quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Nesta semana a empresa Microsoft (que dispensa apresentações) se juntou a mais outras 5 empresas (Vulcan, NIKE, RealNetworks, Group Health Cooperative, and Concur) para dar apoio a leis que legalizariam o casamento igualitário no estado de Washington, nos EUA, onde fica a sede da empresa. De acordo com o site americano The Atlantic, a empresa enviou uma carta ao Governador do estado, Chris Gregoire, mostrando o seu apoio à causa. A justificativa, que pode ser encontrada no site da empresa, é de que os funcionários da Microsoft no estado estão em desvantagem em relação aos funcionários de outros estados americanos que já reconhecem o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Para a empresa é difícil contratar os melhores profissionais, quando o estado mesmo os discrimina.
Atualmente nos EUA somente seis estados reconhecem o casamento entre pessoas do mesmo sexo: Connecticut, Iowa, Massachusetts, New Hampshire, Vermont, e mais recentemente New York.
Fonte: The Atlantic.
Muito bom saber quando boas marcas apoiam grandes causas! Na semana em que as empresas de tecnologia levantam-se contra a censura na internet, a Microsoft nos lembra que ainda muitas pessoas possuem sua liberdade e direitos reduzidos na nossa sociedade.
Então faça como a Microsoft, e apoie o Casamento Igualitário, só que aqui no Brasil.
Gay 1
Atualmente nos EUA somente seis estados reconhecem o casamento entre pessoas do mesmo sexo: Connecticut, Iowa, Massachusetts, New Hampshire, Vermont, e mais recentemente New York.
Fonte: The Atlantic.
Muito bom saber quando boas marcas apoiam grandes causas! Na semana em que as empresas de tecnologia levantam-se contra a censura na internet, a Microsoft nos lembra que ainda muitas pessoas possuem sua liberdade e direitos reduzidos na nossa sociedade.
Então faça como a Microsoft, e apoie o Casamento Igualitário, só que aqui no Brasil.
Gay 1
O Grupo Matizes protocolou, nesta segunda-feira (23), requerimento junto à Corregedoria Geral da Justiça solicitando a publicação de ato administrativo para regulamentar os procedimentos a serem observados por casais, do mesmo sexo, que desejam converter suas uniões estáveis em casamento.
“O Matizes julga ser importante que a Corregedoria baixe um procedimento, a fim de orientar os cartórios do Estado no sentido de atender a essas reivindicações da comunidade LGBT”, afirmou Marinalva Santana, diretora do Grupo Matizes, acrescentando que o requerimento resulta de uma das ações desenvolvidas pelo projeto "Nas Trilhas do Direito", executado pelo Matizes, com o objetivo de prestar assessoria jurídica para pessoas LGBT e pessoas vivendo com HIV/AIDS.
De acordo com o documento, após a histórica decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) reconhecendo as uniões homoafetiva como entidade familiar, vários casais LGBTs procuraram o Grupo Matizes em busca de orientações sobre como proceder para converter suas uniões estáveis em casamento. Outros casais buscam entrar com pedido de habilitação direta para o casamento.
Tribunal de Justiça/PI
Na reunião, a Desembargadora Eulália Pinheiro, Corregedora Geral da Justiça, elogiou o trabalho feito pelo Grupo Matizes na luta em favor dos direitos LGBT e lembrou que o Piauí foi um dos estados pioneiros no reconhecimento das uniões entre pessoas do mesmo sexo, quando em 2008, baixou o Provimento 09/2008, regulamentando o registro de contatos de convivência.
“Vamos encaminhar o requerimento protocolado pelo Matizes à Assessoria Jurídica da Corregedoria para ser analisada a possibilidade jurídica de publicação de um provimento regulamentando as duas situações apontadas pelo Grupo”, explicou Eulália.
A coordenadora do Grupo Matizes, Maria José Ventura, ressaltou que, quando provocado, o Tribunal de Justiça do Piauí dá respostas avançadas e vanguardistas no reconhecimento de direitos de LGBT. "Daí nossa expectativa de que, mais uma vez, o Judiciário piauiense diga sim às uniões homoafetivas", completa.
