quarta-feira, 21 de março de 2012
Coluna do Phil
Que pena!
O que dizer de um ministro da educação que não acredita na educação como promotora de progresso e evolução do pensamento? Como formadora do caráter e base de todo o convívio social? De um governo amordaçado e preso a politicagens por um grupo religioso fundamentalista? Essas e muitas outras reflexões estão destruindo o governo de Presidenta Dilma, que como disse o ativista baiano Luiz Mott, já está sendo conhecida pela alcunha de "Dilmaléfica”.
Pena que isso esteja acontecendo justamente no primeiro governo de uma mulher no Brasil. Tantas esperanças na sua eleição, acreditávamos em passos largos no reconhecimento de direitos. Pelo seu histórico, num grande avanço na luta desigual de minor6ias e no fortalecimento dos direitos humanos. Ah! Que pena.
Essa semana o Ministro da Educação Aloisio Mercadante (PT/SP) mostrou mais uma vez o seu total despreparo para o cargo, certamente o mais importante na estratégia de crescimento brasileiro. Mercadante afirmou não acreditar que um processo educativo, que foi recomendado pelos mais importantes conselhos de educação do mundo, pudesse diminuir o “Bullying” nas escolas, evitando assim o sofrimento de muitos estudantes, preparando os professores para contornarem o problema quando ele aparecer, e formando o caráter de jovens para se tornarem aptos ao convívio com a diversidade humana.
O Ministro da educação é o que deveria ser menos politico e mais técnico de todos. Porque não um educador de verdade em vez de um politico corrompido e articulador, muitas vezes de alianças espúrias? Na verdade o ministério que está sendo imposto à presidência pelos chamados "aliados”, não poderia ser pior, e já se tornou o “Calcanhar de Aquiles” do governo.
A educação é o grande transformador no processo de conscientização social, reduz a violência, aumenta a tolerância, reforça valores verdadeiros, aprimora questionamentos, desenvolve a capacidade de perceber a fraude e a demagogia e, principalmente, ensina o povo a votar, a eleger seus governantes, sem se deixar levar pela falácia de políticos charlatões.
Estamos diante de uma fraude chamada Aloysio Mercadante, de manipuladores que não têm nenhum interesse na educação verdadeira, estamos cada vez mais correndo o risco de ver o Brasil sucumbir à violência e se tornar a pátria dos ignorantes.
Jornal ES Hoje.
O que dizer de um ministro da educação que não acredita na educação como promotora de progresso e evolução do pensamento? Como formadora do caráter e base de todo o convívio social? De um governo amordaçado e preso a politicagens por um grupo religioso fundamentalista? Essas e muitas outras reflexões estão destruindo o governo de Presidenta Dilma, que como disse o ativista baiano Luiz Mott, já está sendo conhecida pela alcunha de "Dilmaléfica”.
Pena que isso esteja acontecendo justamente no primeiro governo de uma mulher no Brasil. Tantas esperanças na sua eleição, acreditávamos em passos largos no reconhecimento de direitos. Pelo seu histórico, num grande avanço na luta desigual de minor6ias e no fortalecimento dos direitos humanos. Ah! Que pena.
Essa semana o Ministro da Educação Aloisio Mercadante (PT/SP) mostrou mais uma vez o seu total despreparo para o cargo, certamente o mais importante na estratégia de crescimento brasileiro. Mercadante afirmou não acreditar que um processo educativo, que foi recomendado pelos mais importantes conselhos de educação do mundo, pudesse diminuir o “Bullying” nas escolas, evitando assim o sofrimento de muitos estudantes, preparando os professores para contornarem o problema quando ele aparecer, e formando o caráter de jovens para se tornarem aptos ao convívio com a diversidade humana.
O Ministro da educação é o que deveria ser menos politico e mais técnico de todos. Porque não um educador de verdade em vez de um politico corrompido e articulador, muitas vezes de alianças espúrias? Na verdade o ministério que está sendo imposto à presidência pelos chamados "aliados”, não poderia ser pior, e já se tornou o “Calcanhar de Aquiles” do governo.
A educação é o grande transformador no processo de conscientização social, reduz a violência, aumenta a tolerância, reforça valores verdadeiros, aprimora questionamentos, desenvolve a capacidade de perceber a fraude e a demagogia e, principalmente, ensina o povo a votar, a eleger seus governantes, sem se deixar levar pela falácia de políticos charlatões.
Estamos diante de uma fraude chamada Aloysio Mercadante, de manipuladores que não têm nenhum interesse na educação verdadeira, estamos cada vez mais correndo o risco de ver o Brasil sucumbir à violência e se tornar a pátria dos ignorantes.
Jornal ES Hoje.
terça-feira, 20 de março de 2012
O cabeleireiro Wagner Andrade e o bancário Argêncio Salgado, que estão juntos há 10 anos, vão oficializar a união no Civil no dia 14 de abril e, uma semana depois, vão se casar no religioso num templo da Igreja Anglicana, de Ribeirão Preto, em São Paulo.
Os dois se conheceram numa boate e desde então não se separaram mais.
Wagner lembra que o casal nunca enfrentou preconceitos por parte da família ou da sociedade e que, por respeitarem as pessoas, eles também são respeitados.
Cena G
Os dois se conheceram numa boate e desde então não se separaram mais.
Wagner lembra que o casal nunca enfrentou preconceitos por parte da família ou da sociedade e que, por respeitarem as pessoas, eles também são respeitados.
