segunda-feira, 12 de março de 2012
sábado, 10 de março de 2012
Coluna do Phil
Porque estamos saindo do armário?
Estamos avançando pela era da informação, nada mais se cala, a cada momento nos tornamos mais autênticos e o autoconhecimento destrava a cela e liberta a razão. Já não é mais possível ignorarmos nossas próprias vontades e a sublimação que serviu de discurso para falsas virtudes, hoje se revela um passado opressor que queremos esquecer.
A questão sexual, que foi a principal corrente dessa prisão, está se redescobrindo agora com mais seriedade e responsabilidade, e essas são as palavras determinantes dessa nova revolução, que certamente a exemplo de outras no passado, mudará radicalmente as posições sociais daqui em diante. A frente de luta aberta no Bar Stonewall em Nova York, desafiou a violência, se fortaleceu e hoje se difunde pelo planeta propondo o bom combate, a luta pelo direito de sermos quem somos.
Como tenho dito aqui, o processo é lento mais constante, e a cada conquista o avanço se torna mais célere. E o mais importante: Impossível retroceder. Nesse ponto da consciência a decisão de sair do armário é natural e representa o sentido da luta contra o preconceito, esse um inimigo quase sempre oculto e envolto em dogmas seculares que mesmo podres ainda resistem em pé.
Mas como impedir que o novo substitua o velho, como impedir a evolução do pensamento, como reprimir o que de fato é. Mais uma vez cito aqui Gandhi com sua desobediência civil, um homem que só, derrotou um império sem disparar um único tiro, ele foi apenas alguém que saiu do armário, que se assumiu e que disse não ao sistema.
O Brasil está vivendo um singular período de retomada, o debate está aberto e em meio a mudanças estamos aprendendo cada vez mais, aprendendo a dizer o que pensamos e a construirmos o nosso futuro a partir do aqui e agora e assim aprendemos também a votar, a buscar nossos direitos das mãos de quem nos ameaça.
È preciso sair do armário, não só desse armário pequeno e escuro da repressão sexual, mas do armário ideológico que se oportuna da ignorância e mascara o divino, que manipula o conceito e se fortalece no medo e na falcatrua, que oprime na busca da dominação através de mentiras postas como palavras de verdades em livros manipulados ao logo de séculos. Esse é o verdadeiro armário que como no mito da caverna de P latão, deturpa o real e constrói a cegueira da desinformação. Mas o século XXI vencerá e as ovelhas abandonarão o pastor se reconhecendo livres afinal, e não haverão mais santos ou demônios, nem medos e nem armários.
Jornal ES Hoje
Estamos avançando pela era da informação, nada mais se cala, a cada momento nos tornamos mais autênticos e o autoconhecimento destrava a cela e liberta a razão. Já não é mais possível ignorarmos nossas próprias vontades e a sublimação que serviu de discurso para falsas virtudes, hoje se revela um passado opressor que queremos esquecer.
A questão sexual, que foi a principal corrente dessa prisão, está se redescobrindo agora com mais seriedade e responsabilidade, e essas são as palavras determinantes dessa nova revolução, que certamente a exemplo de outras no passado, mudará radicalmente as posições sociais daqui em diante. A frente de luta aberta no Bar Stonewall em Nova York, desafiou a violência, se fortaleceu e hoje se difunde pelo planeta propondo o bom combate, a luta pelo direito de sermos quem somos.
Como tenho dito aqui, o processo é lento mais constante, e a cada conquista o avanço se torna mais célere. E o mais importante: Impossível retroceder. Nesse ponto da consciência a decisão de sair do armário é natural e representa o sentido da luta contra o preconceito, esse um inimigo quase sempre oculto e envolto em dogmas seculares que mesmo podres ainda resistem em pé.
Mas como impedir que o novo substitua o velho, como impedir a evolução do pensamento, como reprimir o que de fato é. Mais uma vez cito aqui Gandhi com sua desobediência civil, um homem que só, derrotou um império sem disparar um único tiro, ele foi apenas alguém que saiu do armário, que se assumiu e que disse não ao sistema.
O Brasil está vivendo um singular período de retomada, o debate está aberto e em meio a mudanças estamos aprendendo cada vez mais, aprendendo a dizer o que pensamos e a construirmos o nosso futuro a partir do aqui e agora e assim aprendemos também a votar, a buscar nossos direitos das mãos de quem nos ameaça.
È preciso sair do armário, não só desse armário pequeno e escuro da repressão sexual, mas do armário ideológico que se oportuna da ignorância e mascara o divino, que manipula o conceito e se fortalece no medo e na falcatrua, que oprime na busca da dominação através de mentiras postas como palavras de verdades em livros manipulados ao logo de séculos. Esse é o verdadeiro armário que como no mito da caverna de P latão, deturpa o real e constrói a cegueira da desinformação. Mas o século XXI vencerá e as ovelhas abandonarão o pastor se reconhecendo livres afinal, e não haverão mais santos ou demônios, nem medos e nem armários.
Jornal ES Hoje
Uma igreja cristã que prega a igualdade de todos perante Deus. Essa é a proposta da Comunidade Jesus, Cidade de Refúgio, uma instituição religiosa voltada ao público gay que terá seu primeiro culto no próximo dia 24, em Porto Alegre. Criada por uma pastora lésbica em São Paulo em junho passado, a nova igreja já gera polêmica nas redes sociais, onde está sendo apresentada.
De forma provisória, a igreja está instalada na avenida Baltazar de Oliveira Garcia. A expectativa é se transferir para a sede definitiva em maio, mantendo-se na região.
A ideia, segundo o pastor Anderson Zambom, 26 anos, homossexual assumido, é criar um espaço de louvor a Deus em que não haja qualquer tipo de discriminação. “A maioria das religiões não aceita os gays. Nossa postura é diferente, já que Jesus Cristo veio à Terra para todos”, analisa Zambom.
Natural de Santa Maria, Zambom frequentou a Assembleia de Deus até 2003, quando abandonou o grupo de jovens que liderava por pressão dos pastores. “Fui sendo deslocado do grupo por ser gay, sendo considerado uma má influência. Não é porque você é homossexual que não pode louvar a Deus”, afirma.
