
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Um beijaço acontecerá dia 07 de fevereiro na Avenida Paulista, esquina com Rua Augusta, às 17
horas, na cidade de São Paulo.Trata-se de um ato público, organizado por tuiteiros que usam o ciberativismo como ferramenta de mudança social. Dele participarão héteros, Homossexuais, Bissexuais, Travestis e Transexuais.Pessoas preocupadas em defender medidas históricas contempladas no 3º Plano Nacional de Direitos Humanos, apresentado pela Secretária Nacional de Direitos Humanos do Governo Federal.Dentre estes direitos estão: a união civil entre pessoas do mesmo sexo, a criminalização da homofobia, a legalização do aborto e a adoção Homoparental.Estas propostas foram duramente atacadas, sobretudo por setores da imprensa e por lideranças religiosas católicas (CNBB).Em defesa do PNDH3, os participantes do Beijaço querem, por meio de sua afetividade, vir a público expressar seu comprometimento e apoio à implementação destas políticas públicas, e ainda expressar seu repúdio ao ataque vazio e fanático do qual o plano está sendo vítima.O 3º Plano Nacional de Direitos Humanos foi amplamente discutido na Conferência Nacional de Direitos Humanos em 2008.O PNDH3 toca em questões fundamentais para a sociedade brasileira, e busca corrigir distorções graves relativas aos direitos do cidadão brasileiro.As ações propostas pelo Plano colocariam o Brasil lado a lado com países que há tempos respeitam o indivíduo e sua dignidade.O plano também prevê o cumprimento da Constituição quanto ao caráter laico do Estado brasileiro e pede a retirada de ícones religiosos de instituições públicas, para preservar os valores da igualdade na diversidade, alteridade e a valorização da pluralidade
horas, na cidade de São Paulo.Trata-se de um ato público, organizado por tuiteiros que usam o ciberativismo como ferramenta de mudança social. Dele participarão héteros, Homossexuais, Bissexuais, Travestis e Transexuais.Pessoas preocupadas em defender medidas históricas contempladas no 3º Plano Nacional de Direitos Humanos, apresentado pela Secretária Nacional de Direitos Humanos do Governo Federal.Dentre estes direitos estão: a união civil entre pessoas do mesmo sexo, a criminalização da homofobia, a legalização do aborto e a adoção Homoparental.Estas propostas foram duramente atacadas, sobretudo por setores da imprensa e por lideranças religiosas católicas (CNBB).Em defesa do PNDH3, os participantes do Beijaço querem, por meio de sua afetividade, vir a público expressar seu comprometimento e apoio à implementação destas políticas públicas, e ainda expressar seu repúdio ao ataque vazio e fanático do qual o plano está sendo vítima.O 3º Plano Nacional de Direitos Humanos foi amplamente discutido na Conferência Nacional de Direitos Humanos em 2008.O PNDH3 toca em questões fundamentais para a sociedade brasileira, e busca corrigir distorções graves relativas aos direitos do cidadão brasileiro.As ações propostas pelo Plano colocariam o Brasil lado a lado com países que há tempos respeitam o indivíduo e sua dignidade.O plano também prevê o cumprimento da Constituição quanto ao caráter laico do Estado brasileiro e pede a retirada de ícones religiosos de instituições públicas, para preservar os valores da igualdade na diversidade, alteridade e a valorização da pluralidadeO público Gay ligado às escolas de samba do Rio de Janeiro tem um encontro marcado a partir de 20
h da próxima sexta-feira, 05/01, na Gamboa.O carnavalesco Milton Cunha, da Acadêmicos do Cubango, apresentará mais uma edição do concurso Miss Gay Cidade do Samba, que terá na disputa doze representantes das agremiações do Grupo Especial e quatro representantes do Grupo de Acesso A.O evento contará com a presença do ativista GLBT Cláudio Nascimento, das rainhas de bateria do Grupo Especial, personalidades do mundo do samba, show de Transformistas e a bateria Folgada da Cubango animando a festa."Já é o sexto ano que realizamos esta festa. Tudo começou entre uma brincadeira entre mim e o pessoal do Faria’s Bar, e hoje é uma superprodução, ficamos muito felizes porque até o Governo se interessou. É uma festa dos barracões, ferreiros, aderecistas, escultores da galera dos bastidores do carnaval. Não quero que perca essa característica, de ser um evento para os trabalhadores, isso é que deu a identidade da festa. É uma superprodução que acabou atraindo pelo lado inverso: o povo atraindo as estrelas. Será uma festa bem alegre", conta o carnavalesco Milton Cunha, animadíssimo com a proximidade da festa.Com o patrocínio da Superintendência de Direitos Individuais, Coletivos e Difusos do Estado do Rio de Janeiro, vinculado a Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos, o evento será realizado na Rua da Gamboa, esquina com a Rua da União, em frente ao Faria's Bar, atrás da Cidade do Samba, onde serão montados palco e passarela para o desfile dos concorrentes. A entrada é franca.O Decreto 11.959, que institui o Comitê Estadual de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de Lés
bicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais foi publicado nesta quarta-feira (03/01), no Diário Oficial do Estado. O governador Jaques Wagner havia assinado o decreto na terça-feira (02/01).O comitê, vinculado à Secretaria da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (SJCDH), tem como objetivo promover a articulação dos órgãos e entidades envolvidos na implementação das ações que assegurem a promoção da cidadania e direitos humanos deste segmento da população.O Comitê LGBT será formado por representantes das secretarias da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, Educação, Saúde, Segurança Pública, Cultura, Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza, Promoção da Igualdade e Trabalho, Emprego, Renda e Esporte e entidades da sociedade civil com atuação em atividades de promoção da cidadania e direitos humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais, que serão selecionados por meio de edital a ser elaborado pela SJCDH.A administradora Liliana Quaresma e a publicitária Stella Amaral entraram com uma ação na 5ª Vara de
Família do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, na última terça-feira, 2 de fevereiro, solicitando que o filho que Liliana espera tenha em sua certidão de nascimento o nome das duas mães.Elas vivem juntas há 15 anos e a gravidez de Liliana, de 7 meses, é fruto de óvulo doado por Stella e fecundado por sêmen de um doador anônimo. “Antes de qualquer discussão sobre relações homoafetivas, queremos que o nosso filho tenha cidadania e direitos, de fato, garantidos pelo estado”, faz questão de ressaltar Stella. A advogada do casal, Glória Queiroz, explica que a intenção da ação é assegurar à criança o máximo de proteção legal, em relação ao direito à herança e à pensão das mães, por exemplo, e “até mesmo para ter o direito à visitação em caso de separação, e ao seguro em caso de morte”, como declarou ao site da Globo. “Por que se pode dar uma criança em adoção para um casal homossexual, mas não se poderia dar filiação a uma criança gestada por um casal homossexual, com a participação genética das duas?”, acrescentou a advogada. Segundo as orgulhosas mamães, o futuro membro da família terá quatro sobrenomes, dois de cada uma delas. Ele será chamado pelo nome de Bento Quaresma Gomes Silva Amaral. A top drag Dimmy Kieer enfim surgiu na décima edição do Big Brother Brasil. E foi de longe o grande destaque
da festa do reality show global realizada na última quarta-feira, 3 de fevereiro. Profissionais entraram da casa para maquiar e cuidar dos cabelos dos brothers, mas o maquiador Dicesar preferiu se montar em Dimmy sozinha, como faz há anos. E celebrou muito a permissão para que seu alter-ego estreiasse no programa, afirmando que estava cansado de ser homem. Fez também muitos elogios à produção, que enviou pincéis e maquiagens muito parecidos com o que costuma usar para se montar. Os outros brothers receberam bem a transformação. Lia e Elenita disseram que estavam muito felizes por, finalmente, poder ver Dimmy montada.
"Estamos quebrando um tabu muito grande"
Mais tarde, durante a festa, Dimmy disse ao também assumido Serginho que era uma conquista muito grande os dois estarem no BBB. “A gente tem que valorizar isso em prol de toda a comunidade GLS. Estamos na mídia e com isso estamos quebrando um tabu muito grande”.
Na conversa, Dimmy e Serginho voltaram a criticar a postura do participante Marcelo Dourado, que afirmou na última terça-feira, 2 de fevereiro, que “homem hétero não pega aids”. Dimmy disparou: “Atrasado. Homem das cavernas”.
Os dois “coloridos” também condenaram Dourado pelo fato do professor de Educação Física não querer posar nu em uma revista gay, tudo para não “incentivar” a homossexualidade. "Se um homem posa nu em uma revista gay, ele invariavelmente estará ligado ao movimento gay", afirmou, sem noção, Dourado na tarde de quarta-feira. Na ocasião, os brothers Cacau, Fernanda, Cadu e a assumida Angélica discordaram de Dourado. Angélica ainda explicou que o movimento gay busca igualdade de direitos e não adeptos entre os heterossexuais.
da festa do reality show global realizada na última quarta-feira, 3 de fevereiro. Profissionais entraram da casa para maquiar e cuidar dos cabelos dos brothers, mas o maquiador Dicesar preferiu se montar em Dimmy sozinha, como faz há anos. E celebrou muito a permissão para que seu alter-ego estreiasse no programa, afirmando que estava cansado de ser homem. Fez também muitos elogios à produção, que enviou pincéis e maquiagens muito parecidos com o que costuma usar para se montar. Os outros brothers receberam bem a transformação. Lia e Elenita disseram que estavam muito felizes por, finalmente, poder ver Dimmy montada."Estamos quebrando um tabu muito grande"
Mais tarde, durante a festa, Dimmy disse ao também assumido Serginho que era uma conquista muito grande os dois estarem no BBB. “A gente tem que valorizar isso em prol de toda a comunidade GLS. Estamos na mídia e com isso estamos quebrando um tabu muito grande”.