Cena G
Um farsante na educação!
A Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, travestis e Transexuais (ABGLT) lamentou em nota oficial publicada na última sexta-feira, 16 de março, as declarações do ministro da Educação, Aloísio Mercadante, de que ensinar tolerância nas escolas públicas não resolve o problema da homofobia. A entidade afirma ainda que a credibilidade da presidente Dilma Rousseff com relação às políticas LGBT está quase se esgotando.
Para a ABGLT, “é óbvio que apenas a produção de materiais didáticos e pedagógicos não ‘resolvem’ o problema da homofobia nas escolas”, isso porque “o enfrentamento desta questão exige transformações estruturais na educação e apontam, por exemplo, pela formação inicial e continuada de educadoras e educadores”.
A entidade cobra ainda que ”o ministro Mercadante e o Ministério da Educação precisam assumir um posicionamento político, firme e inequívoco, que expresse um real compromisso com os Direitos Humanos e os princípios democráticos de liberdade, igualdade e não-discriminação inscritos em nossa Constituição Federal”.
Confira a nota na íntegra:
MINISTRO MERCADANTE: O COMBATE A HOMOFOBIA TAMBÉM SE FAZ COM MATERIAL DIDATICO-PEDAGOGICO NA ESCOLA
2012-03-16 20:45:56
NOTA OFICIAL DA ABGLT - MINISTRO MERCADANTE: O COMBATE À HOMOFOBIA TAMBÉM SE FAZ COM MATERIAL DIDÁTICO-PEDAGÓGICO NAS ESCOLAS
A ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais), que agrega 257 organizações congêneres em todo o Brasil e possui status consultivo junto ao Conselho Econômico e Social da Organização das Nações Unidas, em vista das declarações do Ministro de Educação, Aloísio Mercadante, sobre os materiais didáticos do Projeto Escola Sem Homofobia, de que os mesmos “não vão resolver a homofobia”, vem a público declarar:
1. Uma das prioridades de trabalho da nossa associação e seus grupos afiliados é combater a homofobia nos ambientes escolares, lutando por políticas públicas que estimulem o respeito à diversidade sexual nas escolas e enfrentem o grave problema do bullying homofóbico.
2. O projeto Escola sem Homofobia surge nesse contexto, na abertura de diálogo com o Governo Federal para começar a incidir concretamente na questão da homofobia na educação. O projeto é amplo – com produção de material didático, pesquisa, seminários, formação de rede, sensibilização de educadores, e foi vítima de ataques absurdos de setores fundamentalistas religiosos.
3. Infelizmente, o Governo Dilma vem cedendo cada vez mais às pressões desses setores religiosos homofóbicos e tem representado um lamentável retrocesso na construção de políticas públicas de combate à homofobia e de afirmação e reconhecimento dos direitos da população de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais.
4. A atitude da Presidenta Dilma Rousseff ao vetar os materiais didáticos e pedagógicos do Projeto Escola Sem Homofobia em maio do ano passado, somada às suas infundadas declarações sobre “propaganda de opções sexuais”, revelam absoluto desconhecimento do tema e provocaram não apenas um prejuízo no desenvolvimento de políticas públicas de enfrentamento à homofobia no campo da educação, como também estimularam o recrudescimento da onda fundamentalista religiosa e da violência homofóbica em nosso País. A este respeito convém enfatizar que, segundo os dados recolhidos pelo Grupo Gay da Bahia, uma pessoa é brutalmente assassinada no Brasil a cada 36 horas por sua orientação sexual e/ou identidade de gênero.
5. É óbvio que apenas a produção de materiais didáticos e pedagógicos não “resolvem” o problema da homofobia nas escolas, pois o enfrentamento desta questão exige transformações estruturais na educação e apontam, por exemplo, pela formação inicial e continuada de educadoras e educadores. Para tal, o Ministro Mercadante e o Ministério da Educação precisam assumir um posicionamento político, firme e inequívoco, que expresse um real compromisso com os Direitos Humanos e os princípios democráticos de liberdade, igualdade e não-discriminação inscritos em nossa Constituição Federal, cumprindo seu papel de proporcionar aos estudantes LGBT, em especial as/os estudantes travestis e transexuais, um ambiente de aprendizagem seguro, sem o qual é impossível estar numa sala de aula.
6. A questão dos materiais, para além da celeuma artificialmente produzida pelos conservadores, é apenas o início de um processo que deveria ter continuado, de construção de políticas educacionais para enfrentar a homofobia. Além disso, a ausência destes materiais acaba fazendo com que as/os muitas/os educadoras/es que já estão sensibilizados em favor da causa do respeito à diversidade sexual nas escolas se vejam sem instrumentos para trabalhar neste sentido. Pior ainda: a atitude do Ministério da Educação ao paralisar o projeto e qualquer outra ação de combate à homofobia provoca estigma sobre esse tema, causando ainda mais dificuldades para inserção do debate sobre o respeito à diversidade sexual nas escolas brasileiras.
7. E este quadro, como bem deve saber – e se não souber é bom que se informe – o Ministério da Educação (MEC) corrobora com as humilhações e agressões verbais e físicas sofridas cotidianamente por milhares de crianças e adolescentes nas escolas brasileiras baseadas na intolerância à diversidade sexual. A omissão do MEC o torna corresponsável por essa situação de homofobia que assola o ambiente escolar.