No ano passado surgiu o desejo de trazer a religião – conhecida pela internet – para Porto Alegre. Zambom fez contato com a fundadora da igreja em São Paulo, Lanna Holder, e começou a buscar um espaço em Porto Alegre. A instituição aceita gays, lésbicas, travestis, héteros e todos que quiserem participar. A ideia é ser um território livre de qualquer preconceito. “É uma igreja como deveria ser, sem segregar pessoas”, diz Zambom.
No ambiente que está sendo montado no Centro Vida não há imagens de santos, crucifixos ou qualquer outro símbolo que remeta à religião. Nas paredes pretas e brancas, apenas a bandeira do arco-íris e cartazes.
A liturgia da celebração contempla orações, cânticos de louvor, leitura de trechos bíblicos. “É tudo livre. As pessoas podem se levantar, dançar, bater palmas durante o culto”, antecipa o pastor, que era gerente administrativo de uma empresa privada até o fim do ano no passado.
Cena G
De forma provisória, a igreja está instalada na avenida Baltazar de Oliveira Garcia. A expectativa é se transferir para a sede definitiva em maio, mantendo-se na região.
A ideia, segundo o pastor Anderson Zambom, 26 anos, homossexual assumido, é criar um espaço de louvor a Deus em que não haja qualquer tipo de discriminação. “A maioria das religiões não aceita os gays. Nossa postura é diferente, já que Jesus Cristo veio à Terra para todos”, analisa Zambom.
Natural de Santa Maria, Zambom frequentou a Assembleia de Deus até 2003, quando abandonou o grupo de jovens que liderava por pressão dos pastores. “Fui sendo deslocado do grupo por ser gay, sendo considerado uma má influência. Não é porque você é homossexual que não pode louvar a Deus”, afirma.
No ano passado surgiu o desejo de trazer a religião – conhecida pela internet – para Porto Alegre. Zambom fez contato com a fundadora da igreja em São Paulo, Lanna Holder, e começou a buscar um espaço em Porto Alegre. A instituição aceita gays, lésbicas, travestis, héteros e todos que quiserem participar. A ideia é ser um território livre de qualquer preconceito. “É uma igreja como deveria ser, sem segregar pessoas”, diz Zambom.
No ambiente que está sendo montado no Centro Vida não há imagens de santos, crucifixos ou qualquer outro símbolo que remeta à religião. Nas paredes pretas e brancas, apenas a bandeira do arco-íris e cartazes.
A liturgia da celebração contempla orações, cânticos de louvor, leitura de trechos bíblicos. “É tudo livre. As pessoas podem se levantar, dançar, bater palmas durante o culto”, antecipa o pastor, que era gerente administrativo de uma empresa privada até o fim do ano no passado.
Cena G
O projeto B2 Sempre, de Curitiba, acaba de lançar seu mais novo vídeo contra o preconceito, que conta com canção especialmente composta por Paulo Charral sobre a intolerância à diversidade sexual. A música “O Preconceito” é interpretada por Giza Luz e serve de trilha sonora para fotos de pessoas LGBT se orgulhando de serem quem são.
A direção é da dupla criadora do B2 Sempre, Bia Shimu e Biazinha Pires, e as fotos são de Lili Quaglia, que clicou o povo super sorridente no dia 19 de fevereiro no Parque do Ibirapuera, na Zona Sul de São Paulo. O resultado você confere aqui embaixo:
MixBrasil
A direção é da dupla criadora do B2 Sempre, Bia Shimu e Biazinha Pires, e as fotos são de Lili Quaglia, que clicou o povo super sorridente no dia 19 de fevereiro no Parque do Ibirapuera, na Zona Sul de São Paulo. O resultado você confere aqui embaixo:
MixBrasil
Genebra, 7 mar (EFE).- Ao menos 76 países contam com uma legislação que criminaliza a homossexualidade, segundo denunciou nesta quarta-feira a alta comissária para os Direitos Humanos da ONU, Navi Pillay.
Pillay apresentou nesta quarta-feira um estudo sobre leis e práticas contrárias ao coletivo de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, segundo o qual ao menos 76 países têm leis que criminalizam explicitamente as relações homoafetivas ou apresentam 'vagas proibições que são aplicadas de forma discriminatória' contra estas pessoas.
Desde 2000, as leis que criminalizam atos homossexuais foram revogadas na Armênia, Azerbaijão, Bósnia-Herzegovina, Cabo Verde, Geórgia, Fiji, Índia, Ilhas Marshall, Nepal, Nicarágua, Panamá e Estados Unidos, assim como em territórios dependentes da Nova Zelândia e Reino Unido.
Apesar disso, atualmente em pelo menos cinco países é possível aplicar a pena de morte àqueles que forem declarados culpados de delitos de conduta homossexual.
A Comissão dos Direitos Humanos confirmou que o uso da pena de morte na punição de crimes não violentos, incluindo as relações sexuais entre pessoas adultas do mesmo sexo, 'constitui uma violação da lei internacional sobre direitos humanos'.
O relatório apresentado nesta quarta-feira pela alta comissária, elaborado a partir de duas décadas do estudo de documentos reunidos pelos organismos de direitos humanos da ONU, conclui que existe um claro padrão de violência e discriminação contra LGBTs.
Em seu discurso no Conselho de Direitos Humanos, Pillay afirmou que a violência contra este coletivo ocorre em todas as regiões e acrescentou que os incidentes mais comuns são os assassinatos seletivos, os ataques violentos, os atos de tortura e o estupro.
Na terça-feira, o Movimento de Integração e Libertação Homossexual (Movilh) do Chile anunciou que um jovem gay chileno está em coma após ter sido agredido no fim de semana passado por um grupo de neonazistas, que também deixaram várias marcas em seu corpo e arrancaram uma parte de sua orelha.
Diante desse tipo de situação, Pillay pediu aos governos que melhorem suas respostas para combater a homofobia e reivindicou uma mudança nas legislações que discriminam 'e tratam cidadãos como criminosos' baseando-se em sua orientação sexual ou sua identidade de gênero.
A presidente do Conselho de Direitos Humanos, Laura Dupuy Lasserre, lembrou que a criminalização de LGBTs 'é uma violação das leis internacionais' e fez um apelo aos países-membros do órgão para que combatam estes atos.