Na conversa, Dimmy e Serginho voltaram a criticar a postura do participante Marcelo Dourado, que afirmou na última terça-feira, 2 de fevereiro, que “homem hétero não pega aids”. Dimmy disparou: “Atrasado. Homem das cavernas”.
Os dois “coloridos” também condenaram Dourado pelo fato do professor de Educação Física não querer posar nu em uma revista gay, tudo para não “incentivar” a homossexualidade. "Se um homem posa nu em uma revista gay, ele invariavelmente estará ligado ao movimento gay", afirmou, sem noção, Dourado na tarde de quarta-feira. Na ocasião, os brothers Cacau, Fernanda, Cadu e a assumida Angélica discordaram de Dourado. Angélica ainda explicou que o movimento gay busca igualdade de direitos e não adeptos entre os heterossexuais.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta quarta-feira que as mudanças nas cédulas do real foram feit
as por segurança contra falsificação e para acompanhar a tendência de outros países. O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, reforçou a necessidade de atualização tecnológica e disse que, apesar das mudanças, foram preservadas as características das cédulas.
A troca das cédulas antigas pelas novas, segundo Meirelles será feita "naturalmente", de acordo com o desgaste das primeiras. "As duas famílias --a velha e a nova--, vão conviver. Não é necessário que a população vá ao banco trocar as notas", afirmou o presidente do BC.
BC lança nova família de notas do real em tamanhos diferentes; veja
A nova série de notas entrará em circulação gradualmente até 2012, mas as notas em circulação continuarão a valer até a substituição integral.
"[A mudança] é necessária porque temos que emitir cédulas que sejam mais seguras, que possam evitar procedimentos de falsificação que podem ocorrer com cédulas mais simples", afirmou Mantega. "Estamos emitindo cédulas de ultima geração que são compatíveis com as mais modernas do mundo, como o euro e o dólar".
O presidente do BC afirmou que as novas notas de R$ 50 e R$ 100 serão as primeiras a circular, no primeiro semestre.
"Quando o real foi introduzido, em 1994, isso foi feito de uma forma rápida, portanto o projeto de consolidação e emissão de uma moeda agora com características de longo prazo é natural", afirmou Meirelles.
As novas notas têm impressão superior e elementos de segurança como a marca d'água foram redesenhados de forma a facilitar a identificação pela população e dificultar a falsificação.
Nas notas de R$ 50 e R$ 100 foi incluída uma faixa holográfica com desenhos personalizados por valor o que, de acordo com o BC, é um dos mais sofisticados elementos anti-falsificação existentes.
O projeto das novas cédulas vem sendo desenvolvido desde 2003 pelo Banco Central e pela Casa da Moeda do Brasil. As notas atenderão ainda a uma demanda dos deficientes visuais, já que poderão ser identificadas por seus tamanhos diferentes e terão marcas táteis em relevo aprimoradas em relação às já existentes.
A Casa da Moeda modernizou seu parque fabril para poder produzir as novas moedas. Com isso, de acordo com o Banco Central, o órgão tem tecnologia para imprimir hoje qualquer moeda existente no mundo, incluindo o dólar e o euro.
Mudanças
As novas notas mantiveram as mesmas cores das antigas e os mesmos animais. Os tamanhos serão diferentes, a de R$ 2 é a menor, a de R$ 5 um pouco maior, e assim sucessivamente, a exemplo do euro.
A frente da cédula está visualmente mais limpa, mantida a efígie da República. A cédula ganhou, do lado direito, uma faixa com o valor da nota escrito e, do lado esquerdo, um grafismo com figuras do habitat de cada animal --a nota de R$ 100, por exemplo, que tem uma garoupa no verso, ganhou na frente figuras que remetem ao mar.
No verso, as figuras de animais foram modificadas e estão agora na horizontal. A nota de R$ 50, por exemplo, traz a mesma figura da onça pintada, agora deitada sobre uma pedra.
as por segurança contra falsificação e para acompanhar a tendência de outros países. O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, reforçou a necessidade de atualização tecnológica e disse que, apesar das mudanças, foram preservadas as características das cédulas.A troca das cédulas antigas pelas novas, segundo Meirelles será feita "naturalmente", de acordo com o desgaste das primeiras. "As duas famílias --a velha e a nova--, vão conviver. Não é necessário que a população vá ao banco trocar as notas", afirmou o presidente do BC.
