terça-feira, 11 de outubro de 2011


A temporada 2011/2012 de cruzeiros para LGBTs está aberta. Segundo a ABRAT/GLS - Associação Brasileira de Turismo para gays, lésbicas e simpatizantes, seis diferentes opções de cruzeiros serão disponibilizadas, somando-se as outras já existentes, totalizando 12 diferentes destinos o que representará um aumento de 100% em relação ao mesmo período do ano passado.

Segundo Heitor Ferreira Filho, Diretor de marketing da ABRAT-GLS e da Gay Travel Brasil, operadora que trabalha com todos os cruzeiros da temporada, a oferta e a demanda continuarão a crescer nos próximos três anos. "No início, começamos com pequenos grupos de seis a oito passageiros em cruzeiros regulares, hoje os grupos tem mais de 30 passageiros, o que faz com que tenhamos que criar outros grupos uma vez que o bloqueio original lota", afirma Ferreira.
Um outro fator é que, apesar da maior oferta desse produto para o consumidor brasileiro poucas agências oferecem o mesmo no Brasil, com exceção das agências associadas à entidade, o consumidor tem dificuldade em encontrar agentes e operadores que conheçam bem este produto. Entretanto, apesar da falta de informação da maioria dos agentes de viagem, o turista LGBT brasileiro, cada vez mais, opta por férias a bordo dos cruzeiros para lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais.
A novidade desta temporada fica por conta do novo trajeto entre Buenos Aires (Argentina) e Punta Del Este (Uruguai), ao qual será o primeiro cruzeiro voltado ao público LGBT nestes países.
Gay 1


Covardia homofóbica!

Não sou homofóbico, tenho amigos homossexuais”, disse nesta segunda-feira (10) um dos dois suspeitos de agredir um casal homossexual na madrugada de sábado (1º), na região da Avenida Paulista, em São Paulo, após saírem de uma casa noturna onde haviam discutido. O estudante de 25 anos, investigado pela Polícia Civil pelo envolvimento no suposto ataque homofóbico aos gays, falou com o G1 sob a condição de que seu nome não fosse divulgado.

Segundo a polícia, a briga entre os estudantes e o casal gay ocorreu na madrugada do dia 1º, na esquina das ruas Bela Cintra e Fernando de Albuquerque após todos os envolvidos deixarem o Sonique Bar. Antes, os suspeitos tentaram paquerar duas amigas do casal, mas não foram correspondidos. Ao deixarem o local, as vítimas teriam dito que foram ofendidas pelos estudantes por palavras homofóbicas.
“Tenho sim [amigos gays], tenho na minha faculdade e próximo a minha casa. Sempre frequentei baladas GLS [Gays, Lésbicas e Simpatizantes]”, afirmou o universitário nesta manhã, refutando as acusações de que ele e o amigo, um universitário de 26 anos, são homofóbicos e que tenham batido nas vítimas porque eles são gays.
Na sexta-feira (4), o jovem de 25 anos já havia prestado depoimento à Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi), que investiga se o crime de lesão corporal foi motivado por homofobia, como haviam relatado o analista fiscal Marcos Paulo Villa, de 32 anos, e seu namorado, um coordenador financeiro de 30 anos, que não quis dar o nome.
Villa teve escoriações na nuca. O coordenador quebrou a perna direita na confusão e está internado num hospital com traumatismo craniano. O analista deverá ir nesta tarde à Decradi fazer o reconhecimento de seus agressores por meio de fotografias. A previsão de alta médica para seu namorado é entre terça-feira (11) e quarta (12).
Os investigadores ainda procuram o outro universitário, de 26 anos, suspeito de participar da briga com os gays e apontado pelas vítimas como o responsável por ter quebrado a perna do coordenador. A polícia localizou os suspeitos a partir dos nomes da lista de clientes que estavam no Sonique Bar.
“Acho que ele vai esperar a intimação da polícia para se apresentar”, disse o estudante de 25 anos ao ser questionado sobre o paradeiro de seu amigo.
O estudante suspeito também negou que seu colega tenha quebrado a perna de um dos gays. “No meio da briga ele caiu e acabou acontecendo [de quebrar a perna sozinho numa valeta]”, disse o jovem. “Foi isso o que aconteceu. Teve toda essa discussão e infelizmente o rapaz acabou quebrando a perna, que foi uma fatalidade, né, meu? Eu não queria fazer nada disso, não queria machucar ninguém. Só que acabou acontecendo a briga e foi o que aconteceu, cara.”
“Fui saber depois que eles eram homossexuais. Soube pela televisão. Quando eu estava lá dentro [do Sonique Bar] e conversei lá dentro com ela, e aí saí, continuei bebendo, conversei com outras pessoas, conhecendo outras pessoas. E posteriormente eu fui conversar com ela de novo. Foi quando ele [o coordenador] veio, né? E aí começou a beijar ela na minha frente. Aí, por conta disso eu não sabia, né? Que ela estava acompanhada. Ai eu me virei e fui embora, né? Achando que eles fossem namorados. Fiquei na minha, me virei e fui embora. Fiquei lá [dentro do bar] curtindo. E depois disso, nós fomos embora e quando eu saí, já estavam discutindo. O meu amigo estava discutindo com eles. Nós fomos embora novamente e foi tudo isso o que aconteceu”, relatou o estudante de 25 anos, que afirmou também ter apanhado do casal.
Segundo o jovem, ele frequentava o Sonique porque seu irmão trabalhava lá como barman. “Meu irmão foi mandado embora do emprego dele por conta disso, né? Ele trabalhava lá, no bar da ocasião. E por ele trabalhar lá eu sempre frequentei. É um bar democrático. Tipo, tem dia que são gays, tem dia que são gays voltados mais para as mulheres.”
Na sexta, o advogado do estudante, Severino Ferreira, havia dito que a briga entre seu cliente e os gays não teve cunho homofóbico. “Meu cliente e o colega dele nem sabiam que os dois homens que quiseram brigar com eles eram gays. Só souberam pela televisão. Meu cliente tem amigos gays, portanto a tese de que a briga foi motivada por homofobia é descabida. Meu cliente tem amigos gays, trabalha e estuda e nunca passou pela polícia antes”, disse o advogado Ferreira.
Os agressores estavam com roupas e tatuagens de surfistas. A investigação descartou a ação de grupos organizados de intolerância contra gays, como skinheads e neonazistas. Também não será pedida a prisão dos envolvidos à Justiça.
Gay 1

