quinta-feira, 11 de agosto de 2011

O cantor gospel Theory Hazit está causando entre a comunidade evangélica por conta do lançamento do single "Cancealed Sorrow" sobre a história de um adolescente gay que acabou se suicidando depois de tanta perseguição. A letra da música e o clipe foram inspirados por uma história real. O nome do adolescente gay que se suicidou é Roger. Na música ele é chamado de Nicky. O cantor Hazit defende sua música: "Eu escrevi Concealed Sorrow na esperança de que a Igreja ouça, veja, e pratique o amor de Cristo à todos os que lutam". A música dividiu opiniões entre os setores evangélicos norte-americanos. Os críticos a classificaram de "apelativa"; já as igrejas mais proguessistas acreditam que a introdução desta temática (o bullying homofóibico) é importante.
MixBrasil

Theory Hazit & Toni Shift - Concealed Sorrow music video





Pense nisso

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Atitude Gay.

Quando em contato íntimo com o corpo de um homem, não esqueça a alma e o coração dele. 



Deputado federal há seis meses, Jean Wyllys posou cheio de estilo para a edição de agosto da revista Rolling Stone e afirmou que não quer ter mais seu nome ligado ao reality show. “Quando saí candidato, eu não pus no meu material de campanha referências ao programa”, destacou.

A vontade de Jean é ser reconhecido como o deputado dos direitos humanos. “Sei que já escrevi meu nome na História, mesmo que este seja meu único mandato”, disse ele, que tem entre suas principais plataformas os direitos LGBTs e a defesa das religiões de origem africana.
"Antes de mim, teve o Clodovil [Hernandes]. Mas ele não encampava a luta do movimento, pelo contrário. Em entrevistas, era radicalmente contra as paradas gays", diz o político refletindo sobre o papel do estilista no Congresso. "O deputado Clodovil não oferecia perigo, compreendeu? O problema é chegar aqui e reclamar por direitos".
Recentemente, em entrevista à apresentadora Marília Gabriela, ele contou que sofreu discriminação no seio familiar, entre outros assuntos.
Gay 1



OP dia da Homofobia enrustida

PT e PSDB se articulam para convencer o prefeito Gilberto Kassab (PSD) a vetar o projeto que cria o Dia do Orgulho Heterossexual, aprovado na Câmara paulistana há menos de uma semana.

A informação é da reportagem de José Benedito da Silva publicada na edição desta terça-feira da Folha. A reportagem completa está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha.
Segundo o texto, os vereadores já têm 18 dos 55 votos. Para manter um veto, são necessários 19. O gesto do prefeito tornou peça-chave para resolver a crise política iniciada após a aprovação da proposta, do vereador Carlos Apolinário (DEM).
Mas há outra opção: Kassab não veta nem sanciona e o projeto volta ao Legislativo para sanção automática --a Câmara não pode vetar projeto que ela mesmo aprovou. Com isso, a alternativa restante seria votar outro projeto revogando a lei, o que seria embaraçoso para a Câmara.


REPERCUSSÃO
A criação do Dia do Orgulho Hétero ganhou até repercussão internacional. Os sites das revistas "Forbes" e "Newsday" deram destaque ao "Straight Pride Day".
O assunto chegou a ser um dos mais comentados do Twitter em todo o mundo. Um abaixo-assinado também foi criado na internet por uma militante gay da Baixada Santista.
A ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) pediu veto ao projeto.
Folha Online



De volta a cena!

O cantor Boy George contou que sofreu bullying na cadeia. O popstar passou quatro meses na prisão, em 2009, por ter agredido e aprisionado em sua casa um garoto de programa, e agora comentou que enfrentou homofobia atrás das grades.

