
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Após todas as polêmicas que quase comprometeram sua realização, a Parada do Orgulho Gay de Duque de Caxias rolou neste domingo, 15. De acordo com estimativas da Polícia Militar
e dos organizadores, 200 mil pessoas participaram do desfile. O trajeto pela Avenida Brigadeiro Lima e Silva foi marcado pela música eletrônica e por ações de conscientização sobre HIV e outras doenças sexualmente transmissíveis. A organização armou também uma tenda para receber doações que serão entregues para vítim
as das chuvas na Baixada Fluminense. A Parada de Duque de Caxias foi realizada sem nenhum tipo de apoio do poder público. Entre os bafafás que envolveram o evento, você deve lembrar que o prefeito José Camilo Zito impediu que Parada rolasse em 11 de outubro, data inicialmente agendada. A justificativa para o veto foi que a organização supostamente não havia pedido autorização em tempo hábil. Depois da nova data marcada, Zito avisou que não iria repassar camisinhas e lubrificantes para distribuição durante o trajeto. E no começo da semana passada, o juiz da Vara da Infância, da Juventude e do Idoso de Duque de Caxias proibiu que menores de idade participasse do desfilho do Orgulho LGBT. Mesmo com a decisão, repudiada pelo Conselho Estadual de Defesa da Criança e do Adolescente, muitos menores foram vistos na avenida. "Impedir menores de frequentar o evento, que é realizado na rua, fere o direito de ir e vir e também limita o acesso a informação, direito vigente no Estatuto da Criança e Adolescente. Vamos entrar com uma petição na Corregedoria de Justiça do Estado para que o juiz justifique sua decisão, que para mim foi preconceituosa", disse ao O Globo Claudio Nascimento, superintendente de Direitos Individuais, Coletivos e Difusos da Secretaria estadual de Assistência Social e Direitos Humanos.
e dos organizadores, 200 mil pessoas participaram do desfile. O trajeto pela Avenida Brigadeiro Lima e Silva foi marcado pela música eletrônica e por ações de conscientização sobre HIV e outras doenças sexualmente transmissíveis. A organização armou também uma tenda para receber doações que serão entregues para vítim
as das chuvas na Baixada Fluminense. A Parada de Duque de Caxias foi realizada sem nenhum tipo de apoio do poder público. Entre os bafafás que envolveram o evento, você deve lembrar que o prefeito José Camilo Zito impediu que Parada rolasse em 11 de outubro, data inicialmente agendada. A justificativa para o veto foi que a organização supostamente não havia pedido autorização em tempo hábil. Depois da nova data marcada, Zito avisou que não iria repassar camisinhas e lubrificantes para distribuição durante o trajeto. E no começo da semana passada, o juiz da Vara da Infância, da Juventude e do Idoso de Duque de Caxias proibiu que menores de idade participasse do desfilho do Orgulho LGBT. Mesmo com a decisão, repudiada pelo Conselho Estadual de Defesa da Criança e do Adolescente, muitos menores foram vistos na avenida. "Impedir menores de frequentar o evento, que é realizado na rua, fere o direito de ir e vir e também limita o acesso a informação, direito vigente no Estatuto da Criança e Adolescente. Vamos entrar com uma petição na Corregedoria de Justiça do Estado para que o juiz justifique sua decisão, que para mim foi preconceituosa", disse ao O Globo Claudio Nascimento, superintendente de Direitos Individuais, Coletivos e Difusos da Secretaria estadual de Assistência Social e Direitos Humanos.segunda-feira, 16 de novembro de 2009
COMPORTAMENTO
Sábado, 23h, a noite está um tanto fria e o destino se chama avenida Vieira de Carvalho, na Praça da República, centro histórico da cidade de São Paulo e ponto tradicional de encontro entre gays, lésbicas, travestis e transexuais. Também circulam por lá os profissionais do sex
o, mais conhecidos como michês e os meninos de rua. Enfim, o centro paulistano abraça a população gay e todo o tipo de gente que decide por lá iniciar e terminar a sua noite, tomar um copo de vinho, encontrar seu par e outras atividades.Lugar comum dizer que a maioria das pessoas que circulam por lá é jovem, com idades entre 18 e 25 anos. A concentração é maior na esquina da avenida Arouche com a rua Bento Freita, local do lendário clube adolescente Freedom. Mas o destino seria outro: locais de encontro de homens gays que já se encontram na terceira idade, ou como dizem alguns, na melhor idade.
