sábado, 16 de abril de 2011
Uma campanha contra a homofobia lançada num blog está mobilizando a internet.
A ideia é que as pessoas mandem uma foto com um cartaz dizendo "Eu Sou Gay", independentemente da orientação sexual. Em menos de um dia, o blog recebeu 600 fotos de anônimos e personalidades como a VJ Marimoon ou a ex-vereadora Soninha Francine.
Chocados com a notícia da morte da adolescente Adrieli Camacho Almeida, em Goiás, supostamente por homofobia, a jornalista Carolina Almeida, de 32 anos, e o cineasta Daniel Ribeiro, de 28, decidiram lançar a campanha na internet.
"Nessa ideia de que também morremos um pouco quando os nossos se vão, todos, eu, você, pais, filhos e amigos podemos e devemos ser gays. Porque a afirmação de ser gay já deixou de ser uma questão de orientação sexual", diz Carolina no blog. "Ser gay é uma questão de posicionamento e atitude diante desse mundo tão miseravelmente cheio de raiva. Ser gay é ter o seu direito negado. É ser interrompido. Quantos de nós não nos reconhecemos assim? Quero então compartilhar essa ideia com todos. Sejamos gays." Para Carolina, o projeto não é só contra a homofobia, "é um projeto contra a intolerância, contra o ódio".
O objetivo é transformar as fotos enviadas em um vídeo, feito por Daniel Ribeiro, e divulgar no YouTube e, "se tudo der certo, por festivais e fóruns". Estudo do Centro de Combate à Homofobia mostra que 72% dos ataques a gays acontecem em espaços públicos. Para saber mais ou participar, acesse http://projetoeusougay.wordpress.com.
Cena G
A ideia é que as pessoas mandem uma foto com um cartaz dizendo "Eu Sou Gay", independentemente da orientação sexual. Em menos de um dia, o blog recebeu 600 fotos de anônimos e personalidades como a VJ Marimoon ou a ex-vereadora Soninha Francine.
Chocados com a notícia da morte da adolescente Adrieli Camacho Almeida, em Goiás, supostamente por homofobia, a jornalista Carolina Almeida, de 32 anos, e o cineasta Daniel Ribeiro, de 28, decidiram lançar a campanha na internet.
"Nessa ideia de que também morremos um pouco quando os nossos se vão, todos, eu, você, pais, filhos e amigos podemos e devemos ser gays. Porque a afirmação de ser gay já deixou de ser uma questão de orientação sexual", diz Carolina no blog. "Ser gay é uma questão de posicionamento e atitude diante desse mundo tão miseravelmente cheio de raiva. Ser gay é ter o seu direito negado. É ser interrompido. Quantos de nós não nos reconhecemos assim? Quero então compartilhar essa ideia com todos. Sejamos gays." Para Carolina, o projeto não é só contra a homofobia, "é um projeto contra a intolerância, contra o ódio".
O objetivo é transformar as fotos enviadas em um vídeo, feito por Daniel Ribeiro, e divulgar no YouTube e, "se tudo der certo, por festivais e fóruns". Estudo do Centro de Combate à Homofobia mostra que 72% dos ataques a gays acontecem em espaços públicos. Para saber mais ou participar, acesse http://projetoeusougay.wordpress.com.
Cena G
Um motorista e um vendedor de São Joaquim da Barra são os primeiros moradores da cidade a pedir o reconhecimento da união homoafetiva à Justiça.
Eles entraram com o pedido no ano passado e a juíza Daniela Dias Graciotto afirmou neste mês que o processo está em ordem. Ela convocou para o segundo semestre a audiência de instrução e o julgamento do caso, que é considerado raro.
"Ainda não dei a sentença, mas minha decisão inicial, juridicamente, é que é possível o reconhecimento dessa união. Na audiência, vou ouvir as testemunhas e dar a decisão final", afirma a juíza.
Os dois homens vivem juntos há quatro anos e anexaram ao processo a declaração dos pais deles, que afirmam reconhecer a união do casal. Também estão no processo documentos que mostram que eles comparecem a festas e reuniões familiares e dividem as despesas.
"Neste tipo de ação, varia muito o entendimento de um juiz para outro. Existem ações procedentes e improcedentes e, por isso, a decisão depende da intepretação de cada juiz", afirma Daniela.
A advogada Maria Carolina Colucci, especializada em direito da família, afirmou que o posicionamento da juíza de São Joaquim da Barra é raro.
"Esta atitude dela é inédita e ela merece ser cumprimentada. O Judiciário tem de se posicionar em relação à união homoafetiva por causa da omissão do Legislativo e a sociedade precisa desse posicionamento", afirma.
Hoje, a maioria dos casais formados por homossexuais optam pelo contrato de convivência homoafetiva, pelo qual a dupla declara a união, a reciprocidade de afeto e a mútua assistência financeira e emocional.