'Precisamos de relatórios periódicos que verifiquem que os casos deste tipo de violações estão sendo tratados, e para que isso ocorra conto com este Conselho e com todas as pessoas conscientes', concluiu. EFE
Gay 1
Pillay apresentou nesta quarta-feira um estudo sobre leis e práticas contrárias ao coletivo de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, segundo o qual ao menos 76 países têm leis que criminalizam explicitamente as relações homoafetivas ou apresentam 'vagas proibições que são aplicadas de forma discriminatória' contra estas pessoas.
Desde 2000, as leis que criminalizam atos homossexuais foram revogadas na Armênia, Azerbaijão, Bósnia-Herzegovina, Cabo Verde, Geórgia, Fiji, Índia, Ilhas Marshall, Nepal, Nicarágua, Panamá e Estados Unidos, assim como em territórios dependentes da Nova Zelândia e Reino Unido.
Apesar disso, atualmente em pelo menos cinco países é possível aplicar a pena de morte àqueles que forem declarados culpados de delitos de conduta homossexual.
A Comissão dos Direitos Humanos confirmou que o uso da pena de morte na punição de crimes não violentos, incluindo as relações sexuais entre pessoas adultas do mesmo sexo, 'constitui uma violação da lei internacional sobre direitos humanos'.
O relatório apresentado nesta quarta-feira pela alta comissária, elaborado a partir de duas décadas do estudo de documentos reunidos pelos organismos de direitos humanos da ONU, conclui que existe um claro padrão de violência e discriminação contra LGBTs.
Em seu discurso no Conselho de Direitos Humanos, Pillay afirmou que a violência contra este coletivo ocorre em todas as regiões e acrescentou que os incidentes mais comuns são os assassinatos seletivos, os ataques violentos, os atos de tortura e o estupro.
Na terça-feira, o Movimento de Integração e Libertação Homossexual (Movilh) do Chile anunciou que um jovem gay chileno está em coma após ter sido agredido no fim de semana passado por um grupo de neonazistas, que também deixaram várias marcas em seu corpo e arrancaram uma parte de sua orelha.
Diante desse tipo de situação, Pillay pediu aos governos que melhorem suas respostas para combater a homofobia e reivindicou uma mudança nas legislações que discriminam 'e tratam cidadãos como criminosos' baseando-se em sua orientação sexual ou sua identidade de gênero.
A presidente do Conselho de Direitos Humanos, Laura Dupuy Lasserre, lembrou que a criminalização de LGBTs 'é uma violação das leis internacionais' e fez um apelo aos países-membros do órgão para que combatam estes atos.
'Precisamos de relatórios periódicos que verifiquem que os casos deste tipo de violações estão sendo tratados, e para que isso ocorra conto com este Conselho e com todas as pessoas conscientes', concluiu. EFE
Gay 1
sexta-feira, 9 de março de 2012
O INSS foi condenado a conceder o benefício de pensão por morte a um homem que mantinha união homoafetiva com o falecido até a data do óbito. O juiz federal Fernando Henrique Correa Custódio, da 4ª Vara-Gabinete do Juizado Especial Federal em São Paulo, julgou procedente o pedido.
Para obter o benefício de pensão por morte são necessários três requisitos: óbito do instituidor, qualidade de segurado do falecido e condição de dependente do requerente.
Segundo informações da Justiça, a própria Carta Magna, em outros artigos afirma que “todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza” e que constitui objetivo da República Federativa do Brasil “promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação”.
Para Fernando Custódio, “mesmo que não esteja de forma explícita no texto constitucional, das bordas de seus princípios e objetivos deve se extrair a conclusão de que a união homoafetiva deve ser amparada e protegida pelo Estado”.
O INSS terá 45 dias para implantar o benefício, pagar uma renda mensal de R$ 1.834,19, além do montante das prestações vencidas no valor de R$ 48.964,91.
Cena G
Para obter o benefício de pensão por morte são necessários três requisitos: óbito do instituidor, qualidade de segurado do falecido e condição de dependente do requerente.
Segundo informações da Justiça, a própria Carta Magna, em outros artigos afirma que “todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza” e que constitui objetivo da República Federativa do Brasil “promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação”.
Para Fernando Custódio, “mesmo que não esteja de forma explícita no texto constitucional, das bordas de seus princípios e objetivos deve se extrair a conclusão de que a união homoafetiva deve ser amparada e protegida pelo Estado”.
O INSS terá 45 dias para implantar o benefício, pagar uma renda mensal de R$ 1.834,19, além do montante das prestações vencidas no valor de R$ 48.964,91.
Cena G
O segundo episódio de “Novas Famílias” da GNT entra na intimidade de um casal gay, que com muito custo conseguiu adotar uma criança. Marcelo e Edu, que estão juntos há 18 anos, entraram com uma ação de adoção mas tiverem o pedido negado pela justiça. Precisaram, então, apelar para dois recursos até conseguirem ficar com o pequeno Manoel (veja vídeo abaixo). O caso, invariavelmente, leva à pergunta: quais os diretos garantidos aos casais homoafetivos, após o reconhecimento da união estável entre pessoas do mesmo sexo por parte do Supremo Tribunal Federal (STF)?
Juiz pode conceder ou não o direito à adoção
O deputado Jean Wyllys, representante LGBT no Congresso Nacional, deixa claro que união estável não é casamento, então muitos direitos, como a adoção de crianças, não são concedidos a LGBTs. “Apenas um dos cônjuges - separadamente - pode adotar uma criança. Ou o casal pode entrar com uma ação na justiça para tentar ter esse direito concedido por um juiz. No Rio Grande do Sul, há alguns casos em o juiz permitiu a adoção a casais do mesmo sexo”, explica o autor de uma emenda constitucional que visa garantir o casamento civil e a união estável automaticamente para LGBTs.
Gya 1
Juiz pode conceder ou não o direito à adoção
O deputado Jean Wyllys, representante LGBT no Congresso Nacional, deixa claro que união estável não é casamento, então muitos direitos, como a adoção de crianças, não são concedidos a LGBTs. “Apenas um dos cônjuges - separadamente - pode adotar uma criança. Ou o casal pode entrar com uma ação na justiça para tentar ter esse direito concedido por um juiz. No Rio Grande do Sul, há alguns casos em o juiz permitiu a adoção a casais do mesmo sexo”, explica o autor de uma emenda constitucional que visa garantir o casamento civil e a união estável automaticamente para LGBTs.