Gay 1
“O Matizes julga ser importante que a Corregedoria baixe um procedimento, a fim de orientar os cartórios do Estado no sentido de atender a essas reivindicações da comunidade LGBT”, afirmou Marinalva Santana, diretora do Grupo Matizes, acrescentando que o requerimento resulta de uma das ações desenvolvidas pelo projeto "Nas Trilhas do Direito", executado pelo Matizes, com o objetivo de prestar assessoria jurídica para pessoas LGBT e pessoas vivendo com HIV/AIDS.
De acordo com o documento, após a histórica decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) reconhecendo as uniões homoafetiva como entidade familiar, vários casais LGBTs procuraram o Grupo Matizes em busca de orientações sobre como proceder para converter suas uniões estáveis em casamento. Outros casais buscam entrar com pedido de habilitação direta para o casamento.
Tribunal de Justiça/PI
Na reunião, a Desembargadora Eulália Pinheiro, Corregedora Geral da Justiça, elogiou o trabalho feito pelo Grupo Matizes na luta em favor dos direitos LGBT e lembrou que o Piauí foi um dos estados pioneiros no reconhecimento das uniões entre pessoas do mesmo sexo, quando em 2008, baixou o Provimento 09/2008, regulamentando o registro de contatos de convivência.
“Vamos encaminhar o requerimento protocolado pelo Matizes à Assessoria Jurídica da Corregedoria para ser analisada a possibilidade jurídica de publicação de um provimento regulamentando as duas situações apontadas pelo Grupo”, explicou Eulália.
A coordenadora do Grupo Matizes, Maria José Ventura, ressaltou que, quando provocado, o Tribunal de Justiça do Piauí dá respostas avançadas e vanguardistas no reconhecimento de direitos de LGBT. "Daí nossa expectativa de que, mais uma vez, o Judiciário piauiense diga sim às uniões homoafetivas", completa.
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A Justiça Militar absolveu o sargento Laci Araújo, que assumiu que tinha um relacionamento homoafetivo em 2008.
A decisão, tomada por unanimidade pelos cinco juízes da Auditoria Militar de Brasília, considerou que não havia provas suficientes para a condenação.
O militar foi denunciado em 2010 pelo Ministério Público Militar por conta de declarações que teria feito contra uma procuradora militar no momento em que foi preso por deserção, em 2008.
Na decisão, os juízes consideraram que Laci não teve a intenção de ferir a dignidade da procuradora e que as declarações foram feitas num momento de estresse.
Cabe recurso da decisão, mas no próprio julgamento, o Ministério Público Militar, que havia apresentado a acusação, se manifestou a favor da absolvição.
No entanto, ainda tramita na Justiça Militar outro processo em que Laci foi condenado, na primeira instância, por calúnia e desacato a superior. A acusação é de que teria mentido ao dizer que foi torturado em 2008 após sua prisão.
Cena G
A decisão, tomada por unanimidade pelos cinco juízes da Auditoria Militar de Brasília, considerou que não havia provas suficientes para a condenação.
O militar foi denunciado em 2010 pelo Ministério Público Militar por conta de declarações que teria feito contra uma procuradora militar no momento em que foi preso por deserção, em 2008.
Na decisão, os juízes consideraram que Laci não teve a intenção de ferir a dignidade da procuradora e que as declarações foram feitas num momento de estresse.
Cabe recurso da decisão, mas no próprio julgamento, o Ministério Público Militar, que havia apresentado a acusação, se manifestou a favor da absolvição.
No entanto, ainda tramita na Justiça Militar outro processo em que Laci foi condenado, na primeira instância, por calúnia e desacato a superior. A acusação é de que teria mentido ao dizer que foi torturado em 2008 após sua prisão.
Cena G
O Metrô de São Paulo, em parceria com a Coordenação de Políticas para a Diversidade Sexual, lançou a campanha “Olhe e Veja Além do Preconceito. Respeite as diferenças”. O objetivo é promover o respeito e diminuir a discriminação contra gays, lésbicas e transgêneros.
O órgão afixou cartazes da campanha em todas as 58 estações das linhas 1, 2, 3 e 5 do Metrô de São Paulo, alcançando os milhares de passageiros que são transportados diariamente.
