quarta-feira, 13 de junho de 2012
O Disque 100 recebe denúncias de violações dos direitos humanos de pessoas LGBT desde janeiro de 2011 e serve como um mapeamento da intolerância à diversidade sexual em todo o Brasil.
MixBrasil
A poetisa norte-americana Elizabeth Bishop e a arquiteta brasileira Lota Macedo Soares tiveram que enfrentar os obstáculos do preconceito por amor ao se apaixonarem em uma época de transformações - entre os anos 50 e 60.
O romance das duas virou livro (Flores Raras e Banalíssimas, de Carmen Lucia de Oliveira) que está sendo adaptado por Bruno Barreto (57) para os cinemas brasileiros. O cineasta convidou atrizes de peso para contar essa história: Gloria Pires (48) e Miranda Otto (44). A última, australiana, ficou conhecida ao interpretar a personagem Éowyn de Rohan no longa-metragem O Senhor dos Anéis: As Duas Torres.
As gravações terão início no dia 11 de junho no Rio de Janeiro.
O romance das duas virou livro (Flores Raras e Banalíssimas, de Carmen Lucia de Oliveira) que está sendo adaptado por Bruno Barreto (57) para os cinemas brasileiros. O cineasta convidou atrizes de peso para contar essa história: Gloria Pires (48) e Miranda Otto (44). A última, australiana, ficou conhecida ao interpretar a personagem Éowyn de Rohan no longa-metragem O Senhor dos Anéis: As Duas Torres.
As gravações terão início no dia 11 de junho no Rio de Janeiro.
Gay 1
A estimativa de público da Parada do Orgulho LGBT de Sâo Paulo deste ano, realizada no domingo na Avenida Paulista, virou uma guerra de números. Organizadores do evento informaram ontem que foram 4,5 milhões de participantes, das 12h às 18h. O total é 16,6 vezes maior que o estimado pelo Datafolha Instituto de Pesquisas, que calculou 270 mil. Já o Metrô divulgou que, das 11h às 19h, 72 mil pessoas cruzaram as catracas das estações da Linha 2-Verde, que servem a região.
"Para mim, essa é uma estimativa bastante equivocada", afirmou Fernando Quaresma, presidente da Parada, referindo-se à contagem do Datafolha. Sua justificativa é que, de cima do trio elétrico, ele conseguia ver "a Paulista e a Consolação repletas de gente". Segundo o Datafolha, porém, só 65 mil pessoas realizaram todo o percurso da Parada.
No domingo, a organização havia dito que não faria nenhuma estimativa neste ano. Ontem, para justificar o número estimado por Quaresma, informou que, além da Paulista, costuma contabilizar participantes em vias próximas, como as Ruas Vergueiro, Frei Caneca e Maria Antonia.
A Polícia Militar não divulgou estimativa de público. Informou apenas que deixaria a informação a cargo da organização e não contestaria o Datafolha. "Havia bem menos gente que em 2011 (4 milhões, segundo organizadores)", palpitou coronel Marcelo Prado. Desde 2006, quando anunciou 2,5 milhões de participantes, a Parada do Orgulho LGBT de São Paulo é considerada a maior do mundo. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.
Gay 1
"Para mim, essa é uma estimativa bastante equivocada", afirmou Fernando Quaresma, presidente da Parada, referindo-se à contagem do Datafolha. Sua justificativa é que, de cima do trio elétrico, ele conseguia ver "a Paulista e a Consolação repletas de gente". Segundo o Datafolha, porém, só 65 mil pessoas realizaram todo o percurso da Parada.
No domingo, a organização havia dito que não faria nenhuma estimativa neste ano. Ontem, para justificar o número estimado por Quaresma, informou que, além da Paulista, costuma contabilizar participantes em vias próximas, como as Ruas Vergueiro, Frei Caneca e Maria Antonia.