Gya 1
Segundo o Grupo Gay da Bahia, a presidenta Dilma é uma inimiga dos gays. Tanto ela quanto o ator Marcelo Serrado, que faz o personagem Crô em Fina Estampa. Outro nome que aparece na mesma lista é o da travesti Rogéria. Eles estão, entre outros, na lista do Troféu Pau de Sebo, entregue pelo grupo baiano há 22 anos para apontar o dedo para o que eles consideram atitudes ofensivas aos homossexuais ou homofóbicas. Além do Pau de Sebo, o GGB faz a lista "Triângulo Rosa" que lembra as atitudes e pessoas que são amigas dos homossexuais brasileiros. Neste prêmio, dos amigos de homossexuais, aparecem os governadores de Minas Gerais, Rio de Janeiro e de São Paulo.
Cada categoria aponta para 10 pessoas ou entidades. Abaixo, a lista completa com as justificativas do GGB.
Troféu Pau de Sebo aos inimigos dos gays-LGBT
1. Presidenta Dilma, pelo veto ao Kit anti-homofobia Escolar, deixando de capacitar mais de 6 milhões de estudantes em defesa da cidadania LGBT e contra o bullying homofóbico
2. Alexandre Padilha, do Ministério da Saúde, pelo veto ao filme de prevenção da Aids para gays no carnaval.
3. Religião: Bispo D. Luiz Gonzaga Bergonzinie, Guarulhos-SP, por opor-se ao kit anti-homofobia e contra o PL 122, que criminaliza a homofobia; Padre Antônio Caiciliotti, Londrina-PR, por defender que a homossexualidade é um desvio e anormalidade da natureza; Psicóloga batista Marisa Lobo, PR, por defender a "cura" de homossexuais.
4. Parlamentares: por declarações homofóbicas, projetos ou vetos contra a cidadania LGBT: Senadores Marcelo Crivella, PRB-RJ; Magno Malta, PR-ES; Deputados Federais: João Campos PSDB-GO; Ronaldo Fonseca, PR-DF; Marco Feliciano, PSC-SP; Anthony Garotinho, PR-RJ; André Zacarov, PMDB-PR; Lauriete, PSC-ES; Acelino Popó, PRB-BA; Salvador Zimbaldi, PDT-SP; Áureo Moreira Ribeiro, PRTB-RJ; Deputados Estaduais: Zequinha Marinho, PSC-PA; Ronaldo Fonseca, PR-DF; Vanderlei Miranda (PMDB/MG); João Leite (PSDB/MG); Myrian Rios, PDT-RJ; Washington Reis, PMDB-RJ; Marcelo Aguiar, PSC-SP; Vereadores: Carlos Bolsonaro Filho, PP-RJ; Cristóvão Gonçalves, PSDB-S.José dos Campos, SP; Carlos Apolinário, DEM-SP; Jadson do Bonsucesso Rodrigues, PDT-Caeté, MG; Educarlos Lourenço, Porto Murtinho/MS.
5. Câmaras Municipais: Teixeira de Freitas, Ba; S. José dos Campos, SP; S.Pedro da Aldeia, RJ; Niterói, RJ; Prefeito José Renato, PMDB-Barra Mansa, RJ, pela aprovação de leis, vetos ou moções homofóbicas contrárias à cidadania LGBT; Partido Social Cristão por propaganda eleitoral discriminatória à população LGBT, contrária à decisão do STF sobre a união gay e contra o kit-anti-homofobia.
6. Justiça: pela oposição à igualdade de direitos e cidadania dos homossexuais: Juiz de Direito Maurício Alves Duarte, da 11ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Porto Alegre, RS; Juiz e Pastor da Assembléia de Deus Jerônimo Vilas Boas, corregedor de Goiânia por ter anulado, em vão, a primeira união gay do Brasil.
7. Personalidades: Marcelo Serrado ("Crô" na novela Fina Estampa) e travesti Rogéria, por se declararem contra o beijo gay na televisão; lutador Antônio Rodrigo Minotauro, por afirmar que não treinaria um aluno gay; Chanceler da Universidade Mackenzie, SP, Augustus Nicodemus Lopes por declarar-se contrário à lei contra homofobia e defender que "ensinar e pregar contra a prática do homossexualismo não é homofobia"; Psicanalista Flávio Gikovate, por divulgar teses homofóbicas e machistas, defendendo terapias de reversão da homossexualidade; Jeferson Thiago, presidente do Diretório Central dos Estudantes da Universidade Regional de Blumenau, SC, por estimular práticas homofóbicas.
8. Cartórios de João Pessoa, pela recusa de oficializar a união estável entre pessoas do mesmo sexo.
9. Torcida do Palmeiras por exibir no estádio a faixa "Homofobia veste verde".
10. Gafieira Estudantina, RJ, por proibir dançar mulher com mulher.
Troféu Triângulo Rosa aos amigos dos gays-LGBTs
1. Ministros do Supremo Tribunal Federal e Superior Tribunal de Justiça, pelo reconhecimento das uniões estáveis homoafetivas concedendo aos casais homossexuais os mesmos direitos das uniões heterossexuais.
2. Assumidos: Por terem saído do armário e se assumirem publicamente gays: ator Marco Nanini; Goleiro Messi, do Palmeirinha de Goianinha; Michael dos Santos, do Vôlei Futuro e o casal agredido na Av.Paulista, Marcos Vila e Júlio Cesar, por assumirem na mídia sua condição homossexual e denunciarem homofobia.
3. Religião: Por declarar apoio aos direitos humanos dos homossexuais: Arcebispo de Maceió, Dom Antônio Muniz; Presidência da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil; Aliança de Batistas do Brasil; Padre Fábio de Melo, S.João da Boa Vista, SP; Padre Dr. Luiz Correia Lima, jesuíta, RJ; Frei Gilvander Moreira, Carmelita, MG; Frei Betto, dominicano, SP; Andrei Moreira, Presidente da Associação Médico-Espírita, MG; Pastor Ricardo Gondim, Viçosa, MG; Asssociação Brasileira e Ateus e Agnósticos e Liga Humanista Secular, SP.
4. Governadores: Governador do RJ, Sérgio Cabral pela promoção da campanha Rio Sem Homofobia e por garantir uso de nome social para travestis; Governador de Minas, Antônio Anastasia, por defender o kit anti-homofobia; Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, por se pronunciar contra Dia do Orgulho Hétero e defender a união homoafetiva.