BC lança nova família de notas do real em tamanhos diferentes; veja
A nova série de notas entrará em circulação gradualmente até 2012, mas as notas em circulação continuarão a valer até a substituição integral.
"[A mudança] é necessária porque temos que emitir cédulas que sejam mais seguras, que possam evitar procedimentos de falsificação que podem ocorrer com cédulas mais simples", afirmou Mantega. "Estamos emitindo cédulas de ultima geração que são compatíveis com as mais modernas do mundo, como o euro e o dólar".
O presidente do BC afirmou que as novas notas de R$ 50 e R$ 100 serão as primeiras a circular, no primeiro semestre.
"Quando o real foi introduzido, em 1994, isso foi feito de uma forma rápida, portanto o projeto de consolidação e emissão de uma moeda agora com características de longo prazo é natural", afirmou Meirelles.
As novas notas têm impressão superior e elementos de segurança como a marca d'água foram redesenhados de forma a facilitar a identificação pela população e dificultar a falsificação.
Nas notas de R$ 50 e R$ 100 foi incluída uma faixa holográfica com desenhos personalizados por valor o que, de acordo com o BC, é um dos mais sofisticados elementos anti-falsificação existentes.
O projeto das novas cédulas vem sendo desenvolvido desde 2003 pelo Banco Central e pela Casa da Moeda do Brasil. As notas atenderão ainda a uma demanda dos deficientes visuais, já que poderão ser identificadas por seus tamanhos diferentes e terão marcas táteis em relevo aprimoradas em relação às já existentes.
A Casa da Moeda modernizou seu parque fabril para poder produzir as novas moedas. Com isso, de acordo com o Banco Central, o órgão tem tecnologia para imprimir hoje qualquer moeda existente no mundo, incluindo o dólar e o euro.
Mudanças
As novas notas mantiveram as mesmas cores das antigas e os mesmos animais. Os tamanhos serão diferentes, a de R$ 2 é a menor, a de R$ 5 um pouco maior, e assim sucessivamente, a exemplo do euro.
A frente da cédula está visualmente mais limpa, mantida a efígie da República. A cédula ganhou, do lado direito, uma faixa com o valor da nota escrito e, do lado esquerdo, um grafismo com figuras do habitat de cada animal --a nota de R$ 100, por exemplo, que tem uma garoupa no verso, ganhou na frente figuras que remetem ao mar.
No verso, as figuras de animais foram modificadas e estão agora na horizontal. A nota de R$ 50, por exemplo, traz a mesma figura da onça pintada, agora deitada sobre uma pedra.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Madonna confirmou presença no camarote do Governo do Estado do Rio de Janeiro para os de
sfiles de domingo na Sapucaí. A popstar vai ficar hospedada no Hotel Fasano, em Ipanema - o mesmo em que ela conheceu Jesus Luz. E por falar em Jesus... Por enquanto o modelo não está credenciado para o camarote. Sabe-se que ele vai discotecar num camarote em Salvador na terça-feira de Carnaval.
sfiles de domingo na Sapucaí. A popstar vai ficar hospedada no Hotel Fasano, em Ipanema - o mesmo em que ela conheceu Jesus Luz. E por falar em Jesus... Por enquanto o modelo não está credenciado para o camarote. Sabe-se que ele vai discotecar num camarote em Salvador na terça-feira de Carnaval.Os "brothers" na piscina falavam sobre os "babados que rolaram na festa de sábado. Angélic
a conta que gostou de beijar Lia. A dançarina diz que ficou com medo da mineira. "Ela deixou um monte de saliva em mim", afirma. O assunto anima os "coloridos" Serginho e Dicesar.
Primeiro, Dicesar tira a sunga e fica nu, dentro da piscina. Serginho não deixa por menos e também tira tudo. Ele sai da piscina e deita com a sunga enrolada cobrindo a virilha. Dimmy fala: "Serginho, você me aguarde!"
Maroca intima o brother. "Duvido que você seja gay. Tira tudo e vem aqui!" Ele obedece, entra na piscina e joga a sunga longe. Ele diz "Maroca, então tira você o biquíni". Ela diz que não pode pois ainda está em recuperação da cirurgia de plástica nos seios.
a conta que gostou de beijar Lia. A dançarina diz que ficou com medo da mineira. "Ela deixou um monte de saliva em mim", afirma. O assunto anima os "coloridos" Serginho e Dicesar.Primeiro, Dicesar tira a sunga e fica nu, dentro da piscina. Serginho não deixa por menos e também tira tudo. Ele sai da piscina e deita com a sunga enrolada cobrindo a virilha. Dimmy fala: "Serginho, você me aguarde!"