A Polícia Militar não divulgou estimativa de público. Informou apenas que deixaria a informação a cargo da organização e não contestaria o Datafolha. "Havia bem menos gente que em 2011 (4 milhões, segundo organizadores)", palpitou coronel Marcelo Prado. Desde 2006, quando anunciou 2,5 milhões de participantes, a Parada do Orgulho LGBT de São Paulo é considerada a maior do mundo. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.
Gay 1
sábado, 9 de junho de 2012
Quer trabalhar no Programa Estadual Rio Sem Homofobia?
Estamos recebendo currículos para preencher as vagas de operadores de telemarketing do Disque Cidadania LGBT – 0800 023 4567. Os selecionados receberão as demandas da população, como denúncias, orientações, informações e farão encaminhamentos para os órgãos competentes, principalmente os Centros de Referência da Cidadania LGBT do estado do Rio de Janeiro.
Os requisitos são:
Superior completo ou em fase de conclusão;
Noções de informática e habilidade com digitação;
Experiência em atendimento receptivo e sensibilidade para atender vítimas de discriminação e violência;
Disponibilidade para formação e outras atividades essenciais à função.
A carga horária é de 36h, com turnos de 6h consecutivas de segunda a sábado com um domingo de plantão por mês. O salário é compatível com o mercado. Apenas serão avaliados os currículos enviados para o emailriosemhomofobia@social.rj.gov.br entre os dias 1º de junho e 10 de julho.
Após entrar para o livro dos recordes como a maior do mundo, a Parada do Orgulho LGBT ainda tem problemas quanto à aceitação social. Para a Militância LGBT, o governo Dilma é omisso nesse debate. A ordem teria se ausentado da discussão desde a suspensão do kit anti-homofobia nas escolas, há um ano.
Para somar à situação, as bancadas conservadoras travaram o avanço do projeto de lei 122 no Congresso- que agrava os crimes contra LGBTs e estipula punições para as manifestações de preconceito e intolerância. Além disso, a união civil estável só foi possível graças a uma decisão unânime do Supremo Tribunal Federal, que supriu o vazio legal que deveria ter sido preenchido pelo Congresso.
Frente à discrepância entre milhares de pessoas que participam dos atos a favor da homofobia e as decisões do governo, o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) afirmou no programa Entre Aspas da Globo News (Vídeo), que ‘a sociedade é muito mais tolerante e inclusiva do que quem se arvora a dizer que a representa no Congresso’.
A professora de Direito Constitucional Samatha Meyer condenou a falta de vontade do Congresso de enfrentar a questão: ‘No atual estágio da nossa sociedade não há mais cabimento para preconceito e descriminação’.
Gay 1
Para somar à situação, as bancadas conservadoras travaram o avanço do projeto de lei 122 no Congresso- que agrava os crimes contra LGBTs e estipula punições para as manifestações de preconceito e intolerância. Além disso, a união civil estável só foi possível graças a uma decisão unânime do Supremo Tribunal Federal, que supriu o vazio legal que deveria ter sido preenchido pelo Congresso.
Frente à discrepância entre milhares de pessoas que participam dos atos a favor da homofobia e as decisões do governo, o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) afirmou no programa Entre Aspas da Globo News (Vídeo), que ‘a sociedade é muito mais tolerante e inclusiva do que quem se arvora a dizer que a representa no Congresso’.
A professora de Direito Constitucional Samatha Meyer condenou a falta de vontade do Congresso de enfrentar a questão: ‘No atual estágio da nossa sociedade não há mais cabimento para preconceito e descriminação’.
Gay 1
quarta-feira, 6 de junho de 2012
A Justiça do Rio Grande do Sul, mais precisamente da Comarca de Lageado, reconheceu como válido um casamento gay celebrado na Inglaterra entre um brasileiro e um inglês. Ao julgar o pedido, o juiz Luís Antônio de Abreu Johnson entendeu que todas as formalidades exigidas para o reconhecimento da união matrimonial celebrada no exterior, conforme disposto no artigo 1.544 do Código Civil, foram cumpridas. Pelo documento, o inglês passará a adotar o sobrenome do brasileiro. O regime matrimonial consta como comunhão parcial de bens.