5. Congresso Nacional: Deputados Federais Jean Wyllys, PSOL-RJ, por sua atuação combativa na defesa da cidadania homossexual e Romário, PSB-RJ, por declarar-se a favor do casamento entre pessoas do mesmo sexo; Deputada Erika Kokay, incansável defensora dos direitos LGBT.
6. Personalidades: Vanderlei Luxemburgo, ex-técnico do Flamengo; Bernardinho, técnico da Seleção Brasileira de Vôlei por declararem que preconceito é "bola fora" e por defenderem a presença de homossexuais nos esportes; Marcelo Tas, apresentador do CQC, por declarar ter orgulho de sua filha lésbica; Jogador Edmundo e técnico Toninho Cerezo, por declararem amor incondicional a seus filhos gay e transexual; Kelly Key, cantor Luciano, Paula Toller do Kid Abelha, Preta Gil, Dr. Dráuzio Varela, Zé Celso Martinez Correa, por suas declarações e artigos favoráveis à diversidade sexual; Ricardo Boechat, por seu apoio ao casamento gay; Glória Maria Pires Rebelo, pela ousadia cidadã ao declarar "casados pela autoridade divina de mãe" a seu filho Carlos Tufvesson e André Piva em cerimônia pública MAM- RJ; Jandira Pantel, BA, homenagem póstuma, por ter sido a primeira mãe de lésbica assumir a defesa da orientação sexual da filha em campanha publicitária na Parada Gay da Bahia.
7. Justiça: Desembargadora Beatriz Figueiredo Franco, do Tribunal de Justiça de Goiás, por derrubar o veto de anulação da primeira união gay do Brasil; Juiz José Saba Filho, da 73ª Vara do Trabalho do RJ, por obrigar a Sul América Cia Nacional de Seguros a indenizar um empregado por homofobia; Juíza Ana Cláudia Veloso Magalhães, Anápolis, GO, por decretar a prisão preventiva do agressor de uma transexual; Tribunal de Justiça de SP por condenar o apresentador Ratinho e a emissora SBT em multa de 150 mil reais pela ofensa homofóbica ao pastor gay Victor Ricardo Soto Orellana; ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva de Vôlei, por aplicar multa 50 mil reais contra o Sada/Cruzeiro pelos insultos homofóbicos proferidos por sua torcida no Vôlei Futuro; Ministério Público de SP, por acatar representação da ABGLT contra o pastor Silas Malafaia pela oposição à igualdade de direitos e cidadania dos homossexuais: Juiz de Direito Maurício Alves Duarte, da 11ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Porto Alegre, RS; Desembargadora Beatriz Figueiredo Franco, do Tribunal de Justiça de Goiás.
8. Câmaras e Assembleias: Assembleias Legislativas de São Paulo e do Pará; Prefeito de Nova Friburgo, RJ, Dermeval Moreira Neto e Câmaras Municipais de Barra Mansa e Cabo Frio, RJ, pela aprovação da leis que proíbem a discriminação contra LGBTs; Empresa de Energia Elétrica do Paraná, pelo reconhecimento de casais homossexuais, em união estável, para fins de plano de saúde e previdência.
9. Academia: Universidade de São Paulo criação do programa USP Diversidade de combate ao preconceito e à discriminação; Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre, pela expulsão de aluno que divulgou e-mail pregando ódio homofóbico; Centro Acadêmico XI de Agosto da USP, pelo apoio ao Casamento Coletivo de doze casais lesbigays no salão nobre da Faculdade de Direito; Ophir Cavalcante, presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, pela criação, no âmbito do Conselho Federal da OAB, da Comissão da Diversidade Sexual.
10. TVs e Revistas: SBT pelo primeiro beijo lésbico na televisão e TV Futura, MTV, GNT, Globo, Editora Trip, por excelentes matérias dedicados à homossexualidade.
MixBrasil
Cada categoria aponta para 10 pessoas ou entidades. Abaixo, a lista completa com as justificativas do GGB.
Troféu Pau de Sebo aos inimigos dos gays-LGBT
1. Presidenta Dilma, pelo veto ao Kit anti-homofobia Escolar, deixando de capacitar mais de 6 milhões de estudantes em defesa da cidadania LGBT e contra o bullying homofóbico
2. Alexandre Padilha, do Ministério da Saúde, pelo veto ao filme de prevenção da Aids para gays no carnaval.
3. Religião: Bispo D. Luiz Gonzaga Bergonzinie, Guarulhos-SP, por opor-se ao kit anti-homofobia e contra o PL 122, que criminaliza a homofobia; Padre Antônio Caiciliotti, Londrina-PR, por defender que a homossexualidade é um desvio e anormalidade da natureza; Psicóloga batista Marisa Lobo, PR, por defender a "cura" de homossexuais.
4. Parlamentares: por declarações homofóbicas, projetos ou vetos contra a cidadania LGBT: Senadores Marcelo Crivella, PRB-RJ; Magno Malta, PR-ES; Deputados Federais: João Campos PSDB-GO; Ronaldo Fonseca, PR-DF; Marco Feliciano, PSC-SP; Anthony Garotinho, PR-RJ; André Zacarov, PMDB-PR; Lauriete, PSC-ES; Acelino Popó, PRB-BA; Salvador Zimbaldi, PDT-SP; Áureo Moreira Ribeiro, PRTB-RJ; Deputados Estaduais: Zequinha Marinho, PSC-PA; Ronaldo Fonseca, PR-DF; Vanderlei Miranda (PMDB/MG); João Leite (PSDB/MG); Myrian Rios, PDT-RJ; Washington Reis, PMDB-RJ; Marcelo Aguiar, PSC-SP; Vereadores: Carlos Bolsonaro Filho, PP-RJ; Cristóvão Gonçalves, PSDB-S.José dos Campos, SP; Carlos Apolinário, DEM-SP; Jadson do Bonsucesso Rodrigues, PDT-Caeté, MG; Educarlos Lourenço, Porto Murtinho/MS.
5. Câmaras Municipais: Teixeira de Freitas, Ba; S. José dos Campos, SP; S.Pedro da Aldeia, RJ; Niterói, RJ; Prefeito José Renato, PMDB-Barra Mansa, RJ, pela aprovação de leis, vetos ou moções homofóbicas contrárias à cidadania LGBT; Partido Social Cristão por propaganda eleitoral discriminatória à população LGBT, contrária à decisão do STF sobre a união gay e contra o kit-anti-homofobia.