Maroca intima o brother. "Duvido que você seja gay. Tira tudo e vem aqui!" Ele obedece, entra na piscina e joga a sunga longe. Ele diz "Maroca, então tira você o biquíni". Ela diz que não pode pois ainda está em recuperação da cirurgia de plástica nos seios.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Realizada na última terça-feira, 26, dentro da programação da V Conferência ILGA-LAC, em Curitiba, a eleiçã
o da Associação Brasileira de Gays,Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) foi realizada de portas fechadas, sem a imprensa, e confirmou o nome do militante Toni Reis para mais um mandato à frente da entidade. Reeleito, ele vai guiar a ABGLT no triênio 2010-2013.Em uma eleição que contou com a participação das cerca de 240 ONGs afiliadas à Associação e classificada por Toni como “tranquila", foi reeleita também a vice-presidente lésbica, Yone Lindgreen; já a vice-presidente trans deixa de ser Lili Anderson e agora é Keila Simpson, ex-presidente da Articulação Nacional das Travestis (Antra); a lésbica Irina Bacci é a secretária-geral, Léo Mendes o tesoureiro e Tatiane Araújo a representante na Secretaria de Direitos Humanos (SEDH). Veja outros eleitos:Suplentes: Victor de Wolf ; Rafaelly Wiest e Carlos Gomes. Conselho de Ética: Luana Marley; Weluma Cunha e Marcelly Malta Conselho Fiscal: Fernanda Bevenutty, Leda e Denise Limeira Diretores regionais: Norte: Sebastião Diniz (Roraima) e suplência de Karen Oliveira (Rondônia)Nordeste: Fernando Rodrigues (Pernambuco) e suplência de Celise Azevedo (Maranhão) Sudeste: Beto de Jesus (São Paulo) e suplência de Soraya Meneses (Minas Gerais) Centro-Oeste: Bruno Camilo (Goiás) e suplência de Lucélia Macedo (Mato Grosso) Sul: Marcio Marins (Paraná) e suplência de Maria Guilhermina (Santa Catarina)
o da Associação Brasileira de Gays,Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) foi realizada de portas fechadas, sem a imprensa, e confirmou o nome do militante Toni Reis para mais um mandato à frente da entidade. Reeleito, ele vai guiar a ABGLT no triênio 2010-2013.Em uma eleição que contou com a participação das cerca de 240 ONGs afiliadas à Associação e classificada por Toni como “tranquila", foi reeleita também a vice-presidente lésbica, Yone Lindgreen; já a vice-presidente trans deixa de ser Lili Anderson e agora é Keila Simpson, ex-presidente da Articulação Nacional das Travestis (Antra); a lésbica Irina Bacci é a secretária-geral, Léo Mendes o tesoureiro e Tatiane Araújo a representante na Secretaria de Direitos Humanos (SEDH). Veja outros eleitos:Suplentes: Victor de Wolf ; Rafaelly Wiest e Carlos Gomes. Conselho de Ética: Luana Marley; Weluma Cunha e Marcelly Malta Conselho Fiscal: Fernanda Bevenutty, Leda e Denise Limeira Diretores regionais: Norte: Sebastião Diniz (Roraima) e suplência de Karen Oliveira (Rondônia)Nordeste: Fernando Rodrigues (Pernambuco) e suplência de Celise Azevedo (Maranhão) Sudeste: Beto de Jesus (São Paulo) e suplência de Soraya Meneses (Minas Gerais) Centro-Oeste: Bruno Camilo (Goiás) e suplência de Lucélia Macedo (Mato Grosso) Sul: Marcio Marins (Paraná) e suplência de Maria Guilhermina (Santa Catarina)A tarde desta quinta-feira, 28, da programação da V Conferência ILGA-LAC, em Curitiba, foi de apr
esentação de resultados dos planos do Governo Federal desenvolvidos para a população de gays, lésbicas, bissexuais, travestis, transexuais, intersexuais e mulheres. O principal foco continua sendo a área da Saúde com a luta contra a epidemia de HIV/Aids entre os LGBT, principalmente os homens que fazem sexo com homens (HSH), mas as mulheres também ganham atenção.Durante o grupo de trabalho “Políticas Públicas LGBT no Brasil”, os responsáveis pelos programas apresentaram os resultados de seus projetos e reforçaram a ideia de cada vez mais fazer o movimento dialogar com o Governo Federal também em outras áreas, tirando o estigma da AIDS. Além disso, observaram também os avanços conseguidos com essas ações e divulgaram o trabalho governamental para os participantes do congresso, que reúne cerca de 400 militantes de toda a América Latina e Caribe.