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

A temporada 2011/2012 de cruzeiros para LGBTs está aberta. Segundo a ABRAT/GLS - Associação Brasileira de Turismo para gays, lésbicas e simpatizantes, seis diferentes opções de cruzeiros serão disponibilizadas, somando-se as outras já existentes, totalizando 12 diferentes destinos o que representará um aumento de 100% em relação ao mesmo período do ano passado.

Segundo Heitor Ferreira Filho, Diretor de marketing da ABRAT-GLS e da Gay Travel Brasil, operadora que trabalha com todos os cruzeiros da temporada, a oferta e a demanda continuarão a crescer nos próximos três anos. "No início, começamos com pequenos grupos de seis a oito passageiros em cruzeiros regulares, hoje os grupos tem mais de 30 passageiros, o que faz com que tenhamos que criar outros grupos uma vez que o bloqueio original lota", afirma Ferreira.
Um outro fator é que, apesar da maior oferta desse produto para o consumidor brasileiro poucas agências oferecem o mesmo no Brasil, com exceção das agências associadas à entidade, o consumidor tem dificuldade em encontrar agentes e operadores que conheçam bem este produto. Entretanto, apesar da falta de informação da maioria dos agentes de viagem, o turista LGBT brasileiro, cada vez mais, opta por férias a bordo dos cruzeiros para lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais.
A novidade desta temporada fica por conta do novo trajeto entre Buenos Aires (Argentina) e Punta Del Este (Uruguai), ao qual será o primeiro cruzeiro voltado ao público LGBT nestes países.
Gay 1

estupidez evangélica




Samuel Brinton, 23 anos, estudante de engenharia contou ao pai aos 12 anos que sentia atrações pelo melhor amigo. Filho de um pastor da Igreja Batista, ele foi obrigado a negar que era homossexual depois de sessões de tortura movidas a orações, e viveu uma vida dupla para não perder o apoio dos pais. Hoje, ele conta que foi renegado pela família e o que passou.

Durante a terapia de conversão, eram aplicadas diversas torturas, enquanto um vídeo exibia cenas de dois homens fazendo sexo. Tudo para, segundo a teoria, o cérebro de Brinton correspondesse a dor com o sexo homossexual. Suas mãos eram queimada e depois colocadas no gelo, agulhas espetavam sob suas unhas, choques incessantes eram dados do garoto. O rapaz cedeu ao ver que os pais não o aceitariam e passou a dizer que estava “curado”. Em um dos momentos dramáticos de sua vida, chegou a subir ao telhado de sua casa e ameaçou se matar. Desceu de lá optando por viver, quando sua mãe disse “Eu vou te amar de novo, mas só se você mudar.”
Outra tática usada era que ele seria o último gay do mundo, pois o governo teria matado todos os outros e ele precisava não ser gay para não ser morto.
Cena G 

Protestos silenciosos pedindo paz e o fim das agressões motivadas por homofobia –recentes, nos últimos meses, em cidades como Rio e São Paulo --, a 16ª Parada do Orgulho Gay do Rio de Janeiro realizada neste domingo (9) foi aberta com balões brancos e uma bandeira branca, em contraste com a bandeira do movimento, que leva as cores do arco-íris.

