, um universitário de 26 anos, são homofóbicos e que tenham batido nas vítimas porque eles são gays.
Na sexta-feira (4), o jovem de 25 anos já havia prestado depoimento à Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi), que investiga se o crime de lesão corporal foi motivado por homofobia, como haviam relatado o analista fiscal Marcos Paulo Villa, de 32 anos, e seu namorado, um coordenador financeiro de 30 anos, que não quis dar o nome.
Villa teve escoriações na nuca. O coordenador quebrou a perna direita na confusão e está internado num hospital com traumatismo craniano. O analista deverá ir nesta tarde à Decradi fazer o reconhecimento de seus agressores por meio de fotografias. A previsão de alta médica para seu namorado é entre terça-feira (11) e quarta (12).
Os investigadores ainda procuram o outro universitário, de 26 anos, suspeito de participar da briga com os gays e apontado pelas vítimas como o responsável por ter quebrado a perna do coordenador. A polícia localizou os suspeitos a partir dos nomes da lista de clientes que estavam no Sonique Bar.
“Acho que ele vai esperar a intimação da polícia para se apresentar”, disse o estudante de 25 anos ao ser questionado sobre o paradeiro de seu amigo.
O estudante suspeito também negou que seu colega tenha quebrado a perna de um dos gays. “No meio da briga ele caiu e acabou acontecendo [de quebrar a perna sozinho numa valeta]”, disse o jovem. “Foi isso o que aconteceu. Teve toda essa discussão e infelizmente o rapaz acabou quebrando a perna, que foi uma fatalidade, né, meu? Eu não queria fazer nada disso, não queria machucar ninguém. Só que acabou acontecendo a briga e foi o que aconteceu, cara.”
“Fui saber depois que eles eram homossexuais. Soube pela televisão. Quando eu estava lá dentro [do Sonique Bar] e conversei lá dentro com ela, e aí saí, continuei bebendo, conversei com outras pessoas, conhecendo outras pessoas. E posteriormente eu fui conversar com ela de novo. Foi quando ele [o coordenador] veio, né? E aí começou a beijar ela na minha frente. Aí, por conta disso eu não sabia, né? Que ela estava acompanhada. Ai eu me virei e fui embora, né? Achando que eles fossem namorados. Fiquei na minha, me virei e fui embora. Fiquei lá [dentro do bar] curtindo. E depois disso, nós fomos embora e quando eu saí, já estavam discutindo. O meu amigo estava discutindo com eles. Nós fomos embora novamente e foi tudo isso o que aconteceu”, relatou o estudante de 25 anos, que afirmou também ter apanhado do casal.
Segundo o jovem, ele frequentava o Sonique porque seu irmão trabalhava lá como barman. “Meu irmão foi mandado embora do emprego dele por conta disso, né? Ele trabalhava lá, no bar da ocasião. E por ele trabalhar lá eu sempre frequentei. É um bar democrático. Tipo, tem dia que são gays, tem dia que são gays voltados mais para as mulheres.”
Na sexta, o advogado do estudante, Severino Ferreira, havia dito que a briga entre seu cliente e os gays não teve cunho homofóbico. “Meu cliente e o colega dele nem sabiam que os dois homens que quiseram brigar com eles eram gays. Só souberam pela televisão. Meu cliente tem amigos gays, portanto a tese de que a briga foi motivada por homofobia é descabida. Meu cliente tem amigos gays, trabalha e estuda e nunca passou pela polícia antes”, disse o advogado Ferreira.
Os agressores estavam com roupas e tatuagens de surfistas. A investigação descartou a ação de grupos organizados de intolerância contra gays, como skinheads e neonazistas. Também não será pedida a prisão dos envolvidos à Justiça.
Gay 1
Segundo a polícia, a briga entre os estudantes e o casal gay ocorreu na madrugada do dia 1º, na esquina das ruas Bela Cintra e Fernando de Albuquerque após todos os envolvidos deixarem o Sonique Bar. Antes, os suspeitos tentaram paquerar duas amigas do casal, mas não foram correspondidos. Ao deixarem o local, as vítimas teriam dito que foram ofendidas pelos estudantes por palavras homofóbicas.
“Tenho sim [amigos gays], tenho na minha faculdade e próximo a minha casa. Sempre frequentei baladas GLS [Gays, Lésbicas e Simpatizantes]”, afirmou o universitário nesta manhã, refutando as acusações de que ele e o amigo, um universitário de 26 anos, são homofóbicos e que tenham batido nas vítimas porque eles são gays.
Na sexta-feira (4), o jovem de 25 anos já havia prestado depoimento à Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi), que investiga se o crime de lesão corporal foi motivado por homofobia, como haviam relatado o analista fiscal Marcos Paulo Villa, de 32 anos, e seu namorado, um coordenador financeiro de 30 anos, que não quis dar o nome.