“Temos que reconhecer que somos diferentes e estas diferenças constantemente nos trazem desigualdades no atendimento do serviço de saúde. É preciso que o ministério assuma que isso existe”, ressaltou Simioni Silva, representante da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa que apresentou o Plano nacional de Saúde Integrada de LGBT no Brasil. Ela observou ainda que um dos principais objetivos em 2010 vai ser continuar a evolução no serviço prestado buscando uma cooperação intersetorial dentro do Ministério da Saúde – o objetivo é produzir conhecimento sobre o tema para otimizar o serviço.A preocupação é diminuir urgentemente as estatísticas de contágio apresentadas por Oswaldo Braga, presidente da Associação Brasileira de Gays (Abragay), nos resultados do Plano Nacional de Enfrentamento da Epidemia de Aids e DST entre Gays, HSH e Travestis do Ministério da Saúde. “A epidemia de Aids no Brasil está com um crescimento médio de 35 mil novos casos ao ano”, enumera Oswaldo, completando ainda que uma das principais preocupações do Ministério e com relação aos jovens. Isso porque segundo os dados do Plano, 630 mil pessoas entre 15 e 49 anos vivem com HIV AIDS no Brasil.Outra preocupação do órgão federal é o crescimento de casos de HIV em mulheres. Elas são o foco do Programa Integrado de Enfrentamento da Feminização da Epidemia de Aids e outras DST, apresentado pela militante transexual feminista Barbara Graner. Segundo ela, o Brasil tinha até junho de 2008 pelo menos 164.293 casos de mulheres infectadas pelo HIV. “A epidemia de Aids é concentrada nos HSH, mas o governo hoje tem cada vez mais a sensibilidade de perceber esta realidade junto às mulheres e trazer ações de enfrentamento dela.”Para se ter uma noção do crescimento, ela apresentou um gráfico onde mostrava que em 1983 a incidência da Aids entre mulheres era de apenas um caso para cada 40 entre os homens, contra 1.8 para cada um masculino em 2009, ou seja, mais mulheres soropositivas. Barbara destacou ainda que esse salto no grupo das mulheres tem como combustível “a desigualdade de gênero em interação com pobreza, racismo e violência”. Para o futuro, o objetivo é seguir uma diretriz de “promoção da igualdade e equidade de gênero com garantia da participação e envolvimento dos homens e enfrentamento de todas as formas de violência.”
esentação de resultados dos planos do Governo Federal desenvolvidos para a população de gays, lésbicas, bissexuais, travestis, transexuais, intersexuais e mulheres. O principal foco continua sendo a área da Saúde com a luta contra a epidemia de HIV/Aids entre os LGBT, principalmente os homens que fazem sexo com homens (HSH), mas as mulheres também ganham atenção.Durante o grupo de trabalho “Políticas Públicas LGBT no Brasil”, os responsáveis pelos programas apresentaram os resultados de seus projetos e reforçaram a ideia de cada vez mais fazer o movimento dialogar com o Governo Federal também em outras áreas, tirando o estigma da AIDS. Além disso, observaram também os avanços conseguidos com essas ações e divulgaram o trabalho governamental para os participantes do congresso, que reúne cerca de 400 militantes de toda a América Latina e Caribe.“Temos que reconhecer que somos diferentes e estas diferenças constantemente nos trazem desigualdades no atendimento do serviço de saúde. É preciso que o ministério assuma que isso existe”, ressaltou Simioni Silva, representante da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa que apresentou o Plano nacional de Saúde Integrada de LGBT no Brasil. Ela observou ainda que um dos principais objetivos em 2010 vai ser continuar a evolução no serviço prestado buscando uma cooperação intersetorial dentro do Ministério da Saúde – o objetivo é produzir conhecimento sobre o tema para otimizar o serviço.A preocupação é diminuir urgentemente as estatísticas de contágio apresentadas por Oswaldo Braga, presidente da Associação Brasileira de Gays (Abragay), nos resultados do Plano Nacional de Enfrentamento da Epidemia de Aids e DST entre Gays, HSH e Travestis do Ministério da Saúde. “A epidemia de Aids no Brasil está com um crescimento médio de 35 mil novos casos ao ano”, enumera Oswaldo, completando ainda que uma das principais preocupações do Ministério e com relação aos jovens. Isso porque segundo os dados do Plano, 630 mil pessoas entre 15 e 49 anos vivem com HIV AIDS no Brasil.Outra preocupação do órgão federal é o crescimento de casos de HIV em mulheres. Elas são o foco do Programa Integrado de Enfrentamento da Feminização da Epidemia de Aids e outras DST, apresentado pela militante transexual feminista Barbara Graner. Segundo ela, o Brasil tinha até junho de 2008 pelo menos 