terça-feira, 17 de maio de 2011


 
O adolescente Adam Ayres, 18 anos, foi condenado a sete anos de prisão por ter se envolvido em um ataque homofóbico em Leicestershire, na Inglaterra.
Na época, o rapaz conheceu um homem de 50 anos em um site e marcou de se encontrarem num estacionamento. No local, ele armou uma emboscada com três amigos.
A vítima foi espancada com tacos de beisebol, teve traumatismo craniano e precisou de 28 pontos na cabeça.
Cena G
O presidente e CEO do Phoenix Suns, Rick Welts, revelou publicamente em uma reportagem publicada no site do The New York Times que é homossexual, afirmando que quer quebrar uma das últimas barreiras sociais significativas nos esportes.

A declaração de Welts foi a última sobre o assunto a ganhar notoriedade no mundo dos esportes recentemente, depois da estrela dos Lakers, Kobe Bryant, ter usado um xingamento preconceituoso em quadra e do jogador da NHL, Sean Avery, publicamente ter apoiado o casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Segundo o jornal, Welts conversou com o comissionário da NBA, David Stern, o presidente da WNBA, Val Ackerman, o Hall da Fama, Bill Russell e o armador dos Suns, Steve Nash, antes de discutir sua orientação sexual com o repórter da Times. Todos ofereceram apoio a Welts.
“Essa é uma das últimas indústrias em que o assunto não é discutido,” comentou o executivo de longa data. “Ninguém se sente confortável em conversar sobre o assunto.”
O Suns não fez nenhum pronunciamento no domingo.
Welts, 58 anos, que começou sua carreira como gandula no Seattle SuperSonics, passou vários anos com Stern no escritório da Liga. Ele foi um dos arquitetos do fim de semana das estrelas (All-Star Weekend) e ajudou a erguer o perfil da NBA antes de se mudar para o escritório dos Suns.
Welts contou à Stern sobre sua orientação sexual durante uma reunião em New York no mês passado. No próximo dia, Bryant respondeu a uma falta técnica chamando o arbitro Bennie Adams de “bicha” durante o terceiro quarto do jogo contra o San Antonio – colocando mais lenha no tabu dentro dos esportes.
A estrela dos Lakers foi multada em 100,000 dólares; desde então, Bryant se desculpou diversas vezes..
Dentre as pessoas com quem Welts se abriu, estavam familiares e sua irmã, Nancy – embora Stern disse que tinha suspeitas de que seu amigo era gay. Stern ainda telefonou para Welts depois que seu companheiro de longa data, Arnie, morreu por complicações de AIDS em 1994.
Na entrevista Welts explica que isso foi a coisa mais difícil que já teve que fazer: "Andar no escritório e tenta explicar por que eu precisava ter um par de dias de folga. Ninguém deveria ter que passar por isto."
Welts revela o fato de não querer ver os jovens LGBT a passar pela mesma situação por isso motivou a sair do armário. Outra razão foi o recente caso de insulto homofóbico por Kobe Bryant, o fato de Welts ter defendido publicamente que era necessário haver uma discussão sobre homofobia e ter tido como resposta alguns tweets anti-gays de Todd Reynolds que catalisaram a discussão.
Segundo Welts o esporto é o "último refúgio para a homofobia" e quebrar as barreiras da homofobia no esporto "fará mais para mudar corações e mentes do que qualquer outra coisa na América."
Agora, depois de todos esses anos, Welts decidiu que é hora de sair do armário.
Welts disse que contou para Nash por que ele tem ajudado bastante durante a carreira profissional. De acordo com o jornal, Nash avisado sobre o que Welts queria discutir com ele e ficou surpreso por que pensou que todos já sabiam que Welts era gay.
“Eu acho uma vergonha, por todas as razões obvias, que isso seja uma atitude que ele tenha que tomar, ” declarou Nash.
Gay 1
A Secretaria Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos do Rio de Janeiro irá realizar, no dia 10 de junho, uma cerimônia que pretende oficializar a união estável de 50 casais homossexuais.
A iniciativa está sendo realizada em parceria com a Defensoria Pública e faz parte da campanha “Rio Sem Homofobia”. “Já temos 35 casais interessados e a expectativa é grande. Se houver mais de 50 interessados, vamos trabalhar para atender a todos”, afirmou Cláudio Nascimento, superintendente de Direitos Individuais e Difusos.
Os casais que não têm condições de pagar a taxa para o registro de união homoafetiva, que gira em torno de R$ 200, poderão apresentar atestado de pobreza e receber a isenção do pagamento. Cada casal terá o direito de levar cinco familiares.
MixBrasil
Uma pesquisa divulgada no fim de semana pelo jornal O Globo indica que a maioria dos deputados federais é favorável à união gay, mas estão divididos em relação a adoção de crianças por casais gays.

O jornal ouviu entre 9 e 13 de maio 320 dos 513 parlamentares. 228 deputados disseram ser a favor da união gay, 86 são contrários e 30 não se posicionaram.
Em relação à adoção de crianças por casais gays, 154 estão a favor e 145, contra. Sobre casamento gay, a maioria é contra: 175 a 115.
MixBrasil
Após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que reconheceu as uniões homoafetivas, gays do Piauí vão se casar hoje (16) na Praça João Luiz Ferreira, no Centro de Teresina.