Ver em tamanho maiorParada Gay agita o RioFoto 14 de 58 - Parada Gay acontece neste domingo na orla da Zona Sul da cidade, com a participação de um milhão de pessoas Vanderlei Almeida/AFPPor volta das 15h30 o Hino Nacional executado pela cantora Jane Di Castro. Entre as pessoas que ocupavam a orla de Copacabana --mais de um milhão, segundo a organização --, estavam super-heróis, artistas do rock e muitas drag queens.
Ativista, o deputado Jean Willys (PSOL-RJ) disse que a parada é um momento de o gay se colocar “do jeito que ele é”. “A primeira impressão da parada é a união de todas as tribos do mundo gay. Estamos aqui para pedir paz. Temos que sair do silêncio. Paz sem voz não é paz, é medo, já cantou o poeta. Me sinto um defensor dos direitos humanos”, disse.
Segundo o criador da parada e superintendente da secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos do Estado, Cláudio Nascimento, a parada “é a cereja do bolo, com um aspecto de carnaval, uma grande festa, mas desde 1995 estamos aqui na praia de Copacabana para lutar por nossos direitos. Muitos gays ainda não sabem do seu direito à união estável, e nem leis que na cidade do Rio os defendem”.
Coordenador do programa Rio Sem Preconceito, da Prefeitura do Rio, o estilista Carlos Tufvesson disse que o momento é de “celebrar uma conquista, uma vitória que tivemos no STF (Supremo Tribunal Federal)”. “Muitos gays não sabem que existe a lei 2475, de 1996, que diz que discriminar qualquer pessoa em estabelecimento comercial da cidade do Rio configura crime no qual o estabelecimento deve ser multado e pode ser até fechado. As pessoas têm que saber dos seus direitos e fazê-los valer.
De acordo com Tufvesson, a denúncia deve ser feita pelo site da coordenadoria, o www.cedsrio.com.br.
Moradora de Copacabana, a viúva aposentada de 78 anos Glória Pimenta, mais conhecida como Glorinha, disse que não perde uma edição da parada. “Venho todo ano. Adoro essa música. Eu digo às vezes que sou lésbica, mas eu sou uma viúva e prometi para o meu marido nunca mais ter nenhum relacionamento”.
Durante o evento, equipes da Defensoria Pública do Rio estavam no local fornecendo a documentação para que os interessados na união estável o fizessem gratuitamente.
Uol Gay


A alegria está na luta, na tentativa, no sofrimento envolvido. Não na vitória propriamente dita. 
(Mahatma Gandhi)

 

sexta-feira, 7 de outubro de 2011





A senadora Marta Suplicy (PT-SP), em breve pronunciamento nesta terça-feira (4), expressou sua indignação por mais um espancamento, classificado por ela de odioso, de um casal gay em São Paulo (SP). O casal gay foi espancado, xingado e insultado no último fim de semana, quando deixava um bar nas proximidades da Avenida Paulista, onde outros casos semelhantes já ocorreram. Um dos rapazes teve fratura grave na perna.

Marta Suplicy, que é relatora do PLC 122/06, que criminaliza a homofobia, disse que um novo texto está sendo elaborado de maneira a contemplar "quase tudo" do atual projeto, para que se consiga a aprovação definitiva do texto.
"Queremos aprovar uma lei que puna de forma mais severa esses atos de violência e homicídios que estão ocorrendo no país em relação aos homossexuais" disse.
Gay 1

A página também convoca para um evento marcado para sábado (8/10), às 23h30, no mesmo local e horário em que o casal Marcos Paulo Villa, de 32 anos, e o companheiro dele foram agredidos covardemente por dois homens no sábado, dia 1º de outubro, na região da Avenida Paulista.
Para maiores informaçoes sobre o evento acesse:
https://www.facebook.com/event.php?eid=158988370857561
Cena G

C O N F I R M A D O




O IV Manifesto da Diversidade Sexual de Vitória no Espírito Santo vai acontecer dia 04 de Dezembro na orla de Camburi - o evento está marcado para começar ás 13 hs e promete caminhada com muitas atrações e muita reflexão politica, será um dia de luta contra a homofobia.
É preciso amar as pessoas como se nao houvesse amanha -
Legião Urbana  

quinta-feira, 6 de outubro de 2011





Um dos homossexuais agredidos na madrugada do último sábado, na região da avenida Paulista, em São Paulo, falou nesta terça-feira ao Brasil Urgente. Segundo a vítima, "ninguém poderia ter agredido ele pelo fato de ser gay".

Em entrevista ao programa, ele comentou sobre a hipocrisia do país em relação aos preconceitos e contou um pouco dos momentos de tensão. "Você é novo ainda, pode ter um filho gay também, poque eu não escolhi ser homossexual", disse a vítima contando como foi a conversa com o agressor.


O caso
O fato ocorreu em um posto de combustíveis na rua Fernando de Albuquerque. Um analista fiscal e seu namorado, um coordenador financeiro, haviam saído de um bar na região com uma amiga, quando dois homens começaram a assediar a mulher.
O casal tentou defender a amiga, mas houve discussão com os homens, que passaram a agredir os homossexuais. O coordenador financeiro teve a perna quebrada e o lábio aberto por causa dos socos recebidos.


Agressões
Os casos de agressões contra homossexuais têm se tornado cada vez mais frequentes na região. Em novembro do ano passado, um grupo de cinco pessoas agrediu três rapazes na avenida Paulista.
No mês seguinte, dois rapazes de 28 anos afirmam terem sido atacados, também na avenida Paulista. Em março deste ano, Mais uma denúncia de agressão contra homossexuais foi registrada na região. Um rapaz foi intimidado por um grupo de jovens.
Notícia Gay