Maria Carolina afirma que órgãos como o INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social) e a Receita Federal já reconhecem a união homoafetiva e aceitam que o declarante coloque o parceiro ou a companheira como dependentes. "Não aceitarmos essa união é um retrocesso. A Constituição deixa clara a igualdade, e não a discriminação."
Gay 1
Eles entraram com o pedido no ano passado e a juíza Daniela Dias Graciotto afirmou neste mês que o processo está em ordem. Ela convocou para o segundo semestre a audiência de instrução e o julgamento do caso, que é considerado raro.
"Ainda não dei a sentença, mas minha decisão inicial, juridicamente, é que é possível o reconhecimento dessa união. Na audiência, vou ouvir as testemunhas e dar a decisão final", afirma a juíza.
Os dois homens vivem juntos há quatro anos e anexaram ao processo a declaração dos pais deles, que afirmam reconhecer a união do casal. Também estão no processo documentos que mostram que eles comparecem a festas e reuniões familiares e dividem as despesas.
"Neste tipo de ação, varia muito o entendimento de um juiz para outro. Existem ações procedentes e improcedentes e, por isso, a decisão depende da intepretação de cada juiz", afirma Daniela.
A advogada Maria Carolina Colucci, especializada em direito da família, afirmou que o posicionamento da juíza de São Joaquim da Barra é raro.
"Esta atitude dela é inédita e ela merece ser cumprimentada. O Judiciário tem de se posicionar em relação à união homoafetiva por causa da omissão do Legislativo e a sociedade precisa desse posicionamento", afirma.
Hoje, a maioria dos casais formados por homossexuais optam pelo contrato de convivência homoafetiva, pelo qual a dupla declara a união, a reciprocidade de afeto e a mútua assistência financeira e emocional.
Maria Carolina afirma que órgãos como o INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social) e a Receita Federal já reconhecem a união homoafetiva e aceitam que o declarante coloque o parceiro ou a companheira como dependentes. "Não aceitarmos essa união é um retrocesso. A Constituição deixa clara a igualdade, e não a discriminação."
Gay 1
Será no dia 10 de junho a estréia do aguardado longa “Estamos Juntos”, que tem o lindo Cauã Reymond no papel de um DJ gay. Leandra Leal também protagoiza o filme dirigido por Toni Ventura (de Rita Cadilac, a Lady do povo).
O papel de Cauã
Na pele de um DJ homossexual, o ator Cauã Reymond declarou que não teve problemas em protagonizar um beijo com o ator argentino Nazareno Casero. “Ele é bem resolvido e eu também. Então não teve crise. Demos dois tapinhas nas costas. Perguntei: É isso o que a gente vai ter que fazer?”, revelou ele sobre os bastidores do longa. Para interpretar o papel, Cauã fez laboratório em clubes gays como a The Week e conversou com profissionais da área.
Sobre o que achou de beijar um homem, Cauã foi enfático: “No ‘ação’ a gente fez, mas barba espeta e não é legal. Os argentinos têm muita barba (risos).”
MixBrasil
O papel de Cauã
Na pele de um DJ homossexual, o ator Cauã Reymond declarou que não teve problemas em protagonizar um beijo com o ator argentino Nazareno Casero. “Ele é bem resolvido e eu também. Então não teve crise. Demos dois tapinhas nas costas. Perguntei: É isso o que a gente vai ter que fazer?”, revelou ele sobre os bastidores do longa. Para interpretar o papel, Cauã fez laboratório em clubes gays como a The Week e conversou com profissionais da área.
Sobre o que achou de beijar um homem, Cauã foi enfático: “No ‘ação’ a gente fez, mas barba espeta e não é legal. Os argentinos têm muita barba (risos).”
MixBrasil
Essa lista causou polêmica porque, apesar de rumores, Tim nunca falou sobre sua sexualidade a ninguém, e não há registro de que seja gay, apenas especulações.
Veja a lista completa da Out na ordem.
TIM COOK
ELLEN DEGENERES
ANDERSON COOPERRACHEL MADDOW
BARNEY FRANK
SHEPARD SMITH
PETER THIEL
BARRY DILLER
JOE SOLMONESE
RICH ROSS
TAMMY BALDWIN
DAVID CICCILLINE
JARED POLIS
MARC JACOBS
SCOTT RUDIN
RYAN MURPHY
TOM FORD
NEIL PATRICK HARRIS
JANN WENNER
ANTHONY ROMERO
DAVID GEFFEN
PEREZ HILTON
ANDREW SULLIVAN
TIM GILL
CHRISTINE QUINN
ANDY COHEN
SUZE ORMAN
ANNISE PARKER
BRYAN LOURD & KEVIN HUVANE
CHAD GRIFFIN
MARTHA NELSON
GREG BERLANTI
RICHARD BERKE
JEREMY BERNARD
CHUCK WOLFE
Cena Gsexta-feira, 15 de abril de 2011
Na última quarta-feira (13), começou o Happy Hour Abençoado, no Casarão Brasil. Este movimento tem como objetivo tirar a igreja, gay, de dentro da própria igreja.