"Sair à noite para mim é normal, me sinto bem em qualquer lugar", diz Juvenal Alves, 65 anos, divorciado, três filhos, enquanto tomava uma cerveja no Caneca de Prata, bar frequentado por homens gays maduros. Com ótimo humor, ele continua a falar sobre as casas ou locais de encontros LGBT. "Hoje essa coisa do local ficou como as bandeiras levantadas pelos militantes: muito fechada. Não gosto de lugares só para gays, pois eu gosto de pessoas, por isso não tenho problema nenhum em ir a qualquer lugar".
Raimundo Migo, 55, natural de Minas Gerais, também uma pessoa alegre e com energia jovem diz que não tem problemas para arrumar par quando sai à noite. Aliás, pelo contrário, "para mim é ótimo, porque na verdade são os jovens que me procuram. É fácil encontrar um par, basta andar na rua que eles começam a mexer comigo", orgulha-se. Conforme as personagens se revelam, alguns mitos se desconstroem. Ao redor do Caneca de Prata aglomeram-se grupos de homens mais velhos, acima dos 40 anos. É certo que muitos preferem não falar com a reportagem, mas sempre muito simpáticos, explicam que são casados e preferem se preservar.
Na mesma noite, a reportagem rumou para outro local de encontro entre coroas gays: a casa noturna ABC Bailão, localizada na rua Marquês de Itu, também no centro histórico de São Paulo. Não poderia tirar fotos e conversar com as pessoas, assim informou o promoter da casa Ivan Santos. "Olha, teve uma vez que veio um cara aqui com câmera e as pessoas não gostaram. O povo aqui é muito reservado", explica.
Ivan tem 52 anos e, além de host do Bailão, também é um amante da noite e fala sobre a criação da casa. "Foi aberta para isso, para o coroa gay. No começo só ia mesmo os homens mais velhos, mas de um tempo pra cá, tem aparecido bastante jovens. Nós da casa gostamos, mas tem alguns caras que não gostam. Temos que tratar a todos bem, pois tem o jovem que vem aqui à procura de homens mais velhos. Há os mais velhos que gostam dos mais jovens e sabem que eles vêm aqui. Agora, até as mulheres estão aparecendo e isso tem gerado polêmica."
No Bailão, as mulheres pagam R$ 40 para entrar e homens acima dos 50 anos pagam R$ 10. Por conta disso, passaram a acusar a direção da boate de preconceituosa. "Estranho chamarem a gente de preconceituosos, tem outras casas que fazem isso. Não é preconceito, a mulher é benvinda, mas paga mais caro."
Ivan Santos conta que frequentou muitas casas noturnas gays e ainda o faz. "Eu fui muito na Corinto, Homo Sapiens e outras". Ainda conversando sobre a noite, pergunto como ele vê a atual cena da cidade. "Hoje é difícil um lugar decente para se dançar. Tudo está diferente, falta respeito nos lugares para o gay. Hoje temos dificuldade para encontrar um lugar legal", lamenta.
Adepto de um bar com espaço ao ar livre, Raimundo diz que não gosta do ambiente das casas noturnas. "Já fui a algumas casas, mas não gosto do som muito alto e do cheiro de cigarro", conta. Juvenal segue no mesmo caminho. "Eu vou às vezes pra conhecer a casa, quando é inaugurada. Mas depois não volto."
Quando questionado sobre a presença dos mais jovens na noite, Juvenal surpreende e diz que a democracia transformou a atual geração em anarquistas puros. "Essa juventude gay não se dá ao respeito. Não acho certo eles andarem de mãos dadas por aí. As crianças não estão preparadas para isso. Também acho que não precisa andar agarrado", opina. E por que, então, os héteros podem? "Ah, mas as pessoas estão acostumadas. Olha, cheguei a São Paulo em 1962 e sempre houve encontro entre gays. Hoje eles estragam tudo. Pode se viver muito bem assim (escondido). Na minha família mesmo tem um monte de viado, mas tudo enrustido", revela.