6. Justiça: pela oposição à igualdade de direitos e cidadania dos homossexuais: Juiz de Direito Maurício Alves Duarte, da 11ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Porto Alegre, RS; Juiz e Pastor da Assembléia de Deus Jerônimo Vilas Boas, corregedor de Goiânia por ter anulado, em vão, a primeira união gay do Brasil.
7. Personalidades: Marcelo Serrado ("Crô" na novela Fina Estampa) e travesti Rogéria, por se declararem contra o beijo gay na televisão; lutador Antônio Rodrigo Minotauro, por afirmar que não treinaria um aluno gay; Chanceler da Universidade Mackenzie, SP, Augustus Nicodemus Lopes por declarar-se contrário à lei contra homofobia e defender que "ensinar e pregar contra a prática do homossexualismo não é homofobia"; Psicanalista Flávio Gikovate, por divulgar teses homofóbicas e machistas, defendendo terapias de reversão da homossexualidade; Jeferson Thiago, presidente do Diretório Central dos Estudantes da Universidade Regional de Blumenau, SC, por estimular práticas homofóbicas.
8. Cartórios de João Pessoa, pela recusa de oficializar a união estável entre pessoas do mesmo sexo.
9. Torcida do Palmeiras por exibir no estádio a faixa "Homofobia veste verde".
10. Gafieira Estudantina, RJ, por proibir dançar mulher com mulher.
Troféu Triângulo Rosa aos amigos dos gays-LGBTs
1. Ministros do Supremo Tribunal Federal e Superior Tribunal de Justiça, pelo reconhecimento das uniões estáveis homoafetivas concedendo aos casais homossexuais os mesmos direitos das uniões heterossexuais.
2. Assumidos: Por terem saído do armário e se assumirem publicamente gays: ator Marco Nanini; Goleiro Messi, do Palmeirinha de Goianinha; Michael dos Santos, do Vôlei Futuro e o casal agredido na Av.Paulista, Marcos Vila e Júlio Cesar, por assumirem na mídia sua condição homossexual e denunciarem homofobia.
3. Religião: Por declarar apoio aos direitos humanos dos homossexuais: Arcebispo de Maceió, Dom Antônio Muniz; Presidência da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil; Aliança de Batistas do Brasil; Padre Fábio de Melo, S.João da Boa Vista, SP; Padre Dr. Luiz Correia Lima, jesuíta, RJ; Frei Gilvander Moreira, Carmelita, MG; Frei Betto, dominicano, SP; Andrei Moreira, Presidente da Associação Médico-Espírita, MG; Pastor Ricardo Gondim, Viçosa, MG; Asssociação Brasileira e Ateus e Agnósticos e Liga Humanista Secular, SP.
4. Governadores: Governador do RJ, Sérgio Cabral pela promoção da campanha Rio Sem Homofobia e por garantir uso de nome social para travestis; Governador de Minas, Antônio Anastasia, por defender o kit anti-homofobia; Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, por se pronunciar contra Dia do Orgulho Hétero e defender a união homoafetiva.
5. Congresso Nacional: Deputados Federais Jean Wyllys, PSOL-RJ, por sua atuação combativa na defesa da cidadania homossexual e Romário, PSB-RJ, por declarar-se a favor do casamento entre pessoas do mesmo sexo; Deputada Erika Kokay, incansável defensora dos direitos LGBT.
6. Personalidades: Vanderlei Luxemburgo, ex-técnico do Flamengo; Bernardinho, técnico da Seleção Brasileira de Vôlei por declararem que preconceito é "bola fora" e por defenderem a presença de homossexuais nos esportes; Marcelo Tas, apresentador do CQC, por declarar ter orgulho de sua filha lésbica; Jogador Edmundo e técnico Toninho Cerezo, por declararem amor incondicional a seus filhos gay e transexual; Kelly Key, cantor Luciano, Paula Toller do Kid Abelha, Preta Gil, Dr. Dráuzio Varela, Zé Celso Martinez Correa, por suas declarações e artigos favoráveis à diversidade sexual; Ricardo Boechat, por seu apoio ao casamento gay; Glória Maria Pires Rebelo, pela ousadia cidadã ao declarar "casados pela autoridade divina de mãe" a seu filho Carlos Tufvesson e André Piva em cerimônia pública MAM- RJ; Jandira Pantel, BA, homenagem póstuma, por ter sido a primeira mãe de lésbica assumir a defesa da orientação sexual da filha em campanha publicitária na Parada Gay da Bahia.
7. Justiça: Desembargadora Beatriz Figueiredo Franco, do Tribunal de Justiça de Goiás, por derrubar o veto de anulação da primeira união gay do Brasil; Juiz José Saba Filho, da 73ª Vara do Trabalho do RJ, por obrigar a Sul América Cia Nacional de Seguros a indenizar um empregado por homofobia; Juíza Ana Cláudia Veloso Magalhães, Anápolis, GO, por decretar a prisão preventiva do agressor de uma transexual; Tribunal de Justiça de SP por condenar o apresentador Ratinho e a emissora SBT em multa de 150 mil reais pela ofensa homofóbica ao pastor gay Victor Ricardo Soto Orellana; ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva de Vôlei, por aplicar multa 50 mil reais contra o Sada/Cruzeiro pelos insultos homofóbicos proferidos por sua torcida no Vôlei Futuro; Ministério Público de SP, por acatar representação da ABGLT contra o pastor Silas Malafaia pela oposição à igualdade de direitos e cidadania dos homossexuais: Juiz de Direito Maurício Alves Duarte, da 11ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Porto Alegre, RS; Desembargadora Beatriz Figueiredo Franco, do Tribunal de Justiça de Goiás.
8. Câmaras e Assembleias: Assembleias Legislativas de São Paulo e do Pará; Prefeito de Nova Friburgo, RJ, Dermeval Moreira Neto e Câmaras Municipais de Barra Mansa e Cabo Frio, RJ, pela aprovação da leis que proíbem a discriminação contra LGBTs; Empresa de Energia Elétrica do Paraná, pelo reconhecimento de casais homossexuais, em união estável, para fins de plano de saúde e previdência.