8. A ABGLT lamenta profundamente as equivocadas declarações do Ministro Aloísio Mercadante e manifesta sua indignação com mais esta atitude de homofobia institucional do Governo Dilma Rousseff, cuja credibilidade para as políticas públicas de proteção da população LGBT parece estar a ponto de se esgotar por completo e ressalta que esse será o norte de nossa III Marcha Nacional Contra a Homofobia a ser realizada no próximo dia 16 de maio, em Brasília, quando será cobrada a conta de centenas de mortes e outras formas de violências praticadas contra milhões de brasileiras e brasileiros, em decorrência de sua orientação sexual e identidade de gênero.
Curitiba, 16 de Março de 2012
Assinam a Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais e suas 257 organizações afiliadas.
MixBrasil
Para a ABGLT, “é óbvio que apenas a produção de materiais didáticos e pedagógicos não ‘resolvem’ o problema da homofobia nas escolas”, isso porque “o enfrentamento desta questão exige transformações estruturais na educação e apontam, por exemplo, pela formação inicial e continuada de educadoras e educadores”.
A entidade cobra ainda que ”o ministro Mercadante e o Ministério da Educação precisam assumir um posicionamento político, firme e inequívoco, que expresse um real compromisso com os Direitos Humanos e os princípios democráticos de liberdade, igualdade e não-discriminação inscritos em nossa Constituição Federal”.
Confira a nota na íntegra:
MINISTRO MERCADANTE: O COMBATE A HOMOFOBIA TAMBÉM SE FAZ COM MATERIAL DIDATICO-PEDAGOGICO NA ESCOLA
2012-03-16 20:45:56
NOTA OFICIAL DA ABGLT - MINISTRO MERCADANTE: O COMBATE À HOMOFOBIA TAMBÉM SE FAZ COM MATERIAL DIDÁTICO-PEDAGÓGICO NAS ESCOLAS
A ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais), que agrega 257 organizações congêneres em todo o Brasil e possui status consultivo junto ao Conselho Econômico e Social da Organização das Nações Unidas, em vista das declarações do Ministro de Educação, Aloísio Mercadante, sobre os materiais didáticos do Projeto Escola Sem Homofobia, de que os mesmos “não vão resolver a homofobia”, vem a público declarar:
1. Uma das prioridades de trabalho da nossa associação e seus grupos afiliados é combater a homofobia nos ambientes escolares, lutando por políticas públicas que estimulem o respeito à diversidade sexual nas escolas e enfrentem o grave problema do bullying homofóbico.
2. O projeto Escola sem Homofobia surge nesse contexto, na abertura de diálogo com o Governo Federal para começar a incidir concretamente na questão da homofobia na educação. O projeto é amplo – com produção de material didático, pesquisa, seminários, formação de rede, sensibilização de educadores, e foi vítima de ataques absurdos de setores fundamentalistas religiosos.
3. Infelizmente, o Governo Dilma vem cedendo cada vez mais às pressões desses setores religiosos homofóbicos e tem representado um lamentável retrocesso na construção de políticas públicas de combate à homofobia e de afirmação e reconhecimento dos direitos da população de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais.
4. A atitude da Presidenta Dilma Rousseff ao vetar os materiais didáticos e pedagógicos do Projeto Escola Sem Homofobia em maio do ano passado, somada às suas infundadas declarações sobre “propaganda de opções sexuais”, revelam absoluto desconhecimento do tema e provocaram não apenas um prejuízo no desenvolvimento de políticas públicas de enfrentamento à homofobia no campo da educação, como também estimularam o recrudescimento da onda fundamentalista religiosa e da violência homofóbica em nosso País. A este respeito convém enfatizar que, segundo os dados recolhidos pelo Grupo Gay da Bahia, uma pessoa é brutalmente assassinada no Brasil a cada 36 horas por sua orientação sexual e/ou identidade de gênero.
5. É óbvio que apenas a produção de materiais didáticos e pedagógicos não “resolvem” o problema da homofobia nas escolas, pois o enfrentamento desta questão exige transformações estruturais na educação e apontam, por exemplo, pela formação inicial e continuada de educadoras e educadores. Para tal, o Ministro Mercadante e o Ministério da Educação precisam assumir um posicionamento político, firme e inequívoco, que expresse um real compromisso com os Direitos Humanos e os princípios democráticos de liberdade, igualdade e não-discriminação inscritos em nossa Constituição Federal, cumprindo seu papel de proporcionar aos estudantes LGBT, em especial as/os estudantes travestis e transexuais, um ambiente de aprendizagem seguro, sem o qual é impossível estar numa sala de aula.
6. A questão dos materiais, para além da celeuma artificialmente produzida pelos conservadores, é apenas o início de um processo que deveria ter continuado, de construção de políticas educacionais para enfrentar a homofobia. Além disso, a ausência destes materiais acaba fazendo com que as/os muitas/os educadoras/es que já estão sensibilizados em favor da causa do respeito à diversidade sexual nas escolas se vejam sem instrumentos para trabalhar neste sentido. Pior ainda: a atitude do Ministério da Educação ao paralisar o projeto e qualquer outra ação de combate à homofobia provoca estigma sobre esse tema, causando ainda mais dificuldades para inserção do debate sobre o respeito à diversidade sexual nas escolas brasileiras.