Cena G
O órgão afixou cartazes da campanha em todas as 58 estações das linhas 1, 2, 3 e 5 do Metrô de São Paulo, alcançando os milhares de passageiros que são transportados diariamente.
Cena G
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Em um movimento surpreendente, o governo israelense indicou nesta quinta-feira que vai recrutar voluntários LGBTs como enviados informais para vender a diversidade sexual do país como um fator atraente para melhorar sua imagem internacional.
Parada LGBT de Tel Aviv atrai centenas anualmente; evento já se tornou parte do calendário turístico da cidade (Foto: Oliver Weiken - 10.jun.11/Efe)Segundo a agência de notícias Associated Press o Ministério da Diplomacia Pública e Assuntos da Diáspora estabeleceu uma rede de contatos com voluntários LGBTs que viajarão a diversos países para falar sobre a aceitação de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais na sociedade israelense.
Em seu site, o Ministério encorajou as minorias e membros da comunidade LGBT para se apresentarem, e o porta-voz Gal Ilan confirmou que a intenção é destacar a diversidade sexual do país -visto como um oásis entre o conservador Oriente Médio, onde muitos países mantêm a homossexualidade como crime.
Para ele, quando as pessoas pensam no país, muitas vezes esquecem a comunidade LGBT israelense.
A imagem do país vem sendo abalada nos últimos meses por temas como o ataque ao navio humanitário Mavi Marmara, quando ativistas que tentavam furar o bloqueio naval à faixa de Gaza foram mortos, a consequente crise diplomática com a Turquia, e a recente polêmica envolvendo os judeus ultra-ortodoxos e suas limitações quanto à liberdade das mulheres.
Gay 1
Parada LGBT de Tel Aviv atrai centenas anualmente; evento já se tornou parte do calendário turístico da cidade (Foto: Oliver Weiken - 10.jun.11/Efe)Segundo a agência de notícias Associated Press o Ministério da Diplomacia Pública e Assuntos da Diáspora estabeleceu uma rede de contatos com voluntários LGBTs que viajarão a diversos países para falar sobre a aceitação de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais na sociedade israelense.
Em seu site, o Ministério encorajou as minorias e membros da comunidade LGBT para se apresentarem, e o porta-voz Gal Ilan confirmou que a intenção é destacar a diversidade sexual do país -visto como um oásis entre o conservador Oriente Médio, onde muitos países mantêm a homossexualidade como crime.
Para ele, quando as pessoas pensam no país, muitas vezes esquecem a comunidade LGBT israelense.
A imagem do país vem sendo abalada nos últimos meses por temas como o ataque ao navio humanitário Mavi Marmara, quando ativistas que tentavam furar o bloqueio naval à faixa de Gaza foram mortos, a consequente crise diplomática com a Turquia, e a recente polêmica envolvendo os judeus ultra-ortodoxos e suas limitações quanto à liberdade das mulheres.
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Ódio Cristão!
O pastor Sérgio Emílio Meira Santos, da Igreja Batista da Graça, foi até uma delegacia de Vitória da Conquista, na Bahia, para denunciar um caso de homofobia dentro da igreja dele.
Segundo o pastor, um adolescente de 16 anos estava sofrendo constrangimentos por ser gay. O pastor Sérgio defendeu a permanência do rapaz na Igreja, mas acabou sendo demitido por isso.
O jovem chegou a ser ofendido publicamente por Helita Figueira, ex-vereadora da cidade e vice-presidente do conselho administrativo da Igreja. Helita manifestou sua insatisfação com a presença do adolescente gay durante um culto.
A orientação sexual do jovem, que tocava teclado na Igreja, acabou motivando uma reunião do conselho. Nessa reunião, o pastor disse que com base nas Escrituras Sagradas, não poderia impedir que o jovem freqüentasse os cultos, inclusive na condição de músico. Em seguida, ele recebeu uma carta de demissão assinada pelos membros do conselho. A justificativa é de que ele não estaria cumprindo com suas funções de pastor.
O caso será analisado pela polícia local.
Cena G
Segundo o pastor, um adolescente de 16 anos estava sofrendo constrangimentos por ser gay. O pastor Sérgio defendeu a permanência do rapaz na Igreja, mas acabou sendo demitido por isso.
