sábado, 18 de dezembro de 2010

Mel Gibson o Cristão!

Los Angeles (EUA), 16 dez.- Winona Ryder se juntou ao grupo de detratores de seu companheiro de profissão Mel Gibson, acusado de uma suposta agressão a sua ex-mulher, e, em declarações à revista "GQ", assegura que ela mesma foi testemunha da "homofobia" do ator.

Em uma antecipação da próxima edição da revista publicada nesta sexta-feira, a atriz afirmou: "lembro que, há 15 anos, eu estava em uma dessas grandes festas de Hollywood. E ele estava realmente bêbado. Eu estava com um amigo, que é gay. Ele fez uma piada realmente horrível a respeito".
Além disso, afirmou não ter dúvidas de que Gibson é "antissemita".
"De alguma maneira surgiu na conversa que eu era judia. Disse algo que era uma 'oven dodger' (um termo insultante em referência à cremação de judeus durante o Holocausto), mas não entendi. Nunca tinha escutado antes. Foi um momento estranho, estranho. Ele é antissemita e homofóbico", concluiu.
Gibson é acusado de agredir sua ex-mulher Oksana Grigorieva, com quem tem uma filha, e a imprensa americana publicou supostas conversas telefônicas gravadas pela mulher, nas quais o ator a insulta e a denigre.
Em declarações à revista "People", Oksana assegurou que pensava que o ator ia matá-la. Explicou, além disso, que Gibson sofria frequentemente ataques de ciúmes, falava sobre se suicidar e inclusive segurou uma arma na frente dela.
O escritório do promotor do distrito do condado de Los Angeles analisa se as provas reunidas pela investigação são suficientes para processar Gibson por um caso de violência doméstica.
Por outro lado, também é investigada uma reivindicação de Gibson, que considera que sua ex-mulher tentou extorqui-lo com as gravações dessas ligações.
O ator foi despedido pela agência de representação William Morris Endeavor em julho e sua presença em "Se Beber, Não Case 2" foi cancelada depois de ser publicado o escândalo com sua ex-mulher.

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