164.293 casos de mulheres infectadas pelo HIV. “A epidemia de Aids é concentrada nos HSH, mas o governo hoje tem cada vez mais a sensibilidade de perceber esta realidade junto às mulheres e trazer ações de enfrentamento dela.”Para se ter uma noção do crescimento, ela apresentou um gráfico onde mostrava que em 1983 a incidência da Aids entre mulheres era de apenas um caso para cada 40 entre os homens, contra 1.8 para cada um masculino em 2009, ou seja, mais mulheres soropositivas. Barbara destacou ainda que esse salto no grupo das mulheres tem como combustível “a desigualdade de gênero em interação com pobreza, racismo e violência”. Para o futuro, o objetivo é seguir uma diretriz de “promoção da igualdade e equidade de gênero com garantia da participação e envolvimento dos homens e enfrentamento de todas as formas de violência.” A construção da cidadania de todas as letras da sigla do movimento militante ganhou na noite desta
quarta-feira, 27, mais atenção com a abertura oficial da V Conferência Regional da Associação Internacional de Gays e Lésbicas da América Latina e do Caribe (ILGA-LAC), realizada até o próximo sábado, 30, em Curitiba. Em noite de gala, a ILGA recebeu políticos, ministros e toda sua diversidade para comemorar a abertura do encontro, que foi nesta quarta, mas as discussões começaram já na última terça-feira, 26, com as pré-conferências.O Estação Embratel Convention Center recebeu figuras aliadas conhecidas como a senadora Fátima Cleide (PT-RO), o deputado federal José Genoíno (PT-SP), a coordenadora nacional LGBT Mitchelle Meira e o empolgado ministro Paulo Vanucchi, da Secretaria de Direitos Humanos. Todos lembraram a grande importância de se conseguir reunir militantes de tantos países diferentes em um só lugar e reforçaram seu apoio à luta pela cidadania plena.Com o recém-lançado Plano Nacional de Direitos Humanos 3 (PNDH-3) na mão, o ministro afirmou que “o movimento LGBT é o mais organizado do Brasil”, lembrando ainda que “foi o único a conseguir realizar as 27 conferências estaduais”. Sempre aplaudido, Vanucchi reforçou a importância do Plano “no vigésimo primeiro ano de redemocratização do Brasil”, um documento federal que prevê o incentivo de ações como a união civil e a adoção de crianças por casais homoafetivos.Sobre pontos polêmicos como estes – que o próprio presidente Lula já garantiu que continuam no Plano, mesmo frente a críticas conservadoras -, o ministro lembrou que existem para sua execução obstáculos a serem transpostos e provocou que “é difícil solucionar os problemas quando eles não vêm à luz, ficam cobertos pelo manto da hipocrisia”. Aplaudido de pé, Vanucchi encerrou a solenidade, que contou ainda com jantar e desfile de trajes de gala da diversidade sexual e todas as suas letras.
quarta-feira, 27, mais atenção com a abertura oficial da V Conferência Regional da Associação Internacional de Gays e Lésbicas da América Latina e do Caribe (ILGA-LAC), realizada até o próximo sábado, 30, em Curitiba. Em noite de gala, a ILGA recebeu políticos, ministros e toda sua diversidade para comemorar a abertura do encontro, que foi nesta quarta, mas as discussões começaram já na última terça-feira, 26, com as pré-conferências.O Estação Embratel Convention Center recebeu figuras aliadas conhecidas como a senadora Fátima Cleide (PT-RO), o deputado federal José Genoíno (PT-SP), a coordenadora nacional LGBT Mitchelle Meira e o empolgado ministro Paulo Vanucchi, da Secretaria de Direitos Humanos. Todos lembraram a grande importância de se conseguir reunir militantes de tantos países diferentes em um só lugar e reforçaram seu apoio à luta pela cidadania plena.Com o recém-lançado Plano Nacional de Direitos Humanos 3 (PNDH-3) na mão, o ministro afirmou que “o movimento LGBT é o mais organizado do Brasil”, lembrando ainda que “foi o único a conseguir realizar as 27 conferências estaduais”. Sempre aplaudido, Vanucchi reforçou a importância do Plano “no vigésimo primeiro ano de redemocratização do Brasil”, um documento federal que prevê o incentivo de ações como a união civil e a adoção de crianças por casais homoafetivos.Sobre pontos polêmicos como estes – que o próprio presidente Lula já garantiu que continuam no Plano, mesmo frente a críticas conservadoras -, o ministro lembrou que existem para sua execução obstáculos a serem transpostos e provocou que “é difícil solucionar os problemas quando eles não vêm à luz, ficam cobertos pelo manto da hipocrisia”. Aplaudido de pé, Vanucchi encerrou a solenidade, que contou ainda com jantar e desfile de trajes de gala da diversidade sexual e todas as suas letras.quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