O jovem chegou a ser ofendido publicamente por Helita Figueira, ex-vereadora da cidade e vice-presidente do conselho administrativo da Igreja. Helita manifestou sua insatisfação com a presença do adolescente gay durante um culto.
A orientação sexual do jovem, que tocava teclado na Igreja, acabou motivando uma reunião do conselho. Nessa reunião, o pastor disse que com base nas Escrituras Sagradas, não poderia impedir que o jovem freqüentasse os cultos, inclusive na condição de músico. Em seguida, ele recebeu uma carta de demissão assinada pelos membros do conselho. A justificativa é de que ele não estaria cumprindo com suas funções de pastor.
O caso será analisado pela polícia local.
Cena G
O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) ficou indignado com as declarações do Papa Bento XVI contra o homossexualismo e comparou o pontífice aos nazistas e ainda o chamou de genocida.
“O papa suspeito e acusado de ser simpático ao nazismo disse que o casamento civil igualitário é uma ameaça à humanidade. Ameaça ao futuro da humanidade são o fascismo, as guerras religiosas, a pedofilia e os abusos sexuais praticados por membros da Igreja e acobertados por ele mesmo”.
A resposta foi dada em relação aos recentes comentários de Bento XVI que afirmou que o casamento gay é uma ameaça e coloca em xeque “o próprio futuro da humanidade”. O líder da Igreja Católica ainda afirmou a relação homoafetiva atrapalha na educação das crianças que precisam de ambientes adequados. “O lugar de honra cabe à família, baseada no casamento de um homem com uma mulher”, disse ele.
Mas o deputado brasileiro, um dos principais defensores da causa LGBT se incomodou com a maior autoridade do Vaticano e protestou dizendo que Bento XVI é como “genocida em potencial”. “Espero que os estados laicos do Ocidente não cedam à pressão desse genocida em potencial”.
Wyllys foi mais longe e comparou o sacerdote aos nazistas. “O papa suspeito e acusado de ser simpático ao nazismo disse que o casamento civil igualitário é uma ameaça à humanidade. Ameaça ao futuro da humanidade são o fascismo, as guerras religiosas, a pedofilia e os abusos sexuais praticados por membros da Igreja e acobertados por ele mesmo”.
cena G
“O papa suspeito e acusado de ser simpático ao nazismo disse que o casamento civil igualitário é uma ameaça à humanidade. Ameaça ao futuro da humanidade são o fascismo, as guerras religiosas, a pedofilia e os abusos sexuais praticados por membros da Igreja e acobertados por ele mesmo”.
A resposta foi dada em relação aos recentes comentários de Bento XVI que afirmou que o casamento gay é uma ameaça e coloca em xeque “o próprio futuro da humanidade”. O líder da Igreja Católica ainda afirmou a relação homoafetiva atrapalha na educação das crianças que precisam de ambientes adequados. “O lugar de honra cabe à família, baseada no casamento de um homem com uma mulher”, disse ele.
Mas o deputado brasileiro, um dos principais defensores da causa LGBT se incomodou com a maior autoridade do Vaticano e protestou dizendo que Bento XVI é como “genocida em potencial”. “Espero que os estados laicos do Ocidente não cedam à pressão desse genocida em potencial”.
Wyllys foi mais longe e comparou o sacerdote aos nazistas. “O papa suspeito e acusado de ser simpático ao nazismo disse que o casamento civil igualitário é uma ameaça à humanidade. Ameaça ao futuro da humanidade são o fascismo, as guerras religiosas, a pedofilia e os abusos sexuais praticados por membros da Igreja e acobertados por ele mesmo”.
cena G
O papa Bento 16 disse que o casamento homossexual é uma das várias ameaças atuais à família tradicional, pondo em xeque “o próprio futuro da humanidade”. Foram as declarações mais fortes já ditas pelo pontífice contra o casamento homossexual.
Para o papa, a educação das crianças precisa de “ambientes” adequados e “o lugar de honra cabe à família, baseada no casamento de um homem com uma mulher”. Em vários países autoridades religiosas protestam contra iniciativas voltadas para a legalização do casamento gay.
A Igreja Católica, que tem mais de 1 bilhão e 300 milhões de seguidores no mundo, prega que as tendências homossexuais não são pecado, mas que os atos homossexuais são, e que as crianças deve crescer em uma família tradicional, com um pai e uma mãe.