Villa teve escoriações na nuca. O coordenador quebrou a perna direita na confusão e está internado num hospital com traumatismo craniano. O analista deverá ir nesta tarde à Decradi fazer o reconhecimento de seus agressores por meio de fotografias. A previsão de alta médica para seu namorado é entre terça-feira (11) e quarta (12).
Os investigadores ainda procuram o outro universitário, de 26 anos, suspeito de participar da briga com os gays e apontado pelas vítimas como o responsável por ter quebrado a perna do coordenador. A polícia localizou os suspeitos a partir dos nomes da lista de clientes que estavam no Sonique Bar.
“Acho que ele vai esperar a intimação da polícia para se apresentar”, disse o estudante de 25 anos ao ser questionado sobre o paradeiro de seu amigo.
O estudante suspeito também negou que seu colega tenha quebrado a perna de um dos gays. “No meio da briga ele caiu e acabou acontecendo [de quebrar a perna sozinho numa valeta]”, disse o jovem. “Foi isso o que aconteceu. Teve toda essa discussão e infelizmente o rapaz acabou quebrando a perna, que foi uma fatalidade, né, meu? Eu não queria fazer nada disso, não queria machucar ninguém. Só que acabou acontecendo a briga e foi o que aconteceu, cara.”
“Fui saber depois que eles eram homossexuais. Soube pela televisão. Quando eu estava lá dentro [do Sonique Bar] e conversei lá dentro com ela, e aí saí, continuei bebendo, conversei com outras pessoas, conhecendo outras pessoas. E posteriormente eu fui conversar com ela de novo. Foi quando ele [o coordenador] veio, né? E aí começou a beijar ela na minha frente. Aí, por conta disso eu não sabia, né? Que ela estava acompanhada. Ai eu me virei e fui embora, né? Achando que eles fossem namorados. Fiquei na minha, me virei e fui embora. Fiquei lá [dentro do bar] curtindo. E depois disso, nós fomos embora e quando eu saí, já estavam discutindo. O meu amigo estava discutindo com eles. Nós fomos embora novamente e foi tudo isso o que aconteceu”, relatou o estudante de 25 anos, que afirmou também ter apanhado do casal.
Segundo o jovem, ele frequentava o Sonique porque seu irmão trabalhava lá como barman. “Meu irmão foi mandado embora do emprego dele por conta disso, né? Ele trabalhava lá, no bar da ocasião. E por ele trabalhar lá eu sempre frequentei. É um bar democrático. Tipo, tem dia que são gays, tem dia que são gays voltados mais para as mulheres.”
Na sexta, o advogado do estudante, Severino Ferreira, havia dito que a briga entre seu cliente e os gays não teve cunho homofóbico. “Meu cliente e o colega dele nem sabiam que os dois homens que quiseram brigar com eles eram gays. Só souberam pela televisão. Meu cliente tem amigos gays, portanto a tese de que a briga foi motivada por homofobia é descabida. Meu cliente tem amigos gays, trabalha e estuda e nunca passou pela polícia antes”, disse o advogado Ferreira.
Os agressores estavam com roupas e tatuagens de surfistas. A investigação descartou a ação de grupos organizados de intolerância contra gays, como skinheads e neonazistas. Também não será pedida a prisão dos envolvidos à Justiça.
Gay 1
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
A temporada 2011/2012 de cruzeiros para LGBTs está aberta. Segundo a ABRAT/GLS - Associação Brasileira de Turismo para gays, lésbicas e simpatizantes, seis diferentes opções de cruzeiros serão disponibilizadas, somando-se as outras já existentes, totalizando 12 diferentes destinos o que representará um aumento de 100% em relação ao mesmo período do ano passado.
Segundo Heitor Ferreira Filho, Diretor de marketing da ABRAT-GLS e da Gay Travel Brasil, operadora que trabalha com todos os cruzeiros da temporada, a oferta e a demanda continuarão a crescer nos próximos três anos. "No início, começamos com pequenos grupos de seis a oito passageiros em cruzeiros regulares, hoje os grupos tem mais de 30 passageiros, o que faz com que tenhamos que criar outros grupos uma vez que o bloqueio original lota", afirma Ferreira.
Um outro fator é que, apesar da maior oferta desse produto para o consumidor brasileiro poucas agências oferecem o mesmo no Brasil, com exceção das agências associadas à entidade, o consumidor tem dificuldade em encontrar agentes e operadores que conheçam bem este produto. Entretanto, apesar da falta de informação da maioria dos agentes de viagem, o turista LGBT brasileiro, cada vez mais, opta por férias a bordo dos cruzeiros para lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais.
A novidade desta temporada fica por conta do novo trajeto entre Buenos Aires (Argentina) e Punta Del Este (Uruguai), ao qual será o primeiro cruzeiro voltado ao público LGBT nestes países.