Além do casamento coletivo, será lembrado o Dia Mundial de Combate à Homofobia. Militantes vão distribuir flores para quem for assistir ao ato.
Cena G

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Fora Bostanaro!

As idéias racistas e homofóbicas do Deputado Jair Bolsonaro não são uma questão de opinião pessoal, elas são perigosas.

250 pessoas foram assassinadas no Brasil ano passado por serem gays. Enquanto já existem leis para proteger outras formas de discriminação, pessoas GLBT não tem nenhuma proteção legal.
Vamos erguer nossas vozes mais alto que o Bolsonaro e mostrar que os brasileiros apoiam a lei anti-homofobia que irá ampliar as proteções contra a violência e discriminação para todos os brasileiros! Assine a petição agora, ela será entregue em Brasilia em uma grande manifestação pela lei anti-homofobia! http://www.avaaz.org/po/homofobia_nao/?twi
Pela primeira vez o Rio de Janeiro participa da maior feira de turismo LGBT do mundo, a IGLTA ((International Gay & Lesbian Travel Association), que acontece na Flórida até o próximo dia 15 de maio. Para marcar a estreia, da Riotur e a Ceds (Coordenadoria Especial de Diversidade Sexual) prepararam a campanha "Come to live the Rio sensation", que visa incrementar o turismo LGBT na cidade.

Coordenador da Secretaria de Diversidade Sexual da Prefeitura do Rio, o estilista Carlos Tufvesson falou sobre a aprovação pelo Supremo Tribunal Federal da união estável entre pessoas do mesmo sexo, além de falar sobre as características marcantes do Rio.
"Mostramos que, quem conhece a cidade, se apaixona logo de cara e passa a viver como um carioca. Um estilo de vida que contempla a simplicidade, a simpatia e o alto astral" explicou Tufvesson.
Somente em 2010, 880.000 turistas gays vieram ao Rio. Segundo dados da IGLTA, esse mercado movimenta somente nos EUA, US$ 54 Bilhões por ano. Ano que vem, a feira acontecerá em Florianópolis.
Gay 1
Em conferência de imprensa em Londres, o artista revelou que o disco terá outras vozes para além da sua. "Sempre que cometo um erro ou que vou abaixo, sinto que as crianças homossexuais se ressentem porque observam a homofobia de que sou alvo", assumiu.

Diz George Michael que os seus planos passam por ajudar os gays mais jovem. "Penso que somos uma comunidade má a auxiliar os mais novos porque simplesmente não temos crianças!", defendeu.
O encontro com a imprensa serviu para desvendar uma digressão orquestral em que irá interpretar os seus clássicos e outras canções da sua preferência. Além do Reino Unido e da Irelanda, George Michael vai levar a "Symphonica: The Orchestral Tour" a Praga, Paris e Marselha.
Gay 1
A senadora Marta Suplicy (PT-SP) disse, nesta quinta-feira (12), que o projeto (PLC 122/06) que estabelece punições para quem discriminar homossexuais tem a ver com tolerância e cidadania. Ela é a relatora da matéria, que estava para ser votada na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). Atendendo a apelos por mais discussão, Marta decidiu retirá-la de pauta.

"O quê, além, da intolerância e do preconceito, vai impedir a aprovação dessa lei?" questionou.
Marta Suplicy disse que, no começo, assustou-se com o antagonismo de parte das igrejas cristãs com relação ao projeto "O que temos na fé é o respeito, é o amor. Mas não adianta dizer que tem respeito e ser contra um projeto que vai diminuir o preconceito e o numero de homicídios" disse.
Entretanto, a senadora acrescentou que foi informada sobre o temor de que o projeto restrinja a liberdade de expressão e a liberdade religiosa, impedindo que as pessoas digam que a prática homossexual é pecado e que líderes religiosos e famílias orientem os fiéis e os filhos com relação a isso.
"Quando me colocaram que o problema não era a intolerância e o preconceito, e sim uma questão de liberdade de expressão dentro de templos e igrejas, aceitei. A liberdade está preservada" argumentou.


Confira abaixo nota de esclarecimento da senadora:
Retiramos de pauta o PL 122 pois a votação na Comissão de Direitos Humanos estava empatada e corríamos o risco de alguém sair ou chegar. Gostaria de ter votado hoje, pois tínhamos os argumentos e fizemos a emenda que permitia a livre expressão em cultos religiosos.
Entretanto, está é uma Casa do diálogo, o que tem que ser respeitado. Vamos reiniciar as negociações semana que vem.
Continuem se mobilizando e enviando situações vivenciadas que fortaleçam o projeto.
Agradeço à senadora Marinor Brito que enfrentou valorozamente um deputado homofóbico que, agressivamente, fazia gestos ofensivos enquanto eu me pronunciava para a imprensa.
Em resumo: não ocorreu o debate mais amplo e um deputado homofóbico colocou os que pretendem dialogar na boa fé em companhia constrangedora.
gay 1