Opinião similar é de Raimundo. "Sou da ditadura. Acho que o Brasil ficou anárquico. Falta respeito e segurança. Tem um povo jovem que vai além, a juventude gay hoje peca pelo excesso. Mas eles também são incentivados a isso. Pois o que são essas matinês? Tem uma casa aqui na região que faz festas gays domingo à tarde, passe por lá e verá um monte de moleque louco."
Juvenal também acredita que hoje o grande problema na noite para os gays é a falta de segurança. "Nos ano 60/70 nós ficávamos a noite inteira na Praça da República e não acontecia nada. Ninguém era espancado ou assaltado. Hoje não dá mais para namorar lá." Ivan nutre mesma opinião. "Quando estou de folga vou conhecer outras casas e uma coisa que reparo é que não há muita segurança. É tudo muito perigoso."
Talvez algumas pessoas discordem das opiniões ditas por nossos entrevistados, mas, assim como colocou Raimundo, eles são frutos de uma sociedade ultraconservadora e que respirava a ditadura. A vida gay nesse período ainda era clandestina. Podemos entender que muito do pensamento deles está ligado à sociedade dos anos 60/70. De repente, para quem tem 20 e poucos anos, alguns conceitos de família podem soar inverossímeis com o mundo atual. Da mesma forma como para Ivan, Juvenal e Raimundo um sábado à noite na rua Augusta pode ser algo pra lá de subversivo.
Os detentos Gays do Pará terão agora o direito de receber visitas íntimas nas celas. Os interessados e
m receber seus parceiros devem, a partir de agora, fazer um pedido à Superintendência do Sistema Penitenciário do Pará (Susipe).De acordo com assessoria de imprensa do governo paraense, o pedido partiu da própria Superintendência, que solicitou à Justiça a ampliação da autorização dada a uma presidiária de Marituba, na região metropolitana de Belém, para receber visitas íntimas de sua companheira."É um avanço importante para nossa comunidade. Quando a Susipe dá um passo voluntário como esse, a gente vê que há uma intenção real de mudar a situação de exclusão dos Homossexuais", comemorou Marcelo Larrat, do Centro de Referência, Prevenção e Combate à Homofobia, da Defensoria Pública do Estado do Pará.
m receber seus parceiros devem, a partir de agora, fazer um pedido à Superintendência do Sistema Penitenciário do Pará (Susipe).De acordo com assessoria de imprensa do governo paraense, o pedido partiu da própria Superintendência, que solicitou à Justiça a ampliação da autorização dada a uma presidiária de Marituba, na região metropolitana de Belém, para receber visitas íntimas de sua companheira."É um avanço importante para nossa comunidade. Quando a Susipe dá um passo voluntário como esse, a gente vê que há uma intenção real de mudar a situação de exclusão dos Homossexuais", comemorou Marcelo Larrat, do Centro de Referência, Prevenção e Combate à Homofobia, da Defensoria Pública do Estado do Pará.A 6ª edição da revista "Tina", da editora Panini, apresenta o primeiro personagem aparentemente gay das histórias de Mauricio de Sousa, criador da Turma da Mônica.
Caio, que é apresentado como melhor amigo de Tina na história de capa, assume ser "comprometido", indicando outro rapaz, o que causa estranhamento para os outros personagens.
A personagem Tina,
originalmente hippie, nos anos de 1960, agora tem um amigo gay, em história da edição número seis de sua revista
A assessoria de Maurício de Sousa considera que é a primeira vez que o assunto é abordado nas histórias, cumprindo promessa do autor de discutir questões ligadas ao universo adolescente, "de forma tranquila e sem levantar bandeiras".
No entanto, para brindar a inclusão dele na histór
ia, há nela também um discurso de Tina contra preconceito em geral.
O assessor afirma que a história não pretendeu ser categórica no lançamento de um personagem gay. Ele levanta até a possibilidade de que ele seja bissexual, no entanto. Ele também assegura que a história e o personagem terá a devida continuidade e encaminhamento.
Tina, agora estudante de jornalismo, é uma personagem que foi criada nos anos de 1960, inicialmente com um visual hippie, e traços bem diferentes dos atuais.