9. Academia: Universidade de São Paulo criação do programa USP Diversidade de combate ao preconceito e à discriminação; Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre, pela expulsão de aluno que divulgou e-mail pregando ódio homofóbico; Centro Acadêmico XI de Agosto da USP, pelo apoio ao Casamento Coletivo de doze casais lesbigays no salão nobre da Faculdade de Direito; Ophir Cavalcante, presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, pela criação, no âmbito do Conselho Federal da OAB, da Comissão da Diversidade Sexual.
10. TVs e Revistas: SBT pelo primeiro beijo lésbico na televisão e TV Futura, MTV, GNT, Globo, Editora Trip, por excelentes matérias dedicados à homossexualidade.
MixBrasil
quinta-feira, 8 de março de 2012
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
URGENTE! Kit escolar anti-homofobia.
No último dia 17 de fevereiro um garoto se suicidou na cidade de Vitória por não suportar o bullying homofóbico que sofria na escola. Rolliver de Jesus se enforcou com um cinto da mãe e foi encontrado desacordado pelo pai. Ele chegou a receber socorro, mas não resistiu.
"Eles o chamaram de gay, bicha, gordinho. Às vezes ele ia embora chorando", contou um colega de Rolliver. De acordo com o site "Folha Vitória", o menino deixou uma carta de despedida, onde dizia não entender porque sofria tantas humilhações.
A mãe do garoto, Joselia Ferreira de Jesus, já tinha informado à direção da escola e pedido a transferência dos seus três filhos, mas a escola informou que os irmãos teriam que ser separados e irem cada um para uma escola diferente. A mãe não aceitou a solução. "Eu não tinha denunciado a situação desse meu filho, mas de outro. O Conselho Tutelar também sabia. Eu pedi o remanejamento dos meus três filhos, mas disponibilizaram vagas em escolas diferentes", lamentou a mãe.
Na sexta-feira antes do Carnaval, Rolliver foi animado para a escola, mas crianças e adolescentes fizeram uma roda ao redor do menino, que foi humilhado e empurrado. Chegando em casa, ele cometeu o suicídio.
A capa
"Eles o chamaram de gay, bicha, gordinho. Às vezes ele ia embora chorando", contou um colega de Rolliver. De acordo com o site "Folha Vitória", o menino deixou uma carta de despedida, onde dizia não entender porque sofria tantas humilhações.
A mãe do garoto, Joselia Ferreira de Jesus, já tinha informado à direção da escola e pedido a transferência dos seus três filhos, mas a escola informou que os irmãos teriam que ser separados e irem cada um para uma escola diferente. A mãe não aceitou a solução. "Eu não tinha denunciado a situação desse meu filho, mas de outro. O Conselho Tutelar também sabia. Eu pedi o remanejamento dos meus três filhos, mas disponibilizaram vagas em escolas diferentes", lamentou a mãe.
Na sexta-feira antes do Carnaval, Rolliver foi animado para a escola, mas crianças e adolescentes fizeram uma roda ao redor do menino, que foi humilhado e empurrado. Chegando em casa, ele cometeu o suicídio.
A capa
O reverendo Aldo Quintão, da Catedral Anglicana, localizada em Santo Amaro, em São Paulo, é conhecido por suas ideias liberais. O padre já se manifestou a favor da legalização do aborto e pelos direitos dos gays. Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, o reverendo disse que vai fazer casamentos gays na sua igreja.
"Temas como o direito ao aborto, os estudos com células-tronco, o respeito aos gays e o uso de anticoncepcionais devem ser abordados. Quero discutir o que é o mundo contemporâneo - e não o que é a igreja", diz o padre sobre sua fama de liberal.
Aldo diz que todos são bem vindos na Igreja Anglicana. "Inclusive gays assumidos, divorciados e fiéis desiludidos com outras religiões. O mundo moderno é marcado por uma sociedade plural. Na minha leitura do Evangelho, todo mundo tem o direito de ser feliz. Aqui, as pessoas sentem que as diferenças são respeitadas", afirma ele à publicação.
O reverendo já celebrou mais de 3 mil casamentos desde 1984. Para 2012, já não há mais vagas para se casar com Quintão aos fins de semana.
"Casei evangélicos, hindus, judeus, muçulmanos, grávidas, desquitadas e por aí vai. Casamento gay? Farei assim que a lei permitir", afirma Aldo. E ai, pronto para a marcha nupcial?
A capa
"Temas como o direito ao aborto, os estudos com células-tronco, o respeito aos gays e o uso de anticoncepcionais devem ser abordados. Quero discutir o que é o mundo contemporâneo - e não o que é a igreja", diz o padre sobre sua fama de liberal.
Aldo diz que todos são bem vindos na Igreja Anglicana. "Inclusive gays assumidos, divorciados e fiéis desiludidos com outras religiões. O mundo moderno é marcado por uma sociedade plural. Na minha leitura do Evangelho, todo mundo tem o direito de ser feliz. Aqui, as pessoas sentem que as diferenças são respeitadas", afirma ele à publicação.
O reverendo já celebrou mais de 3 mil casamentos desde 1984. Para 2012, já não há mais vagas para se casar com Quintão aos fins de semana.
"Casei evangélicos, hindus, judeus, muçulmanos, grávidas, desquitadas e por aí vai. Casamento gay? Farei assim que a lei permitir", afirma Aldo. E ai, pronto para a marcha nupcial?
A capa
O Ministério da Saúde esclareceu alguns pontos questionados pelo Fórum de ONG/Aids do Estado de São Paulo, a respeito do Decreto 7508, que trata da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais.
O Fórum, que agrega 122 ONGs que atuam na luta contra a Aids, pediu esclarecimento sobre alguns artigos do decreto, como a limitação da distribuição dos medicamentos somente a quem se trata pelo SUS e sobre regras diferenciadas de acesso a medicamentos.
Em nota, a pasta informou que os antirretrovirais continuarão sendo distribuídos a todos os pacientes que se tratam na rede privada e que qualquer médico – independente da especialidade e da natureza do serviço – pode prescrevê-los.
Cena G
O Fórum, que agrega 122 ONGs que atuam na luta contra a Aids, pediu esclarecimento sobre alguns artigos do decreto, como a limitação da distribuição dos medicamentos somente a quem se trata pelo SUS e sobre regras diferenciadas de acesso a medicamentos.