Gay 1
Segundo Heitor Ferreira Filho, Diretor de marketing da ABRAT-GLS e da Gay Travel Brasil, operadora que trabalha com todos os cruzeiros da temporada, a oferta e a demanda continuarão a crescer nos próximos três anos. "No início, começamos com pequenos grupos de seis a oito passageiros em cruzeiros regulares, hoje os grupos tem mais de 30 passageiros, o que faz com que tenhamos que criar outros grupos uma vez que o bloqueio original lota", afirma Ferreira.
Um outro fator é que, apesar da maior oferta desse produto para o consumidor brasileiro poucas agências oferecem o mesmo no Brasil, com exceção das agências associadas à entidade, o consumidor tem dificuldade em encontrar agentes e operadores que conheçam bem este produto. Entretanto, apesar da falta de informação da maioria dos agentes de viagem, o turista LGBT brasileiro, cada vez mais, opta por férias a bordo dos cruzeiros para lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais.
A novidade desta temporada fica por conta do novo trajeto entre Buenos Aires (Argentina) e Punta Del Este (Uruguai), ao qual será o primeiro cruzeiro voltado ao público LGBT nestes países.
Gay 1
estupidez evangélica
Samuel Brinton, 23 anos, estudante de engenharia contou ao pai aos 12 anos que sentia atrações pelo melhor amigo. Filho de um pastor da Igreja Batista, ele foi obrigado a negar que era homossexual depois de sessões de tortura movidas a orações, e viveu uma vida dupla para não perder o apoio dos pais. Hoje, ele conta que foi renegado pela família e o que passou.
Durante a terapia de conversão, eram aplicadas diversas torturas, enquanto um vídeo exibia cenas de dois homens fazendo sexo. Tudo para, segundo a teoria, o cérebro de Brinton correspondesse a dor com o sexo homossexual. Suas mãos eram queimada e depois colocadas no gelo, agulhas espetavam sob suas unhas, choques incessantes eram dados do garoto. O rapaz cedeu ao ver que os pais não o aceitariam e passou a dizer que estava “curado”. Em um dos momentos dramáticos de sua vida, chegou a subir ao telhado de sua casa e ameaçou se matar. Desceu de lá optando por viver, quando sua mãe disse “Eu vou te amar de novo, mas só se você mudar.”
Outra tática usada era que ele seria o último gay do mundo, pois o governo teria matado todos os outros e ele precisava não ser gay para não ser morto.
Cena G
Ver em tamanho maiorParada Gay agita o RioFoto 14 de 58 - Parada Gay acontece neste domingo na orla da Zona Sul da cidade, com a participação de um milhão de pessoas Vanderlei Almeida/AFPPor volta das 15h30 o Hino Nacional executado pela cantora Jane Di Castro. Entre as pessoas que ocupavam a orla de Copacabana --mais de um milhão, segundo a organização --, estavam super-heróis, artistas do rock e muitas drag queens.
Ativista, o deputado Jean Willys (PSOL-RJ) disse que a parada é um momento de o gay se colocar “do jeito que ele é”. “A primeira impressão da parada é a união de todas as tribos do mundo gay. Estamos aqui para pedir paz. Temos que sair do silêncio. Paz sem voz não é paz, é medo, já cantou o poeta. Me sinto um defensor dos direitos humanos”, disse.
Segundo o criador da parada e superintendente da secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos do Estado, Cláudio Nascimento, a parada “é a cereja do bolo, com um aspecto de carnaval, uma grande festa, mas desde 1995 estamos aqui na praia de Copacabana para lutar por nossos direitos. Muitos gays ainda não sabem do seu direito à união estável, e nem leis que na cidade do Rio os defendem”.
Coordenador do programa Rio Sem Preconceito, da Prefeitura do Rio, o estilista Carlos Tufvesson disse que o momento é de “celebrar uma conquista, uma vitória que tivemos no STF (Supremo Tribunal Federal)”. “Muitos gays não sabem que existe a lei 2475, de 1996, que diz que discriminar qualquer pessoa em estabelecimento comercial da cidade do Rio configura crime no qual o estabelecimento deve ser multado e pode ser até fechado. As pessoas têm que saber dos seus direitos e fazê-los valer.
De acordo com Tufvesson, a denúncia deve ser feita pelo site da coordenadoria, o www.cedsrio.com.br.
Moradora de Copacabana, a viúva aposentada de 78 anos Glória Pimenta, mais conhecida como Glorinha, disse que não perde uma edição da parada. “Venho todo ano. Adoro essa música. Eu digo às vezes que sou lésbica, mas eu sou uma viúva e prometi para o meu marido nunca mais ter nenhum relacionamento”.
Durante o evento, equipes da Defensoria Pública do Rio estavam no local fornecendo a documentação para que os interessados na união estável o fizessem gratuitamente.
Uol Gay
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