"O bullying era basicamente um grupo de rapazes gritando mulherzinha e coisas assim. Não era nada que eu já não tivesse escutado antes e eu lidei com isso como lidaria se estivesse nas ruas", declarou o cantor à rádio National Prison.
Cena G



Depois de quase 15 anos afastados do público brasileiro, os músicos de Erasure estão de volta para uma série de shows da turnê "Total Pop!". Depois de passar por Brasília, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, a dupla formada por Andy Bell (vocalista) e Vince Clarke (teclado e guitarra) se apresenta nesta terça-feira (9) em São Paulo, no Credicard Hall. O encerramento da turnê, no Pepsi on Stage de Porto Alegre, acontece na quinta-feira (11).

A turnê também marca a volta do duo inglês aos palcos mundiais depois de um hiato de quatro anos. A excursão mescla hits como "A Little Respect", "Blue Savannah", "Drama", "Love To Hate You", "Oh L'Amour", "Sometimes", "Ship of Fools" e "Star" com músicas do último álbum de inéditas "Light At The End of The World”, lançado em 2007.
Em entrevista por telefone ao UOL, o vocalista Andy Bell falou sobre sua última passagem pelo Brasil, o novo álbum do Erasure e opinou sobre a polêmica do Dia do Orgulho Hétero, projeto de lei dos vereadores de São Paulo (entenda o caso). Na visão de Andy, "a sociedade se sente tão insegura que precisa criar uma data dessas".


UOL Música - Como é voltar ao Brasil depois de tantos anos?
Andy Bell - Eu me sinto muito bem, muito mais centrado. Agora que eu já conheço o Brasil, estou menos nervoso, porque da outra vez eu era muito imaturo. Da última vez que estivemos no Brasil abrimos o show do David Bowie em um festival de rock. Éramos a última banda antes de Bowie entrar e as pessoas falavam palavrões e jogavam objetos no palco. Fiquei com medo e nervoso. Achei muito estranho que isso acontecesse em uma cidade grande como São Paulo, com tantas casas noturnas e bares gays.


UOL Música - Como foram os shows no Brasil na semana passada?
Andy Bell - Os shows que fizemos foram fantásticos. Fiquei surpreso que as pessoas sabiam a letra da maioria das músicas, até os jovens. Eles não poderiam ter visto o show do Erasure em 1997. Acho que nos conhecem pelo YouTube [risos]. Depois de tantos anos, minha voz melhorou, estou mais seguro de mim mesmo, então eu não preciso ser uma rainha no palco. Posso me concentrar em outros elementos. Quando eu me emociono com as canções, eu acho difícil esconder isso do público. E essa emoção acaba nos unindo.


UOL Música - Qual a diferença do público brasileiro do resto do mundo?
Andy Bell - Eu acho que os brasileiros tem um controle de seus corações, o que nos dá uma sensação ótima. Sinto que têm uma grande paixão sem serem loucos. Por isso, eu consigo me conectar com os brasileiros.
A música está sendo vendida até o limite. Não gosto desse ambiente em que é preciso estar na capa dos jornais todos os dias e se envolver em escândalos para conseguir atenção

UOL Música - Qual é o conceito de "Tomorrow's World", o próximo álbum do Erasure?
Andy Bell - Não há um conceito em si nesse álbum. O que posso dizer é que é uma obra muito moderna, bem atual. Muitas das canções são cínicas, mostram como o mundo é agora. Não há nada acontecendo de interessante. As pessoas só usam drogas --nada contra isso [risos]-- e não há pelo que ansiar.


UOL Música - E como você vê o mundo da música atual?
Andy Bell - É muito triste. Não há programas de música na televisão, as letras são muito pornográficas e voltadas para um público muito jovem, às vezes para pré-adolescentes. A música está sendo vendida até o limite. Eu acho que você não tem que ser a Lady Gaga para fazer música. Não gosto desse ambiente em que é preciso estar na capa dos jornais todos os dias e se envolver em escândalos para conseguir atenção.