Caio, que é apresentado como melhor amigo de Tina na história de capa, assume ser "comprometido", indicando outro rapaz, o que causa estranhamento para os outros personagens.
A personagem Tina,
originalmente hippie, nos anos de 1960, agora tem um amigo gay, em história da edição número seis de sua revistaA assessoria de Maurício de Sousa considera que é a primeira vez que o assunto é abordado nas histórias, cumprindo promessa do autor de discutir questões ligadas ao universo adolescente, "de forma tranquila e sem levantar bandeiras".
No entanto, para brindar a inclusão dele na histór
ia, há nela também um discurso de Tina contra preconceito em geral.O assessor afirma que a história não pretendeu ser categórica no lançamento de um personagem gay. Ele levanta até a possibilidade de que ele seja bissexual, no entanto. Ele também assegura que a história e o personagem terá a devida continuidade e encaminhamento.
Tina, agora estudante de jornalismo, é uma personagem que foi criada nos anos de 1960, inicialmente com um visual hippie, e traços bem diferentes dos atuais.
sábado, 14 de novembro de 2009

O presidente da ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais) enviou na última quinta-feira, 12 de novembro, um apelo à comunidade LGBT para que participe de enquete no site do Senado Federal sobre o projeto de lei 122/06, que prevê a criminalização da homofobia no país.
“Pessoal LGBT e pessoas aliadas, com dois minutos você pode nos ajudar a aprovar a primeira Lei que b
eneficie a comunidade LGBT, o PLC 122/06, que entre outras formas de discriminação coibirá a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero”, pede Toni Reis.
A enquete lança a seguinte pergunta: ”Você é a favor da aprovação do projeto de lei (PLC 122/2006) que pune a discriminação contra homossexuais?”. Até a tarde da sexta-feira, dia 13 de novembro, tinham sido computados pouco mais de 65 mil votos. E com 51%, o “sim” estava ganhando do “não”.
A enquete está no site do Senado Federal desde o dia 4 de novembro, mas os votos computados até o dia 9 foram anulados, devido a uma suspeita de fraude (nestes dias, o “não” manteve absoluta liderança e, em dois deles, a enquete computou mais de meio milhão de votos). "A gente percebeu que a chave de segurança estava sendo burlada, então resolvemos refazê-la", explicou a diretora da Secretaria de Pesquisas e Opinião Pública do Senado, Ana Lúcia Novelli. Apesar de ser a primeira vez que isso acontece, Novelli afirmou que isso pode acontecer novamente, pois "o risco em informática sempre existe".
“Pessoal LGBT e pessoas aliadas, com dois minutos você pode nos ajudar a aprovar a primeira Lei que b
eneficie a comunidade LGBT, o PLC 122/06, que entre outras formas de discriminação coibirá a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero”, pede Toni Reis.A enquete lança a seguinte pergunta: ”Você é a favor da aprovação do projeto de lei (PLC 122/2006) que pune a discriminação contra homossexuais?”. Até a tarde da sexta-feira, dia 13 de novembro, tinham sido computados pouco mais de 65 mil votos. E com 51%, o “sim” estava ganhando do “não”.
A enquete está no site do Senado Federal desde o dia 4 de novembro, mas os votos computados até o dia 9 foram anulados, devido a uma suspeita de fraude (nestes dias, o “não” manteve absoluta liderança e, em dois deles, a enquete computou mais de meio milhão de votos). "A gente percebeu que a chave de segurança estava sendo burlada, então resolvemos refazê-la", explicou a diretora da Secretaria de Pesquisas e Opinião Pública do Senado, Ana Lúcia Novelli. Apesar de ser a primeira vez que isso acontece, Novelli afirmou que isso pode acontecer novamente, pois "o risco em informática sempre existe".