Em nota, a pasta informou que os antirretrovirais continuarão sendo distribuídos a todos os pacientes que se tratam na rede privada e que qualquer médico – independente da especialidade e da natureza do serviço – pode prescrevê-los.
Cena G
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
A Justiça federal americana confirmou que a proibição de realizar casamento de gays e lésbicas na Califórnia é inconstitucional, uma decisão que os opositores do casamento homossexual estão decididos a levar para a Suprema Corte dos Estados Unidos.
O casamento homossexual foi brevemente autorizado na Califórnia (oeste dos Estados Unidos) em 2008, mas depois foi proibido ao se adotar por referendo a "Proposição 8", que inscreveu na Constituição desse estado que o casamento era um direito reservado aos heterossexuais.
Cerca de 18.000 casais homossexuais se casaram na Califórnia durante esse breve período e suas uniões continuaram sendo válidas apesar da Proposição 8.
Os promotores dessa lei usaram "seu poder de iniciativa contra um grupo minoritário e retiraram o direito que ele tinha, sem nenhuma razão legítima para tal", decidiu nesta terça-feira a corte federal de apelações de San Francisco, em uma decisão adotada por dois votos contra um.
Atualmente, os estados de Connecticut, Iowa, Massachusetts, New Hampshire, Nova York e Vermont, além do Distrito de Columbia, permitem o casamento gay nos Estados Unidos.
Cena G
O casamento homossexual foi brevemente autorizado na Califórnia (oeste dos Estados Unidos) em 2008, mas depois foi proibido ao se adotar por referendo a "Proposição 8", que inscreveu na Constituição desse estado que o casamento era um direito reservado aos heterossexuais.
Cerca de 18.000 casais homossexuais se casaram na Califórnia durante esse breve período e suas uniões continuaram sendo válidas apesar da Proposição 8.
Os promotores dessa lei usaram "seu poder de iniciativa contra um grupo minoritário e retiraram o direito que ele tinha, sem nenhuma razão legítima para tal", decidiu nesta terça-feira a corte federal de apelações de San Francisco, em uma decisão adotada por dois votos contra um.
Atualmente, os estados de Connecticut, Iowa, Massachusetts, New Hampshire, Nova York e Vermont, além do Distrito de Columbia, permitem o casamento gay nos Estados Unidos.
Cena G
Blocos de carnaval em São Pedro da Aldeia vestem a camisa da luta contra a homofobia O tradicional carnaval de rua de São Pedro da Aldeia, no Rio de Janeiro, deve ficar ainda mais colorido nos desfiles deste ano. É que a ONG Aldeia Diversidade, uma das mais atuantes da região, vai pôr o bloco na rua no dia 20 de fevereiro, uma segunda-feira, no terminal de Onibus da Salineira, a partir das 1h da manhã, em um desfile que terá como tema “Carnaval com cidadania, é folia sem homofobia”.
Além de levar a mensagem de combate à homofobia para as ruas, com o apoio da Secretaria de Saúde da cidade, a ONG irá distribuir preservativos e folhetos informativos aos foliões.
“Além da diversão, nós não podemos nos esquecer dos nossos compromissos como cidadãos conscientes. O projeto de carnaval está vindo para mostrar aos foliões que a homofobia não está com nada e que a diversidade deve ser valorizada. A nossa entidade tem como objetivo defender a cidadania LGBT e chamar a atenção dos nossos governantes para promover políticas públicas a favor deste segmento. Estamos engajados nesta luta e o nosso carnaval, este ano, vem para reafirmar isso”, conta o presidente da Aldeia Diversidade, Vitor Jotha.
O trio ligado no bate-cabelo será comandado pela rainha Eddylene Água Suja e pela madrinha Savanna Myttil, além das convidadas Sasha Vegas e Erika Vogue.
O bloco da ONG Aldeia Diversidade não será o único a levar para as ruas de São Pedro da Aldeia a questão da diversidade. No bloco Império do Boqueirão, por exemplo, o refrão do samba enredo deixa a mensagem: “Paz e amor no coração é o Império que nos traz, dizendo homofobia nunca mais”.
Outro bloco bem é animado é o das Donzelas, que também contará com a participação de drag queens como madrinhas.
Mixbrasil
Como noticiado pelo site Mixbrasil, no último dia 25 de janeiro, um homossexual sofreu agressões físicas e verbais dentro de um supermercado em Bauru, no interior de São Paulo, simplesmente por conta de sua sexualidade.
O caso de intolerância motivou a organização de um beijaço na cidade, promovido pela Associação Bauru pela Diversidade – ABD, programado para o próximo dia 25 de fevereiro. A concentração está marcada para às 16h, na Praça Rui Barbosa, no Centro da Cidade. De lá, os manifestantes seguem com destino ao supermercado onde aconteceu a agressão.
De acordo com o presidente da Associação que organiza o evento, Marcos Souza, até agora o supermercado não liberou as imagens gravadas que podem ajudar na investigação. “O beijaço ocorre em protesto ao caso de homofobia em que um cliente foi vítima de homofobia dentro do supermercado. A vítima foi colocada para fora do estabelecimento e o agressor ficou do lado de dentro. Quando os policiais chegaram, ele havia desaparecido, o que não permitiu sua identificação”, explica.
Mais informações sobre o primeiro beijaço gay de Bauru podem ser obtidas através dos fones (14) 9171-5739 ou (14) 9171-5738.
O caso de intolerância motivou a organização de um beijaço na cidade, promovido pela Associação Bauru pela Diversidade – ABD, programado para o próximo dia 25 de fevereiro. A concentração está marcada para às 16h, na Praça Rui Barbosa, no Centro da Cidade. De lá, os manifestantes seguem com destino ao supermercado onde aconteceu a agressão.
De acordo com o presidente da Associação que organiza o evento, Marcos Souza, até agora o supermercado não liberou as imagens gravadas que podem ajudar na investigação. “O beijaço ocorre em protesto ao caso de homofobia em que um cliente foi vítima de homofobia dentro do supermercado. A vítima foi colocada para fora do estabelecimento e o agressor ficou do lado de dentro. Quando os policiais chegaram, ele havia desaparecido, o que não permitiu sua identificação”, explica.
Mais informações sobre o primeiro beijaço gay de Bauru podem ser obtidas através dos fones (14) 9171-5739 ou (14) 9171-5738.
Mixbrasil
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