7. E este quadro, como bem deve saber – e se não souber é bom que se informe – o Ministério da Educação (MEC) corrobora com as humilhações e agressões verbais e físicas sofridas cotidianamente por milhares de crianças e adolescentes nas escolas brasileiras baseadas na intolerância à diversidade sexual. A omissão do MEC o torna corresponsável por essa situação de homofobia que assola o ambiente escolar.
8. A ABGLT lamenta profundamente as equivocadas declarações do Ministro Aloísio Mercadante e manifesta sua indignação com mais esta atitude de homofobia institucional do Governo Dilma Rousseff, cuja credibilidade para as políticas públicas de proteção da população LGBT parece estar a ponto de se esgotar por completo e ressalta que esse será o norte de nossa III Marcha Nacional Contra a Homofobia a ser realizada no próximo dia 16 de maio, em Brasília, quando será cobrada a conta de centenas de mortes e outras formas de violências praticadas contra milhões de brasileiras e brasileiros, em decorrência de sua orientação sexual e identidade de gênero.
Curitiba, 16 de Março de 2012
Assinam a Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais e suas 257 organizações afiliadas.
MixBrasil
segunda-feira, 19 de março de 2012
MTV Sem Vergonha - 02/03/ 2012
A MTV Brasil é a emissora de televisão mais liberta do País e vai colocar no ar nesta segunda-feira, 19 de março, a partir das 22h30 (horário de Brasília), seu programa “MTV Sem Vergonha”, que como antecipa o nome não vai ter pudores bobos para falar de sexo. Quem apresenta a atração é Titi Müller (que fazia o “Podsex” com Kika) eEles contarão com a presença safadinha de uma assistente de palco craque no pole dance e que adora uma roupa bem sensual. A dupla vai receber toda semana um convidado ou uma convidada para trocar confidências íntimas sobre sexo e relacionamentos. Tudo com liberdade e sem preconceitos. Confira a chamada:
Pierre Seel, considerado o único gay francês reconhecido oficialmente como sobrevivente Holocausto, está lançando o livro “Eu Pierre Seel, Deportado Homossexual”.
Seel foi preso e torturado em 1941, aos 17 anos. Transferido para um campo de concentração em Estrasburgo, na França, foi depois obrigado a lutar ao lado de seus inimigos contra os Aliados. Ele morreu aos 82 anos em 2005.
O livro, editado pela Cassará Editora, terá lançamento em 22 de março a partir das 17h30 na Livraria da Travessa.
A livraria fica na Rua Sete de Setembro, 54, Centro, Rio de Janeiro, tel. 3231-8015.
Cena G
Seel foi preso e torturado em 1941, aos 17 anos. Transferido para um campo de concentração em Estrasburgo, na França, foi depois obrigado a lutar ao lado de seus inimigos contra os Aliados. Ele morreu aos 82 anos em 2005.
O livro, editado pela Cassará Editora, terá lançamento em 22 de março a partir das 17h30 na Livraria da Travessa.
A livraria fica na Rua Sete de Setembro, 54, Centro, Rio de Janeiro, tel. 3231-8015.
Cena G
A denúncia de agressão física e de bullying sofrida por um adolescente de 15 anos que diz ser gay, está chocando a comunidade santo-angelense e missioneira.
O assunto foi tornado público na manhã de quinta-feira (15) no programa Rádio Visão, da Super Rádio Santo Ângelo. A reportagem conversou com a diretora da Escola Estadual Onofre Pires, professora Rosane Pedrazza, onde ocorreu o fato, com o coordenador regional de Educação da 14ª CRE, Adelino Seibt, e com o pai do aluno que sofreu as agressões.
O fato aconteceu no final da aula de terça-feira (13), quando os estudantes já estavam na rua em frente à escola. O pai denúncia que seu filho começou a sofrer bullying dentro da sala de aula, por vários colegas de turma e até de professores.
Na saída do colégio, o adolescente disse que foi enfrentado por colegas. Chegou a puxar um lápis da mochila para se defender, porém recebeu uma rasteira, caindo ao chão, onde foi agredido com socos e ponta pés.
A vitima relata que foi socorrido por populares e também por professores e pela própria diretora da escola. A professora Rosane Pedrazza encaminhou o aluno até a Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) onde foi registrado boletim de ocorrência.
A delegada Elaine Maria da Silva, da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente, disse em entrevista que está abrindo inquérito para investigar o ocorrido.
Segundo ela, pelo relato feito pela vítima, o jovem acabou sofrendo os crimes de preconceito, discriminação e lesões corporais. A delegada Elaine da Silva, pretende nos próximos dias ouvir a direção da escola, os pais dos alunos envolvidos, os professores e os alunos da turma.
O coordenador regional da 14ª CRE, Adelino Seibt, na entrevista no programa de rádio, repudiou o fato e disse que a direção da escola está tomando todas as medidas cabíveis. Ele diz que as escolas públicas trabalham pela inclusão e respeito pela diversidade, para fazer com que todos se sintam bem na escola.
A reunião da direção da escola com os pais dos alunos vitima e agressor, foi lavrado em ata, e agora a direção da escola irá tomar as sanções com base no seu regimento interno.
Conforme Adelino Seibt, entre as punições está a suspensão ou até mesmo a transferência do estudante para outra escola. Outra determinação que será adotada pela direção do colégio Onofre Pires, será uma reunião com todos os professores, enfocando os temas diversidade, inclusão e bullying.