Pela pri
meira vez contando com candidatas dos 26 estados e do Distrito Federal, o tradicional concurso Miss Brasil Gay 2009 será realizado neste sábado, 14, em Juiz de Fora. O evento terá participação de Silvetty Montilla e do fundador do Grupo Gay da Bahia, Luiz Mott. Outras presenças ilustres estão confirmadas: Xuxu, conhecida pelo vídeo de Pantera Cor de Rosa, e Léo Áquila esão entre elas. O concurso será realizano no Sport Club e começa às 21 horas.
meira vez contando com candidatas dos 26 estados e do Distrito Federal, o tradicional concurso Miss Brasil Gay 2009 será realizado neste sábado, 14, em Juiz de Fora. O evento terá participação de Silvetty Montilla e do fundador do Grupo Gay da Bahia, Luiz Mott. Outras presenças ilustres estão confirmadas: Xuxu, conhecida pelo vídeo de Pantera Cor de Rosa, e Léo Áquila esão entre elas. O concurso será realizano no Sport Club e começa às 21 horas. Com 60.809 votos computados até a manhã desta sexta-feira, 12, o "SIM" está vencendo a enquete
do Senado que pergunta "Você é a favor da aprovação do projeto de lei (PLC 122/2006) que pune a discriminação contra homossexuais?" É a primeira vez que o SIM passa o NÃO. Mas o placar está bem apertado: 51% para o SIM e 49% para o NÃO.Evangélicos estão em campanha aberta na internet e nas igreja para que o NÃO vença. Enquanto o voto em "SIM" está sendo estimulado por artistas e políticos mais arejados. Se você não votou, vote AQUI com sua consciência.
O ator e diretor Sérgio Britto (foto) declarou nesta semana seu apoio à campanha Não Homofobia, que coleta assinaturas virtuais para pressionar pela aprovação do PLC 122. Britto, que já recebeu um prêmio do grupo Arco-Íris por ter saído do armário publicamente, ressaltou a importância de uma lei que defenda os LGBT do preconceito."A lei defendendo a homossexualidade é
absolutamente necessária. Eu vivi numa época em que grupos perseguiam homossexuais para depois bater e acabar com eles. E tenho conhecimento que isso acontece até hoje. Uma pessoa próxima já foi agredida duas vezes esse ano na rua. Inclusive, nunca declarei se sou passivo ou ativo, porque acredito que se afirmar isso, eu vou ser preconceituoso. Já começa a classificar os não ativos ou passivos como bicha ou coisa parecida e já dá uma margem para esculhambação. Não preconceito é não preconceito. É não a qualquer um ou tipo. Temos que riscar completamente essa atitude de nós e da sociedade. Sei que é complicado, mas é altamente necessário".
absolutamente necessária. Eu vivi numa época em que grupos perseguiam homossexuais para depois bater e acabar com eles. E tenho conhecimento que isso acontece até hoje. Uma pessoa próxima já foi agredida duas vezes esse ano na rua. Inclusive, nunca declarei se sou passivo ou ativo, porque acredito que se afirmar isso, eu vou ser preconceituoso. Já começa a classificar os não ativos ou passivos como bicha ou coisa parecida e já dá uma margem para esculhambação. Não preconceito é não preconceito. É não a qualquer um ou tipo. Temos que riscar completamente essa atitude de nós e da sociedade. Sei que é complicado, mas é altamente necessário".sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Donna Summer fez um show quase perfeito nesta terça-feira, 10, em São Paulo, no Credicard Hall. O "quase" se deve a um atraso na entrada da diva. E não foi o apagão não. Um telão de leds não funcionou direito e enquanto ele não foi consertado a fofa se negou a entrar. Está certa. Pouco antes de o show começar rolou o tal apagão. A luz caiu no Credicard Hall e logo foi restaurada por conta de um gerador. Ninguém sentiu (nem sabia, a princípio) que do lado de fora o Brasil estava às escuras. Durante o show começaram a vir as notícia
s da escuridão lá fora através do celular do povo lá dentro. Irônico dançar "I Feel Love" com Donna Summer em si enquanto o Brasil todo mergulhava na escuridão."I Feel Love", aliás, foi a segunda música cantada por Donna no show. A maior parte dos hits rolaram depois de seu maior sucesso. "I´m a Fire" e "Stamp Your Feet", do novo álbum Cryons; "Last Dance", "Hot Stuff" e "Bad Girls", entre outros hits antigões. Faltou só "McAthur Park". A plateia, camarotes e arquibancadas do espaço lotaram para o show da diva. Grande parte do público era formado por meninos e meninas que se divertiram nas pistas da década de 70, quando Donna era mais que musa. E o povo viu a maior parte do show sentadinho. Muito fofo. Donna foi aplaudida do começo ao fim. Fofa, cantou uma música para Michael Jackson e chegou a se emocionar em uma faixa. Memorável.