A deputada Lésbica Christine Johnson, 41, de Utah (Estados Unidos), foi eleita defendendo os direit
os GLBTs e decidiu ir além disso: ela está grávida de quase cinco meses de um filho de um casal de amigos Gays.Ela engravidou por meio de uma inseminação artificial e deve ter o bebê em 21 de junho deste ano.Christine é Lésbica assumida e foi eleita em 2006 pelo Partido Democrático. Ela acredita que seus amigos serão “pais maravilhosos” e que “essa criança terá uma vida incrível”.“Sexo ou orientação sexual é menos importante do que uma criança que é esperada e aguardada em um lar que lhe dará apoio e carinho”, declarou ao jornal norte-americano Deseret News.Christine tomou a decisão depois de ouvir os amigos reclamarem muito por não poderem adotar uma criança legalmente em Utah.Lá, a barriga de aluguel chega a custar 100 mil dólares, mas a deputada, que já é mãe de uma moça de 17 anos, está fazendo o grande favor de graça, pela amizade.
os GLBTs e decidiu ir além disso: ela está grávida de quase cinco meses de um filho de um casal de amigos Gays.Ela engravidou por meio de uma inseminação artificial e deve ter o bebê em 21 de junho deste ano.Christine é Lésbica assumida e foi eleita em 2006 pelo Partido Democrático. Ela acredita que seus amigos serão “pais maravilhosos” e que “essa criança terá uma vida incrível”.“Sexo ou orientação sexual é menos importante do que uma criança que é esperada e aguardada em um lar que lhe dará apoio e carinho”, declarou ao jornal norte-americano Deseret News.Christine tomou a decisão depois de ouvir os amigos reclamarem muito por não poderem adotar uma criança legalmente em Utah.Lá, a barriga de aluguel chega a custar 100 mil dólares, mas a deputada, que já é mãe de uma moça de 17 anos, está fazendo o grande favor de graça, pela amizade.O cantor norte-americano Jason Mraz disse em seu blog que acha um desrespeito o questionamento que f
azem sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo.“Todo mundo tem o direito de fazer planos e proteger as pessoas com as quais se importam.”Mraz acredita que, assim como o governo não questiona a validade dos casamentos entre heterossexuais, os Homossexuais deveriam ter o mesmo tratamento.O cantor, em entrevistas passadas, revelou já ter ficado com homens, mas nunca houve um envolvimento sério.Até que se prove o contrário, ele é um hétero simpatizante e um aliado à causa GLBT.
azem sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo.“Todo mundo tem o direito de fazer planos e proteger as pessoas com as quais se importam.”Mraz acredita que, assim como o governo não questiona a validade dos casamentos entre heterossexuais, os Homossexuais deveriam ter o mesmo tratamento.O cantor, em entrevistas passadas, revelou já ter ficado com homens, mas nunca houve um envolvimento sério.Até que se prove o contrário, ele é um hétero simpatizante e um aliado à causa GLBT.O diretor brasileiro Marcelo Laffitte está se preparando para levar seu ótimo longa “Elvis e Madona” para o out
ro lado do mundo, para a Austrália.O filme é o convidado de honra que vai encerrar o Melbourne Queer Film Festival (MQFF), que acontece entre os dias 17 e 28 de março em Melbourne.A história sobre o amor entre a Travesti cabeleireira Madona (Igor Cotrin) e a Lésbica entregadora de pizza Elvis (Simone Spoladore) será o último filme a ser exibido no festival em Melbourne.“É o espaço mais nobre da programação, todo mundo só fala sempre do último filme”, explica bem feliz o diretor Laffitte.“Elvis e Madona” é uma história de amor - quase cotidiana - do bairro de Copacabana permeada de personagens curiosos e típicos do microcosmo desse pedaço da Zona Sul carioca.Com diálogos naturais e sem enfeites, Laffitte constrói um universo perfeito onde o amor não conhece gênero, apenas o coração. O longa foi exibido aqui no Brasil na programação do último Festival Mixbrasil de Cinema, em 2009.Em 2008, o Brasil já participou com sucesso do Melbourne Queer Film Festival com o curta-metragem brasileiro “Páginas de Menina”, da diretora Mônica Pallazzo, que ganhou o prêmio de melhor curta.
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