Esses temas também serão estendidos para as demais escolas da rede pública estadual de Santo Ângelo. O pai do aluno durante contato com a reportagem afirmou que o conflito começou há cerca de uns quinze dias, depois que num debate em sala de aula, seu filho se mostrou favorável às ONGs que defendem o direito LGBT.
“O colega não gostou da sua manifestação e passou a ameaçá-lo, inclusive com atritos durante o recreio. O agressor disse que não gostou do que seu filho tinha falado e que na saída do colégio ia fazer acerto de contas”, conta ele.
segundo o pai, na saída da sala de aula seu filho com medo pediu para uma professora da disciplina de física segurar ele um pouco mais no colégio, porque tinha um jovem querendo lhe bater, o que foi ignorado pela docente. O pai disse à reportagem que seu filho afirmou que a diretora foi muito sensível e atenciosa com ele e interessada na situação.
Segundo ele, a família agora vai iniciar um tratamento psicológico com o menino que está traumatizado, e outra providência será sua transferência para uma escola particular. Ele espera que seja dada uma punição cabível ao aluno agressor, mas com tolerância, pois se trata de um jovem que precisa melhor compreender o respeito às diferenças.
Para encerrar o pai do jovem lamenta que nos dias de hoje ainda aconteçam fatos como esse e observa que esse tipo de violência esteja aumentando, conforme estatísticas divulgas pela imprensa. Ele considera deplorável essa atitude e não entende porque as pessoas não sabem conviver com as diferenças.
O coordenador de Educação, Adelino Seibt, diz que o episódio também está sendo tratado pelo Programa de Prevenção a Violência (PPV) na escola pública.
Gay 1
E agora? Onde está o "Projeto Ëscola sem Homofobia"Sr. Ministro da Deseducação?
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O assunto foi tornado público na manhã de quinta-feira (15) no programa Rádio Visão, da Super Rádio Santo Ângelo. A reportagem conversou com a diretora da Escola Estadual Onofre Pires, professora Rosane Pedrazza, onde ocorreu o fato, com o coordenador regional de Educação da 14ª CRE, Adelino Seibt, e com o pai do aluno que sofreu as agressões.
O fato aconteceu no final da aula de terça-feira (13), quando os estudantes já estavam na rua em frente à escola. O pai denúncia que seu filho começou a sofrer bullying dentro da sala de aula, por vários colegas de turma e até de professores.
Na saída do colégio, o adolescente disse que foi enfrentado por colegas. Chegou a puxar um lápis da mochila para se defender, porém recebeu uma rasteira, caindo ao chão, onde foi agredido com socos e ponta pés.
A vitima relata que foi socorrido por populares e também por professores e pela própria diretora da escola. A professora Rosane Pedrazza encaminhou o aluno até a Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) onde foi registrado boletim de ocorrência.
A delegada Elaine Maria da Silva, da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente, disse em entrevista que está abrindo inquérito para investigar o ocorrido.
Segundo ela, pelo relato feito pela vítima, o jovem acabou sofrendo os crimes de preconceito, discriminação e lesões corporais. A delegada Elaine da Silva, pretende nos próximos dias ouvir a direção da escola, os pais dos alunos envolvidos, os professores e os alunos da turma.
O coordenador regional da 14ª CRE, Adelino Seibt, na entrevista no programa de rádio, repudiou o fato e disse que a direção da escola está tomando todas as medidas cabíveis. Ele diz que as escolas públicas trabalham pela inclusão e respeito pela diversidade, para fazer com que todos se sintam bem na escola.
A reunião da direção da escola com os pais dos alunos vitima e agressor, foi lavrado em ata, e agora a direção da escola irá tomar as sanções com base no seu regimento interno.
Conforme Adelino Seibt, entre as punições está a suspensão ou até mesmo a transferência do estudante para outra escola. Outra determinação que será adotada pela direção do colégio Onofre Pires, será uma reunião com todos os professores, enfocando os temas diversidade, inclusão e bullying.
Esses temas também serão estendidos para as demais escolas da rede pública estadual de Santo Ângelo. O pai do aluno durante contato com a reportagem afirmou que o conflito começou há cerca de uns quinze dias, depois que num debate em sala de aula, seu filho se mostrou favorável às ONGs que defendem o direito LGBT.
“O colega não gostou da sua manifestação e passou a ameaçá-lo, inclusive com atritos durante o recreio. O agressor disse que não gostou do que seu filho tinha falado e que na saída do colégio ia fazer acerto de contas”, conta ele.
segundo o pai, na saída da sala de aula seu filho com medo pediu para uma professora da disciplina de física segurar ele um pouco mais no colégio, porque tinha um jovem querendo lhe bater, o que foi ignorado pela docente. O pai disse à reportagem que seu filho afirmou que a diretora foi muito sensível e atenciosa com ele e interessada na situação.
Segundo ele, a família agora vai iniciar um tratamento psicológico com o menino que está traumatizado, e outra providência será sua transferência para uma escola particular. Ele espera que seja dada uma punição cabível ao aluno agressor, mas com tolerância, pois se trata de um jovem que precisa melhor compreender o respeito às diferenças.
Para encerrar o pai do jovem lamenta que nos dias de hoje ainda aconteçam fatos como esse e observa que esse tipo de violência esteja aumentando, conforme estatísticas divulgas pela imprensa. Ele considera deplorável essa atitude e não entende porque as pessoas não sabem conviver com as diferenças.