Depois de passar como pastor por algumas denominações evangélicas inclusivas ou não, Kim Ferreira agora quer formar um grupo de cristãos que tem como objetivo se reunir para colocar em prática preceitos de Jesus como amar ao próximo.
“Não é uma nova igreja”, avisa Kim, idealizador da iniciativa, explicando que se trata de uma iniciativa para reunir cristãos para comungar da palavra de Deus, mas principalmente fazer trabalhos em prol da comunidade LGBT.
O objetivo é reunir às quartas cristãos para atuar em trabalhos assistenciais com foco nas necessidades e especificidades da comunidade LGBT.
A primeira reunião aconteceu na última quarta-feira como um primeiro passo para esse caminho de uma fé mais liberta. A próxima está marcada o dia 20, a partir das 18h, também no Casarão Brasil, que fica na Rua Frei Caneca, 1057 – Cerqueira César. Mais informações sobre como participar pelo e-mail kimsp61@gmail.com
Cena G
Depois de passar como pastor por algumas denominações evangélicas inclusivas ou não, Kim Ferreira agora quer formar um grupo de cristãos que tem como objetivo se reunir para colocar em prática preceitos de Jesus como amar ao próximo.
“Não é uma nova igreja”, avisa Kim, idealizador da iniciativa, explicando que se trata de uma iniciativa para reunir cristãos para comungar da palavra de Deus, mas principalmente fazer trabalhos em prol da comunidade LGBT.
O objetivo é reunir às quartas cristãos para atuar em trabalhos assistenciais com foco nas necessidades e especificidades da comunidade LGBT.
A primeira reunião aconteceu na última quarta-feira como um primeiro passo para esse caminho de uma fé mais liberta. A próxima está marcada o dia 20, a partir das 18h, também no Casarão Brasil, que fica na Rua Frei Caneca, 1057 – Cerqueira César. Mais informações sobre como participar pelo e-mail kimsp61@gmail.com
Cena G
VIDA GAY.
Não se desgaste demais em badalações externas. Para cada agito dos grandes, passe uma ou duas noites em casa.
A presença da senadora Marta Suplicy no Senado _e na mesa, na posição de vice presidenta da Casa_ vai mexer com as discussões da Casa. Em sua posse ela defendeu leis pretendidas pela comunidade homossexual e uma ampla discussão em torno da questão do aborto. Conhecida por seu posicionamento progressista, Marta é durona e deve enfrentar os senadores mais conservadores, já que não é novidade para ninguém que ela costuma bater de frente com seus opositores de forma firme.
Segundo semestre: casamento gay
Tanto a senadora quanto seus interlocutores na militância gay avaliam que a lei escrita pela própria Marta é ultrapassada e não condiz mais com os anseios da comunidade gay brasileira. A nova proposta que Marta apresentará no segundo semestre é parecida com a que foi aprovada recentemente na Argentina e que na prática equipara a união gay ao casamento tradicional para fins jurídicos. Essa decisão foi tomada pela Marta junto de membros da ABGLT e de assessores dela ligados à comunidade. A estratégia da Marta é esperta: ela espera que o Supremo finalize a votação da união civil gay antes de junho. Caso a união civil passe a ser permitida no Brasil _as chances são enormes, já que nove dos 11 ministros do Supremo devem votar pelo "sim"_ vários casais de homossexuais devem correr às varas de família para ter suas uniões reconhecidas. Essa corrida provocará uma ampla discussão sobre a união civil gay no Brasil na mídia, momento mais que oportuno para que o Congresso receba sua proposta para o casamento gay.
MixBrasil
Segundo semestre: casamento gay
Tanto a senadora quanto seus interlocutores na militância gay avaliam que a lei escrita pela própria Marta é ultrapassada e não condiz mais com os anseios da comunidade gay brasileira. A nova proposta que Marta apresentará no segundo semestre é parecida com a que foi aprovada recentemente na Argentina e que na prática equipara a união gay ao casamento tradicional para fins jurídicos. Essa decisão foi tomada pela Marta junto de membros da ABGLT e de assessores dela ligados à comunidade. A estratégia da Marta é esperta: ela espera que o Supremo finalize a votação da união civil gay antes de junho. Caso a união civil passe a ser permitida no Brasil _as chances são enormes, já que nove dos 11 ministros do Supremo devem votar pelo "sim"_ vários casais de homossexuais devem correr às varas de família para ter suas uniões reconhecidas. Essa corrida provocará uma ampla discussão sobre a união civil gay no Brasil na mídia, momento mais que oportuno para que o Congresso receba sua proposta para o casamento gay.
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