s da escuridão lá fora através do celular do povo lá dentro. Irônico dançar "I Feel Love" com Donna Summer em si enquanto o Brasil todo mergulhava na escuridão."I Feel Love", aliás, foi a segunda música cantada por Donna no show. A maior parte dos hits rolaram depois de seu maior sucesso. "I´m a Fire" e "Stamp Your Feet", do novo álbum Cryons; "Last Dance", "Hot Stuff" e "Bad Girls", entre outros hits antigões. Faltou só "McAthur Park". A plateia, camarotes e arquibancadas do espaço lotaram para o show da diva. Grande parte do público era formado por meninos e meninas que se divertiram nas pistas da década de 70, quando Donna era mais que musa. E o povo viu a maior parte do show sentadinho. Muito fofo. Donna foi aplaudida do começo ao fim. Fofa, cantou uma música para Michael Jackson e chegou a se emocionar em uma faixa. Memorável.Em sessão ordinária realizada nesta terça, 11, a Câmara Municipal de São João del-Rei aprovou uma
moção de repúdio à visita oficial que o presidente do Irã, Mahamoud Ahmadinejad (foto), fará ao Brasil.O texto deverá ser enviado ao Itamaraty e condena posicionamentos defendidos por Ahmadinejad. Entre eles estão a negação do Holocausto e a perseguição contra homossexuais. A moção foi apresentada pelo vereador Mauro Duarte (DEM) e é resultado de um pedido feito pelo Movimento Gay da Região das Vertentes
moção de repúdio à visita oficial que o presidente do Irã, Mahamoud Ahmadinejad (foto), fará ao Brasil.O texto deverá ser enviado ao Itamaraty e condena posicionamentos defendidos por Ahmadinejad. Entre eles estão a negação do Holocausto e a perseguição contra homossexuais. A moção foi apresentada pelo vereador Mauro Duarte (DEM) e é resultado de um pedido feito pelo Movimento Gay da Região das VertentesUma resolução aprovada pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) garant
e às travestis e aos transexuais o direito de serem chamadas pelo nome social, independentemente do registro civil.Publicado na quarta-feira, 11 de novembro, no Diário Oficial do Estado de São Paulo, o texto afirma que “todo atendimento médico dirigido a essa população deve basear-se no respeito ao ser humano e na integralidade da atenção”. Com a resolusão, o Cremesp normatiza, do ponto de vista ético, o atendimento médico a travestis e transexuais em serviços de saúde especializados ou em unidades de saúde e hospitais para os quais os pacientes são encaminhados, como, por exemplo, o Hospital das Clínicas e o Hospital Diadema.
O Rio de Janeiro quer atrair mais turistas gays e aproveitou uma das maiores feiras de turismo do mundo para divulgar a imagem de destino "gay friendly" no exterior.A Riotur (Empresa de Turismo do Município do Rio de Janeiro) trouxe para o World Travel Market, feira realizada anualmente em Londres, folhetos em inglês com informações sobre roteiros, hospedagem e serviços especializados em a
tender o público gay.