O coordenador de Educação, Adelino Seibt, diz que o episódio também está sendo tratado pelo Programa de Prevenção a Violência (PPV) na escola pública.
Gay 1
E agora? Onde está o "Projeto Ëscola sem Homofobia"Sr. Ministro da Deseducação?
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Personagens LGBTs - Saiba mais. _ Pedro Almodovar
Almodóvar nunca pôde estudar cinema, pois nem ele nem a sua família tinham dinheiro para pagar os seus estudos. Antes de dirigir filmes, foi funcionário da companhia telefónica estatal, fez banda desenhada (desenho em quadrinhos), actor de teatro avant-garde e cantor de uma banda de rock, na qual participava travestido. Foi o primeiro espanhol a ser indicado ao Óscar de melhor realizador. Publicamente homossexual, os seus filmes trazem a temática da sexualidade abordada de maneira sublime.
Seu ano de nascimento é incerto, sendo por vezes divulgado como 1949 e outras vezes como 1951. A página oficial do cineasta, no entanto, afirma que nasceu na década de 1950.
Foi indicado ao Óscar de Melhor Diretor, por "Fale com Ela" (2002).
Ganhou o Óscar de Melhor Roteiro Original, por "Fale com Ela" (2002).
Recebeu duas indicações ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, por Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos" (1988) e "Tudo Sobre Minha Mãe" (1999). Venceu em 1999.
Ganhou o BAFTA de Melhor Diretor, por "Tudo Sobre Minha Mãe" (1999).
Recebeu uma indicação ao BAFTA de Melhor Roteiro Original, por "Tudo Sobre Minha Mãe" (1999).
Recebeu três indicações ao BAFTA de Melhor Filme Estrangeiro, por "Carne Trêmula" (1997), "Mulheres À Beira de um Ataque de Nervos" (1988) e "Tudo Sobre Minha Mãe" (1999). Venceu em 1999.
Ganhou o prêmio de Melhor Diretor, no Festival de Cannes, por "Tudo Sobre Minha Mãe" (1999).
Ganhou o prêmio do Júri Ecumênico, no Festival de Cannes, por "Tudo Sobre Minha Mãe" (1999).
Ganhou o prêmio Teddy de Melhor Filme de Lançamento, no Festival de Berlim, por "A Lei do Desejo" (1987).
Ganhou em 1988 o prêmio Osella de Ouro, no Festival de Veneza, por seu trabalho como roteirista em "Mulheres À Beira de um Ataque de Nervos" (1988).
Recebeu uma indicação ao Independent Spirit Awards de Melhor Filme Estrangeiro, por "Tudo Sobre Minha Mãe" (1999).
Recebeu três indicações ao Cesar de Melhor Filme Estrangeiro, por "Ata-me!" (1990, "De Salto Alto" (1991) e "Tudo Sobre Minha Mãe" (1999). Venceu em 1991 e 1999.
Ganhou um César honorário, em 1999.
Ganhou o Prêmio da Audiência, no European Film Festival, por "Tudo Sobre Minha Mãe" (1999).
Ganhou o Prêmio European Film, no European Film Festival, por "Mulheres À Beira de um Ataque de Nervos" (1988).
Ganhou o Grande Prêmio Cinema Brasil de Melhor Filme Estrangeiro, por "Tudo Sobre Minha Mãe" (1999).
Ganhou o Kikito de Ouro de Melhor Diretor, no Festival de Gramado, por "De Salto Alto" (1991).
Recebeu uma indicação ao Kikito de Ouro de Melhor Filme Ibero-Americano, no Festival de Gramado, por "De Salto Alto" (1991).
Ganhou em 2000 o Prêmio International Filmmaker, no Festival Internacional de Palm Springs.
Ganhou o prêmio FIPRESCI de Filme do Ano, no Festival Internacional de San Sebastián, por seu trabalho em "Tudo Sobre Minha Mãe" (1999).
Ganhou o Prêmio Escolha do Público, no Festival Internacional de Toronto, por "Mulheres À Beira de um Ataque de Nervos" (1988).
Recebeu uma indicação ao Satélite de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro, no Festival Golden Satellite, por "Carne Trêmula" (1997).
Ganhou o Prêmio Bodil de Melhor Filme Não-Americano, por "Tudo Sobre Minha Mãe" (1999).
Ganhou o Prêmio Círculo Precolombiano de Ouro, no Festival de Bogotá, nas categorias de Melhor Diretor e Melhor Roteiro, por "A Lei do Desejo" (1987).
Ganhou o prêmio de Melhor Filme Estrangeiro, no German Film Awards, por seu trabalho em "Tudo Sobre Minha Mãe" (1999).
Recebeu uma indicação ao Ariel de Prata de Melhor Filme Latino-Americano, no Festival da Academia do México, por "Tudo Sobre Minha Mãe" (1999).
Ganhou o prêmio Internacional Fantasi Film de Melhor Diretor, no Fantasporto, por "Matador" (1986).
Ganhou o Goya de Melhor Diretor, por "Tudo Sobre Minha Mãe" (1999).
Recebeu duas indicações ao Goya de Melhor Roteiro Original, por "Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos" (1988) e "Tudo Sobre Minha Mãe" (1999). Venceu em 1988.