UOL Música - Em São Paulo circula um projeto de lei para instituir o Dia do Orgulho Hétero. O que você acha disso?
Andy Bell - É bem triste. Os estudos dizem que cerca de 10% da população é gay. Há cerca de 20 milhões de habitantes na Grande São Paulo, o que significa que existem pelo menos 2 milhões de gays. Acho que a sociedade se sente tão insegura que precisa criar uma data dessas. O correto é dar um dia para os gays. Estamos lutando há tanto tempo por nossos direitos, queremos a união civil. Não acho que deve existir um cenário de héteros contra gays, acho que temos de estar todos do mesmo lado.
Uol música

Estreia hoje às 10 da noite na universitária Fm - 104.7

Pense nisso!

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Aconteceu neste domingo a 7ª Parada do Orhulho LGBT de Contagem, em Minas Gerais. O tema do evento este ano foi “Contagem 100 Homofobia: Cidade Centenária, Cidade da Diversidade” e reuniu cerca de 80 mil pessoas na Avenida João César de Oliveira.

O evento também contou com uma homenagem ao atleta de vôlei Michael Pinto dos Santos, que foi convidado para participar da Parada. Em abril deste ano, ele foi vítima de homofobia por parte dos torcedores do time adversário.
Gay 1


Os Centros de Referência de Cidadania LGBT, núcleos responsáveis pelo acolhimento e o encaminhamento de demandas de vítimas de homofobia, coordenado pela Superintendência de Direitos Individuais, Coletivos e Difusos, da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos, ganharam nova identidade visual.

A marca já poderá ser vista no novo centro de referência, que será inaugurado no dia 16 de agosto, em Duque de Caxias. Segundo o Superintendente de Direitos Individuais, Coletivos e Difusos da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos, Cláudio Nascimento, o Disque LGBT (0800 023 4567) também terá novo símbolo gráfico nas próximas semanas.
Os Centros de Referência de Cidadania LGBT são equipamentos estaduais e integram o Programa Estadual Rio sem Homofobia – um conjunto de medidas e políticas públicas de combate à homofobia e promoção da cidadania LGBT. As unidades são compostas por profissionais de diferentes especialidades, que prestam atendimento gratuito à comunidade LGBT, como advogados, psicólogos e assistentes sociais.
Gay 1



Talvez o diálogo seja algo ausente em filmes que tratam de conflitos entre a subjetividade do individuo (seja ela carnal ou filosófica) e o meio social. Entretanto essa diferenciação inicial poderia ser generalizável quando a possibilidade interpretativa e o “falar” imagens suprem o desejo e o desvendar do espectador. Mais uma me dedico a uma película que trata da religião. O diferencial do filme “Pecado da Carne” com o “Quando a noite cai” vai muito além das diferenças entre gênero, está visível na distância cultural quando se trata do judaísmo ultraortodoxo e com a intenção do filme como um todo.


Retratar uma relação amorosa entre dois homens dentro da religião judaica, ainda mais em uma corrente ultraconservadora e rígida parece ser algo impossível. Seria talvez como filmar um filme LGBT no Irã teocrático mulçumano. Essa conquista inimaginável talvez seja o maior mérito do filme. Um jovem judeu chega à procura de uma escola judaica em um bairro tradicional e por acaso conhece um senhor judeu conhecido por suas atividades na sinagoga. Na realidade a ida do jovem judeu tem um motivo amoroso e como é de se esperar em uma comunidade com grande rigidez e coesão, na qual os valores partilhados são mais fortes que outras, logo a notícia é tida como uma grande ameaça ao bairro.


O desejo carnal é visto pelos olhos dos protagonistas e pelo enquadramento da câmera que enaltece a beleza pecaminosa de Ran Danker que interpreta Ezri. As palavras nos diálogos são bruscas e fortes, tal como o comportamento religioso da comunidade. Quando as impressões de desejo saem pela boca dos personagens, são essas as mesmas que o espectador já pensara logo de inicio. O diretor prende as palavras e deixa o espectador sentir, aguarda o espectador viver o confronto.