MixBrasil
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Coluna do Phil
Bateu, levou!
Um fato chamou atenção nos noticiários internacionais: Um
jovem americano, negro e gay assumido, de 17 anos, cansado do bullying em sua
escola (ele havia pedido ajuda aos professores que não fizeram nada) resolveu
se defender e levou para a sala de aula uma arma de choque, que é normalmente
usada para defesa, por mulheres americanas. O estudante nem chegou a usar a
arma, mas mesmo pensando em defesa própria, foi expulso da escola, o que vai
fazer ele perder o ano letivo. É muito triste ver o preconceito no próprio
poder institucionalizado. Isso quer dizer que não temos o direito de nos
defender? Que devemos sofrer passivamente a violência da homofobia, mesmo
quando acarretam danos físicos, morais e psicológicos? O que fazer quando nos
sentimos fragilizados?
O Caso do jovem
estudante americano é emblemático e anuncia o momento da reação. Chega de
passividade, chegou a hora do “bateu levou”. Se você estiver com seu namorado (a) em um
lugar público+ como qualquer casal apaixonado faria: mãos dadas, carinhos e
atenções, mas esteja preparado para reagir a qualquer provocação homofóbica,
não deixe barato. Denuncie e defenda-se. Você tem o direito de ser quem é, e
todos têm a obrigação do respeito, independente de dogmas religiosos,
concepções politico/ partidárias e ideologias sociais. Muitos retrocessos estão
sendo anunciados e se não nos posicionarmos a tempo, estaremos fadados à
submissão, esteja preparado para a reação.
Evite andar sozinho, em
grupos é mais fácil se defender, não siga por lugares desertos, fique muito
atento com entornos de boates, barzinhos e pontos de pegação frequentados por
LGBTs, bandidos sabem onde estamos. Se
desconfiar de algo ou de alguém chame imediatamente a policia (190), e se for
vítima de alguma discriminação contate o “Disk 100”.
No caso do Bullying escolar chame atenção para a situação, faça
barulho, fale com os professores e diretores, se for preciso vá até a
secretaria de educação. A homofobia é
perigosa, mas covarde, se nega e se esconde. Então uma forte arma contra é
expor o preconceituoso em público (Reúna testemunhas e provas). Mesmo com medo
somos mais fortes, procure uma escola de defesa pessoal, pratique exercícios,
entre em forma e não esqueça: correr é estratégico e paus e pedras são ótimas
armas.
O escoteiro Zach Wahls, 20, filho de um casal gay, recolheu 280 mil assinaturas em uma petição enderaçada à Associação de Garotos Escoteiros dos EUA pedindo a mudança de política "antigay" do grupo.
O documento também quer que Jennifer Tyrell, mãe de um escoteiro de sete anos que teria sido expulsa do grupo em abril por ser lésbica, seja reintegrada.
Gay 1
O documento também quer que Jennifer Tyrell, mãe de um escoteiro de sete anos que teria sido expulsa do grupo em abril por ser lésbica, seja reintegrada.
Gay 1
O estudo apontou também que os visitantes permaneceram, em média, 5,8 dias em São Paulo e gastaram durante o período cerca de R$ 1813.
A pesquisa está disponível na íntegra no endereço www.observatoriodoturismo.com.br.
Confira outras informações sobre o perfil do público da Parada LGBT
Procedência do público
São Paulo – 83,8%
Não-residente em SP (visitantes) – 16,2%
Região metropolitana – 11,3%
Turistas – 4,9%
Gênero
Homem – 41,1%
Mulher – 58,9%
Faixa etária
18 a 24 anos – 38,1%
25 e 29 anos – 28,4%
30 a 39 anos – 19,1%
40 a 49 anos – 8,1%
50 a 59 anos – 5%
60 anos ou mais – 1,3%
Escolaridade
Pós-graduação – 3,3%
Superior completo – 21,2%
Superior Incompleto – 21,2%
Médio – 45,4%
Fundamental – 6,5%
Básico – 2,4%
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