Wikipédia, a enciclopédia livre
Seu ano de nascimento é incerto, sendo por vezes divulgado como 1949 e outras vezes como 1951. A página oficial do cineasta, no entanto, afirma que nasceu na década de 1950.
Foi indicado ao Óscar de Melhor Diretor, por "Fale com Ela" (2002).
Ganhou o Óscar de Melhor Roteiro Original, por "Fale com Ela" (2002).
Recebeu duas indicações ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, por Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos" (1988) e "Tudo Sobre Minha Mãe" (1999). Venceu em 1999.
Ganhou o BAFTA de Melhor Diretor, por "Tudo Sobre Minha Mãe" (1999).
Recebeu uma indicação ao BAFTA de Melhor Roteiro Original, por "Tudo Sobre Minha Mãe" (1999).
Recebeu três indicações ao BAFTA de Melhor Filme Estrangeiro, por "Carne Trêmula" (1997), "Mulheres À Beira de um Ataque de Nervos" (1988) e "Tudo Sobre Minha Mãe" (1999). Venceu em 1999.
Ganhou o prêmio de Melhor Diretor, no Festival de Cannes, por "Tudo Sobre Minha Mãe" (1999).
Ganhou o prêmio do Júri Ecumênico, no Festival de Cannes, por "Tudo Sobre Minha Mãe" (1999).
Ganhou o prêmio Teddy de Melhor Filme de Lançamento, no Festival de Berlim, por "A Lei do Desejo" (1987).
Ganhou em 1988 o prêmio Osella de Ouro, no Festival de Veneza, por seu trabalho como roteirista em "Mulheres À Beira de um Ataque de Nervos" (1988).
Recebeu uma indicação ao Independent Spirit Awards de Melhor Filme Estrangeiro, por "Tudo Sobre Minha Mãe" (1999).
Recebeu três indicações ao Cesar de Melhor Filme Estrangeiro, por "Ata-me!" (1990, "De Salto Alto" (1991) e "Tudo Sobre Minha Mãe" (1999). Venceu em 1991 e 1999.
Ganhou um César honorário, em 1999.
Ganhou o Prêmio da Audiência, no European Film Festival, por "Tudo Sobre Minha Mãe" (1999).
Ganhou o Prêmio European Film, no European Film Festival, por "Mulheres À Beira de um Ataque de Nervos" (1988).
Ganhou o Grande Prêmio Cinema Brasil de Melhor Filme Estrangeiro, por "Tudo Sobre Minha Mãe" (1999).
Ganhou o Kikito de Ouro de Melhor Diretor, no Festival de Gramado, por "De Salto Alto" (1991).
Recebeu uma indicação ao Kikito de Ouro de Melhor Filme Ibero-Americano, no Festival de Gramado, por "De Salto Alto" (1991).
Ganhou em 2000 o Prêmio International Filmmaker, no Festival Internacional de Palm Springs.
Ganhou o prêmio FIPRESCI de Filme do Ano, no Festival Internacional de San Sebastián, por seu trabalho em "Tudo Sobre Minha Mãe" (1999).
Ganhou o Prêmio Escolha do Público, no Festival Internacional de Toronto, por "Mulheres À Beira de um Ataque de Nervos" (1988).
Recebeu uma indicação ao Satélite de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro, no Festival Golden Satellite, por "Carne Trêmula" (1997).
Ganhou o Prêmio Bodil de Melhor Filme Não-Americano, por "Tudo Sobre Minha Mãe" (1999).
Ganhou o Prêmio Círculo Precolombiano de Ouro, no Festival de Bogotá, nas categorias de Melhor Diretor e Melhor Roteiro, por "A Lei do Desejo" (1987).
Ganhou o prêmio de Melhor Filme Estrangeiro, no German Film Awards, por seu trabalho em "Tudo Sobre Minha Mãe" (1999).
Recebeu uma indicação ao Ariel de Prata de Melhor Filme Latino-Americano, no Festival da Academia do México, por "Tudo Sobre Minha Mãe" (1999).
Ganhou o prêmio Internacional Fantasi Film de Melhor Diretor, no Fantasporto, por "Matador" (1986).
Ganhou o Goya de Melhor Diretor, por "Tudo Sobre Minha Mãe" (1999).
Recebeu duas indicações ao Goya de Melhor Roteiro Original, por "Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos" (1988) e "Tudo Sobre Minha Mãe" (1999). Venceu em 1988.
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domingo, 18 de março de 2012
Coluna do Phil
Uma prece para Rolliver.
O pequeno capixaba Rolliver morreu, ele preferiu assim, mesmo com apenas 12 anos estava cansado de viver, cansado de ser humano, cansado dos humanos a sua volta. Então, naquela tarde de sexta feira, ao som da batucada de carnaval, ele se foi.
Por que dizer adeus? Nunca o ouviram. A dor que sempre o sufocou, que sempre o amordaçou, se transformou em um cinto que apertou de vez a sua garganta enquanto ecos vinham das paredes. Eram risos, palavrões, ofensas e apelidos. Ele amedrontado era empurrado, jogado de um lado para o outro. Pobre Rolliver! Mas quem se importava com isso? Quem se importa agora? Não houve jeito, não houve tempo, ele agora está morto.
O que disseram os “Cristãos” lá em Brasília que negaram a chance do” Projeto escola sem homofobia” salvar Rolliver? Bobagem, ele era só um menino. Seus colegas sentem a sua falta. -- E agora quem será o alvo das gozações no recreio? É preciso encontrar um novo Rolliver, eles estão por ai, isso não será difícil, certamente você conhece um.