Entretanto algo pode ser questionável quanto à intenção do diretor estreante Haim Tabakman e de toda a produção de “O Desejo da Carne”, já que aparentemente é “cabível” deixar o espectador tomarem suas conclusões. O filme parece não ter a principio a intenção de opinar. O pecaminoso é o intruso, o intruso leva o “correto” ao pecado pelo desejo, o desejo que se vê nos olhos. Será realmente que o desejo no filme é tido como válido ou apenas uma constatação do à figura pecaminosa deve ser mantida à distância para manter a coesão religiosa de sua comunidade? Transgredir não parece ser uma opção plausível no filme, e evitar esse confronto talvez seja uma das intenções intricadas no filme.


Apesar de ser apenas uma impressão, ao perceber que o filme foi financiado pelo Ministério da Educação de Israel torna meio dúbia na real intenção. Por fim vale lembrar que o sexo anal é um dos maiores e repudiáveis pecados do judaísmo. O desejo do ser humano é o repúdio da religião e uma negação de diálogo entre as vontades e suas funções espirituais sempre causam conflitos, vide o Brasil contemporâneo. Mas talvez seja o contrário, totalmente o inverso . Tirem suas próprias conclusões.
Gay 1


Pense nisso!

Vamos lá Bahia!

O slogan da 10° edição da Parada Gay da Bahia é “Ser gay não é estanho. Estranho mesmo é a homofobia”. O que também chama atenção é um modelo “espancado” na arte. A divulgação inclui anúncio virtual em que, com o mouse, é possível limpar as feridas até transformar a frase “Homofobia é mesmo muito estranho” em “Ser gay não tem nada de estranho”. A parada, realizada em Salvador, acontece em 11 de setembro. No mais, a cantora Ivete Sangalo, irá fazer dois convites ao seus seguidores no Twitter para irem à parada, um três dias antes do evento e outro em 11 de setembro.
Uol Gay

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Algumas pessoas se dizem descontentes com o trabalho do movimento LGBT. Porém, geralmente essas pessoas que ficam reclamando fazem pouco ou nada para melhorar a situação. Ou são autonomistas que não têm base social, ou não participam de reuniões periódicas de base. Essas pessoas geralmente não conhecem a realidade em que milhões de LGBT estão inseridos, algumas nunca atenderam o apelo desesperado de uma vitima da homofobia.

É importante lembrar para as pessoas que fazem criticas construtivas, que elas não se encaixam nas observações anteriores.
É necessário ter planejamento para atingir nossos sonhos. Você tem planos e idéias para melhorar a situação LGBT no Brasil?
Você tem um site que ajuda a construir o movimento? Ou você só quer detonar o que está sendo feito? Você já escreveu para Bolsonaro, Miriam Rios, Du Loren ou Malafaia protestando, ou fica esperando que os(as) outros(as) façam o que você poderia fazer? Você já protestou contra um vereador da sua cidade, ou um deputado do seu estado? Já parabenizou parlamentares aliados, ou prefere dizer que eles poderiam fazer melhor? Quantas cartas abertas você já escreveu? Quando uma organização LGBT pediu a sua opinião ou colaboração, você contribuiu ou só ficou falando depois como as coisas deveriam ter sido feitas. Quando convidaram para organizar a Parada LGBT em sua cidade, você ajudou ou simplesmente saiu falando que é um carnaval fora de época?
Você já aceitou assumir um cargo em uma organização LGBT? Ou recusou alegando falta de tempo e depois saiu criticando com afirmações do tipo: “essa turma quer é ficar sempre nos cargos"? Quando as pessoas estiverem trabalhando com boa vontade e com interesse para que tudo corra bem, há quem afirma que a entidade está dominada por um grupinho. Você já fez isto? Também há quem não lê o que é postado nas listas de e-mail e depois fica reclamando que nunca é informado de nada. Você já fez isto?
Quando há divergências com uma pessoa da diretoria ou da entidade, você procura com toda intensidade vingar-se na organização e nas listas de discussão e boicotar seus trabalhos, inclusive colocando as outras entidades congêneres contra?
E quando cessarem as publicações, os projetos, as reuniões e todas as demais atividades, enfim, quando nossa entidade morrer, você é daqueles que estufa o peito e afirma com orgulho: ‘’Eu não disse?’’?
Às pessoas que ficam reclamando, sugiro a leitura do texto abaixo, baseado em artigo sobre as obras de Erika Andersen e publicado no site Olhar digital;