Uma deputada mexicana pediu para que o papa Bento XVI ponha "limites" em possíveis discursos sobre casamento homossexual durante a próxima visita que fará ao México, programada para março.
Segundo a deputada Leticia Quezada, as declarações do Pontífice poderiam gerar "críticas" e "denúncias".
Durante uma reunião com diplomatas no Vaticano, Bento XVI deu a entender que os matrimônios homossexuais representam uma ameaça para o futuro da humanidade.
Desde o início de 2010, foram realizadas 1,5 mil uniões entre pessoas do mesmo sexo no México, onde o Papa estará entre os dias 23 e 26 de março.
Cena G
Para o papa, a educação das crianças precisa de “ambientes” adequados e “o lugar de honra cabe à família, baseada no casamento de um homem com uma mulher”. Em vários países autoridades religiosas protestam contra iniciativas voltadas para a legalização do casamento gay.
A Igreja Católica, que tem mais de 1 bilhão e 300 milhões de seguidores no mundo, prega que as tendências homossexuais não são pecado, mas que os atos homossexuais são, e que as crianças deve crescer em uma família tradicional, com um pai e uma mãe.
Uma deputada mexicana pediu para que o papa Bento XVI ponha "limites" em possíveis discursos sobre casamento homossexual durante a próxima visita que fará ao México, programada para março.
Segundo a deputada Leticia Quezada, as declarações do Pontífice poderiam gerar "críticas" e "denúncias".
Durante uma reunião com diplomatas no Vaticano, Bento XVI deu a entender que os matrimônios homossexuais representam uma ameaça para o futuro da humanidade.
Desde o início de 2010, foram realizadas 1,5 mil uniões entre pessoas do mesmo sexo no México, onde o Papa estará entre os dias 23 e 26 de março.
Cena G
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Uma lei aprovada em abril do ano passado entrou em vigor neste domingo (01) na Califórnia, nos Estados Unidos. O estado se tornou o primeiro no país a obrigar as escolas públicas a incluir nos livros escolares as contribuições que gays e lésbicas deram para a história.
O senador Mark Leno, abertamente gay, compara a lei ao que foi feito contra o racismo.
“Não é diferente de quando a ideia da história da cultura negra ou da história da mulher foi proposta – conceitos radicais em suas épocas.”
Cena G
O senador Mark Leno, abertamente gay, compara a lei ao que foi feito contra o racismo.
“Não é diferente de quando a ideia da história da cultura negra ou da história da mulher foi proposta – conceitos radicais em suas épocas.”
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Está acontecendo na Internet a campanha #MarcelaeMarinaSemCensura, que usa o casal lésbico da novela “Amor & Revolução”, do SBT, como garotas-propaganda para pedir mais personagens gays, lésbicas e trans nas tramas da teledramaturgia brasileira.
A campanha formulou uma petição pública pelo fim do preconceito que reuniu cerca de 1.500 assinaturas. A iniciativa chegou até os estúdios do SBT e foi apoiada oficialmente pelas atrizes Gisele Tigre (Marina) e Luciana Vendramini (Marcela).
Cena G
A campanha formulou uma petição pública pelo fim do preconceito que reuniu cerca de 1.500 assinaturas. A iniciativa chegou até os estúdios do SBT e foi apoiada oficialmente pelas atrizes Gisele Tigre (Marina) e Luciana Vendramini (Marcela).
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Estamos esperando a lista das brasileiras
A Human Rights Campaign, que atua na luta pelos direitos iguais para LGBTs, acaba de divulgar pelo décimo ano consecutivo a lista das empresas que mais respeitam a comunidade gay.
O ranking é liderado pela American Airlines, Kimpton Hotels, Microsoft, American Express, Nike, Apple, Ford, Bank of America e Goldman Sachs.
Outras grandes empresas bem colocadas na lista são a Volskwagen, JetBlue e a Amazon.
Cena G
O ranking é liderado pela American Airlines, Kimpton Hotels, Microsoft, American Express, Nike, Apple, Ford, Bank of America e Goldman Sachs.
Outras grandes empresas bem colocadas na lista são a Volskwagen, JetBlue e a Amazon.
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