Na sua carta de despedida ele disse não entender o porquê de tantas humilhações, e eu fiquei pensando - será que é possível explicar a intolerância, o fanatismo? Entender o ódio e o preconceito? Será que faz sentido em nome de uma falsa “Liberdade religiosa” permitir a violência, incentivar o desrespeito promovendo o bullying?
O jogo de poder, a ambição da riqueza e da dominação é mais importante que a vida de um menino de 12 anos. Mesmo culpados, eles cantam louvores, mistificam a politica, ludibriam a fé publica, corrompem o poder e como fantasmas assombram os gabinetes assediando os governantes.
As noticias foram poucas, abafadas pela incapacidade de evitar o mal. Se Rolliver não tivesse morrido, poderia se transformar num “Wellington Menezes “criando algo parecido com a “Tragédia de Realengo” e então todos o chamariam de monstro, e lá de Brasília ouviríamos um riso satânico vindo do Senado .
Mas ainda há tempo, seu voto pode mudar isso! Ajude a salvar os outros Rollivers, precisamos do “ Projeto Escola sem Homofobia”, de criminalizara homofobia ( PL 122/6), de acabar com tortura mental que diz curar, e que está causando aleijões no caráter e na personalidade de vitimas dessa fé insana. Você é quem decide. Vote certo, isso é politica. Pense nisso!
Jornal ES Hoje
O pequeno capixaba Rolliver morreu, ele preferiu assim, mesmo com apenas 12 anos estava cansado de viver, cansado de ser humano, cansado dos humanos a sua volta. Então, naquela tarde de sexta feira, ao som da batucada de carnaval, ele se foi.
Por que dizer adeus? Nunca o ouviram. A dor que sempre o sufocou, que sempre o amordaçou, se transformou em um cinto que apertou de vez a sua garganta enquanto ecos vinham das paredes. Eram risos, palavrões, ofensas e apelidos. Ele amedrontado era empurrado, jogado de um lado para o outro. Pobre Rolliver! Mas quem se importava com isso? Quem se importa agora? Não houve jeito, não houve tempo, ele agora está morto.
O que disseram os “Cristãos” lá em Brasília que negaram a chance do” Projeto escola sem homofobia” salvar Rolliver? Bobagem, ele era só um menino. Seus colegas sentem a sua falta. -- E agora quem será o alvo das gozações no recreio? É preciso encontrar um novo Rolliver, eles estão por ai, isso não será difícil, certamente você conhece um.
Na sua carta de despedida ele disse não entender o porquê de tantas humilhações, e eu fiquei pensando - será que é possível explicar a intolerância, o fanatismo? Entender o ódio e o preconceito? Será que faz sentido em nome de uma falsa “Liberdade religiosa” permitir a violência, incentivar o desrespeito promovendo o bullying?
O jogo de poder, a ambição da riqueza e da dominação é mais importante que a vida de um menino de 12 anos. Mesmo culpados, eles cantam louvores, mistificam a politica, ludibriam a fé publica, corrompem o poder e como fantasmas assombram os gabinetes assediando os governantes.
As noticias foram poucas, abafadas pela incapacidade de evitar o mal. Se Rolliver não tivesse morrido, poderia se transformar num “Wellington Menezes “criando algo parecido com a “Tragédia de Realengo” e então todos o chamariam de monstro, e lá de Brasília ouviríamos um riso satânico vindo do Senado .
Mas ainda há tempo, seu voto pode mudar isso! Ajude a salvar os outros Rollivers, precisamos do “ Projeto Escola sem Homofobia”, de criminalizara homofobia ( PL 122/6), de acabar com tortura mental que diz curar, e que está causando aleijões no caráter e na personalidade de vitimas dessa fé insana. Você é quem decide. Vote certo, isso é politica. Pense nisso!
Jornal ES Hoje
A 4ª Parada do Orgulho LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) de São Carlos, no interior de São Paulo, ocorrerá neste domingo (18), a partir das 14h. O evento discute o tema “Contra a discriminação e impunidade, homofobia também é crime”.
O trio elétrico sairá da Avenida São Carlos, próximo ao Terminal Rodoviário, e seguirá até a Praça do Mercado, onde acontecerão shows com a cantora Lorena Simpson e a Banda Barrados do Baile.
Durante a Parada, o prefeito Oswaldo Barba (PT) assinará um decreto que cria o Plano de Políticas para Diversidade Sexual, um conjunto de ações e metas que orientarão as políticas da cidade na área durante os próximos 10 anos.
Durante a Parada LGBT de 2011, Barba assinou um decreto criando uma divisão municipal de políticas para diversidade sexual.
Gay 1
O trio elétrico sairá da Avenida São Carlos, próximo ao Terminal Rodoviário, e seguirá até a Praça do Mercado, onde acontecerão shows com a cantora Lorena Simpson e a Banda Barrados do Baile.
Durante a Parada, o prefeito Oswaldo Barba (PT) assinará um decreto que cria o Plano de Políticas para Diversidade Sexual, um conjunto de ações e metas que orientarão as políticas da cidade na área durante os próximos 10 anos.
Durante a Parada LGBT de 2011, Barba assinou um decreto criando uma divisão municipal de políticas para diversidade sexual.
Gay 1
sexta-feira, 16 de março de 2012
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