Dica um: Tenha objetivos razoáveis na militância.
O (a) Ativista precisa entender exatamente o que o(a) inspira e qual o trabalho que pode dar mais prazer no futuro para definir um trabalho social e ideal. E precisa ser realista em seus objetivos: se sua ambição é criminalizar a homofobia, você pelo menos tem que falar com os(as) congressistas senadores(as), deputados (as). Com quantos(as) você já conversou sobre o assunto? Vai depender deles os votos.
Pense no trabalho baseado nos conhecimentos que já possui, experiências e interesses, além de, obviamente, descobrir ser tem os recursos necessários para trabalhar na área desejada. Busque apoio nas boates, saunas e sites LGBT. Eles(as) podem ajudar muito.
Foque no que você gostaria realmente de fazer e que acha ser possível. Aconselho que o(a) militante escreva suas principais conclusões e, a partir daí, trace um plano de ação para atingir seus objetivos, em determinado tempo. Se seu objetivo vai depender de formar uma ONG ou ganhar muito mais experiência profissional, pense em algo de longo prazo. Já se você quiser fazer um simples avanço em que está sendo feito, junte-se a quem está trabalhando É muito difícil trabalhar em grupo, mas, no final é gratificante. Temos hoje nove redes nacionais LGBT no país e 302 ONG registradas, e 35 fóruns informais, e mais 167 listas LGBT e muitas comunidades no Face book e Orkut e outras redes sociais.

Dica dois: Seja honesto sobre os obstáculos
Infelizmente tem homofobia para todo mundo trabalhar.
Depois de ter uma clara ideia de que gostaria de conseguir e quanto tempo vai ser necessário para atingir o trabalho dos sonhos, se prepare para as barreiras que podem surgir no caminho. Eu sugiro que você enxergue os obstáculos na política, nos recursos e nas pessoas.
Entre os exemplos de situações que precisam ser analisadas, destaco que o(a) ativista deve enxergar se a cidade o estado em que mora tem espaço para o trabalho que quer fazer, se está disposto a abrir mão de parte do salário atual para entrar em uma nova área; se vai ter dificuldade para aprender novas coisas que serão fundamentais na área que pretende seguir, entre outros. Lutar pelo coletivo, é só receber críticas, geralmente. O que você fizer receberá 97% de criticas e 3% de reconhecimento.


Dica três: Organize o plano de ação e vá à luta
Após entender exatamente o que quer fazer e quais os obstáculos vai enfrentar pela frente, o(a) ativista deve detalhar todos os esforços que serão necessários, na ordem correta, para atingir os objetivos.
Por exemplo, se você descobre que precisa buscar conhecimentos adicionais para atingir a cidadania dos sonhos, deve traçar um plano de ação específico para isso, em ordem cronológica. Como exemplo: 1) falar com as pessoas no movimento LGBT para entender o que elas pensam que é mais importante em termos de conhecimento e formação; 2) pesquisar os cursos e encontros específicos; 3) definir quais são as opções razoáveis em termos de tempo e dinheiro; 4) determinar a melhor opção.
Concluir a decisão de definir os rumos da própria atuação como ativista serve como um estímulo para qualquer militante. “Minha experiência é que muitas coisas boas se seguem a isso: mais energia, aumento da autoconfiança, moral elevada e uma excelente sensação de sucesso”.
Estamos firmes na luta pela cidadania plena LGBT.


Toni Reis
Presidente da ABGLT