Bandeira com as cores do arco-íris toma conta da orla de Copacabana no Rio durante a 14ª Parada do Orgulho GLBT no último dia primeiro de novembro
O folheto afirma que a diversidade faz parte da rotina dos cariocas, que vivem em harmonia, independentemente de raça, credo e opção sexual.O secretário municipal de Turismo do Rio de Janeiro e presidente da Riotur, Antonio Pedro Figueira de Mello, afirma que a cidade sempre recebeu grande número de turistas gays, mesmo sem investir na divulgação para esse público: "Este é um trabalho que nunca foi feito. O objetivo agora é investir nesse segmento, fazer contato com agências de turismo especializadas, ter material próprio de divulgação e incrementar a marca Rio", declarou.Este mês a cidade do Rio foi escolhida como melhor destino gay do mundo, numa eleição promovida por um site especializado. No entanto, a decisão de produzir material específico para o mercado LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) já tinha sido tomada pelo município.Em julho, deste ano, pela primeira vez, o Rio de Janeiro teve um estande no World Out Games, uma espécie de Olimpíada LGBT, que reuniu mais de 5 mil atletas de 92 países em Copenhague, na Dinamarca.Em setembro, entrou no ar o site Rio Guia Oficial (www.rioguiaoficial.com.br), que tem uma seção dedicada ao turismo gay. Uma versão em inglês do site deve estar disponível nos próximos 15 dias, segundo a Riotur.Segundo a Riotur, depois da eleição do Rio como melhor destino gay do mundo, aumentou a demanda por informações por parte de agências de turismo especializadas e sites voltados para o segmento LGBT. A Copa de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016 também ajudaram a impulsionar o interesse pela cidade do Rio de Janeiro e pelo Brasil.Não há dados sobre o número de turistas gays que visitam a cidade, mas de acordo com a Riotur, o segmento LGBT gasta, em média, o dobro dos demais turistas. Dados disponíveis no site da IGLTA (International Gay & Lesbian Travel Association) mostram que os turistas LGBT movimentaram cerca de US$ 70 bilhões apenas nos Estados Unidos em 2008.Num evento promovido pelos órgãos de turismo brasileiros no World Travel Market, em Londres, o Superintendente do Rio Convention and Vistors Bureau, Paulo Senise, afirmou que existe um interesse renovado pela cidade do Rio de Janeiro, o que inclui o mercado LGBT: "Com a Copa de 2014 e os jogos de 2016, aumentou a visibilidade do destino e todos os segmentos têm demonstrado interesse em entender a cidade. O Rio acolhe bem todos os públicos, inclusive o segmento gay", disse.O World Travel Market reúne este ano, em Londres, cerca de 5 mil fornecedores de produtos ligados a turismo e viagens. O Reino Unido ocupa atualmente o 11º lugar no ranking de países emissores de turistas para o Brasil, segundo a Riotur.Durante o World Travel Market a Embratur e o Visit Britain, agência de promoção do turismo no Reino Unido, devem acertar uma parceria para troca de informações.Segundo o diretor do escritório da Embratur no Reino Unido e Irlanda, Glauco Fuzinatto, os britânicos têm interesse principalmente na experiência do Brasil na disputa pela Copa de 2014, já que a Grã-Bretanha é um dos países candidatos a sede da Copa de 2018.
tender o público gay.Bandeira com as cores do arco-íris toma conta da orla de Copacabana no Rio durante a 14ª Parada do Orgulho GLBT no último dia primeiro de novembro
O folheto afirma que a diversidade faz parte da rotina dos cariocas, que vivem em harmonia, independentemente de raça, credo e opção sexual.O secretário municipal de Turismo do Rio de Janeiro e presidente da Riotur, Antonio Pedro Figueira de Mello, afirma que a cidade sempre recebeu grande número de turistas gays, mesmo sem investir na divulgação para esse público: "Este é um trabalho que nunca foi feito. O objetivo agora é investir nesse segmento, fazer contato com agências de turismo especializadas, ter material próprio de divulgação e incrementar a marca Rio", declarou.Este mês a cidade do Rio foi escolhida como melhor destino gay do mundo, numa eleição promovida por um site especializado. No entanto, a decisão de produzir material específico para o mercado LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) já tinha sido tomada pelo município.Em julho, deste ano, pela primeira vez, o Rio de Janeiro teve um estande no World Out Games, uma espécie de Olimpíada LGBT, que reuniu mais de 5 mil atletas de 92 países em Copenhague, na Dinamarca.Em setembro, entrou no ar o site Rio Guia Oficial (www.rioguiaoficial.com.br), que tem uma seção dedicada ao turismo gay. Uma versão em inglês do site deve estar disponível nos próximos 15 dias, segundo a Riotur.Segundo a Riotur, depois da eleição do Rio como melhor destino gay do mundo, aumentou a demanda por informações por parte de agências de turismo especializadas e sites voltados para o segmento LGBT. A Copa de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016 também ajudaram a impulsionar o interesse pela cidade do Rio de Janeiro e pelo Brasil.Não há dados sobre o número de turistas gays que visitam a cidade, mas de acordo com a Riotur, o segmento LGBT gasta, em média, o dobro dos demais turistas. Dados disponíveis no site da IGLTA (International Gay & Lesbian Travel Association) mostram que os turistas LGBT movimentaram cerca de US$ 70 bilhões apenas nos Estados Unidos em 2008.Num evento promovido pelos órgãos de turismo brasileiros no World Travel Market, em Londres, o Superintendente do Rio Convention and Vistors Bureau, Paulo Senise, afirmou que existe um interesse renovado pela cidade do Rio de Janeiro, o que inclui o mercado LGBT: "Com a Copa de 2014 e os jogos de 2016, aumentou a visibilidade do destino e todos os segmentos têm demonstrado interesse em entender a cidade. O Rio acolhe bem todos os públicos, inclusive o segmento gay", disse.O World Travel Market reúne este ano, em Londres, cerca de 5 mil fornecedores de produtos ligados a turismo e viagens. O Reino Unido ocupa atualmente o 11º lugar no ranking de países emissores de turistas para o Brasil, segundo a Riotur.Durante o World Travel Market a Embratur e o Visit Britain, agência de promoção do turismo no Reino Unido, devem acertar uma parceria para troca de informações.Segundo o diretor do escritório da Embratur no Reino Unido e Irlanda, Glauco Fuzinatto, os britânicos têm interesse principalmente na experiência do Brasil na disputa pela Copa de 2014, já que a Grã-Bretanha é um dos países candidatos a sede da Copa de 2018.
Rio de Janeiro - A cantora Madonna fará um show na cidade do Rio de Janeiro no Réveillon de 2010 para 2011, confirmou nesta sexta-feira (13) o prefeito Eduardo Paes. A cantora deverá se apresentar na Praia de Copacabana, que a cada fim de ano atrais mais de dois milhões de pessoas para suas areias.
Em seu Twitter, Paes disse que Madonna aceitou seu convite para cantar no Rio durante o jantar que ambos tiv
eram ontem à noite na casa do bilionário brasileiro Eike Batista.
A imprensa brasileira disse ainda que o prefeito estendeu o convite para que a artista participe da abertura dos Jogos Olímpicos de 2016. Mas esta possibilidade ainda não foi confirmada pela equipe da cantora.
Madonna chegou segunda-feira ao Rio de Janeiro, sob um forte esquema de segurança e atrás de apoio financeiro a alguns projetos sociais que desenvolve.
Onte, a artista chegou a ir até São Paulo para se reunir com um grupo de 24 mulheres com 15 a 21 anos de idade. O grupo, de uma comunidade carente, conversou com a cantora sobre os valores positivos transmitidos pela Cabala, da qual Madonna é seguidora.
A previsão é que Madonna deixe ainda hoje o Brasil. Antes, ela deverá se encontrar com Olavo Monteiro de Carvalho, que vai lhe apresentar o projeto educativo do Instituto Marquês de Salamanca (IMDS), apoiado pela família do rico empresário.
Em seu Twitter, Paes disse que Madonna aceitou seu convite para cantar no Rio durante o jantar que ambos tiv
eram ontem à noite na casa do bilionário brasileiro Eike Batista.A imprensa brasileira disse ainda que o prefeito estendeu o convite para que a artista participe da abertura dos Jogos Olímpicos de 2016. Mas esta possibilidade ainda não foi confirmada pela equipe da cantora.
Madonna chegou segunda-feira ao Rio de Janeiro, sob um forte esquema de segurança e atrás de apoio financeiro a alguns projetos sociais que desenvolve.
Onte, a artista chegou a ir até São Paulo para se reunir com um grupo de 24 mulheres com 15 a 21 anos de idade. O grupo, de uma comunidade carente, conversou com a cantora sobre os valores positivos transmitidos pela Cabala, da qual Madonna é seguidora.
A previsão é que Madonna deixe ainda hoje o Brasil. Antes, ela deverá se encontrar com Olavo Monteiro de Carvalho, que vai lhe apresentar o projeto educativo do Instituto Marquês de Salamanca (IMDS), apoiado pela família do rico empresário.
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